AA: Anonimos Anonimos

Bernardo Errardo (errado@RURALSP.COM.BR)
Wed, 25 Aug 1999 00:00:32 -0300

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Obviamente a tao abusiva falta de pertinencia da mensagem do Anonimo nao
impediu que todos os que se manifestaram ate' agora tenham se dado ao trabalho
de le-la inteira (ou assim me parece). Olha que era grande. Eu mesmo, quando
recebo, por exemplo, uma mensagem com um artigo sobre bossa-nova (o que nao me
interessa muito), apago depois de ler as primeiras linhas. Ja' a carta (ex-)
anonima, eu li de cabo a rabo, morto de curiosidade. Tenho a impressao que nao
fui so' eu.
Nao acho que a lista seja lugar para esse tipo de coisa, mas, sinceramente,
isso tem acontecido com alguma frequencia, qualquer que seja? Se sim, tenho
tido a sorte de so' receber as mensagens certas, e ignoro o fenomeno. Chega uma
carta dessas e se considera mudar o funcionamento de um aspecto importante da
lista? Ter nao-assinantes participando esta' tao ruim assim? Alem do que, como
bem disse a Carmen, nada impede alguem de assinar a lista com um hotmail
qualquer e fazer o diabo nela, se o infeliz realmente quiser. So' que nao vejo
esse tipo de vandalismo acontecendo, mas, novamente, posso ser o unico excluido
da desgraca geral.
Parece claro para mim que a carta era sincera, por mais que eu ache muito
do que ela diz bem escroto. Agora, como o autor e' capaz de difamar alguem que
ele sequer identifica, isso eu queria aprender. Na pior das hipoteses, o cara
e' folgado, e ainda assim, menos do que o Sr. Windows, de algumas semanas atras
(que eu saiba, tb uma excecao). Ficar usando a tribuna para descer o pau no
sujeito, com toda sorte de julgamentos morais profundos (provavelmente, fruto
de alfabetizacao), isso alguns usuarios parecem achar uma boa ideia. Muito boa,
ate' porque provocou uma resposta do sujeito, gerando um segundo mail off-topic
da parte dele. Otima estrategia: fazer um mail off-topic virar um quebra pau de
umas dez mensagens (so' duas do sujeito).
Nao simpatizo com o pivo desta nova festa popular, mas a reacao esta' de
doer, e parece ir contra os interesses que diz defender. Pronto, rimou, agora
sou poeta.
Bernardo