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"Se me der eu como!" lança enredo sexta na Tijuca (grátis) |
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O bloco "Se me der eu como!", fundado por integrantes do grupo Galocantô, lança seu enredo esta sexta (19) na Tijuca.
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Comentários dos leitoresEis o enredo:
"De oito a oitenta. Os extremos da vida. Quero ver quem agüenta. Compositores, mais uma vez vamos falar da realidade sem perder o gingado. A veia crítica ferve positivamente. SE ME DER, EU COMO! abre o leque da imaginação para falar da vida. Da sua vida, da nossa vida. Você sabe como será o seu amanhã? Somos partícula do universo; estamos diariamente expostos as mais diversas situações. Algumas opcionais, outras impostas. Muitas agradáveis, outras nem tanto. Estamos preparados para o que der e vier? SE ME DER, EU COMO! vai de oito a oitenta, numa viagem a tudo que passamos e ainda podemos passar. Dos prazeres às decepções. Como forma de exemplificar nossa idéia para este enredo descrevemos abaixo algumas dessas situações do cotidiano. Não significa que precisam ser usadas no desenvolvimento do samba. Segurar a dor do parto para, logo após, sentir a maior felicidade da vida. Coisa de mãe. E para ser mãe tem que estar preparada. Se preocupar com escola, comida, roupa, brinquedo..., Quando nada disso é possível... Quero ver quem agüenta! E o nosso primeiro beijo? Uma brincadeira que começa a falar sério com o tempo. É o amor! Paixões e decepções. E a primeira noite? Todo mundo lembra. E também quase todas as outras. E a última? Já esqueceu? Segura que tua hora vai chegar. Até porque, hoje em dia, (vamos combinar) de oito a oitenta só não vai quem não quer, ou quem não agüenta. Samba, futebol. Manifestação popular, energia da multidão. É gol no Maraca, evolução na avenida. Mas cadê o meu camisa dez? E minha ala de compositores? Alô, bateria! Sem falar na arbitragem, que aposta na própria sorte. Não há coração que agüente! Agora, para falar de culinária é comigo mesmo. E se me der, eu como. Como feijoada, mocotó... o que mandar. E tudo começa naquela cachacinha. Haja coração! Olha a pressão! Mas não podemos esquecer que nos extremos da vida a alegria não sorri para todos. Temos que estar atentos, olhar para o lado e ver que pessoas passam fome. Isso tem que acabar no mundo. E depende também de cada um de nós, seres humanos. Aqui fica o nosso apelo. E no país mais próspero desse planeta o SE ME DER, EU COMO! vota na criatividade do brasileiro para superar os altos e baixos da vida. No carnaval, vamos botar o bloco na rua com irreverência, senso crítico e toda a alegria que sempre teremos para cantar e sambar. Convidamos todos, “DE OITO A OITENTA”, para brincar o carnaval com Bloco Recreativo Comunitário SE ME DER, EU COMO! Mas fica um aviso: “QUERO VER QUEM AGUENTA!" |
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