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Re: [ Um tapinha não doi, era Funk ,piadas e hipocresia.. ..] |
From: valdir mengardo (vmengardo@usa.net)
Date: Sex 02 Mar 2001 - 14:34:37 GMT
Caros funkonautas,
Não vou entrar aqui na discussão moral daquilo que esse tal de funk muderno
fala. Acho que posso cair numa outra discussão interminável sobre "o que faz a
cabeça de quem".
Interessante que, hoje, todo mundo que critica por esse lado as letras do funk
logo acaba sendo chamado de moralista.
O que eu critico com veemência é o reducionismo de uma melodia, harmonia, e,
principalmente das "letras". A música sempre atuou em mim como uma estrutura
de pensamento onde rimas, aliterações, compassos, acordes atuam no sentido
criar novas formas de pensar e transformar a realidade. Dessa forma a pobreza
estrutural do funk não me enriquece em absolutamente nada.
Gostaria muito que algum funkeiro me provasse o contrário.
Não sou tão ingênuo ao ponto de proibir meus filhos de escutar funk porque as
letras "pornoghráficas" são um mau exemplo pra meninada (como sugeriu um
comentarista de um desses jornais de TV.}
Pornográfica é a fome, a corrupção, a globalização da miséria, etc, etc.
Abraços,
Valdir
PS Só pra chatear: Meus filhos, por opinião própria e NÃO POR INFLUÊNCIA
MINHA, não gostam do funk. Ficam mais na praia dos Titãs, Skank, Paralamas,
Marisa Monte, etc, o que eu acho du cacete cachorrada.
Quando você fornece ao ouvinte várias opções de escuta musical...
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