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Guilherme de Brito e Casquinha sexta e sábado na Funarte |
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Voltar para Manchetes de Abril de 2002
Comentários dos leitoresSó para não deixar elogio solitário para Guilherme de Brito em um show de dupla, queria falar de Casquinha, um dos bambas da Velha Guarda da Portela. Compositor de belos sambas, presença marcante da Velha Guarda e que gravou recentemente um CD maravilhoso e bem cuidado, lá pelo selo da Marisa Monte.
É sempre um prazer ouvir os sambas portelenses (mesmo com um ouvido mangueirense) na interpretação "raiz" de Casquinha Assisti hoje a um dos shows mais emocionantes da Sala Funarte desde que assumi a produção executiva da mesma. Os mestres Casquinha da Portela e Guilherme de Brito são encantadores e mágicos como o samba que amam. Estou muito grato à contribuição deste site para a divulgação dos espetáculos dedicados ao samba durante o mês de abril.
Corroboro e agradeço as palavras de Fernando Paulino. Quem gosta realmente de samba deve, sem dúvida, enaltecer as obras de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Cartola, Carlos Cachaça... Mas, pelos mesmos motivos, não pode se esquecer da valiosa (e não menos importante) contribuição dos Mestres da querida Velha Guarda da Portela. Ainda mais se tratando de Casquinha, nosso cantor de sacola! Mesmo que meu ouvido seja portelense, é forçoso reconhecer que encontros como esse só não fazem bem àqueles que são ruins da cabeça ou doentes do pé...
Quando li pela primeira vez a notícia sobre o show, não pude acreditar... Evento antológico, imperdível.
Dois bambas da velha guarda da Mangueira e Portela: a fina nata das escolas de samba cariocas. Mesmo gripado e meio sem voz fiz questão de marcar minha presença. Confesso que não me arrependi. Casquinha trazia consigo o velho bom humor fiel à antiga fórmula do samba "feliz aquele que sabe sofrer". E Guilherme de Brito, com suas canções sempre poéticas e melodias inesquecíveis, nos emprestava lembraças daquele "tempo que já foi, e eu não vi." |
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