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A História do Choro no Jornal do Brasil |
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O Jornal do Brasil andou publicando umas reportagens sobre choro, juntando na Internet alguns ótimos textos de Monica Ramalho contando a História do gênero e dando as dicas dos nomes da nova geração, resultou em uma excelente reportagem especial.
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Comentários dos leitoresTá tudo muito bonito, tá tudo muito bom . Só fica no ar uma pergunta: Será que nada aconteceu no Choro entre 1973 e 2002? Custo a crer que essa reportagem nem sequer tocou no nome de Guinga (discos lançados em: 91, 93, 96, 99) que re-surgiu na década de 90, não só revitalizando o choro como dando baforadas de ar fresco nesse gênero musical. E como deixar de citar o trabalho pioneiro do Nó em Pingo Dágua desde 1979( discos lançados em: 87, 90, 98), inventor do choro-fusion ( com licença !), verdadeiro patrono dessa nova geração que ainda não acertou a mão, como eles , na procura de uma linguagem contemporânea para o choro. Ainda poderia citar outros antepassados das décadas de 80 e 90, que ao contrário que a reportagem parece dizer, não foi um marasmo em termos de criação de chorões, mas muito pelo contrário, foi quando o choro encontrou novas saídas e caminhos inusitados. Que o digam Rafhael Rabelo ( discos lançados em 82, 87, 88, 91, 92 93 97), Camerata Carioca, e imperdoável! Paulo Moura.
Louvo a idéia da reportagem, mas acho que ficou faltando um período fundamental na elaboração desse quadro histórico. Miriam Alves. |
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