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Espetáculo "O Samba É minha Nobreza" estréia com preço camarada

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Por Paulo Eduardo Neves
Publicada em 1 de Abril de 2002 
Estado: RJ 
Assunto: Shows e Rodas

  ampliar Divulgação/2002  
Cartaz de
Cartaz de "O samba é minha nobreza"
Nesta quarta (3) estréia um dos mais aguardados espetáculos do ano, é "O samba é minha nobreza", idealizado e roteirizado por Hermínio Bello de Carvalho. Como tem patrocínio da Petrobrás Distribuidora, já estão garantidas apresentações durante dois meses, de 3 de abril a 28 de junho, sempre ao meio-dia, e com um preço camarada, só R$2. O local é especial, faz parte da história da música brasileira, o Cinema Odeon, em cuja ante-sale tocaram Ernesto Nazareth e Villa-Lobos. O projeto estará também sendo lançado um disco em dois volumes pelo selo Biscoito Fino e foi feito um vídeo contando a história do samba, onde se entrevista a nata dos artistas do gênero.

O destaque do show é a equilibrada mistura de músicos veteranos com os jovens sambistas que vêm enchendo a noite carioca de boa música. Os veteranos são capitaniados por uma das maiores vozes deste país, Roberto Silva, o Príncipe do Samba, que aos 82 anos continua cantando como nunca. Ao seu lado está a cantora e pesquisadora Cristina Buarque, que também cantará, e Paulão 7 Cordas, um de nossos melhores produtores musicais, que cuidará da direção musical (garantia de qualidade) e empunhará seu violão. Outro da velha guarda é Zé da Cruz, ex-integrante do grupo Voz do Morro, que mostrará a pouca lembrada arte de tocar chapéu de palha.

No meio de campo da experiência e ajudando no instrumental estão músicos como Esguleba e Trambique, percussionistas da pesada sempre presentes nos melhores shows de samba; Marcelo Bernardes, da banda de Chico Buarque, nos sopros; e o trombonista Roberto Marques, que toca no virtuoso grupo Pagode Jazz Sardinha's Club.

Aí vem a jovem guarda, a turma que mantém alto o nível das rodas de samba cariocas. Mariana Bernardes, integrante da Itiberê Orquestra Família, está na na voz e cavaquinho. Presentes estão dois integrantes do grupo Semente: Pedrinho Miranda, na voz e pandeiro, e Bernardo Dantas no violão. Será a estréia profissional como cantor do até então jornalista Pedro Paulo Malta, especialista em Geraldo Pereira. A ex-garota prodígio do bandolim e atual integrante do grupo Sururu na Roda, Nilze Carvalho, mostrará sua doce voz. Nilze estará substituindo Teresa Cristina que participou da gravação do disco e de alguns ensaios, mas resolveu seguir outras oportunidades profissionais. Fechando o grupo, o bandolim e banjo de Pedro Aragão, que mostra não ser apenas talentoso como o pesquisador que recuperou o acervo de Jacob do Bandolim.

Se quiser já aproveitar vendo algumas fotos, eis Cristina Buarque, Roberto Silva, Paulão com Hermínio e o grupo completo.

O roteiro é dividido em 10 blocos temáticos: a história do samba por ele mesmo, a alvorada, o batuque na cozinha, o machismo, a dinastia e a nobreza do samba, a falta de dinheiro, a sedução e a vaidade, o lesco-lesco - as brigas - a insatisfação com a vida e a reverência aos ancestrais. Entre cada bloco, são exibidos na tela trechos de vídeos com depoimentos e entrevistas, alguns históricos e outros feitos exatamente para o show, como Dona Ivone Lara dando uma receita de feijoada. O repertório é concentrado em canções dos anos 20 a 40, algumas mais conhecidas, como "Eu sou o samba", "Quem vem lá", "O vento que venta lá" é várias preciosidades, como duas músicas inéditas de João da Bahiana.

Resumindo os dados do show: É de 2ª a 6ª, meio-dia, ingressos a R$2. Acontece de 03 de abril a 28 de junho no Cine Odeon Br (Praça Mahatma Gandhi, 2- Cinelândia) - Tel: 2262-5089.

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Comentários dos leitores

Pelas mãos de nosso grande Hermínio, com quem recentemente tive a honra de trabalhar, a nobreza do samba novamente se resvala, por meio dos talentos de Cristina e de Roberto Silva. Obrigado, Hermínio, por esse teu amor pelo Brasil, entranhado no pensamento do nosso grande Mário, a respeito da necessidade de se abrasileirar o brasileiro. Pois façamos.
heron coelho
2 de Abril de 2002 #

tive o privilégio de assistir o show de estréia hoje (3/4) e posso dizer que foi o melhor show que já vi em minha vida. os músicos são excelentes. o repertório lindíssimo. os vídeos ótimos (com destaque para o de Moreira da Silva). a participação de Roberto Silva é emocionante assim como de Zé Cruz batucando no chapéu de palha. é uma aula de samba. não deixem de ir. parabéns Hermínio Bello de Carvalho, parabéns Paulão 7 Cordas, parabéns Cristina Burque, Roberto Silva, Zé Cruz, Esguleba, Trambique ... parabéns aos nobres do Samba.
ALEXANDRO DA SILVA AMARAL
3 de Abril de 2002 #

Gente, o show é simplesmente IMPERDÍVEL... Uma aula de samba! A escolha das músicas é 10: tem desde as mais conhecidas, pra não deixar ninguém sem cantar (Esta Melodia, A Voz do Morro, Patrão Prenda seu Gado) até pérolas que a gente nunca ouviu. Os artistas estão entrosados, à vontade mesmo. Todos estão bem, mas é impossível não destacar o suingue do Roberto Silva. O homem é tudo! O vozeirão de 80 e poucos anos continua nos trinques, e que elegância, que interpretação...
Como disse aí em cima o Alexandro, o Zé Cruz é memorável também. Confesso que não o conhecia e nunca tinha visto ninguém batucar em chapéu de palha. O homem faz isso e muuito bem. E o chapéu o acompanha em músicas ótimas, com letras líricas como "a minha Rosinha é melhor que doce de côco" :-).
Bom, já falei demais... completo dizendo que o texto do show e os vídeos são muito criativos e bacanas.
E tudo isso por 2 reais...
Eugênia Rodrigues
3 de Abril de 2002 #

Assisti ao show de estréia de "O samba é minha nobreza" e o recomendo a todos os amantes da boa música ( as que as rádios não tocam ). Foi emocionante ouvir o vozeirão de Roberto Silva, assim como observar habilidade de Zé Cruz ao fazer do chapéu de palha um instrumento de percussão. Eles foram acompanhados por talentos da nova geração, dos quais destaco a voz e o cavaquinho de Mariana Bernades e as interpretações de Pedrinho Miranda e Pedro Malta. O repertório, composto basicamente por músicas dos anos 20 aos 50 (algumas são mais recentes), serve como aula de samba. Resumindo: não percam.
Bruno Filippo Policani Borseti
4 de Abril de 2002 #

Amigos,

Essa é prá quem estiver de “bobeira” no Centro do Rio pelas 11 e pouco meio-dia... O lugar é o tradicional Cine Odeon na também tradicional Cinelândia.

O evento não é vento, é pura ventania: não é pobre, já que, nobreza tanta, é regalo, é regalia de muita riqueza: não é feio, não é triste, ao contrário, é de muita beleza e alegria, feito só de bambas com muita poesia, muita História, muita qualidade, com gentes de todas as idades... numa palavra – que outra qualquer não reuniria - é: Samba!!!

Dos conhecidos do grande público – ali no palco, ao vivo ou no telão e fora dele – é até covardia falar, mas vamos lá: Hermínio Bello, Cristina Buarque, Paulão 7 Cordas, Roberto Silva, Ed Motta, Frejat, Carmem Costa, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Monarco, Martinho da Vila, Maria Betânia, João da Baiana, Jamelão, Pixinguinha, Ismael Silva, Donga, Herivelto Martins, Heitor dos Prazeres, Grande Othelo, Assis Valente, Ataulfo Alves, Lamartine Babo, Manacéa, Mário Lago, Zé Keti e tantos outros que eu vi e ouvi ali no show, que agora não recordo, mas é um infinito céu de estrelas sem fim... e, em sendo sem fim, são imortais: estavam meeeesmo ali no palco!

Dos grandes conhecidos do pequeno público – e aqui me põe em risco a minha ignorância, pois talvez sejam tão ou mais conhecidos como os aí de cima – vi e ouvi as feras (anotem no papel, na mente e no coração esses nomes) Pedrinho Amorim, Mariana Bernardes, Nilze Carvalho, Pedro Paulo, (que vozes!!!!), o senhor bandolim de Pedro Aragão, o rico violão de Bernardo Dantas, a doce flauta (não é flauta doce) de Marcelo Bernardes, o magistral trombone de Roberto Marques e, na “cozinha” (deve ser por que é ali o lugar mais quente da casa, se faz o alimento e natural ponto de chegança e ficança dos amigos do peito) os Mestres(-Cucas) Trambique e Marcos Esguleba.

Precisa falar mais?

Apenas “pequenos” detalhes:

O preço do ingresso – apenas 2 reais. É uma cerveja. Aliás, esse shouzaço, só faltava ser num terreirão regado com muita cerveja e pinga. Na boa, quem paga de vinte a quarenta cervejas pra ver um Roger Waters, um Paul McCartney etc. tudo bem, vai à uma mega-produção, mas lá não tocam, não cantam, não são o Samba e não vai ter o principal: o coração batendo na cadência do Samba (ou vice-versa).

O nome do show – O Samba é Minha Nobreza

O libreto – prima não só pela qualidade gráfica e artística, mas, sobretudo, pelo conteúdo. É uma aula e tanto. E é “de grátis”

Em cartaz – durante 3 meses, de 2ª à 6ª.
Quem for uma vez por semana, estará curtindo 12 shows, gastando apenas 24 reais... Não é pela economia direta não. Na verdade, a indireta é que o grande ganho: é mais barato, mais eficiente e mais agradável que qualquer terapia ou sessão ou aula seja lá do que for. Faz muito bem à Saude (física, psíquica e espiritualmente falando). Outra vantagem é que pode-se ir mais de uma vez por semana.

Acho que não esqueci nada. Não percam!!! Vale apenas “matar” o almoço. Divulguem!!!!

Com um abraço,
Antonio Fernando Madanêlo


Antonio Fernando M. L. Madanêlo
4 de Abril de 2002 #

Depois de perder a estréia contrariado, fui hoje ao Samba É Minha Nobreza e só posso mesmo dizer que trata-se de um show maravilhoso, imperdível, memorável e tudo mais de "ável" que houver por aí. O repertório está muito bem lapidado, os filmes são excelentes e o libreto é mesmo de altíssimo nível (Contando um pouco sobre os autores dos sambas cantados).

Além da bela participação do insuperável Roberto Silva (Motivo pelo qual fui ao Odeon), destaco a grande atuação dos novatos Pedro Paulo e Pedro Miranda, que, além de terem lindas vozes, arrebentam na interpretação de sucessos como Amor de Malandro.

O que mais merece atenção no show? Os batuques de Trambique e Esguleba, a direção de Paulão, o alto astral do pessoal, a iluminação linda, a presença de Cristina, a canja da Suluca da Mangueira (que passista!), o precinho de dois reais, o próprio Cinema Odeon...

São características que, desde já, já fazem do Samba É Minha Nobreza um sério candidato a show do ano (Ou, pelo menos, IMPERDÍVEL para quem gosta de samba).
Marcos Koebsch
4 de Abril de 2002 #

è com certeza um dos melhores projetos culturais em curso, parabéns para o Hermínio que conseguiu fazer a Petrobas aprar de jogar dinheiro fora....

Parabéns ao grande mestre Paulão, a ginga e dignidade de Roberto Silva e a sensibilidade vocal-musical e política-cultural de Cristina Buarque minha candidata a Ministra da Cultura (esparo que ela não leie, senão mandará me interditar!!!).

Um abraço, Flavio Aniceto.
Flavinho Aniceto
5 de Abril de 2002 #

QUEM ME DERA SER CARIOCA!
QUEM ME DERA VER "O SAMBA E MINHA N
OBREZA!
QUEM ME DERA ALGUEM SCANEAR E ENVIAR PARA ESSA POBRE MINEIRA O LIBRETO DO SHOW!
UM BEIJO PARA O HERMINO BELLO.
SEMPRE PENSO QUE ELE ESTA CARREGANDO A MPB DEBAIXO DO BRACO, PARA QUE ELA NAO SE PERCA
neidepessoa@mandic.com.br
(biografa de CLARA NUNES),AGUARDANDO MELHORES DIAS PARA PODER TERMINAR A BIOGRAFIA DE UMA DAS MAIORES INERPRETES DA MPB
DO SAMBA, NOSSA NOBREZA, EM ESPECIAL.
NEIDE PESSOA COUT0
8 de Abril de 2002 #

Pena que o show começe ao meio-dia. Nenhum trabalhador têm horário de almoço às 11:45h (para poder chegar na hora). Além disso, o espetáculo é meio longo, cerca de 1:45h. Conclusão: tenho notícias que as pessoas têm chegado no meio do show. A solução é começar às 12:30h e diminuir o tempo total para 1:15h. Assim dá tempo de assistir tod o show e ainda fazer um lanchinho.
João Carlos Carino
joao carlos carino
8 de Abril de 2002 #

Um espetáculo emocionante, com Roberto Silva, aos 82 anos, cantando e sambando, ignorando o tempo. A passista Suluca da Mangueira trazendo em seu semblante, e na beleza de seus passos, toda a nobreza e dignidade do samba. Emocionante também foi ver Pedro Miranda e Pedro Paulo, cantando como legítimos herdeiros de nobre linhagem de cantores de samba da estirpe de Vassourinha, Ciro Monteiro, Jorge Veiga e do próprio Roberto Silva. As cantoras também estiveram à altura do espetáculo. Mariana Bernardes, como disse o Paulão 7 Cordas, é dona de um gogó privilegiado; Nilze Carvalho substituiu Tereza Cristina, sensação das noites da Lapa, e não ficou devendo nada; Cristina Buarque, cantou com toda a cancha de quem já cantou com Ismael Silva. Além disso tudo, um time de músicos de alta qualidade, tendo à frente Paulão 7 cordas.
De quebra, a surpresa de ver o Paulão cantando, e mandando bem, algumas músicas.
E se pensarmos que ficaram de fora compositores como Noel Rosa, Nélson Cavaquinho, Wilson Moreira, Nei Lopes, João Nogueira, Paulo César Pinheiro e outros, veremos que o que não falta ao samba é nobreza e sim mais iniciativas como essa. Parabéns.
José Carlos Crozera
9 de Abril de 2002 #

O nome tem tudo haver com os integrantes do magnífico show. Eles sim, ou melhor também fazem parte da nobreza do samba. Foi o melhor almoço que tive. Show perfeito, qualidade, harmonia, brilho, sentimento forte de raiz do samba, documentários impecáveis, entre vários outros elogios. Fiquei super emocionada, e não poderia ausentar-me de fazer um comentário. O show lembrou-me a homenagem linda que fizeram no Teatro João Caetano para o Wilson Moreira, no perído em que ele esteve muito doente. Naquele show reuniram grandes nomes que faziam e ainda fazem parte da "nata do samba". Eu tenho muito que agradecer a toda esta supremacia. PARABÉNS, A TODOS. O SAMBA TAMBÉM É A MINHA NOBREZA.
Mercedes da Ilha
16 de Maio de 2002 #

Os espetáculos podem sempre receber adjetivações: bons, ruins, ótimos, medíocres, "maneiros", etc.

O "Samba é minha nobreza" não é nada disso, tem um algo mais. Aventuro-me a dizer que se trata de um ponto de inflexão. Antes dele, o samba era uma coisa; depois, será outra.

E o curioso é verificar que toda essa revolução se faz com canções de mais de 40 anos. A grande arte tem seus mistérios.
Francisco J F Genu
4 de Junho de 2002 #

Hermínio Bello de Carvalho é um midas que transforma em ouro tudo em que toca. Você mudou a vida dessa garotada, Hermínio, ensinando - como sempre ensinou a mim - que todos nós, que amamos a música brasileira, precisamos organizar este amor e transformá-lo em trabalho. Amor como força produtiva, não é, meu velho?

Um beijo para vocês e para a rapaziada do show.


Zé Luiz Herência
José Luiz Herência
5 de Junho de 2002 #

Eu aproveitei o feriado, já com minha programação botequinal e musical extraida da nossa adorável página samba choro. O show, gente é elegância, beleza, suavidade. É um privilégio poder assistí-lo, por valor tão acessível. É recomendado para todas aqueles que já sairam de uma roda de samba com o céu azulando. Exatamente como a pérola do Paulinho da Viola no seu samba "Andaram dizendo que o samba acabou, só se foi, quando o dia clareou."
Dêem de presente a suas mulheres, filhos, genros, netos, amores antigos, amores recentes.
A vida é breve, mas o samba continua.
Abraços
Rubens Aparecido dos Santos
5 de Junho de 2002 #

Manda trazer o Show pra São Paulo!!!!!!
Felipe de Oliveira e Moraes
10 de Junho de 2002 #

Gente do SAMBA
“Embala eu”
Com um samba.
Um Samba de Noel e Ismael
Ataulfo e Clementina
“Ah, quando eu vi a Clementina”

Aqueles Jongos
Aquela voz, aquele canto
Aqueles passos
Ah, quanta saudade...

“Leva meu samba
Meu mensageiro
Este recado para o meu amor primeiro”

“Ninguém faz samba só porque
Prefere.”

Força nenhuma no mundo interfere
Sobre o poder da criação”

Mas,
“para fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
Se não,
não se faz um samba não.”

“O samba na realidade
Não vem do morro nem lá da cidade
O samba nasce é no coração.”

“Com o samba
Eu tenho uma velha intimidade.”
“E é por isto que eu vivo
No clube do samba
Lá tem gente bamba de montão.”

Já sambei
Sozinho, agarradinho
Apertadinho
Descalço, de sandália.
de tamanco malandrinho.

Só não fiquei quieto nem paradinho.
O samba mexe com corpo da gente.

“O samba da minha terra deixa a gente mole.”
Tem samba de roda
E samba de mesa
Tem partido Alto e Samba de Breque.
Tem gente que mexe
Tem gente que bole...

O samba acabar???
BASTA!!!


“A muito tempo
Eu escuto este papo furado
Dizendo que o samba acabou.

Mas, só se for quando o dia clareou... “.
Roberto Pinto
22 de Junho de 2002 #

O espetáculo é excelente , o cd então nem se fala...Só senti falta de uma presença...MESTRE CANDEIA , que nem sequer foi citado no espetáculo...
Rafael de Oliveira Fontes
27 de Junho de 2002 #

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