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Niterói esculacha o Rio de novo

Lista de discussão sobre samba e choro, estilos musicais brasileiros.
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Autor: Paulo Eduardo Neves (neves(arroba)samba-choro.com.br)
Data: Sex 08 Abr 2005 - 03:05:02 BRT

Pelo visto este ano Niterói vai mais uma vez esculachar o Rio de Janeiro
durante a comemoração do Dia Nacional do Choro. Saquem só a programação

---------- Mensagem encaminhada ----------

Subject: PAULINHO DA VIOLA
Date: Qui 07 Abr 2005 17:18
From: "Assessoria de Imprensa" <imprensa@culturaniteroi.com.br>
To: "Undisclosed-Recipient:;"@samba-choro.com.br

Em brancoPAULINHO DA VIOLA COMEMORA O DIA NACIONAL DO CHORO

SHOW GRATUITO ENCERRA A SEMANA DO CHORO

Comemorando o Dia Nacional do Choro (23 de abril, sábado) e fechando com
 chave de ouro a primeira Semana do Choro de Niterói, o grupo Unha de Gato
 abre a noite para o grande show de Paulinho da Viola.

Unha de Gato

SINTONIA POPULAR DO

CHORO COM O SAMBA

Experientes em rodas de samba e choro, Bruno Max (percussão), Daniel Scisínio
 (cavaquinho e voz), Rodolpho Dutra (pandeiro), Tiago Souza (bandolim),
 Wander Fontana (violão) e Chico (voz e percussão) formam o grupo Unha de
 Gato. No roteiro, composições próprias, choros de Pixinguinha e Jacob do
 Bandolim, além de sambas de Nei Lopes e Wilson Moreira.

Criado há pouco mais de dois anos, o Unha de Gato conta com boa experiência
 na condução de rodas de samba e choro. Tem se apresentado com sucesso em
 Niterói (Bar Academia de Niterói, Bar Convés, Bar Orquídea, Candongueiro,
 Cantareira, Clube Combinado 5 de Julho, Teatro do Sesc e Teatro da UFF, onde
 abriu show de Dudu Nobre em setembro do ano passado).

Também tem tocado no Rio de Janeiro (Bar Juarez, em Santa Tereza, Carioca da
 Gema, na Lapa, Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, Casarão
 Cultural dos Arcos da Lapa, Centro Cultural Memórias do Rio e Dama da Noite,
 na Lapa)

O Unha de Gato fez o show de inauguração da Praça Ismael Silva, em Niterói, e
 participou do Festival Fábrica de Sambas e do Projeto Choro na Rua, da
 Secretaria de Cultura de Niterói.

Durante um ano o grupo se apresentou quinzenalmente, aos sábados, no Bar
 Orquídea, em Icaraí, Niterói, recebendo convidados ilustres como Camunguelo,
 Delcio Carvalho, Dunga, Gallotti, Iracema Costa, Ivor Lancellotti, Luiz
 Grande, Marcelo Pizzoti e Wilson Moreira.

O Unha de Gato acompanhou o sambista Wilson Moreira no período de lançamento
 do seu CD Entidades I, em shows no Bar do Tom, Candongueiro, Carioca da
 Gema, Centro Cultural Carioca, Sala Funarte, Teatro Rival e Teatro Municipal
 de Niterói.

PAULINHO DA VIOLA

Paulinho da Viola, é, aos 62 anos uma das mais sólidas referências da música
 popular brasileira. Sua música incorpora a sofisticação harmônica da bossa
 nova, a riqueza melódica do choro (gênero essencialmente instrumental, que
 está para o Brasil como o jazz para os Estados Unidos), e a síncope
 incomparável do samba.

Instrumentista requintado é também autor da maioria das composições que
 registrou em seus 16 discos solo, referências obrigatórias para os
 historiadores da MPB. Há, ainda, discos em parceria, gravados no início da
 carreira, além dos produzidos para o exterior, como o CD que gravou há
 poucos anos para o selo alemão Network.

Associada, a princípio, ao universo das escolas de samba do Rio, sua obra,
 gradualmente, foi-se impondo como muito mais diversa e sofisticada. A arte
 de Paulinho expressa, com originalidade, a fusão de escolas e épocas. É
 tradição e é vanguarda - e é uma espécie de ponte entre ambas.

A música de Paulinho da Viola está marcada pelos ritmos e poesia que
 transbordam dos morros e escolas de samba da periferia do Rio. E incorpora
 elementos do jazz e da música erudita, o que lhe confere sofisticação e
 popularidade, que estão na origem do título com que é saudado pelo público e
 pela crítica: o Príncipe do Samba.

Numerosas composições de Paulinho conquistaram o coração do povo brasileiro,
 cantadas de norte a sul do país, acima das modas e circunstâncias. A cada
 disco, novos sucessos, marcados pela simplicidade e sofisticação, a
 confirmar sua profunda identidade com a cultura popular brasileira.

Paulinho iniciou sua carreira em 1964, quando trocou em caráter definitivo a
 atividade de bancário pela de músico. Levado pelas mãos de Hermínio Bello de
 Carvalho, Sérgio Cabral e Zé Ketti, tornou-se destaque nas noites memoráveis
 do restaurante Zicartola - reduto da boêmia e da intelectualidade carioca de
 então, transformado em foco de resistência cultural a ditadura militar que
 se iniciava.

É dessa época o show Rosa de Ouro, que trouxe para o asfalto alguns bambas do
 samba de morro, como Clementina de Jesus, Elton Medeiros e Jair do
 Cavaquinho. Paulinho, integrante do conjunto A Voz do Morro, começa a ser
 notado por um público mais amplo como cantor e compositor.

A partir de então, consolida-se uma das mais férteis e premiadas carreiras de
 toda a MPB. Venceu festivais, ganhou discos de ouro e foi gravado pelos
 principais intérpretes do país. Entre os últimos prêmios que ganhou, na área
 do show business, estão o que foi concedido pela Associação dos Críticos de
 Arte de São Paulo, que considerou seu espetáculo "Botafogo" o melhor do ano
 de 1995. No final de 1996, Paulinho foi o vencedor em 5 categorias do
 Prêmio Sharp de Música Brasileira, com o disco "Bebadosamba" (melhor disco,
 melhor cantor, melhor compositor, melhor música e melhor arranjador).

Foi num festival de música dos anos 60 que Paulinho lançou um dos maiores
 sucessos de sua carreira, o antológico Sinal Fechado. Em linguagem original
 e sofisticada, dava dimensão poética ao drama da solidão do homem das
 grandes metrópoles. O ambiente de angústia e medo do regime militar fez de
 Sinal Fechado uma espécie de hino de toda uma geração.

Paulinho já era identificado pelo público e pela crítica como um compositor
 especial. Já tinha produzido preciosidades como Coisas do mundo minha nega,
 O recado, Foi um rio que passou em minha vida e Sei lá Mangueira, entre
 outras. Começou a ser disputado por intérpretes e a fazer shows em todo o
 país. E passou a colecionar prêmios, como o Golfinho de Ouro, concedido pelo
 governo do Rio de Janeiro.

Além de músico e compositor inspirado, Paulinho era destacado como poeta,
 cronista do cotidiano. Em Coisas do mundo minha nega, por exemplo, traça com
 rara maestria o universo da gente simples do povo, suas angústias e
 perplexidades. Em Foi um rio que passou em minha vida, seu maior sucesso,
 homenageia sua escola de samba, a Portela. Esse samba transformou-se numa
 espécie de hino das ruas, consolidando-se como um dos sambas mais populares
 de todos os tempos.

No plano internacional, Paulinho da Viola já encantou platéias exigentes, em
 apresentações memoráveis em países como Franca, Itália, Alemanha, Noruega,
 Áustria, Japão, Espanha, Suíça, Argentina e outros. No Lincoln Center, em
 Nova Iorque, apresentou-se pela primeira vez em junho de 1991, com êxito de
 público e crítica que repetiu em 1996.

Sua obra garantiu sua inclusão em séries históricas produzidas no Brasil para
 a galeria dos melhores artistas de todos os tempos, como a coleção dos
 fascículos da editora. Abril e da coletânea Mestres da Música Popular
 Brasileira, referencia fonográfica obrigatória para os historiadores e
 pesquisadores do ramo.

Gravada por cantoras célebres como Elizeth Cardoso e Clara Nunes, a obra de
 Paulinho da Viola é preferência nacional também entre a nova geração de
 intérpretes, como Marina, Marisa Monte e Leila Pinheiro, entre outros.

Contato para entrevistas: Unha de Gato (Felipe) > (21) 2711-7528, 9681-0333

Paulinho da Viola

Data: 23 de abril de 2005 (sábado)

Horário: 19 horas

Local: Praia de Icaraí (em frente à rua Belizário Augusto)

GRÁTIS

Assessoria de Imprensa

Mariana Pache de Faria

(21) 2621-5050 r:208, 9639-1865

-------------------------------------------------------

-- 
Paulo Eduardo Neves
Agenda do Samba & Choro, o boteco virtual do samba e choro
http://www.samba-choro.com.br 

   PAULINHO = DA VIOLA COMEMORA O DIA NACIONAL DO CHORO

SHOW GRATUITO ENCERRA A = SEMANA DO CHORO

   Comemorando o Dia Nacional do Choro (23 de abril, = sábado) e fechando
   com chave de ouro a primeira Semana do Choro de Niterói, o = grupo Unha
   de Gato abre a noite para o grande show de Paulinho da Viola.

   Unha de Gato

   SINTONIA POPULAR DO

   CHORO COM O SAMBA

    

   Experientes em rodas de samba e choro, Bruno Max = (percussão), Daniel
   Scisínio (cavaquinho e voz), Rodolpho Dutra (pandeiro), Tiago = Souza
   (bandolim), Wander Fontana (violão) e Chico (voz e percussão) formam = o
   grupo Unha de Gato. No roteiro, composições próprias, choros de Pixinguinha e Jacob do Bandolim, além de sambas de Nei Lopes e
   Wilson Moreira.

   Criado há pouco mais de dois anos, o Unha de Gato = conta com boa
   experiência na condução de rodas de samba e choro. Tem se apresentado com sucesso em Niterói (Bar Academia de Niterói, Bar
   Convés, Bar = Orquídea, Candongueiro, Cantareira, Clube Combinado 5
   de Julho, Teatro do Sesc e = Teatro da UFF, onde abriu show de Dudu Nobre
   em setembro do ano passado).

   Também tem tocado no Rio de Janeiro (Bar Juarez, em = Santa Tereza,
   Carioca da Gema, na Lapa, Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, Casarão Cultural dos Arcos da Lapa, Centro Cultural Memórias do
   Rio e Dama da = Noite, na Lapa)

   O Unha de Gato fez o show de inauguração da Praça = Ismael Silva,
   em Niterói, e participou do Festival Fábrica de Sambas e do Projeto Choro na Rua, da Secretaria de Cultura de Niterói.

   Durante um ano o grupo se apresentou quinzenalmente, aos = sábados, no
   Bar Orquídea, em Icaraí, Niterói, recebendo convidados ilustres como Camunguelo, Delcio Carvalho, Dunga, Gallotti, Iracema Costa, Ivor Lancellotti, Luiz Grande, Marcelo Pizzoti e Wilson = Moreira.

   O Unha de Gato acompanhou o sambista Wilson Moreira no = período de
   lançamento do seu CD Entidades I, em shows no Bar do Tom, = Candongueiro,
   Carioca da Gema, Centro Cultural Carioca, Sala Funarte, Teatro Rival e
   Teatro = Municipal de Niterói.

   PAULINHO DA VIOLA

    

   Paulinho da Viola, é, aos 62 anos uma das mais = sólidas
   referências da música popular brasileira. Sua música incorpora a sofisticação harmônica da bossa nova, a riqueza melódica do choro
   (gênero essencialmente = instrumental, que está para o Brasil como o
   jazz para os Estados Unidos), e a síncope incomparável do samba.

   Instrumentista requintado = é também autor da maioria das
   composições que registrou em seus 16 discos solo, = referências
   obrigatórias para os historiadores da MPB. Há, ainda, discos em parceria, gravados no início da carreira, além dos produzidos para o
   exterior, = como o CD que gravou há poucos anos = para o selo
   alemão Network.

   Associada, a princípio, ao universo das escolas de = samba do Rio, sua
   obra, gradualmente, foi-se impondo como muito mais diversa e = sofisticada.
   A arte de Paulinho expressa, com originalidade, a fusão de escolas e épocas. É tradição e é vanguarda – e é uma espécie de
   ponte entre ambas.

   A música de Paulinho da Viola está marcada pelos = ritmos e poesia
   que transbordam dos morros e escolas de samba da periferia do Rio. E incorpora elementos do jazz e da = música erudita, o que lhe confere
   sofisticação e popularidade, que estão = na origem do título com
   que é saudado pelo público e pela crítica: o = Príncipe do Samba.

   Numerosas composições de Paulinho conquistaram o = coração do
   povo brasileiro, cantadas de norte a sul do país, acima das modas e circunstâncias. A cada disco, novos sucessos, marcados pela
   simplicidade e = sofisticação, a confirmar sua profunda identidade
   com a cultura popular brasileira.

   Paulinho iniciou sua carreira em 1964, quando trocou em = caráter
   definitivo a atividade de bancário pela de músico. Levado pelas = mãos
   de Hermínio Bello de Carvalho, Sérgio Cabral e Zé Ketti, tornou-se
   destaque nas = noites memoráveis do restaurante Zicartola – reduto
   da boêmia e da intelectualidade carioca de então, = transformado em
   foco de resistência cultural a ditadura militar que se iniciava.

   É dessa época o show Rosa de Ouro, que trouxe para o = asfalto alguns
   bambas do samba de morro, como Clementina de Jesus, Elton = Medeiros e
   Jair do Cavaquinho. Paulinho, integrante do conjunto A Voz do Morro,
   começa a = ser notado por um público mais amplo como cantor e compositor.

   A partir de então, consolida-se uma das mais férteis = e premiadas
   carreiras de toda a MPB. Venceu festivais, ganhou discos de ouro e foi gravado pelos principais intérpretes do país. Entre os últimos
   prêmios = que ganhou, na área do show business, = estão o que
   foi concedido pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo, que considerou seu espetáculo “Botafogo” o melhor do ano de 1995.
   No final de 1996, Paulinho foi = o vencedor em 5 categorias do Prêmio
   Sharp de Música Brasileira, com o = disco “Bebadosamba” (melhor
   disco, melhor cantor, melhor compositor, = melhor música e melhor
   arranjador).

   Foi num festival de música dos anos 60 que Paulinho = lançou um dos
   maiores sucessos de sua carreira, o antológico Sinal Fechado. Em linguagem
   = original e sofisticada, dava dimensão poética ao drama da solidão
   do homem = das grandes metrópoles. O ambiente de angústia e medo do
   regime militar fez de = Sinal Fechado uma espécie = de hino de toda uma
   geração.

   Paulinho já era identificado pelo público e pela = crítica como um
   compositor especial. Já tinha produzido preciosidades como Coisas do mundo
   minha nega, = O recado, Foi um rio que passou em minha = vida e Sei lá
   Mangueira, entre outras. = Começou a ser disputado por intérpretes e
   a fazer shows em todo o país. E passou a = colecionar prêmios, como o
   Golfinho de Ouro, concedido pelo governo do Rio de Janeiro.

   Além de músico e = compositor inspirado, Paulinho era destacado como
   poeta, cronista do cotidiano. Em Coisas do = mundo minha nega, por
   exemplo, traça com rara maestria o universo da gente = simples do povo,
   suas angústias e perplexidades. Em Foi um rio que passou em = minha
   vida, seu maior sucesso, homenageia sua escola de samba, a Portela. Esse
   samba = transformou-se numa espécie de hino das ruas, consolidando-se como
   um = dos sambas mais populares de todos os tempos.

   No plano internacional, Paulinho da Viola já encantou = platéias
   exigentes, em apresentações memoráveis em países como Franca, Itália, Alemanha, Noruega, Áustria, Japão, Espanha, Suíça,
   Argentina e outros. No = Lincoln Center, em Nova Iorque, apresentou-se
   pela primeira vez em junho de 1991, com = êxito de público e
   crítica que repetiu em 1996.

   Sua obra garantiu sua inclusão em séries = históricas produzidas no
   Brasil para a galeria dos melhores artistas de todos os tempos, como a coleção dos fascículos da editora. Abril e da coletânea Mestres
   da Música = Popular Brasileira, referencia fonográfica obrigatória
   para os historiadores = e pesquisadores do ramo.

   Gravada por cantoras célebres como Elizeth Cardoso e = Clara Nunes, a
   obra de Paulinho da Viola é preferência nacional também entre a = nova
   geração de intérpretes, como Marina, Marisa Monte e Leila Pinheiro,
   entre outros.

   Contato para entrevistas: Unha de Gato (Felipe) > (21) 2711-7528,
   9681-0333

    

   Paulinho da Viola

   Data: 23 de abril de 2005 = (sábado)

   Horário: 19 horas

   Local: Praia de Icaraí (em frente à rua Belizário Augusto)

GRÁTIS

   Assessoria de Imprensa

   Mariana Pache de Faria

   (21) 2621-5050 r:208, = 9639-1865

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