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Marília Barboza lança biografia de Luperce Miranda quarta no CCC

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Por Christiane de Assis Pacheco
Publicada em 26 de Julho de 2004 
Estado: RJ 
Assunto: Shows e Rodas

A pesquisadora Marília Trindade Barboza lança nesta quarta, no Centro Cultural Carioca, seu novo livro Luperce Miranda, o Paganini do bandolim, sobre a vida do compositor pernambucano, considerado um dos principais bandolinistas da história da música brasileira. Um time da pesada se apresentará no evento: Déo Rian, Bruno Rian, Joel Nascimento, Pedro Amorim, Henri Lentino, Jorge Cardoso, Luperce Miranda Filho, Marcílio Lopes, Marco César e Grupo Sarau.

Quarta, às 19h
Ingressos: R$ 15,00

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Comentários dos leitores

No dia 28 de julho de 2004, data que escolhemos para o lançamento de sua biografia, Luperce (1904-1977) faria 100 anos. Nosso objetivo é reavivar na fraca memória do país a 1mportância desse músico maravilhoso, que fixou o bandolim como solista de choro, deixou centenas de composições, era um forrozeiro de 1ª linha e anda tão esquecido! O show dos bandolinistas é dirigido por Luiz Otávio Braga e, no térreo do Centro Cultural Carioca, estará aberta ao público, de graça, uma exposição com instrumentos, fotos e documentos do grande bandolinista. O show de bandolins acontecerá a partir das 21 h, no andar de cima. A Mariana Balthar também vai cantar emboladas.
Aguardamos vocês!
Marilia Trindade Barboza
Marilia Trindade Barboza da Silva
27 de Julho de 2004 #

Quero acrescentar que o espetáculo musical que concomitantemente dar-se-á ao lançamento do livro contará ainda com a presença do cavaquinista Jorge Luperce e da cantora Mariana Balthar e tem a direção musical de Luiz Otávio Braga.
Luiz Otavio Braga
27 de Julho de 2004 #

Seria maravilhoso se esse evento pudesse acontecer mais dias. É maravilhoso que se divulgue a obra do Luperce, que conheci recentemente e me apaixonei, ainda mais sendo executada por tão grandes nomes da nossa música. Um dia só é muito pouco!
Ilessi Souza da Silva
27 de Julho de 2004 #

Marília,
Gostaria de parabenizá-la por mais essa empreitada. Valeu. Assim como o livro do Paulo da Portela, sei que esse também se tornará meu livro de cabeceira.
Abraços e muitos beijos,
Bia Alves.
Beatriz Alves
27 de Julho de 2004 #

Boa sorte a todos neste evento de suma importância para a memória da M.P.B. e principalmente do choro, através do gênio "Luperce Miranda", que talvez não seje tão divulgado entre os músicos, por ter elaborado composições de difíceis execução.
Mas com certeza ele estará muito, mas muito mesmo bem representado pelos excepcionais Bandolinistas como o Jorge Cardoso por exemplo.
Bem que poderia rolar uma gravação em C.D deste show ou mesmo depois de se pensar num projeto para gravar a obra de Luperce Miranda.
Felizmente a nova geração do Bandolim (Com todo respeito aos mais
tradicionais, que até prefiro...), tem técnica de sobra para interpretar esse repertório.
Boa sorte! e um abraço a todos: Fausto Reis / Uberaba M.G
*Ainda sonho com alguém fazendo um trabalho assim para o "Waldir Azevedo"
Fausto reis rocha oliveira
28 de Julho de 2004 #

Parabéns à Marília pelo seu novo trabalho que, com certeza, tem ótima qualidade, como seus anteriores, referentes à biografia de Paulo da Portela e Silas de Oliveira. Que bom que alguém está fazendo trabalho sério para a memória de nossa música.
Roberto Rolfsen.
Roberto Rolfsen
28 de Julho de 2004 #

Gostaria muito que não só JACOB, LUPERCE, WALDIR, PIXINGUINHA entre outros consagrados musicos instrumentistas, mas tb tentar resgatar musicos que ainda permanecem ainda no anonimato como:

1 - OSWALDO MAQUES DA SILVA (VADINHO DO BANDOLIM)

2 - AMAURI NUNES (NIQUINHO)

3 - ROSSINI FERREIRA

4 - MACAÚBA DE (SP)

ENTRE OUTROS COM TALENTO A MESMA ALTURA AOS QUAIS ACABEI D CITAR ACIMA.

GRANDE ABRAÇO.

SÉRGIO DO BANDOLIMM
Sérgio Nascimento
29 de Julho de 2004 #

Uma boa notícia: o belíssimo show foi gravado e deve sair em CD. Oba!
Paulo Eduardo Neves
29 de Julho de 2004 #

Também quero parabenizar a Marília Barboza. Gostaria de saber como comprar o livro.
Em relação ao espetáculo, não posso deixar de notar a ausência de bandolinistas paulistas, como Izaias Bueno de Almeida, Danilo Brito, Milton de Mori, João Macambira, só para citar alguns dentre os excelentes e vários bandolinistas de São Paulo. Acho uma falha lamentável, sinceramente.
Roberta Cunha Valente
30 de Julho de 2004 #

Parabens escritora por mais uma biografía. Há pouco tempo eu lí o livro de Cartola que Marília escreveu..gostaría de saber se a data de fundação da Estação Primeira foi no ano 1928 ou como testemunha Cabral foi no ano 1929. Obrigado e parabens de novo pelo flamante livro.
Alvaro (Uruguay) e amigas
30 de Julho de 2004 #

Oba! Vou querer esse cd no meu acervo!
Beatriz Alves
30 de Julho de 2004 #

1.O livro "Luperce, o Paganini do Bandolim" em breve estará vendido nas livrarias e em "sites", mas quem tiver pressa mande uma mensagem para mim, que tentarei atender pelos Correios.
2. Roberta Cunha, eu sou amiga do Izaías e de tantos outros bandolinistas que gostaria de incluir no show, mas tínhamos limitações financeiras, espaciais e de tempo, pois mais de duas horas de show ninguém aguenta. Espero fazer outras vezes e incluir outros maravilhosos instrumentistas do bandolim.
3. Álvaro Cavajani, como já escrevi em 3 livros diferentes, sempre aceitei o ano de 1928 como data de fundação da Mangueira, até porque está associada a outras datas do samba e pessoais (o aniversário da irmã de dona Neuma, os depoimentos de Cartola e Carlos Cachaça - que tenho gravados). Os relatos são compatíveis com as notícias dos jornais da época. Continuo com 1928. Respeito muitíssimo o amigo Sérgio mas, nesse aspecto, temos posições diferentes.
Marilia Trindade Barboza da Silva
31 de Julho de 2004 #

Pzda. Marília: Sérgio Cabral conta com o documento da data da fundação que foi publicado no seu livro "As escolas de samba do Rio de Janeiro", que claramente diz: 1929. Aliás o escritor também fala que Cartola em entrevistas, errava as datas com o passo do tempo. Por último Cabral argumenta que se a Mangueira houvesse sido fundada no ano 1928 então a Deixa Falar não havería sido a primeira "escola de samba". Desculpa minha questão, em absoluto quero contrariar você a quem admiro muito, simplesmente esclarecer esses fatos do passado que me interessam.
Obrigado !!!
Alvaro (Uruguay) e amigas
4 de Agosto de 2004 #

Nossos votos de exito em mais um trabalho de Marilia Barboza.
Resgatar nossa historia musical,sempre importante.
Quando ,Marilia, voce vem lançar seus livros aqui na "terrinha"?
Minas Gerais aguarda.
Os mineiros, ficaremos felizes com sua presença.Uai!...rs
Abraço grande.
Neide Pessoa.
neidepessoa@ig.com.br
neide pessoa
7 de Agosto de 2004 #

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