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Res: Re: Sobre ofensas e exclusãoLista de discussão sobre samba e choro, estilos musicais brasileiros. |
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Autor: Artur de Bem (arturdebem(arroba)ibestvip.com.br)
Data: Sáb 30 Abr 2005 - 11:02:24 BRT
mas po... o Paulo criou o Samba-Choro (se não foi ele, vcs pelo menos entendem o q eu quero dizer), criou a tribuna (ídem), tem uma grande responsabilidade, cuida disso, cuida daquilo, e cuida da tribuna... eu não conheço nenhum de vcs, é só o ponto de vista do q eu imagino...
Faz tempo já q vcs tão tirando o Paulo pra Cristo... não é a primeira vez q eu só vejo reclamações encima dele por tirar um membro da lista...
Não to querendo puxar o saco de ngm... mesmo pq tmb não gostei do Fabio ter saído... mas acho q vcs tão exagerando...
ou não, e esqueçam esse meu e-mail...
-----MENSAGEM ORIGINAL-----
De: Ntanure@aol.com
Enviada em: Sex, 15 Abr 2005 04:29:48
Assunto: Res: Re: [S-C] Sobre ofensas e exclusão(Caralho,
Gangaz! Será tão difícil participa...
>
>In a message dated 4/15/05 3:26:44 AM Eastern Daylight Time, Ntanure writes:
>
>
>
>Paulo Nervos errou!!!
>Voto pela suspensão deste por, um mês pelo Fábio, um mês
>pelo Fernando, um mês por tentar outras suspensões qualquer
>e não ser o moderador e ser autoritário!!!
>Frente a si mesmo
>Frente uma tribuna!
>Enfrente a frente
>Frente a frente
>E agora, SENHOR, a Inês é morta?
>O moderador, dono da bola, disse: Caralho, Gangaz!!! Será tão
>difícil participar de uma lista sem ofender os outros? Estou te
>suspendendo da lista, se quiser voltar daqui a mês me escreva.
>Eu aqui, minha cabeça dá voltas sem que possa acompanhar
>todo os caminhos percorridos. Quando menos espero, quando
>quero anotar os detalhes, quando desejo praticar este exercício
>que me acalma, já percorro outras lógicas, outros temores,
>outras saídas, outros planos e outras idéias.
>Raciocínio para saber quem era o homem causador de toda
>esta balbúrdia quase brega e sigo passagem marcada.
>Quantos anos? Trinta e sete! Classe-média e como todos,
>neoliberais? Conservador (haviam conversado aqui, sobre
>política e ele se assustará com a sobriedade e força dos
>argumentos moralistas), como um homem antigo e fora de moda
>para comprovar. Pai, marido e de destinos incerto.
>Quem é o próximo a falar na tribuna?
>Sentado, num sofá desmontado, tempo apagado, os olhos
>cansados e abertos. Meus Óculos! A janela aberta à frente deixa
>passar a luz fria do corredor e a conexão da tela do computador
>que quase nunca é desligado. Quanto antevejo uma sombra,
>um perigo, uma ignorância minha, um desconhecido, me
>encrespo ainda mais: pode ser agora, devo saber como agir,
>mas não consigo me programar, tenho cautela com o
>desconhecido. Respeito. E é exatamente esta tensão que não
>me deixa a tesão do dia seguinte ao boteco. O samba e choro.
>A dúvida, a ansiedade, o conhecimento, o estranho nervosismo
>do completo absurdo que acabará de ouvir e da infinidade de
>conseqüências a que isso pode nos carregar. Sim, porque eles
>estão aqui, ao meu lado, direito e esquerdo, assistindo,
>passando, de quando em quando, quase sempre, conhecidos,
>parceiros, semelhantes e estranhos, pegam a frente de nós a
>tribuna e falando sobre o samba e choro. Enfrente de cada um
>nós, depois de tomar consciência e da informação de toda a
>história exposta pela qual passou, o dono da palavra e suas
>opiniões e idéias da sua pauta, eu saio para mais um trago,
>às vezes um conhaque Palhinha, um riso, um pensamento,
>dependente sempre das palavras, caia uma ficha, duas ou três,
>sempre ligado do dono da opinião postado no palanque do
>botequim, na tribuna, começando com os olhos, meus já marejados,
>que estão abertos e livres na minha janela, meu computador, vamos
>formulando idéias, pensamentos e opiniões. A opinião sem respeito,
>o pensamento em vermelho, a inteligência, as idéias caindo sobre
>nós; nós, sem forças, estafados até as últimas conseqüências, sem
>nenhum tempo, paciência, ignoramos, passamos, esquecemos,
>brincamos ou ironizamos e até calamos. OU NÃO, E RETRUCAMOS
>NA TRIBUNA com idéias e opiniões. Ele, inocente, calouro,
>inexperiente nesta tribuna de hoje, neste boteco, onde a bebida
>não tem garçom, somos uma platéia desconhecida, que o
>tribuneiro não vê quando fala, e ele daqueles que foram derrotados
>por idéias e não trapaça; dos agoniados, que tentaram lugar com
>tudo o que tinham, não aceita transformação e tem-se que
>derrubar e mudar já, sem saber o que será o futuro, mas não
>havia muito que ele fazer, toda a energia foi se extirpando ao lutar
>contra uma platéia não intransponível, um moderador ou
>proprietários, fotos, respostas, questões e decisões, foi então
>diminuindo, finalizando até que o caminho único foi uma espécie
>de fuga ou suspensão de quem não fala em sua própria tribuna,
>não discute, não erra, não aceita opiniões, não fala com
>estranho, decide somente entre amigos e manda como um menino
>dono da bola!!!
>Enfrentemos uma tribuna com idéias e opiniões!!!
>Frente a amigos e inimigos!!!
>Sds
>João
Artur
E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a princesa Leopoldina, lá resolveu se casar..." (Sergio Porto)
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