Agenda do Samba & Choro

Fundado o Instituto Jacob do Bandolim para preservar seu acervo

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Por Paulo Eduardo Neves
Publicada em 9 de Agosto de 2002 
Assunto: Outros

  ampliar Egeu Laus/2002  
Logo do Instituto Jacob do Bandolim
Logo do Instituto Jacob do Bandolim
Está oficialmente fundado, com registro em cartório e tudo, o Instituto Jacob do Bandolim. Seu objetivo é preservar e divulgar o acervo deixado pelo músico. Jacob não foi apenas um instrumentista genial e compositor. Foi também um pesquisador meticuloso e divulgador incansável do choro, sendo um dos principais responsáveis por sua atual posição de mais importante gênero da música instrumental brasileira. para celebrar será feito um show reunindo os grandes bandolinistas do país. O Instituto é presidido por Elena Bittencourt, filha de Jacob. O conselho diretor é formado por Déo Rian, Hermínio Bello de Carvalho, Sérgio Cabral, Joel Nascimento, Luis Otavio Braga, Sérgio Prata, Jorginho do Pandeiro, Bruno Rian, Pedro Aragão, Maurício Carrilho e Marília Barbosa. Esse conselho está cheio de luminares da música brasileira, gente renomada que já escreveu livros e gravou o que há de melhor, mas sua história começou há tempos.

Na década de 70, o engenheiro Sérgio Prata era também um músico amador que começava uma longa paixão com o choro. Tinha aulas com o Meira e se tornou freqüentador assíduo das célebres rodas de choro no bar Suvaco de Cobra. Anos mais tarde se muda para Brasília por questões profissionais. Lá ajuda a reabrir em 94 o então desativado Clube do Choro de Brasília. Para celebrar a abertura foi montada uma grande exposição homenageando, claro, Jacob do Bandolim. Eram 25 anos sem Jacob. De volta ao Rio e fazendo parte do Conjunto Sarau, criou uma das principais atrações de choro da cidade, a roda do bar Espírito do Chopp na Cobal do Humaitá. As apresentações no final da tarde de domingo arregimentaram um novo público para o gênero. Seu espírito aglutinador reúne na Cobal todas as correntes do choro carioca para animadíssimas canjas. Sempre coletando informações sobre o mundo do choro, Sérgio é o nome lembrado para levantar a discografia de Jacob quando a Warner resolve lançar uma caixa de 3 CDs com sua obra. Só que a paixão era muito maior do que a encomenda. O contato com colecionadores, pesquisadores e músicos o faz descobrir gravações raríssimas. Logo mais gente se empolga com a pesquisa, como o jovem músico Pedro Aragão. O estudante de regência da UFRJ, que também toca no show/disco "O Samba é minha Nobreza" e rege a Orquestra Típica Flor de Sereno, entra de cabeça no projeto de reunir todos os fonogramas gravados por Jacob. Investigar e reunir gravações espalhadas em todo o Brasil, gravá-las, remasterizá-las e reunir em CDs, tudo sem apoio de empresas ou governos. Um trabalho hercúleo. Com a ajuda de muitos amigos eles reúnem em 16 CDs a discografia de Jacob do Bandolim.

Esta coleção teve um efeito fertilizador. A filha de Jacob, Elena, que desde o falecimento do pai não ouvia sua música, voltou a escutá-la. Hoje se aposentou como dentista com o intuito de batalhar pelo acervo do pai. Grande parte deste acervo havia sido doada ao Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS). As oscilações das políticas de cultura governamentais não eram boas para o acervo. Dados mal catalogados e partes mal conservadas. Cada vez que alguém queria gravar uma música do Jacob tinha que fazê-lo direto do LP, com a agulha gastando-os em cada audição. Sérgio e Pedro doaram uma coleção de CDs ao MIS para preservar os discos de vinil. A condição era que as faixas fossem disponibilizadas ao público ao preço de R$1,00 por faixa, em vez dos caríssimos R$5,00 cobrados normalmente pela instituição. O importante era a obra alcançar o máximo possível de pessoas.

Os defensores do acervo do Jacob ganham então mais um aliado. No polêmico artigo que Hermínio Bello de Carvalho publicou na Agenda do Samba & Choro, é feita uma proposta ousada: "...a devolução desse material, um bem patrimonial de utilidade pública, àqueles que desejam conhecer não só a obra do compositor, mas todo o trabalho de pesquisa que ele desenvolveu e repousa, hoje, naquele precioso arquivo.". Esta seção do artigo era chamada ironicamente de o "(Des)projeto Jacob sem Bandolim". Ironia da ironia, das realizações do instituto que listamos a seguir, a primeira é exatamente a recuperação dos seus bandolins.

1) Os bandolins de Jacob

O Número Um e o Número Dois. Era assim que Jacob chamava seus dois bandolins gêmeos. Eles passaram mais de 30 anos, desde agosto de 69, trancados em uma caixa que a esposa e filha não conseguiam abrir. Os bandolins ainda conservavam as cordas e até a palheta da última apresentação de Jacob. Após extensa pesquisa, o luthier Tercio Ribeiro foi considerado o mais indicado para recuperar os instrumentos. Tercio ficou impressionado com seu ótimo estado. Foram precisos apenas pequenos reparos, como trocar as tarrachas de madrepérola que ressecaram e uma pequena fissura na caixa.

Para testar o trabalho foram convocados Joel Nascimento e Déo Rian. Quando pegou em suas mãos o Número Um, com o qual Jacob gravou o célebre disco Vibrações, Joel chegou a passar mal. Uma queda repentina de pressão. Déo disse que nunca tocou um bandolim com um som como este.

2) Digitalização das 122 fitas de rolo

Jacob tinha uma enorme preocupação de documentar todo que fazia. Tinha um equipamento de gravação de boa qualidade e reuniu durante sua vida nada menos do que 122 fitas de rolo. No meio delas existem verdadeiras preciosidades, como o áudio dos programa Noites dos Choristas que Jacob apresentava na TV e cujos registros em vídeo foram queimados em um incêndio; as gravações dos saraus em sua casa, inclusive do seu célebre encontro com os músicos pernambucanos Zé do Carmo, Rossini Ferreira, Canhoto da Paraíba e Dona Ceça; das reuniões do Conselho Superior de Música do qual faziam parte nomes como Guerra-Peixe e Mozart Araújo; e até mesmo uma mórbida gravação do show em que teve seu primeiro enfarte enquanto tocava Lamentos.

Estas fitas de rolo estavam guardadas hã mais de 30 anos, sem qualquer preocupação de aclimatação no MIS. Esta semana começará o processo de digitação destas fitas, que será feito gratuitamente pela gravadora Rob Digital. Um processo super delicado. A expectativa é será possível ouvir apenas uma vez cada fita, com elas arrebentando durante o processo. Para que não haja dúvidas quanto ao conteúdo de cada fita, desde janeiro o Instituto já colocou um grupo para identificar e catalogar cada uma. Fazem parte deste grupo Sérgio, Pedro, Bruno Rian e Chiquinho Faria (irmão de Paulinho da Viola e um dos maiores especialistas no acervo do MIS). Quando as fitas forem passadas para uma mídia digital e mais confiável, aí que poderão ser melhor estudadas.

3) O arquivo de partituras em microfilme

Na sua obsessão documental e para resolver o problema de falta de espaço, Jacob microfilmou mais de 5.000 partituras. Era um exímio fotógrafo e laboratorista, tendo inclusive ganho prêmios. Esta coleção microfilmada era seu xodó, tendo mencionada-a em algumas entrevistas. Até os inícios das buscas pelo pessoal do Instituto, nunca soube-se do que tinha acontecido com elas. As encontraram no fundo de umas gavetas no MIS. Infelizmente boa parte está inutilizada, pois foram guardadas sem qualquer cuidado em caixinhas de alumínio.

4)Sítio na Internet

Entre os planos do Instituto está a construção de um sítio virtual para que o acervo possa ser pesquisado por pessoas em todo o mundo, em qualquer horário. O material todo digitalizado seria facilmente reproduzido e não seria desgastado.

5)34 Cadernos de Partituras

E para o final deixei o que foi a maior descoberta até agora. Uma equipe do Instituto formada por Bruno Rian, Pedro Aragão e Sérgio Prata foi pesquisar parte do acervo de Jacob que estava na sede do MIS na Praça XV e achou uma preciosidade inesperada. Trinta e quatro cadernos de partituras manuscritas por antigos chorões do final do século XIX até meados do século XX. Estes cadernos eram completamente desconhecidos pois não estavam registrados nem nas fichas do arquivo, feitas pelo próprio Jacob. Todo um capítulo da História da música brasileira, os delicados momentos de sua formação, acaba de ser descoberto. Naquela época, a forma de divulgação e preservação dos Choros, principalmente os não impressos (que não foram gravados ou editados) eram esses cadernos pertencentes aos músicos que tinham conhecimento musical e sabiam transpor as melodias executadas na roda de Choro para a pauta. Eram de músicos como Cândido Pereira da Silva "Candinho", Patrocínio Gomes, Arlindo Nascimento e Quintiliano Pinto.

Garante-se assim a preservação de choros que acreditava-se perdidos. São estimadas cerca de 1.200 partituras nestes cadernos. A teoria do pesquisador Humberto Francheschi é que s cadernos teriam chegado a Jacob a partir do próprio Alexandre Gonçalves Pinto "o Animal", que escreveu o primeiro livro sobre o choro e era irmão de Quintiliano Pinto.

Fiquem ligados, manteremos todos informados sobre o está acontecendo.

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Comentários dos leitores

A noticia acima foi a melhor que pude tomar conhecimento na Agenda do Samba e Choro, durante muito tempo... A equipe de comprovada competencia que esta fundando o Instituto Jacob do bandolim merece o nosso aplauso e reconhecimento. O mais importante é preservar o que ficou e dar vida a este material com gravacoes assim como fez a Acari Records com "Os principios do Choro", caixa com maravilhosos registros (15 CDs) dos choroes do inicio do que chamamos "Choro".
Parabens e muito sucesso à iniciativa, que o com a forca da Agenda do Samba e Choro, muito crescera e nos trara frutos positivos.
Os bandolinistas agora poderao conhecer a obra de Jacob com maior facilidade e aprender com o mestre que nos deixou a uns 30 anos atras, mas que "resurge" mais "imortalizado" e atual do que nunca.
Um forte abraco do

Jorge Cardoso
bandolim
www.musicexpress.com.br/jorgec
Jorge Cardoso
9 de Agosto de 2002 #

Eu só tenho a dizer aqueles q estão empenhados no trabalho o meu MUITO OBRIGADO!!

Obrigado por querer preservar a nossa cultura musical. Obrigado por resgatar a nossa cultura musical. Obrigado por facilitar a nossa pesquisa sobre a cultura musical. Obrigado por fundar um museu sobre um dos mestres do choro. Enfim, obrigado, meu muito obrigado.

Outro dia estava eu ouvindo numa loja de música a primeira caixa dos Princípios do choro (obrigado Acari records pela iniciativa) e vi uma reforma no fundo da loja aqui em BsB, totalmente climatizada e com conforto para ouvir a música dos gringos: JAZZ, nada contra este estilo - execelente por sinal. Mas perguntei ao gerente pq ele não podia colocar um espaço tb no local, pequeno q seja, uma prateleira dedicado a nossa MPB (choro, samba, instrumental, etc) e ele respondeu em princípio q não mas depois q pensaria no caso. Este é o nosso Brasil ;-(
[]s a todos
Ricardo Rony
9 de Agosto de 2002 #

Emocionante! Só isso...
Cesar Oliveira
9 de Agosto de 2002 #

EXELENTE iniciativa esta!

A criação de im instituto responsável pela preservação e divulgação da obra ( em todos os aspéctos) do IMORTAL bandolin que nos presentiou na personificação do ser humano Jacob, foi a iniciativa mais lucrativa (culturalmente falando) prezada pela música brasileira.

Estamos muito entusiasmados por mais um registro de mais um dos inúmeros ícones a quem devemos admiração e respeito. Músicoas e seus amantes aqui de Juazeiro aplaudimos a realização.

Parabéns aos organizadores e incentivadores!

Mauricio Jorge Macedo Barbosa
Juazeiro do Norte - CE
Mauricio Jorge Macedo Barbosa
9 de Agosto de 2002 #

É realmente emocionante e estimulante uma notícia desse "coturno". Parabéns aos que estão empenhados no trabalho. A brasilidade precisa de vocês: é nossa cultura, é nosso sangue, somos nós, enfim!
Estou feliz e faço votos de que o trabalho frutifique e que as gerações futuras tenham fonte segura onde beber.
Por sinal, estou ouvindo o último CD do Roberto Silva, imperdível!
Paulo Cesar de A. Sodré
9 de Agosto de 2002 #

Parabens a todos pelo belo trabalho, especialmente ao grande SERGIO PRATA.Iniciativa como essa merece nosso reconhecimento. Hoje é sábado, e com essa notícia tão boa, meu fim de semana vai ser pra lá de bom. Que bom que voces existem.As gerações futuras hão de amputar-lhes merecidos reconhecimentos por esse belíssimo feito. Adalberto, Brasília, 10 de agosto de 2002.
Adalberto Caetano
10 de Agosto de 2002 #

Notícias como essa nos envaidece por pertencer a esta geração e ter podido conhecer e tocar algumas das músicas de um dos maiores instrumentistas que o nosso querido Brasil já conheceu. Que Deus ilumine sempre aqueles lutam de todas as maneiras para preservar e não deixar morrer a música do ilustre bandolinistam única que pode rfealmente representar musicalmente o nosso Brasil.
Fernando Ramos Menezes
10 de Agosto de 2002 #

Essas iniciativas nos levam a crer que nem tudo está perdido. Por essas e outras é que o choro sobrevive entre o caos cultural a que nossa sociedade é submetida. Aliás, sobrevive não... Vai muitíssimo bem, obrigado. Valeu gente!
Lineu Bravo
12 de Agosto de 2002 #

Parábens Sérgio Prata por esta brilhante iniciativa.Resgatar a obra deste magnifico músico significa para todos os admiradores do CHORO o resgate da mémoria deste gênero musical, felismente hoje tão valorizado.Parábens
Ana Lucia Roberto
13 de Agosto de 2002 #

O Choro está cada vez mais de parabéns.
Iniciativas como esta é prá deixar "os chorões" chorando de verdade, se arrepiando de verdade, se emocionando de verdade. Sentindo uma satisfação de quem viveu na época dos grandes músicos desse gênero musical.
Só sinto pelo Canhoto da Paraíba, não está em plena saúde para comemorar esta notícia tão "espetacular". O Canhoto teve um derrame cerebral e ainda não se recuperou totalmente para "celebrar conosco este acontecimento singular".

Um abraço a todos
Valdir Lino de Albuquerque
valdir lino de albuquerque
13 de Agosto de 2002 #

Considero histórica e a mais importante das notícias publicadas na Agenda. Fiquei tão impressionado que li várias vezes. Considero que fomos todos presenteados. Aproveito o momento para parabenizar e agradecer a todos os idealizadores desse grandioso projeto.
Um grande abraço.
Ezio da Silveira Monteiro
13 de Agosto de 2002 #

Gostaria de expressar grande sentimento de felicidade por saber que alguma coisa esta sendo feita pela preservação e consdequente revitalização da obra de Jacob do Bandolim.A recuperação destas fitas acredito, vai ser um dos, senão o mais importante fato dos ultimos tempos na historia da MPB Instrumental.Mas gostaria também de humildemente recomendar aos responsáveis pela "digitalização" deste material que façam não uma ou duas cópias ( clones ) das gravações mas um número maior de cópias uma vez que POR ENQUANTO, gravaçõe em suportes digitais, tais como DATs, MO, ADATs, CDRs, CDRs-W, ZIP, DVD-R, JAZZ Drives e outros NÃO SÃO TOTALMENTE CONFIÁVEIS.Como diz um companheiro de profissão: No domínio digital, quem tem dois tem um e quem tem um NÃO, tem nenhum - referindo-se a cópia e/ou gravações.
Mas é claro que o importante é a iniciativa, o esforço e dedicação que todo o pessoal envolvido neste projeto maravilhoso teve e tem.Me coloco a disposição para qualquer coisa que esteja em meu alcance para contribiuir neste projeto.
Valeu Gente, Valeu Brasileiros
Nilson Rossi Jr
Produtor Musical - Radialista
Diretor do RJ Studio
Nilson Guanapi Rossi Jr
13 de Agosto de 2002 #

Parabens pela brilhante iniciativa!

O saudoso Sergio Bittencourt - filho do Jaco - deve estar em algum lugar, como nos. - EXULTANTE.

Sucesso garantido!
Candido Spinelli Pardal
16 de Agosto de 2002 #

Bravo! Este nosso exercito de Brancaleone esta cada vez mais atuante!!! Poucos contribuiram de modo tao sistematico para o choro quanto Jacob Bittencourt e, com certeza, se vivo estivesse, ele aplaudiria a equipe que compoe o conselho do instituto, e mais ainda o fato dele ser presidido por sua filha (que orgulho!!! escreveria Jacob). Boa sorte! Em tempo, se necessitarem de qualquer coisa aqui de Sampa, estou aa disposiçao.

JOSE FERNANDO DA SILVA
Fernando (choro de Varanda)
16 de Agosto de 2002 #

Finalmente poderemos respirar aliviados e sabermos que um dos maiores arquivos da música está bem guardado. Parabéns à Elena.

Um Abraço
Ricardo Boeira Ivanov
17 de Agosto de 2002 #

Apezar de ter vivido muitos anos fora do Brasil ainda assim posso reconhecer a valiosidade e o peso dessa iniciativa.
Parabéns!
Cassio Borges Mendonca
17 de Agosto de 2002 #

Em meu nome e em nome de todos os amigos que compoem o INSTITUTO JACOB DO BANDOLIM, o nosso agradecimento pela receptividade maravilhosa que todos tiveram com a fundação do Instituto. Saibam que a alegria e o entusiasmo de todos que escreveram para a Agenda é também a nossa alegria e o nosso entusiasmo em levarmos adiante o projeto do Instituto Jacob do Bandolim que irá levar por todo o nosso Brasil a boa música brasileira e cada vez mais o nome de meu Pai. Obrigada, Elena Bittencourt.
Elena Bittencourt
21 de Agosto de 2002 #

Mais do que importante preservar nossa cultura é incentivar que ela se torne viva. Parabéns pela iniciativa.
Moema
Moema Apurinâ do Carmo
23 de Agosto de 2002 #

como professora e pesquisadora da cultura nacional, felicito Elena pela iniciativa de guardar o patrimônio de seu glorioso pai, o nosso saudoso Jacob do Bandolim, assim poderemos pesquisar e apreciar a maravilhosa obra deste grande mestre.
Fatima Maria Gonçalves Moreira
25 de Agosto de 2002 #

Felicito Elena Bittencourt pela iniciativa de reunir a maravilhosa obra de seu pai jacb do Bandolim, num mesmo espaço, ótimo para pesquisadores e professores como eu que valorizam profundamente a nossa cultura. VIVA!
Fatima Maria Gonçalves Moreira
25 de Agosto de 2002 #

Jacob,"" muito obrigado pelo o que voce fez, e continua fazendo para todos que gostam de musica de verdade""
Rodrigo da Silva Campos
31 de Agosto de 2002 #

Nós músicos mais novos, que sempre buscamos inspiração na virtuosidade e criatividade dos nossos mestres, como nosso querido Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Benedito Lacerda,
Altamiro Carrilho, entre outros, só temos muito a agradecer ao Déo Rian, Hermínio Bello de Carvalho, Sérgio Cabral, Joel Nascimento, Luis Otavio Braga, Sérgio Prata, Jorginho do Pandeiro,
Bruno Rian, Pedro Aragão, Maurício Carrilho, Marília Barbosa e principalmente à tia Elena Bittencourt e Dª Adília, por essa iniciativa maravilhosa “Instituto Jacob do Bandolim”
que só tem a nos incentivar e acreditar cada vez mais, que estamos no caminho certo. Parabéns também ao pessoal do “Samba e Choro”, que estão sempre divulgando e apoiando,esses grandes projetos da nossa música brasileira.
Um grande beijo pra todos, das Flautistas,
Ingrid e Flora.
Lucio
1 de Setembro de 2002 #

Estamos Salvos!!!!

Marcelo fortuna
www.marcelofortuna.web.pt
Marcelo Fortuna
5 de Setembro de 2002 #

Gostaria de saber o endereço do Instituto Jacob do Bandolim. Para que pudesse desfrutar de todo esse maravilhosos acervo. Desde já grata,
Luciana Rizo
Luciana Rizo
1 de Maio de 2003 #

Prezados Amigos;

Saudações e calorosos parabéns por todos os esforços e iniciativas que preservem nossa grande música instrumental genuinamente brasileira : O Choro , e seu maior compositor Jacob do Bandolim !

Solicito a gentileza de informar-me o Telefone ; E-mail e endereço do luthier Tércio Ribeiro, pois sou bandolinista e gostaria de contactá-lo.

Desde já grato; um abraço.

Célio Mauro
12/agosto/2003.
Célio Mauro Marques
11 de Agosto de 2003 #

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