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Época de Ouro faz shows no Centro do Rio de quinta a domingo |
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Conforme já tínhamos avisado, o glorioso conjunto Época de Ouro está fazendo temporada de shows pelo país afora. Agora, com o apoio do Instituto Jacob do Bandolim, volta ao Rio homenageando os 90 anos de Jacob.
Voltar para Manchetes de Abril de 2008
Comentários dos leitoresO Show "Tributo a Jacob do Bandolim",que será apresentado no Teatro de Arena da CAIXA, de quinta, 17, a domingo, 20, tem a dinâmica de um programa de auditório, a exemplo do que faziamos, de 2004 a 2006, no auditório da Rádio Nacional. Com este show fizemos uma turnê que já passou por Curitiba, Brasília, São Paulo, Salvador e agora chega ao Rio de Janeiro.Em todas as capitais, o conjunto foi calorosamente aplaudido por platéias que manifestavam admiração, respeito e muito carinho. Em algumas cidades tivemos"canjas" muito especiais, como as de Isaias(bandolim) e Israel (sete cordas), em São Paulo, e a do veterano Cacau(pandeiro), em Salvador. A formação atual do conjunto é André Bellieny(violão de seis); Tony Sete Cordas; Ronaldo do Bandolim; Antonio Rocha(flauta e flautim); Jorge Filho(cavaquinho) e Jorginho do Pandeiro. Aqui no Rio teremos, em um dos espetáculos, a presença de Elena Bittencourt, filha de Jacob e Presidente do Instituto Jacob do Bandolim. Elena será homenageada pelo conjunto. Ao que tudo indica, com o apoio do Instituto, Ronaldo do Bandolim deverá tocar algumas músicas com o auxílio luxuoso de um instrumento MUITO especial.
O espetáculo, que celebra os 90 anos de nascimento de Jacob, é patrocinado pelo projeto CAIXA Cultural, que o selecionou entre os projetos apresentados ao seu edital. Concebido por Jorginho do Pandeiro e por este locutor que vos fala, "Tributo a Jacob do Bandolim" tem a coordenação da DOIS/UM PRODUÇÕES Ltda. Cristiano Menezes O CONJUNTO REGIONAL "ÉPOCA DE OURO" É UMA VERDADEIRA JÓIA PRECIOSA, QUE MOSTRA A CULTURA BRASILEIRA SEM METALEIROS LOUCOS; SEM GUITARRAS ESTRIDENTES, ALUCINANTES. INFELIZMENTE AS TVs NOS IMPINGEM LIXO. É LIXO MUSICAL. É LIXO VOCAL. É LIXO MORAL. É TODA SORTE DE LIXO E, CRIMINOSAMENTE, RELEGANDO OS VERDADEIROS EXPOENTES DA NOSSA MÚSICA AO ABANDONO. EU PERGUNTARIA AOS DICIONARISTAS O PORQUÊ DE TEREM OMITIDO NA "ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA", E "DICIONÁRIO HOUAISS - ILUSTRADO - MÚSICA POPULAR BRASILEIRA" OS NOMES DE VALTER SILVA (VALTER SETE CORDAS) E DA CANTORA ELENA BITTENCOURT, FILHA DO JACOB DO BANDOLIN.TAMBÉM OMITIRAM O NOME DO RONALDO DO BANDOLIN. SE FOSSEM AMERICANOS ESTARIAM SENDO BADALADOS. COMO PODE, EM PLENO SÉCULO XXI CONTINUARMOS ESCRAVOS DE CULTURA ESTRANGEIRA EM DETRIMENTO A NOSSA. No entanto, agradeço aos dicionaristas o que têm feito em matéria de pesquiza musical.
Gostaria de falar para os amigos do Samba & Choro que o show Tributo a Jacob do Bandolim 90 Anos é o verdadeiro espetáculo dentro da MPB e que também é imperdível. O Conjunto está se renovando com novos membros como Antonio Rocha um jovem flautista de imenso talento e um membro mais antigo, André Bellieny um ótimo violonista, e que mesmo assim o conjunto não perde a característica de perfeição que Jacob imprimiu no conjunto, ou seja; é perfeito.
Tive o prazer de assistir a esse espetáculo e fiquei maravilhado com a sintonia perfeita dos integrantes do conjunto. O entrosamento perfeito do conjunto posso falar pela levada da harmonia do violão de 6 com os baixos do violão de 7, o cavaquinho fazendo aquele centro bonito, com o bandolim solando uma melodia linda com algumas interferências linda da flauta melodiosa e a gostosa percussão. Isto sim é o CONJUNTO ÉPOCA DE OURO: André Bellieny (violão de 6), Tony (violão de 7 cordas), Ronaldo Souza (bandolim), Antonio Rocha (flauta e flautim), Jorge Filho (cavaquinho) e Jorginho do Pandeiro. O repertório do tributo é composto com algumas das maiores obras de Jacob como os choros Diabinho Maluco, Tabitati, Carícia, Benzinho, Assanhado, A Ginga do Mané, Migalhas do Amor, Vibrações, Implicante, Noites Cariocas, Treme-treme; as valsas Feia e Santa Morena e um gostoso pout-pourri de frevos como Toca pro pau, Rua da Imperatriz, Sapeca; gênero esse que Jacob tinha verdadeira paixão. Há também uma bela homenagem ao grande Dino 7 Cordas na valsa Minha Crença. E não é só! De repente pode haver alguma surpresa fora do repertório como as que eu presenciei. Assisti ao espetáculo no Teatro de Arena da Caixa no Rio de Janeiro no dia 18 de abril de 2008, 6ª feira ontem eu vi as surpresas e improvisos que Ronaldo Souza ia fazendo no seu bandolim como o lindo samba Barracão que fez a platéia cantar como se estivesse naquele inesquecível show de Jacob com Elizeth Cardoso, Época de Ouro e Zimbo Trio em fevereiro de 1968 no Teatro João Caetano e as várias histórias sobre Jacob que eram contadas por Jorginho do Pandeiro e por histórias que Ronaldo contava sobre o seu aprendizado no Época de Ouro assim que chegou ao conjunto falando dos grandes Dino e Carlinhos Leite. Queria destacar a homenagem recebida pela filha de Jacob, Elena Bittencourt que foi presenteada por um buquê de rosas e falou sobre os projetos em vista do Instituto Jacob do Bandolim, como o lançamento do caderno de partituras com todas as composições de Jacob e também falou da importância do IJB para a preservação da memória musical brasileira. O momento mais especial do show foi quando Elena entregou a Ronaldo o bandolim que era de Jacob para ser executado as músicas do meio do repertório para o final do show. Para mim esse foi o momento mais emocionante do espetáculo. Ah, esqueci de falar das músicas fora do repertório como algumas partes de Brasileirinho executado por Jorge Filho, Doce de Coco e mais um coral de platéia regido maravilhosamente por Jorginho do Pandeiro na magistral Carinhoso assim encerrando o espetáculo. Então aos amigos que estão no Rio de Janeiro amantes da boa música assistam enquanto dá tempo, pois só resta esse domingo para encerramento da turnê. Abraços a todos, Thiago Pereira Em concordancia com meus planos já anunciados, viajé para Rio nos últimos dias de marco é primeiros de abril, tive a sorte de assitir uma noite a o show que ofereceu "Memorias do Rio" com autucao de Iara Martins, Jorginho do Imperio e outros artistas; foi ótimo tudo,espetáculo, parcería, tiragostos, cervejinha e o preco que cobran. Também convidado por meu grande amigo o Cel da PMRJ Dr Jorge Da Silva, assistí al Show de "toque de Arte" e outros conjuntos en "Rio Scenarium" junto con meu parceiro argentino o Arquiteto Guillermo Osnaghi, que nao conhecía a bohemia carioca e ficó empolgado. Por essas e outras coisas mais, vale a pena, poupar, para despois pelo menos uma vez a o ano voltar para Rio, porque nao existe no mundo enteiro outra "cidade Maravilhosa"
Ramon Arturo Ferro Carioca adotivo o epoca de ouro continua sendo nossa maior referencia em termos de música popular brasileira mas infelizmente existe um esquema q previlegia o LIXO TOTAL por isso precisamos e resistir a esses "fariseus" loucos por lucro facil e com isso destroem a cultura do BRASIL por isso faço um apelo aos nossos dicionaristas q excluam veementemente esses "agentes anti-musicais" antes q consigam a vitória final
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