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Moacyr Luz lança novo disco onde interpreta mestres do samba |
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Um disco audacioso. Desde seu disco de 1988, Moacyr Luz tem construído sua carreira de compositor, firmada na dupla com o poeta Aldir Blanc. Nos últimos anos tem se tornado cada vez mais um sambista, não só compondo, mas até arriscando (e acertando) na produção de discos, como os de Guilherme de Brito e Casquinha. Em seu novo disco, "Na Galeria", mergulha de vez no samba e faz o inesperado: um disco de intérprete. Ele, que sempre foi basicamente intérprete de suas composições, desta vez resolveu intepretar mestres do samba. Deu certo. Moacyr está mais contido cantando, como se saboreasse cada melodia. Nestes tempos em que os sambas são cada vez mais acelerados, com a percussão abafando os outros instrumentos, ele vai na contra-mão e reduz os andamentos. O acompanhamento é econômico, apenas seu ótimo violão, o cavaquinho e sete-cordas de Carlinhos e a percussão discreta e precisa de Beto Cazes. Um dos grandes destaques do disco é o repertório repleto de preciosidades, algumas são músicas menos conhecidas de músicos famosos, como Cartola, Pixinguinha e Paulinho da Viola, outras mostram o talento de músicos que não são lembrados como deveriam, como Padeirinho, Roberto Martins e Mestre Fuleiro. Uma delícia. Que outros músicos tenham a coragem de fazer discos como este.
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Comentários dos leitoresEu tive o privilégio, nem sei direito como (valeu Zé Luiz!), de ver o Moacyr em sua própria casa mostrando o repertório desse CD para alguns poucos amigos... Lá eu fiquei encantada e tive uma grata surpresa; agora, estou curiosíssima! Vou tentar esperar o sorteio da Agenda (de repente eu ganho, né!?), senão vou comprar o quanto antes... Tomara que essa Lua Discos continue a produzir tantos "clássicos", né!?;-)
Que maravilha!! meu "avião", Luizinho acaba de me passar o belo novo disco do amigo Moa. Parabéns para ele, para Ise e para a Lua discos que resolveu nos presentear para valer neste ano só mandando brasa, moras ?
Aproveito para concordar plenamente com o comentário de Moa sobre a grande Aracy de Almeida, presente no disco. Falando na Lua Discos, temos tb. outra excelente notícia para os pequenos grandes selos que produzem a boa música popular brasileira: a entrada da irmã do Caetano no selo Biscoito Fino, egressa da multiirracional BMG. Quem sabe Mano Caetano não resolve tb. avançar, só não sabemos se discos lançados por pequenos selos vão dar capa de Cadernos B,D e G para o mano. Um abraço, Flavio Aniceto. Concordo com Mauro Dias, do Estadão. O novo disco do Moacyr Luz entra imediatamente para a galeria dos melhores discos de samba de todos os tempos.
Vale chamar atenção também para o projeto gráfico do CD, do artista plástico Elifas Andreato. É belíssimo! Mesmo! Sem querer puxar o saco do chefe. Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Mais uma crítica que diz que Moacyr chegou ao Olimpo do Samba
Sou realmente suspeita ao falar de Moacyr, pois sou fanzoca dele, tanto que gravei em meu primeiro CD, que está sendo lançado no mês de Novembro uma música dele e do Paulo Cesar Pinheiro chamada SAMBA DE FATO, do CD Mandingueiro.
Pude também reafirmar toda a graça e gentileza de Moacyr num telefonema, e acredito que este grande artista só eleva mais ainda o nosso samba, pois também sou da área, sendo a única sambista do Mato grosso do Sul. Desejo a você, o sucesso e a alegria sempre. A você Moacyr...luz! Juci Ibanez, cantora, Cpo Grande-MS Apesar de não conhecer o Moacyr, deixo o meu recado mensageiro; aquele que navega o mar, não pode nunca esperar o fundo.Quanto mais um samba ruim de um poeta vagabundo.Se melhorar estraga...
realmente o cd do está uma verdadeira obra de arte, digna de um bamba. O samba agradece a este projeto que retrata a verdadeira vertente do samba de raiz
Gosto de tudo o que Moacyr Luz faz (Aldir, idem).Tenho seus dois CDs anteriores e o LP, o primeiro, que comprei num sebo aí no Rio. Esse último está demais, comprei com a promoção que fizeram a $ 13. Estive no Rio, em 08/10, segunda e quase cai das pernas, quando vi que naquele dia seria um dos shows de lançamento do novo disco. Como estava com ele na mala, fiz questão de levar para autógrafos. Reencontrei gente da pesada: Sérgio Cabral, Fátima Guedes, Guilherme de Brito, Walter Alfaiate, Cláudio Jorge e muitos outros. Só não encontrei o mestre Aldir (onde estava em horário tão importante?}. Carlinhos Sete Cordas está cada vez melhor (dei um abraço no negão). Precisa dizer que o disco é uma das melhores coisas da MPB esse ano? Não me canso de ouvir. Agora mesmo, rola pelo ar, aqui em casa, a linda "Cidade Mulher", de quem?, de quem?, do grande mestre de todos: Noel Rosa. Um repertório lindo. Depois disso, ficamos aqui de babador na mão esperando pelo que virá depois.
Estava me esquecendo de dizer, desculpem voltar, mas é que o show que falei foi no grande Teatro Rival. Sou de Bauru SP.
Estava me esquecendo de dizer, desculpem voltar, mas é que o show que falei foi no grande Teatro Rival. Sou de Bauru SP.
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