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Festa de 50 anos da Contemporânea com samba e choro quinta |
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Festa de 50 anos da loja de instrumentos Contemporânea, onde acontece uma das mais tradicionais rodas de choro e de samba de São Paulo, todos os sábados, há muitos anos.
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Comentários dos leitoresParabens Contemporânea!!!!!!!!!
Eu já estive lá. Na última vez comemorando o aniversario do Pixinguinha, São Pixinguinha de Ogum, e teve até bolo e velinhas. Contemporânea é isso. É so pegar o metrô num sábado de manhã e vai até a Estação da Luz. Pra quem não conhece o lugar... é muito fácil chegar. Por volta das 10 horas, basta perseguir qualquer individuo que levar nas costas um violão, um pandeiro ou cavaquinho. Eu fiz isso e da última vez não errei. Porque lá somente chega quem têm respeito pela boa música e vontade de ouvir e aprender.Lá estavam os filhos do João Macacão compartilhando palco e bolo com os sabios de sempre. Não têm idade... em outras palavas, têm sim, gerações em grata convivencia musical. Tenho muitas lembranças (e todas boas) da Contemporânea.Durante 5 anos que morei no Brasil achei que esse era mesmo o melhor "programa" para as manhãs do sábado. Lá teve a sorte de ouvir a singular flauta do Carlos Poyares pela primeira vez que foram muitas mais em outros cenarios. E lá é o lugar que eu quero levar aos meus amigos músicos da Espanha pra que conheçam de perto o chorinho brasileiro. De perto o lugar se ganha chegando cedo. Aí vai pulando o "banco". Até chegar mesmo no som do mais puro choro com a respiração do espontâneo que estiver tocando. E quando a roda acabar, inicia-se no bar da frente regada com cervejinha bem gelada. Depois, dá uma olhada nas joias da Pinacoteca do Estado... e parte para a feijoada do seu interesse na Vila Madalena pra o almoço. Sábado em Sampa é isso, contemporânea que faz a diferencia. Não é so a garoa...... Abraços e saudades Parabéns ao seu Miguel, cujo nome está ligado à história do samba de São Paulo. Parabens também ao Arnaldinho (multiinstrumentista), Turquinho (pandeiro e voz), Toninho Galani (cavaquinho), Paulo Fazzanaro (bandolim), Oswaldinho (bandolim), Elisa (bandolinista de dez anos de idade), Corina (flauta), seu Horácio (violão), Waldir, Guta, Clodoaldo (pandeiro), Marcos Baião (vilolonista), João Macambira(bandolim), João Macacão (violão e voz),Orlando,D. Iná, D. Maria Luíza (cantoras)e a todos os músicos e cantores (cujos nomes eu não cito porque ainda os conheço por nome) que comparecem à loja nas manhãs de sábado para as canjas na roda de choro mais antiga do Brasil.
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