Ela que sem dúvida figura no Olimpo das grandes intérpretes femininas do samba traz a São Paulo seu novo show “Dura na Queda”. Aliás, nenhuma outra expressão definiria melhor essa fabulosa artista, desde as dificuldades de sua infância pobre em Padre Miguel, até o acidente que sofreu no começo do ano ao cair do palco fraturando algumas vértebras.
Acompanhmento a cargo de Josimar Carneiro(violão)*, Humberto Araújo ( sax e flauta), Glalton Campello (teclados e acordeon), Edson Menezes (contrabaixo), Ovídio Brito (percurssão) - graaaande !!! - e Afonso Vieira (Bateria). Repertório nos comentários
SESC Vila Mariana - Rua Pelotas, 141. Tel.: 5080-3147. Dias 2 e 3/06, às 21h, 04/06, às 19h. R$ 20,00, R$ 15,00 (usuário matriculado) e R$ 10,00 (comerciário matriculado, estudantes com carteiras UNE, UMES e UBES, aposentados e idosos acima de 65 anos)
*será que tem dois Josimar feras no violão ( além do Monteiro, do 7 cordas, é claro ), ou eu estou embarcando na canoa furada das informações do SESC? Esclarecimentos serão bem-vindos, principalmente de quem for ao show.
Caros Paulo Eduardo Neves e Fernado José Szegeri,
Sou freqüentador da página e assinante da lista da Agenda do Samba e Choro desde seus primórdios e a divulgo, sempre que posso, à imprensa e aos colegas.
Vejo agora a chance de esclarecer definitivamente a confusão que as pessoas e a imprensa fazem entre dois músicos que, assim como um antigo lateral direito da seleção brasileira e do Botafogo, possuem o nome pouco comum de Josimar. Como se não bastasse, o sobrenome tem a mesma terminação: Carneiro e Monteiro. Para aumentar a coincidência tocam violão de sete cordas e são nascidos no mesmo ano de 66. Josimar Carneiro, o Josi, é carioca da Tijuca e seu colega homônimo, o Boca, é paraense de Belém. É fato que quando o paraense este chegou ao Rio de Janeiro a menos de uma década, conheceu seu homônimo carioca em pleno exercício da profissão.
Ao ler o informe nº 2132132132131 da Agenda deparei-me com duas notícias consecutivas, escritas pelos senhores que confundiam os tais músicos. Venho esclarecer que no show ‘Dura na Queda” da Cantora Elza Soares o diretor musical, arranjador e violonista é o JOSIMAR CARNEIRO, que também é o professor dos cursos “Violão Popular” e “Informática aplicada à Música” do 20º Festival de Música de Londrina. Conhecendo o programa do SESC Vila Mariana e tendo visitado o site do Festival de Londrina, pude comprovar que seus conteúdos estão corretos e a confusão foi feita pelos caros colegas.
Sendo assim, gostaria de ver na próxima edição do informe da Agenda do Samba e Choro uma errata dos artigos nº 8 e 9. Para que os senhores possam conhecê-lo e dar-lhe seus repectivos créditos, o Josimar Carneiro é integrante do grupo ‘Água de Moringa’. Foi o idealizador e um dos fundadores da extinta Orquestra de Cordas Brasileiras. Também integrou a Orquestra de Música Brasileira, dirigida por Roberto Gnattali e a ‘Camerata Universidade Gama Filho’, dirigida por Paulo Sérgio Santos. Recebeu no ano passado o “Prêmio Sharp de Melhor Arranjador” na categoria música instrumental pelo seu trabalho no disco Saracoteando do Grupo Água de Moringa, que também fora consagrado, então, como melhor grupo. Estudou composição com Guerra-Peixe e é professor de arranjo da UNI-RIO, instituição onde cursa o mestrado em música brasileira. Além da citada Elza Soares já dividiu o palco e gravou com nomes como Chiquinho do Acordeão, Raphael Rabello, Joel Nascimento, Déo Rian, Paulo Moura, Altamiro Carrilho, Wagner Tiso, Cristóvão Bastos, Leandro Braga, Carlos Malta, Zezé Gonzaga, Luiz Melodia, Quinteto Villa-Lobos, Emílio Santiago, Miúcha, Braguinha, Quarteto em Cy, Alcione, Baby Consuelo, Beth Carvalho, João Nogueira, Monarco, Jards Macalé, Nélson Sargento, Mestre Marçal, Ney Matogrosso, Martinho da Vila, Nei Lopes, Beto Guedes, Lô Borges e Milton Nascimento, dentre outros.
Josimar Carneiro também atua na área teatral, tendo participado dos musicais “Rosa – A vida de Noel”, “Pixinguinha”, “Meu Ary Brasileiro”, “Metralha”, “Somos Irmãs”, “Dolores” , dentre outras e dos infantis “Viva o Zé Pereira” e “A Bossinha Nova”
Possui os seguintes prêmios:
– Primeiro lugar no Iº Concurso Nacional de Criação Musical para a Educação. (1995).
– Prêmio Sharp 1991: melhor disco na categoria música instrumental, conferido ao disco Orquestra de Cordas Brasileiras (Kuarup-1990).
– Prêmio Sharp 1991: melhor grupo na categoria música instrumental, conferido à Orquestra de Cordas Brasileiras
– Prêmio Sharp 1992: melhor disco na categoria música instrumental, conferido ao disco Retratos (Kuarup-1991)
– Prêmio Sharp 1999: melhor grupo na categoria música instrumental, conferido ao grupo Água de Moringa
– Prêmio Sharp 1999: melhor arranjador na categoria música instrumental.
Foi professor dos seguintes cursos:
XIX CURSO INTERNACIONAL DE VERÃO, da Escola de Música de Brasília, (1997).
Professor de Violåo de 7 Cordas
XVIII FESTIVAL DE MÚSICA DE LONDRINA (1998).
Professor de Informática Aplicada à Música e Oficina de Choro
XIX FESTIVAL DE MÚSICA DE LONDRINA (1999)
Professor de Informática Aplicada à Música e Violão Popular
VIII OFICINA DE MUSICA POPULAR BRASILEIRA, Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba (2000)
Professor de Informática Aplicada à Música