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Pulando fora da Coleção Noel Rosa (tá cara praca!) |
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Estamos há anos apoiando a edição da finalmente lançada Coleção Noel Rosa pela Primeira Vez, que reúne a primeira gravação de todas as composições conhecidas de Noel Rosa. A coleção está chegando às lojas e, de acordo com as principais reportagens, a previsão de preço final para o consumidor é de R$ 280,00. Será que é só eu que acho este preço um absurdo?
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Comentários dos leitoresAssim não dá pra ser feliz, seu FHC. Se eu, e muita gente por aí(muita gente mesmo), não temos o mesmo padrão de vida que há seis,sete anos atrás. Imagina se eu vou separar r$280,00 (o 'ERRE' é minúsculo mesmo, e tá ficando menor.), quase dois salários mínimos, para engordar a conta de alguns aproveitadores da fome de cultura desse povo brasileiro. E depois como é que vai ser ? Com que roupa eu vou, pro samba que vc me convidou ?!!!!
E VIVA A PIRATARIA !!! Assim não dá pra ser feliz, seu FHC. Se eu, e muita gente por aí(muita gente mesmo), não temos o mesmo padrão de vida que há seis,sete anos atrás. Imagina se eu vou separar r$280,00 (o 'ERRE' é minúsculo mesmo, e tá ficando menor.), quase dois salários mínimos, para engordar a conta de alguns aproveitadores da fome de cultura desse povo brasileiro. E depois como é que vai ser ? Com que roupa eu vou, pro samba que vc me convidou ?!!!!
E VIVA A PIRATARIA !!! Além do poder, tem o querer. Dada a situação, não posso, mas também não quero mais comprar. O que nos diria o próprio Noel de tamanha pilantragem!
280 reais não dá mesmo. Se fosse 160 eu ainda me animava, mas assim só via Napster mesmo. Obrigado, Paulo, pelo empenho e pelos comentários sempre pertinentes e esclarecedores.
Não mudo nem uma vírgula do que o Paulo escreveu. Lucrando com o dinheiro público! Vou pruma sessão espírita pedir pro Noel brecar essas vendas e liberar tudo pelo MP3! A Velas apagou minha ilusão... Não dá prá comprar.
Vergonhosamente cara. Hão de sobrarem caixas e caixas nas prateleiras. O dinheiro não aceita desaforos, principalmente em periodos de contenção. Estou adorando o boicote à esta coleção é assim que devemos agir contra os empresários de acervo musical, ávidos por lucros faceis e mirabolantes. Vergonha também ao saber que já paparam R$100 mil do dinheiro público e devolvem o beneficio recebido em forma de mais um arrocho ao consumidor. Repúdio a todos, sem excessão, os envolvidos no projeto, nojo total. Sou contra a copiagem de obras fonográficas, mas estou revendo o dogma e pensando até em recomendar o assunto, neste caso.
Realmente esse preço é absurdo...coloquei meu nome na lista de possíveis compradores, mas depois desse roubo tô fora.
Valeu Paulo pela força e pela crítica tão bem colocada. A única coisa que vão conseguir com esse preço, vai ser a maior de todas as piratarias, Noel vai bater mais um recorde! Estou até pensando em reunir uns amigos, comprar uma coleção e sair fazendo cópias gratuitas por aí...
Sugiro que se procure a Velas e a Funarte para que dêem alguma explicação para o preço tão alto. Sei que produtoras mais independentes têm custos mais altos, e é justo dar um direito de resposta a eles - até porque fiquei curioso para saber o que têm a dizer. Mas, realmente, R$ 30 por CD é caro demais, não faz sentido. A propósito, uma dica para todos: acabo de descobrir no site da Eldorado Music (http://www.eldoradomusichome.com.br) que relançaram em CD o disco "Rumo aos antigos", primeiro trabalho do grupo paulista Rumo, só tocando clássicos da MPB da primeira metade do século, com novos arranjos muito bem humorados, numa roupagem mais pop, inclusive com uso de guitarra, mas de altíssimo nível. Tem duas ou três de Noel Rosa no repertório, e é uma delícia de se ouvir. Vejam as músicas:
01 Quantos Beijos 02 Que Bom, Felicidade Que Vai Ser 03 Eu Também 04 Você Só...mente 05 Não Quero Saber Mais Dela 06 Ótima Ocasião 07 Provei 08 Canjiquinha Quente 09 Seja Breve 10 Deus Nos Livre... 11 Marchinha Nupcial 12 Aí Hein! 13 Pierrô Apaixonado 14 Bobalhão 15 Cor De Cinza 16 Pro Bem Da Cidade 17 O Que É Que Você Fazia? É um verdadeiro absurdo, quando é que as pessoas vão abandonar a eterna postura da lei de Gerson ("que ele nos perdoe", isto sim é que é ser gigolo intelectual. Também não quero mais a coleção e vou fazer propaganda contra.Isto é muito triste.
Se fizermos esse boicote, o preço não vai abaixar. Simplesmente vão desmembrar a caixa, como fizeram com a caixa da Elis Regina, e vender os CDs separadamente, por um preço ainda maior do que os 20 reais (280/14 = 20). As pessoas vão comprar e os caras vão ficar felizes com seus lucros. Obviamente a culpa por isso é das lojas e do distribuidor - talvez os responsáveis pela pesquisa possam nos dar explicação mais precisa. O que eu acho é que devemos mandar mensagens indignadas para as lojas e para o distribuidor pedindo explicações. Os capitalistas são sensíveis a mau humor sistemático em seus clientes (pode parecer utópico, mas já testemunhei isso várias vezes).
Paulo
Concordo e assino embaixo do seu artigo...Lamento muitíssimo, mas também estou fora! Meu dinheirinhoinho não cai do céu, de onde Noel é capaz de despencar quando tomar conhecimento desses absurdos que estamos vendo, ouvido, lendo, sobrevivendo... Por mais que dôa não comprar, dói mais ainda sancionar - doando mais do vil metal - a maracutaia em que transformaram a preciosa iniciativa de Omar Jubran. Noel não vai deixar. Vai encalhar. E nós vamos comprar a preço justo. Tua indignação é nossa também, Paulo! E vamos festejar os 90 do Noel.
E depois chamam de pirataria as produções alternativas. Sigamos o conselho do bruxo Hermeto que não só não proíbe a cópia de suas criações pelas mais diferentes formas como vídeo, gravação, fotos, etc., como a incentiva. Quem são os verdadeiros piratas? Quando alguém tiver cópias do Noel com preços decentes, avise-me.
Paulo Eduardo Neves e leitores/assinantes da Agenda.
Realmente estes discos de Noel Rosa estão muito caros, um absurdo, cobrar tão alto por esses discos. Além do mais Noel é um artista muito batido e quase totas as gravações incluídas nesta coleção já foram lançadas em vários Lps e CDs, ao longo dos anos. Para aqueles que se iniciam na pesquisa e admiração por nossa M.P.B., indico abaixo a relação de alguns discos onde podem encontrar boa parte do repertório de Noel em suas gravações originais. Estes Lps relacionados podem ser encontrados a prêços módicos em sebos do Rio e de São Paulo. Aconselho também aos interessados, comprar os discos da Revivendo onde encontrarão também gravações originais e inéditas de Noel. O pioneirismo de lançar fonogramas raros do repertório do "Poeta da Vila, foi da Revivendo, aliás quase tudo de bom e raro que a nossa M.P.B. tem, eles já lançaram e continuam lançando. Outro detalhe importante, é que como muitas gravações de Noel como foi dito já foram relançadas em CD e em LP com excelente nível técnico de reprodução, fica a pergunta: Para que fazer tudo de novo? Basta adquirir os discos em bom estado, aproveitar a remasterização feita por técnicos especializados das próprias gravadoras, geralmente das matrizes originais ou profisionais qualificados, melhorar um pouco se for necessário e pronto. Mais de 90% do trabalho já estará concluído. Mole, não é? Pena que poucos saibam disso!!! Um detalhe a mais, o custo cai pra quase zero! Noel Rosa apesar da grandeza de sua obra não é novidade pra ninguém que conhece um pouco que seja da M.P.B. e esse negócio de resgate de suas gravações é algo que não já não cola mais. O único mérito é reuni-las numa coleção só, e isso diga-se de passagem é muito pouco e não justifica o prêço cobrado. Quanto ao livreto que acompanha a coleção, sai muito mais barato comprar os livros "No tempo de Noel Rosa" de Almirante e "Noel Rosa - Uma biografia" de João Máximo e Carlos Didier. Agora vamos aos discos e desmistificar a "novidade" das gravações de Noel. 1) Noel Rosa e sua Turma da Vila - Vol 1 - Odeon - Lp MOCB 3.041 2) Noel Rosa e sua Turma da Vila - Vol 2 - Museu da Imagem e do Som - Lp MIS-MP 001 3) Noel Rosa - Relançamento Moto Discos - Lp 813.608 - 1988 4) A Bossa dos Bambas - Noel Rosa e Vassourinha - Continental/Musicolor - Lp MLP 9.103 5) Noel por Noel - Imperial - Lp IMP 30.205 - 1971 6) Noel Rosa - RCA Camden - Lp CALB 5.130 - 1967. 7) Noel Rosa - Coleção Ídolos da M.P.B. Volume 12 - Continental - Lp 1-19-405-012 - 1975 8) A Noiva do Condutor - Opereta Inédita com Marília Pera e Grande Otelo - Estúdio Eldorado Lp 106.86.0447 - 1986 (Já foi lançado em CD) 9) CDs Revivendo números: 27 - 52 - 106 -139. Cordialmente, Luiz Américo Lisboa Junior Autor dos livros: A PRESENÇA DA BAHIA NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E 81 TEMAS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA. E-mail: luizajr@uol.com.br Home Page: http://www.luizamerico.cjb.net Para Noelesco Dilmar e demais tribuneiros: Aguardem tudo de Noel Rosa "in" NOELNETNEWS, n/ Gravadora (reprodutora de 78rpms, Lps e CDs ... e não é "pirataria"... tb sem ganância amigo, Paulo Eduardo Neves!). Entrei na Lista "Não compre deles"!!! []s, W/F. Concordo totalmente com o Paulo, isso é um absurdo. R$280,00 é muita grana e ainda mais para satisfazer a ganância de alguns.
Fico com o que já tenho do nosso poeta da Vila. Que triste ter participado apoiando a edição deste trabalho e ver agora que foi tudo em vão. Será que as gravadoras já não estão felizes em divulgar o lixo que produzem constantemente a preços populares? Quando surge oportunidade de colocar as pessoas em contato com um pouco da história e cultura da musica brasileira, os "responsáveis" resolvem "elitizar" o preço e tornar o produto acessivel a poucos? Aprendi a gostar de Noel com meu pai. É certo que depois de 40 anos de trabalho meu pai tenha grana para pagar os R$ 280,00.
Mas e nós, que herdamos o gosto, mas não o dinheiro? Não é justo tanta exploração... E os empresários lucram mais uma vez enquanto nós aceitamos a desonestidade... E eu pergunto o mesmo que já em sua época, Noel indagava "Onde está a honestidade?" Paulo Eduardo Neves,
É evidente que também tô fora dessa roubalheira... Paulo, você é admirável!!!!!! Cristina Porra(no bom sentido)!!!
Até que enfim essa turminha de abonados intelectuais de boteco que inflaciona o mercado de CDs se manca e toma uma posição contra o preço de uma coleção de CDs. O que aconteceu de novo para as moçoilas rodarem a baiana? Tem alguém "furando" os interesses da turminha? Duvido que essa algazarra toda dure até o próximo CD de alguém da "Tchurma" a R$22,00 ou coisa parecida, como se isso não fosse também um roubo. E como se todos que gostam de nossa boa música pudesse, como eles, pagar esse preço. Quanto à parceria Funarte/verbas públicas/"generosas" doações privadas, peçam para o Welffort(?) explicar como se faz o monitoramento da comercialização. Seu comentário está perfeito! É uma pena que estejam cobrando tão caro pela caixa. É claro que eu não vou comprar. Por esse preço eu não compro mesmo! Eu acho que a obra de Noel ainda vai continuar desconhecida por muito tempo...É
a cara do Brasil! É uma pena boa parte de nossas gravadoras se preocupem em ganhar o máximo, produzindo o mínimo. Sendo assim, que fiquem sem ganhar nada (pelo menos de minha parte).
Eu também não comprarei a coleção por esse preço! A indignação geral ficou bastante evidente após tantas críticas. Lamentavelmente essas coisas acontecem no nosso país com freqüência acima do que seria de se aceitar...até quando? Eu também ficarei sem a coleção e, confesso, se puder, tentarei conseguí-la por outros meios.
RS 20,00 por CD sem qualquer custo de produção, realmente parece muito. O Paulo tem razão também ao registrar o interesse predominantemente histórico da coleção, já que não se trata de novidade musical. Estes dois fatores deveriam justificar um preço mais baixo. Talvez o que esteja prevalecendo, no caso, seja a tal da lógica do mercado. Alguém previu uma demanda superior à tiragem inicial e resolveu equilibrá-la com a oferta via preços altos. Seria engraçado se encontrássemos um meio de inibir a compra da coleção pela turma da velha guarda com certa estabilidade financeira (os principais interessados potenciais). O feitiço (da Vila?) viraria contra os feiticeiros e a lógica do mercado passaria a trabalhar a favor da divulgação da cultura nacional. Alguma idéia?
Voltei pra escrever somente que
tambem nao vou comprar. E agora mesmo estou indo ao site da Velas pra reclamar. E' uma pena. No's aqui nos comprometemos a comprar a colecao e agora eles lancam com esse preco. Um absurdo. ESTOU FORA. Péssima surpresa, esta. Há mais de ano a campanha pela edição da coleção de Omar Jubran está na primeira página do site. O Paulo reuniu 549 interessados, ajudou a divulgar o projeto, e depois é essa rasteira. Cadê o próprio Jubran que não se manifesta?
Enfim, só sei que esta coleção não compro nem pela metade do preço. A minha empolgação era enorme para comprar a colecão do Noel. Sou da nova geração de admiradores do samba (acabei de fazer 21 anos) e, apesar de conhecer alguma coisa dele por ter 2 CDs dele em casa, era uma grande oportunidade pra mim de poder ter o resto de trabalho desse mito do samba que com certeza deve ser maravilhoso. Mas infelizmente essa oportunidade foi perdida graças ao preço que está sendo pedido. Realmente não da pra pagar essa dinheirama toda. Espero que mais gente mostre indignação e se junte aos que desistiram de comprar para que isso faça com que os vendedores da coleção tomem uma atitude consciente. Decepcionado mas esperançoso me despeço.
Acho, que todos já comentaram o suficiente.
Vamos, de alguma foram, fazer nosso protesto chegar ao mercado. Eu caí no conto da Atração/Funarte. Eu também não vou comprar a coleção Noel Rosa!Estes mercadores da cultura não verão a cor do meu dinheiro.
Pobre Noel! So' fico com do' do trabalho do Jubran pro negocio acabar numa picaretagem dessas. Mas tambem, ele nao se manifesta...
AE GALERA VAMO FAZER O SEGUINTE:
NÓS JUNTAMOS DINHEIRO,COMPRAMOS A COLEÇAO E COPIAMOS(EU TENHO COPIADOR EM CASA) QUEM QUISER é só me falar: pratatiago@hotmail.com E o povo já pergunta com maldade, onde está a honestidade? Se Noel ainda fosse vivo, essa era FHC ia ser prato cheio... Recebi hoje um release da coleção "Noel Pela Primeira Vez". Há várias opções
para reclamações, pedidos de esclarecimentos, e tudo o mais que eles merecem. Vejam: Realizadores deste Projeto: FUNARTE - fundação Nacional de Arte - Fone: (021) 262.5547 e-mail: atendimento@lojafunarte.com.br MINISTÉRIO DA CULTURA - Secretaria da Música e Artes Cênicas AAF - Associação de Amigos da Funarte Gravadora VELAS - Fone (0xx11) 3272.8585 - e-mail: gravadora@velas.com Pesquisador Musical: Omar Jubran - omarjubran@uol.com.br Imprensa: Mário Mazzilli - Fones: (0xx11) 3673.1724 e (0xx11) 9214.8255 e-mail: mariohcm@uol.com.br Trecho do release: "Graças ao projeto NOEL ROSA PELA PRIMEIRA VEZ, uma parceria do Ministério da Cultura/Secretaria de Música e Artes Cênicas/Funarte e Gravadora Velas, o público brasileiro poderá agora ouvir a obra integral de Noel Rosa, reunida em uma coleção de 14 CDs e 229 músicas (...)" O público brasileiro? E o público brasileiro pode pagar R$ 280,00 por uma caixa de CDs. Corrigindo o texto: "Graças ao projeto (...) alguns poucos privilegiados poderão agora ouvir (...)". E eles reafirmam o que já foi dito aqui: "Todo o processo de remasterização das gravações foi concebido e executado por Omar Jubran com o cuidado de preservar a sonoridade da época." Ou seja, a Velas entrou no projeto para viabilizar a questão dos direitos. Se fosse lançado independente haveria de ser pago um adiantamento que em geral é alto, ainda mais para uma quantidade grande de músicas. Com uma gravadora envolvida são pagos royalties pela venda. Ou seja, os gastos somam unicamente o projeto gráfico e o custo de fabricação, que como já comentamos aqui fica em torno de R$ 2,00. O mistério continua: onde foram parar os R$ 100.000,00 ? Acho que a agenda, representando seus leitores, deveria cobrar uma prestação de contas de como foi utilizado o dinheiro publico que é de todos nós.
Se não houver resposta sugiro divulgar o endereço deles para que todos nós pudemos cobrar todos juntos atulhando o e-mail deles até ter resposta. Ainda assim se não tivermos resposta deve haver alguma ouvidoria nessa area ou então o Ministerio Publico tem poderes para cobrar essa prestação de contas. Discordo veementemente de todos:
no melhor estilo noelino, vou vender meu som pra comprar esses CDs! Paulo
Agradeço seus esforços, mas também tô fora. É UMA VERGONHA!!!!! ...Que tal a gente se juntar, fazer uma vaquinha, comprar o pacote e copiar? Louvo o trabalho e a luta persistente de Omar Jubran. Já o cumprimentei, por isso, repetidamente. Entretanto, lamento profundamente a desonestidade de vários - da iniciativa privada pertinente aos pilantras aproveitadores - com o propósito de encher os bolsos às custas de um trabalho que teve o incentivo de dinheiro público. O preço que se está anunciando é um ABSURDO ! Tenho condições de pagar o exorbitante e desonesto preço que está sendo cobrado. Mas não costumo compartilhar ou incentivar pilantragem. Junto-me aos que, em protesto, recusam-se a comprar esta interessante coleção. É pena. Mas vou passar sem ela. Enfim... São as imoralidades do Brasil de hoje ! Lembram até as dos USA nas décadas de vinte e trinta !
Já entrei no boicote deste absurdo e vou fazer a minha parte espalhando no boca-a-boca. Quem dá mais? Cem mirréis, duzentos e oitenta mirréis, um conto de réis... Ninguém dá mais!
O nobre professor Omar Jubran estará jogando no lixo toda a reputação que (justamente) conquistou pelo grandioso trabalho se permitir que sua pesquisa seja manipulada por meia-dúzia de espertalhões e se transforme em mais uma tunga à Viúva. E o povo já pergunta com maldade, onde está a honestidade? Onde está a honestidade? Eu, que ando pulando como um sapo pra ver se escapo dessa praga de urubú, até fico aliviado. Tinha resolvido ficar um mês sem beber para economizar a grana da coleção...Seu garçom faça o favor de me trazer depressa um boa cerva que esteja bem gelada! Mas, Paulo... se é pra fazer vamos fazer direito! Cadê os links para os e-mails do Jubran, da Velas e da Funarte? A mesma força que a Agenda demonstrou para ajudar a coleção, deve aplicar para combater esta espoliação. levanta daí que a gente corta daui! "E o pov ojá pergunta com maldade onde está a honestidade? onde está a honestidade?" Pois Sempre lamentável arrogante e abusiva, absolutamente abusivo o preço catalogado pela Velas. Não há e parece que nunca haverá consciência da necessidade de difundir a cultura desse povo. Faço um apelo a quem comprar pois este valor vai além, muito além da sensatez. Transformem toda coleção em MP3 e distribuam na rede, que eu copio em CÊDÊ! E dessa vez em 9 CÊDÊS!!!
Concordo com todos vocês. Assinei a lista, ia comprar, não vou mais. E acrescento: todos nós temos a obrigação e o direito de reclamar. E muito. Obrigado pelas dicas valiosas, Luis Américo. Quanto à coleção, também TÔ FORA!
Estou fora também...É muita cara de pau, um assalto.
É uma pena que tenhamos esperado tanto para ter essa "agradável Surpresa". Enfim, quem a tiver adquirido, sou a fim de conhecê-la, pelo menos. A maior de todas as vergonhas foi quando li em O GLOBO matéria de capa com o Sr. Omar. Mais de 500 pessoas aderiram ao projeto, com COMPROMISSO de compra, depois de mais uma iniciativa do P. Neves. Mais de um ano apoiando o projeto. Na matéria-entrevista, O Sr. Omar babou na gravata dos Ministérios, lambeu as patas das Fundações, Autarquias, citou Fulanos e Beltranos que devem ter levado algum, aqui é sempre assim, e foi cínico e descortês quando sequer mencionou o site. Que fique como lição. Resumindo... duzentos e oitenta é a PQP!
Com uma notícia falando sobre isso, não me admira as pessoas darem preferência, cada dia mais, aos piratas. Quando é que as produtoras irão abrir os olhos?!!!!!!!!!!!!
Entro no coro dos amigos tribuneiros. A lista de Natal já tava meio apertada, e eu estava louco para cortar alguma coisa. Depois desta "sacanagem" fonográfica, não tenho mais dúvidas. Estou fora.
Eu só queria saber mais duas coisas, será que o pessoal da Agenda saberia me informar?
O Jubran, ao meu ver, é quem mereceria receber alguma grana significativa pelo trabalho dele, apesar de saber que ele não o fez com esse objetivo. Ele recebe alguma porcentagem sobre essas vendas? E a Funarte, através do seu presidente, tomou alguma posição a respeito, já que ela colocou dinheiro público nessa história? Ou vai simplesmente financiar calada o lucro privado? Infelizmente, também vou ficar sem comprar a coleção, ainda falta muita coisa boa da MPB na minha estante pra ficar dando meu dinheiro facilmente pra quem só quer aproveitar! Um abraço ao pessoal da Agenda! Eu só queria saber mais duas coisas, será que o pessoal da Agenda saberia me informar?
O Jubran, ao meu ver, é quem mereceria receber alguma grana significativa pelo trabalho dele, apesar de saber que ele não o fez com esse objetivo. Ele recebe alguma porcentagem sobre essas vendas? E a Funarte, através do seu presidente, tomou alguma posição a respeito, já que ela colocou dinheiro público nessa história? Ou vai simplesmente financiar calada o lucro privado? Infelizmente, também vou ficar sem comprar a coleção, ainda falta muita coisa boa da MPB na minha estante pra ficar dando meu dinheiro facilmente pra quem só quer aproveitar! Um abraço ao pessoal da Agenda! A princípio concordei em pagar R$90,00 pela coleção. Neste prêço que aí está e diante das dificuldades que a nação vem passando acho que somente comprará que ganhar muito fácil . Que não é o meu caso.
Eutimio Martins Brasil Salvador - Bahia Paulo, não há nada mais sórdido do que o lançamento da coleção do Noel pela Velas. Brasileira, a gravadora devia ter o mínimo de respeito pela cultura nacional. Pelo visto, aderiu aos conceitos do mercado e viu o dinheiro da Funarte como mero aporte de capital. Que a lei da oferta e da procura dê cabo de seus interesses mesquinhos. Diante dessa espoliação de R$ 280, digo com todas as letras: não vou comprar nenhum dos 14 CDs.
A coleção da Velas, nem pensar. Já para outra alternativa mais decente, contem comigo.
anduma@elo.com.br Acho que a gente deve mandar todos esses comentários diretamente para os e-mails da Velas, Funarte, etc, que alguém já relacionou lá em cima. Reclamar adianta. No mínimo, estaremos enchendo a tampa do correio eletrônico deles.
Como colecionador de tudo que se relaciona a Noel, já uns 07 anos, e lendo todos os protestos, temos que pressionar A Velas para um pronunciamento com relaçao a seus custos pra chegar ao preço final.
Estou fora da compra. Sou companheiro para outras alternativas de obtermos o trabalho do Prof. Jubran (Será que não vai se manifestar?) Meu "Xará"Paulo Neves!
Fui com muita sede ao pote e quase que me "estrumbico"(perdão pela xula), mas é isso mesmo. Também estou fora da coleção do Noel. Muitíssimo cara. Vou atrás da Clementina na Petrobrás. Repito. Por favor, cancele meu pedido das 2 (duas) coleções do Noel. Obrigado Paulo Vaz Eu estou acompanhando as opiniões de todos sobre o alto preço da caixa de Cds do Noel Rosa. Não sei se tenho algo de diferente ou relevante a acrescentar, mas que é um assunto que ainda vai dar pano pra manga, isso vai.
Uma pergunta: vocês esperavam mesmo que todo esse heróico esforço de reunir pessoas para comprovar a uma gravadora que os CDs de Noel seriam viáveis não fosse idealismo demais, não? Infelizmente argumentos culturais não convencem gravadoras, eles querem lucro! Estamos num país que nem é totalmente preparado para ser "corretamente" capitalista. Não estou concordando com os caras da gravadora, esse preço tá altíssimo mesmo. Apenas acho que ganância não se rende a idealismo. Podem jogar pedras... (ai! chegou a primeira) Concordo com voce. Alguns brasileiros tem que perder a péssima mania de utilizar a mal fadada lei do Gerson, de levar vantagem em tudo.
Isto é uma absurdo. Também estou fora. Deste jeito, como para a pirataria? Sou uma pessoa conhecida no meio artístico então meu nome e e-mail sao fictícios, pois sei de toda a verdade.
Primeiramente a coleção "NOEL ROSA PELA PRIMEIRA VEZ" pode ser encontrada nas lojas por R$ 240,00, o que daria R$ 17,14 por CD (considero razoável em vista de outros discos que nem letras de músicas tem). Neste preço estão incluídos: - Direitos Autorais - Direitos Artísticos - Músicos - Custos jurídicos (advogados, liberações, etc) - Impostos (ICMS, COFINS, IR, etc) - Comissão de vendedores - Comissão dos distribuidores - Comissão dos lojistas - Capa, Livreto e caixa - Fábrica, entre outros gastos. Quando falamos de um lançamento por uma gravadora não é possível comparar com a pirataria qua não paga nada mencionado acima, só paga o custo de um CD virgem que custa uns R$ 0,50. O valor de R$ 100.000,00 pagos pela Funarte, foram repassados ao pesquisador a título de remuneração pela pesquisa que demorou quase 11 anos e que na minha opinião vale muito mais do que os R$ 100.000,00. (Observe que a pessoa que recebeu o dinheiro, não recebeu o total divulgado, visto que descontaram-lhe 27,5% de imposto de renda na fonte). Definitivamente o dinheiro público não está financiando o lucro privado neste caso. A Velas não teve somente 3 trabalhos. O trabalho foi conjunto e não é só a autorização eles tem. Tiveram um trabalho jurídico tercerizado para falar com outros advogados de herdeiros e gravadoras, temos o compromisso de pagar royalties para todos os artistas do projeto, gravadoras que detém os fonogramas, editoras que detém os direitos autorais de Noel Rosa e parceiros, pagar os músicos que tocaram nos programas de rádios, entre outros custos de direitos que não estamos mencionando.O encarte e capa da coleção tem 168 páginas que formam um livro, que gerou um custo gráfico que nenhuma companhia fonográfica brasileira jamais ousou lançar. O problema do Sr. Paulo Eduardo Neves é que ele se comprometeu em seu site a vender por um preço de R$ 90,00 e não sabia nem quanto iria pagar pelos discos. O Paulo Neves está com "dor de cotovelo"... A MENTIRA
A coleção está chegando às lojas e, de acordo com as principais reportagens, a previsão de preço final para o consumidor é de R$ 280,00. Será que é só eu que acho este preço um absurdo? A VERDADE Pela Primeira Vez (Box 14 CD´s) NOEL ROSA Projeto inédito reúne em 14 CDs a primeira gravação de cada uma das 229 composições de Noel Rosa na voz de seus grandes intérpretes. Confira matéria exclusiva De:210.90 Por:199.90 Economize:11.00 ou em 4X sem juros em todos os cartões. Prazo de entrega: Normalmente em 2 semanas Universal Music; ASIN: 3259120008923 http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=2&ProdId=145448 "temos o compromisso de pagar royalties para todos os artistas do projeto"
Ato falho? Bom, se e' realmente verdade que o Jubran ficou com o dinheiro da Funarte, menos mal. Por que, se tudo isso e' verdade, a pessoa quis o anonimato? Se o preco e' realmente justificado seria bastante natural com esse falatorio todo a gravadora abrir o jogo oficialmente, por que um anonimo? Quero dizer: geralmente a pessoa se esconde no anonimato pra se proteger de ser perseguida, ameacada ou incriminada pela verdade. Nao se aplica a esta situacao, se esta' todo mundo aqui reclamando sem razao aa pessoa teria muito orgulho em mostrar a cara botando tudo em pratos limpos. Iria sofrer a retaliacao de quem? So' consigo imaginar que o anonimato seja pra nao ter que se assumir o que esta' sendo dito. O que se faz quando o que se diz nao e' assim necessariamente verdade. Ué! Os músicos que tocaram nas gravações da coleção receberam direitos?
Tute, Pixinguinha, Bonfiglio de Oliveira, Canhoto, Benedito Lacerda, Luperce Miranda, Laurindo de Almeida e outros da mesma época - que são a esmagadora maioria nas primeiras gravações da obra de Noel - agora só vão poder receber em moeda aceita no reino da glória. Ou as viúvas de músicos já podem receber direitos de execução? Se puderem, a minha vai achar ótimo! E tem mais: nas gravações da época, quase nunca os músicos eram mencionados nominalmente. Aí fica difícil acreditar... Ai, ai, me sinto ridículo respondendo a mensagens anônimas, mas vai lá.
Primeira coisa, o servidor do site registrou que as mensagens do tal "Verdade e Justiça" e do logo seguinte "china" foram escritas pela mesma pessoa. Na mensagem que assinou como china, o tal "Verdade e Justiça" me acusa de mentiroso. Pausa para a aula de português. Vamos reler meu texto: "de acordo com as principais reportagens, a previsão de preço final para o consumidor é de R$ 280,00". Confira nas reportagens do O Globo e da Folha de São Paulo. Quanto à primeira mensagem. O Filipe já esculachou os direitos de execução. Vale lembrar que a Velas, por ser distribuída pela Universal, para para as editoras apenas uma percentagem das vendas. Isto é, o valor a ser pago depende do preço estipulado. Quanto aos direitos dos fonogramas, este é um material de arquivo, sem muito valor comercial para as gravadoras. Não podem ter cobrado grande coisa. Espero a confirmação do próprio Omar, assinante destas notícias, de que o dinheiro tenha ido para ele. Depois de todo esse tempo esperando, só me resta arrumar minha linda vitrolinha e esperar que algum dia as pessoas se tornem honestas. Também não compro, acho ridículo o papel a que se prestam as gravadoras neste país. Dinheiro fácil, só com regravações de acústicos e shows, não apostam em nada novo. E agora essa. Bando de mercenários. Se ainda usassem o dinheiro que ganham para investir em novos talentos, vá lá. Mas nem isso. E olha que existem vários artistas de qualidade pelo Brasil, se matando para gravar algo.
Não compro. Acordei bem cedo para encomendar o meu encontro com Noel. Decepção... Renuncio ao prazer deste que seria o meu presente de natal. Não cumplicio também com a pirataria. O erro de quem quer que seja não justifica o meu. Por isto as nossas crianças estão sem MODELO. Paulo receba permanentemente os meus agradecimentos. Maria Amália
Acho ridículo alguém se esconder no anonimato com o pseudônimo de VERDADE E JUSTIÇA. Acho que o Prof. Jubran deve se manifestar, e que nós dizermos "estou fora" não basta. Nós apoiamos a coleção e merecemos melhores explicações. Acho também que devemos mandar e-mails à Velas, à Funarte, ao Sr. Jubran, ou sei lá a quem, mas não podemos nos calar. Sugiro ao Paulo, que tem a lista com os e-mails de todos que apoiaram que nos mande um e-mail com os e-mails das pessoas responsáveis por este projeto, para que possamos manifestar nosso descontentamento e cobrar explicações.
O Sr. VERDADE E JUSTIÇA pode até estar certo (será?), mas ele deveria se identificar." Concordo em gênero, número e grau. Nós, consumidores, devemos dar um basta a esta exploração desenfreada!
Nada mais covarde e ridículo do que escrever uma mensagem anônima! Pior do que isso só mesmo escrever uma mensagem anônima e se denunciar no meio do texto....conjugando o verbo na pessoa errada, ou certa?
Reprodução do deslize: A Velas não teve somente 3 trabalhos..... Tiveram um trabalho jurídico...., TEMOS o compromisso de pagar royalties para todos os artistas do projeto,..... Precisa dizer mais alguma coisa? Abraços a todos. Branca Americano Gostei do cometário do Tiago Prata
é isso ai................ DESTA FORMA TEMOS QUE DAR VIDA AOS CD's PIRATA ENTÃO VIVA A PIRATARIA Vocês são um bando de idealistas, românticos e amantes da boa música. Graças a Deus ainda existem pessoas com os leitores desta agenda. Porém, convenhamos: PAREM COM ESSA MENTIRA! O preço da coleção do Noel tá caro é certo, os caras da gravadora querem ter um lucro absurdo, tá certo, a carta anônima foi ridícula, tá certo, a coleção foi incentivada, tá certo. Acontece que todo mundo aqui está louco pra comprar a maldita coleção (completa, remasterizada, filtrada etc) e vai acabar comprando a qualquer preço. (eu acredito que todo mundo já tem a sua em casa, escondido). Paixão é fogo. Cada um dará seu jeitinho: no cartão, pré-datado, empréstimo pessoal, poupança, décimo terceiro, sei lá o quê mais. Só sei que até o natal só vai dar Noel no meu som.
Boas festas Noelinas. JCCarino Nem Velas nem Tanaka. Vamos criar um clube do CDR. Discos raros
feitos e vendidos por nós e para nós. Colaboro emprestando uma mega coleção de 80 LPs de Carnaval. ATENÇÃO AMANTES DAS MÚSICAS DE NOEL
Eu estou acompanhando este trabalho do Professor Jubran, desde sua primeira divulgação, e estava esperando com muita ansiedade seu lançamento para nós simples mortais, inclusive acompanhei também toda a história neste site que divulgou e muito bem este trabalho, e hoje tenho uma boa notícia... RECEBI EM CASA ONTEM DIA 6 DE DEZEMBRO ESTA MARAVILHOSA COLEÇÃO AO PREÇO DE R$ 202,80 COM O FRETE JÁ INCLUSO. A dica é submarino.com.br Comunico que isto não é uma propaganda, é apenas uma constatação do menor preço que achei até agora, inclusive soube deste preço pelo email do china no dia 1 de dezembro neste frutuoso ( essa é demais) site. VOU OUVIR NOEL ATÉ O PRÓXIMO SÉCULO, SE DEUS QUISER Boas festas e um ótimo ano novo para todos ATENÇÃO AMANTES DAS MÚSICAS DE NOEL
Uma pequena correção: VOU OUVIR NOEL NESTE E NO PRÓXIMO SÉCULO, SE DEUS QUISER Alguém foi ao lançamento da Coleção Noel pela Primeira Vez no Fnac, em São Paulo? Alguém resolveu pedir explicações pessoalmente ao Omar Jubran?
O jeito é esperar essa coleção baixar o preço. Talvez a raiz da revolta seja a falta de grana de todo mundo, pois o comportamento das gravadoras com relação aos preços de seus produtos (isso mesmo: produtos) não mudará tão cedo. Tenho certeza que essa coleção não venderá tanto assim (quem conhece Noel? Quem se interessa por Noel? Só nós, pobres idealistas amantes da boa MPB de hoje e sempre)... daí eles serem obrigados a baixar o preço (e mesmo assim sairão no lucro).
Discordo com a maior parte do texto do sr. Paulo Eduardo Neves. Como pesquisador e colecionador da boa MPB, tenho a comentar alguns tópicos: 1º) A iniciativa do sr. Jubran em reunir toda a obra de Noel pode ser a mais completa, mas não é a pioneira. A Collector's Editora (www.collectors.com.br) lançou em 1997 (quando se completou 60 anos da morte de Noel), lançou uma pretenso "resgate" da obra completa de Noel Rosa (só que com 211 ítens relacionados, e não 229). Esta coleção é apresentada em fitas "cassete" (10 unidades) e estão à venda desde 97 (os interessados podem procurar o site já descrito anteriormente). Preço: R$12,00 cada fita + "despesas de envio" que, para interessados fora do Rio de Janeiro custam R$8,00 (as três primeiras unidades) e mais R$0,80 cada unidade subsequente (não é Sedex). Total: R$133,60. Este preço sim, considero um absurdo, por várias razões: Apresentação em fita cassete, não há nenhum encarte com as letras das músicas, apenas um folheto c/ uma breve história sobre Noel e sua discografia (incompleta), qualidade péssima do som de algumas músicas (sem nenhum tratamento de remasterização) e (fica a pergunta no ar) será que esta empresa recolheu devidamente todos os custos jurídicos com direitos autorais e artísticos + impostos? 2º) Por R$66,00 a mais (de acordo com oferta do site www.submarino.com) pode ser adquirida a discografia (desta vez completa), em CDs + boa produção gráfica + folheto informativo com as letras das músicas; ou seja, a "previsão" de custo de R$280,00 não é correta. Desta maneira, achei um pouco precipitada a decisão do sr. Paulo Eduardo Neves em escrever um artigo com tamanho teor crítico em cima apenas de uma previsão... furada. 3º) Aplaudo e apoio integralmente esta heróica iniciativa do sr. Omar Jubran e espero que continue com resgates de outros grandes compositores brasileiros (discografias completas). O material de 78RPM (hoje de difícil acesso e dificultoso para adaptação aos atuais processos de remasterização) encerram um valiosíssimo tesouro cultural, a verdadeira memória musical brasileira das seis primeiras décadas deste século. Que o abnegado Jubran prossiga com seu belo trabalho e que sempre consiga o difícil apoio para pô-lo em prática 4º) Só concordo com o sr. Paulo em uma coisa: o poder aquisitivo do povo brasileiro (nestes lamentáveis e enganosos tempos de "FHC") está muito baixo; realmente fica difícil o acesso a esta coleção pela maioria dos brasileiros; mas, pensando bem, com R$199,00 compra-se cerca de 09 (nove) CDs da "fina flor" do pagode ou do sertaNOJO... Que cada um use seu rico dinheirinho como quiser...
É isso aí! Concordo plenamente c/ o comentário do sr. Fernando Conte.
Pra começar, dá pra comprar a coleção do Noel por R$199,00, e não por R$280,00 (o que dá R$14,21 por CD, sem incluir embalagem, folheto, design, direitos, etc.) Sabem quais foram os campeões de venda nos últimos anos nesse nosso querido Brasil? Resposta: Só Pra Contrariar, É O Tchan, Zezé di Camargo & Luciano, Daniel, Chitãozinho & Xororó, Leonardo, além de outros "lixos" culturais. Dinheiro pra isso o brasileiro tem? Essa turma vende MILHÕES de cópias a um custo (por cópia) muito maior do que R$14,21! Vamos parar com hipocrisia e vamos comprar a coleção do Noel sim! Já pensaram, Noel Rosa nas paradas de sucesso? Entre os mais vendidos? Que ridículo! Parece que continuam entrando por aqui com pseudônimos. Os dados do servidor confirmam: tanto este Fernando Conte quanto esta Solange Silva escreveram suas mensagens usando o mesmo computador.
Por que tudo isto? Por que quem entra aqui para defender o Omar precisa de pseudônimos para isto? Por que, quando foi realizado o chat no UOL as perguntas a respeito foram censuradas e o Omar ainda se recusou a responder as que furaram o bloqueio (veja detalhes)? Por que para um lojista normal a coleção sai ao custo de R$193,00 e uma loja na internet consegue vender a preço bem pouco acima disto? E a pergunta mais importante: como foi gasto o dinheiro público gasto nesta coleção? Mais uma vez retorno a este site. Na primeira, para emitir minha opinião sobre o assunto que versa sobre as vantagens de adquirir (ou não) a Coleção Noel Rosa Pela Primeira Vez. Agora, para PROTESTAR veementemente contra a "resposta" (não solicitada) do sr. Paulo Eduardo Neves. Vamos aos fatos:
1º) Meu nome: Fernando Antonio Sampaio Conte (RG 2874747 - RJ) (CPF: 976.178.818-00) - portanto, NÃO foi usado NENHUM PSEUDÔNIMO. 2º) Quanto à Solange da Silva (RG 1079607865 - RS) (CPF: 894.147.301-25), trata-se de uma pessoa amiga à qual mostrei neste site o assunto. Ela leu toda a matéria e me pediu que também incluísse sua opinião, uma vez que possui um endereço de email e aproveitaria o meu computador para o envio. Aí vão duas observações: a) Novamente NÃO foi usado NENHUM PSEUDÔNIMO - b) Onde está o problema de se usar o mesmo computador por duas pessoas diferentes? Talvez a resposta esteja no fato de não concordarmos c/ o sr. Paulo Eduardo Neves. Sou médico, colecionador e pesquisador, amante da obra de Noel; não tenho nada a esconder de ninguém (aí vão descritos meus documentos pessoais), e acho que deveria ser tratado COM MAIS RESPEITO por participar deste site emitindo DEMOCRATICAMENTE minha opinião, o mesmo valendo para Solange. Mais uma vez o sr. Paulo Eduardo Neves erra: DESTA VEZ NINGUÉM USOU PSEUDÔNIMO, da mesma forma que a coleção NÃO CUSTA R$280,00. O comentário do sr. Paulo se inicia com a frase "Que ridículo!". Ridículo, na minha opinião, são pessoas precipitadas (por conseguinte, despreparadas) coordenando um site que SERIA de suma importância para a famigerada cultura brasileira. O problema dessas pessoas é que querem fazer valer À TODO CUSTO sua opinião. Com tudo isso, começo também a suspeitar da tese da "dor-de-cotovelo"... Prezado Paulo Eduardo Neves
Gostaríamos que fosse divulgado em seu site que a Collector’s Editora Ltda. já havia lançado, em cassettes, a obra completa de Noel Rosa em maio de 1997 comemorando os 60 anos de morte de Noel Rosa. Portanto ela não é uma obra inédita. Também informamos que em nosso site os amigos do Samba & Choro poderão conhecer a série completa dos programas radiofônicos produzida por Almirante na rádio Tupi: “No tempo de Noel Rosa”. Série editada pela Collector’s originalmente em dezembro de 1988. Preço das coleções em cassette: = Discografia completa de Noel Rosa em discos de 78 rpm = 10 cassettes = R$ 120,00+envio = Programa “No tempo de Noel Rosa = 11 cassettes = 22 programas = R$ 132,00+envio Telefone para contato: 02121 6446681 Ricardo Manzo E-mail para contato: collectors@collectors.com.br Site para visita: www.collectors.com.br Sem mais para o momento, subscrevemo-nos, Atenciosamente, Ricardo Manzo Collector’s Editora Ltda. O Fernando Conte tem razão. Peço desculpas pela agressividade. Foi uma acusação leviana. Apenas porque:
1. o Fernando Conte e a Solange da Silva usaram o mesmo computador, 2. a Solange tratou-o formalmente, chamando-o de senhor, como se fosse uma pessoa desconhecida, 3. a Solange usa um email gratuito (bol.com.br), 4. os dois emails nunca participaram do site, seja comentando qualquer outra notícia, ou mesmo assinando nosso informativo, dando impressão que entraram aqui com o único intuito de comentar a notícia no Noel, não é motivo para dizer que são a mesma pessoa. Realmente, ao contrário do "Verdade e Justiça" e do "china", há algumas horas de diferença de horas entre as mensagens. Peço mil desculpas e agradeço às mensagens nesta página que servem para enriquecer a discussão mostrando diversos pontos de vista. Sempre que tiverem o que dizer neste site, sintam-se à vontade de partilhar seus pontos de vista. Afinal de contas aqui, ao contrário do chat do UOL, não há censura. Acho engraçado é a insistência em afirmar que o preço de R$280,00 foi uma invenção minha. Por favor digam que os jornalistas João Máximo (O Globo), Pedro Alexande Sanches (Folha) e Mauro Dias (Estadão) erram ou são mentirosos. Eles que reportaram o preço de R$280,00. Querem uma afirmação minha a respeito do preço? Pois bem, a coleção está sendo vendida a R$320,00 na livraria Dazibao. Pelas informações que tenho, para um lojista normal, um que não tenha qualquer esquema com a gravadora, os discos saem a R$193,00. Vale sempre lembrar que o preço por disco deve ser calculado dividindo pelo número original de discos da coleção, nove. Admiro o trabalho do sr. Jubran, mas concordo plenamente com Ricardo Manzo, da Collector's. Como cliente dessa empresa maravilhosa, bem como da excelente Revivendo, sou testemunha de que, ambas, Revivendo e Collector's, já tinham editado praticamente a obra inteira de Noel.E claro, trabalho nenhum seria possível sem a pesquisa feita por essas duas empresas.
Meus parabéns ao Paulo Eduardo pela humildade demonstrada no reconhecimento de seu deslize com relação às identidades dos signatários Fernando Conte e Solange da Silva, autores dos comentários supra.
Errar é humano, mas reconhecê-lo é divino. É o tipo de postura que esperamos de quem com tanta destreza conduz este trabalho tão caro a todos nós, amantes da boa música. Com relação à celeuma criada pelo preços praticados no lançamento da coleção Noel Rosa pela Primeira Vez, gostaria de tecer os seguintes comentários baseados em minha vivência de cerca de 20 anos nas áreas de Finanças (formação de preços) e Vendas e Marketing de empresas dos mais variados ramos de atividade: Os preços dos produtos são formados dentro de uma faixa que tem como piso o custo total do produto (incluídos aí o material empregado, impostos, direitos autorais, gastos judiciais, gastos de comercialização, etc., bem como uma margem de lucro mínima aceitável do produtor), até o preço máximo que uma empresa estima que possa vir a cobrar dos consumidores. No caso de produtos que possuam características uniformes (commodities) ou que possuam competidores com características similares, esse preço máximo é regulado pelo mercado, ou seja, pelo preço praticado pela concorrência (o que não é o caso do produto em questão, conforme abaixo ilustrado). No caso específico da industria fonográfica e, mais especificamente, com relação a esse lançamento da coleção de Noel Rosa, dadas as características que distinguem o produto como "único" (tais como: o pouco volume de lançamentos recentes de sua obra no formato CD, ou mesmo da disponibilidade de discos / CDs antigos ainda em catálogo, o trabalho "artesanal" de remasterização efetuado pelo Omar Jubran, a razoável exposição que o trabalho de reagrupamento e remasterização da obra obteve na mídia impressa, bem como o fato do trabalho abranger a íntegra da obra de Noel, segundo propagado), associadas à carga emotiva que envolve o relançamento da obra de Noel por ocasião da passagem dos 90 anos de seu nascimento, celebrada no dia de ontem; tudo isso seguramente contribuiu para levar os executivos da Velas a, primeiramente proliferar o produto (de 9 para 14 CDs), uma prática comercial comumente adotada na indústria, bem como a estipular um preço irrealisticamente superior ao supostamente "de mercado", levando-se em conta a áurea de "raridade" de que tende a revestir-se o produto, por todas as razões acima mencionadas. Outro fator que pode ter induzido os produtores a posicionar a coleção em um patamar de preços tão agressivo consiste certamente no perfil típico do consumidor deste segmento: pessoas com um mínimo de apreço pela música de boa qualidade, o que indica um grau de escolaridade superior à do consumidor médio (de massa) do mercado fonográfico nacional - ou, no mínimo, uma formação musical mais apurada - e por conseguinte uma maior faixa de renda. È importante ressaltar que o lançamento desse produto, diferentemente dos "CDs de consumo massivo" usualmente trabalhados pelas gravadoras, não possui, nem tampouco possuirá ampla difusão na mídia radiofônica e televisiva, com exceção da mídia pública e especializada, o que naturalmente aumenta aumenta o seu risco e reduz a perspectivas de comercialização volumes massivos, por parte das gravadoras. O usual sentimento de "fanatismo" que em geral predomina junto a esta categoria de consumidor (conforme podemos inferir pelo calor dos comentários acima dispostos, o qual ajuda a corroborar essa tese) pode também ter sido levado em conta pelos executivos da gravadora na definição do preço de lançamento da coleção. O fato da genialidade de Noel Rosa posicioná-lo ainda como um ícone da cultura popular de nosso país - a menos para aquela pouco representativa parcela da população, na qual incluímo-nos, que compreende a importãncia de Noel para nossa identidade cultural, é também fator a ser considerado. Outro aspecto que pode ainda ter contribuído para o sobrepreço embutido no lançamento da referida coleção, deve-se á baixa tiragem esperada para este produto, fadado a ter sua comercialização tão somente restrita a uma pequena casta de consumidores apreciadores da música brasileira de boa qualidade, pesquisadores, músicos, colecionadores, estudantes e afins. A baixa tiragem implicaria naturalmente numa tentativa de recuperação dos custos fixos envolvidos no lançamento (tais como matrizes, custas judiciais, encarte e capas), o que fatalmente induziria a Velas a apor um "prêmio" ao preço de lançamento dessa Coleção de Noel Rosa. Devemos ainda ter em conta que o preço de lançamento de um produto com características tão incomuns quanto este (quando comparados aos CDs de baixo valor cultural agregado - leia-se os axés, pseudo-pagodes, e afins - com os quais a indústria fonográfica é mais afeita), mais indica tratar-se de uma "sondagem" inicial de mercado, permitindo auferir-se, num primeiro momento, gordas margens de lucro através das vendas feitas aos "afoitos de plantão" e aos consumidores de alto poder aquisitivo, menos sensíveis a altos preços. Esse preço poderá ser sempre revisado com a divulgação de "fabulosos descontos" como forma de atrair-se o consumidor mais sensível a preços, em um segundo momento. Repare que esta prática é comum não somente na indústria fonográfica, mas em diversos outros segmentos da indústria, pois é melhor errar-se para mais e corrigir-se o preço para baixo, subseqüentemente, do que o oposto, já que aumentar o preço de um produto recém-lançado equivale a "queimar" o produto no mercado. Outra possível estratégia alternativa a ser adotada pela Velas (conforme já comentado pelo Roberto Belisário Diniz, acima, seria a de futuramente desmembrar os CDs da coleção e comercializá-los no varejo (talvez aí estivesse a razão da proliferação de 9 para 14 CDs na coleção?…). Por todo o disposto acima, podemos concluir que os executivos da Velas não são tolos e estão simplesmente reproduzindo aquilo que todas as demais empresas que com eles competem na indústria fonográfica praticam: a incessante busca pela maximização do retorno de seus investimentos, na forma de lucros. Não nos iludamos, essa é a força motriz do capitalismo, independentemente de seus benefícios ou malefícios. Em verdade poderíamos até mesmo afirmar que o sucesso no atingimento desse objetivo de maximização do retorno de seus investimentos é o que, em última instãncia, permitirá à Velas permanecer no mercado competindo com outras indústrias que, em geral, empregando menor esforço e utilizando material cultural de mais baixa qualidade, logram alcançar volumes de vendas infinitamente superiores aos obtidos com os lançamentos que caracterizam a gravadora Velas. Mas não percamos as esperanças, amigos amantes da boa música. O mercado, como também é do conhecimento da Velas, possui uma lei implacável: a Lei da Oferta e da Demanda. Passada a natural euforia de vendas que normalmente envolve o lançamento de um produto, restará à Velas adequar seus preços à demanda efetivamente existente para absorvê-la ou, desgraçadamente, amargar o encalhe de seu produto (o que dada a postura agressiva demonstrada pelos profissionais da empresa, leva-nos a supor que não ocorreria, ainda mais considerando-se a substancial "gordura" que o preço do produto embute para ser queimada. Uma postura sensata, de nós consumidores, seria talvez ficar de olho nas usuais queimas de estoque pós-natalinas, onde podería-se arriscar a dizer que o preço da coleção tenderia a mover-se para patamares mais condizentes com o demanda existente pelos mesmos. Finalmente, vale ressaltar que a prestação de contas ao povo da utilização de dinheiro público canalizado para fins culturais (bem como para diversos outros fins, como diria o Lalau) é inexistente, sendo para nós, tanto pertinente a finalidade para a qual foram utilizados os R$ 100.000,00 concedidos a esse projeto, bem como a destinação dada pelo Guilherme Fontes às verbas (milhões de reais) cedidas para a realização do filme Chatô, até hoje não esclarecidas junto à opinião pública. Em outras palavras, não adianta ficarmos lamentando-nos quanto ao desperdício das verbas públicas para a cultura enquanto não houver uma legislação que exija transparência e puna exemplarmente os fraudadores. Espero que os comentários aqui tecidos, ainda que extensos, tenham contribuido para elucidar algumas das questões suscitadas pelos nossos colegas de Samba e de Choro, bem como para abordar a questão de uma forma menos passional, reação esta tão natural a todos nós amantes da maior e mais representativa manifestação cultural de nossa gente: a Música. Caro Paulo,
geralmente evito me meter em discussões estéreis como essa (afinal, isso nào vai dar em nada mesmo), mas dessa vez, não vou conseguir ficar calado. Nós, amantes da boa música deste país, nos julgamos frequentemente, e não sem certa razào, os últimos defensores do bom gosto nacional. Equivocadamente, junto com essa convicção, vem outra, a de que merecemos por isso ser subvencionados pelo governo ou por quem quer que seja. Ora, isso seria um absurdo tão grande quanto esperar que o governo francês barateasse o custo de seus grandes vinhos para premiar o bom gosto de quem os reconhece. Por trás de toda produção de qualidade, está sim o mérito de quem se esforçou para obter esse resultado de qualidade. Assim eu vejo o trabalho do sr. Omar Jubran. Alguém ousaria dizer que ele não merece ser remunerado à altura por isso ? O custo por CD seria de R$ 17,14 ( com a caixa a R$ 240,00 ) ou de R$ 14,28 ( com o preço do Submarino). É pouco, comparado ao preço de qualquer zémanédicamargo que se vende por aqui, e menos ainda comparado com o preço de um CD na Europa. É porque lá se sabe que um bom CD, assim como uma garrafa de um bom Bordeaux, pode custar caro porque vale,e porque alguém se empenhou para que essa maravilha chegasse às nossas mãos. Quanto ao preço de custo de um CD, que os desinformados julgam irrisório, basta consultar o nosso amigo Maurício Carrilho, da Acari, e você vai ver que a coisa não é bem assim. Quanto à gravadora ( ??? ) Collector's ( que raio de nome é esse ? ), muito eu teria a dizer, mas isso é assunto para outra discussão... Participarei também do boicote, realmente é lamentável este preço. O pior que é um desestímulo à cultura brasileira. Elitização que só contribui com a não divulgação da história do samba, favorecendo a musicalidade dos que não merecem, como grupos de "pagode" que abarcam as massas.
Eu ja estava desanimando de comprar o caixão do Noel....Mas quem puder me indicar, por favor, quais os CDS(nao disponho de vitrola)que têm gravaçoes com o proprio Noel. Engrosso o coro contra esses malandros da industria fonografica.
Caros leitores deste site
Estou solidário com todos que como eu não tenham o dinheiro ou simplesmente não acham justo pagar R$298,00 pela caixa de Noel Rosa, isso mesmo, aqui em São Paulo encontrei por esso preço. Já que queremos ter acesso a esses discos mas não estamos dispostos a fazer papel de mané, sugiro que copiassemos os CD's. Bastaria para isso comprar uma caixa apenas e levarmos para alguem que faça cópias, como aquele pessoal que vende CD do Roberto Carlos e do Tcham nos camelôs. Afinal, a malandragem, das gravadoras, só se combate com malandragem. Abraço a todos Nelson, 23. Também não tenho grana nem tô disposto a comprar a caixa do Noel. Existe proporcionalmente mais coisa sobre Noel em CD do que sobre qualquer outro compositor de antes da bossa-nova. Os Cds que vou listar agora são todos excelentes e muitos ainda podem ser encontrados; quem quiser Noel a preço decente pode comprar todos eles e vai ter uma coleção muito mais em conta e talvez até mais interessante:
Songbook Noel Rosa (Lumiar, 1991) Esse foi o primeiro songbook lançado em disco pela Lumiar, e talvez seja o melhor e mais completo até hoje. Praticamente todos os grandes nomes da MPB interpretam Noel em 22 faixas imperdíveis. Caetano canta “Meu Barracão”, Gil pergunta “Com Que Roupa?”; Gal e Marco Pereira (violão) transformam “Último Desejo” na canção mais lírica da história. Tom Jobim e sua Banda Nova interpretam “Três Apitos” e “João Ninguém”. Djavan prefere a menos conhecida “Tarzan, o Filho do Alfaiate” e João Bosco faz uma deliciosa apropriação de “Gago Apaixonado”. Maria Bethânia dá seu recado em poucos segundos, com “Pela Décima Vez”. O grande João Nogueira, que assumia querer fazer música como Noel, participa em três faixas: “Feitio de Oração” (com Luiz Melodia), uma fantástica regravação de “Conversa de Botequim” e “Não Tem Tradução”. Tem ainda Chico Buarque, Cassiano, Ney Matogrosso, Macalé, Moraes Moreira, Leila Pinheiro, Carlos Lyra, Verônica Sabino, Nelson Gonçalves, Eduardo Dusek e Os Cariocas. Marília Batista – História Musical de Noel Rosa (Musidisc, 1963) Uma das duas intérpretes preferidas de Noel, junto com Aracy de Almeida, neste CD duplo Marília interpreta em sempre incômodos pot-pourris nada menos que 59 composições suas. Ainda que não sejam as melhores interpretações da obra de Noel, vale pela variedade de músicas, além de que esse CD não custava nas lojas mais que R$15,00. Cristina Buarque e Henrique Cazes - Sem Tostão... A Crise Não é Boato... Canções de Noel Rosa (Milan, relançado pela Kuarup, 1995) Uma das maiores cantoras de samba do país gravou sua homenagem ao vivo ao Poeta da Vila, acompanhada pelas cordas do grande Henrique Cazes, que também canta. Eles passam pelos óbvio (“O X do Problema”, “Três Apitos”, “Último Desejo”, mas sem deixar de lado excelentes músicas quase desconhecidas, parcerias com Ismael Silva e até paródias a músicas alheias, que Noel se divertia em fazer. Cristina e Henrique prometem pra esse ano um volume dois do trabalho. Noel Rosa – Inédito e Desconhecido (Eldorado, 1983) Neste CD, o mesmo Henrique Cazes do CD com a Cristina, mais o Caola (co-autor com o jornalista João Máximo da biografia de Noel) e mais o excelente grupo Coisas Nossas interpretam 16 músicas inéditas de Noel. Um trabalho excelente, não só pelo caráter histórico... o disco é bom mesmo! Parcerias de Noel com Cartola (“Não Faz, Amor”), Ary Barroso (“Mão no Remo”), Lamartine Babo (“A.B. Surdo”), Orestes Barbosa (“Araruta”), João de Barro (“Samba da Boa Vontade”) e Ismael Silva, erroneamente confundido com o ex-líder d’Os Cariocas Ismael Netto no fundo do CD (“Quem Não Quer Sou Eu”). Muito interessantes também são as vinhetas, em que são apresentadas versões de letras pra clássicos de Noel como “Feitio de Oração”, “Fita Amarela” e “Até Amanhã”. Ivan Lins – VivaNoel – Tributo a Noel Rosa (Velas, Nos dois volumes deste CD, Ivan Lins faz uma boa ação e além de nos poupar de suas composições, nos brinda com a gravação de mais de trinta canções de Noel, acompanhado pelos maiores músicos e cantores do Brasil, de Chico Buarque, Caetano Veloso, Nana Caymmi e Fátima Guedes a Nei Lopes, Fundo de Quintal, Emílio Santiago e Guinga. O encarte traz, além de informações como as letras e quem participou da cada faixa, um belo trabalho de pesquisa com uma historinha sobre como surgiu cada música. Com este trabalho, Ivan tornou conhecidas músicas obscuras e fez regravações decentes do clássicos de Noel. Imperdível, até pra quem como eu está bem longe de ser o maior fã de Ivan Lins. Johnny Alf e Leandro Braga – Noel Rosa - Letra & Música (Lumiar, 1996) Johnny Alf além de um dos maiores pianistas do Brasil e grande compositor de clássicos como “Rapaz de Bem” e “Eu e a Brisa” é um excelente cantor. Neste CD ele deixa o piano de lado e se dedica a cantar a obra de Noel sem parceiros, acompanhado pelo piano e arranjos de Leandro Braga e por feras como Chico Buarque, Arranco (ex- de Varsóvia) e outros bambas. Além das músicas mais conhecidas do Poera da Vila, o CD tem uma bela homenagem que inaugurou a parceria de Johnny Alf e Paulo César Pinheiro, “Noel, Rosa do Samba”. João Nogueira – Wilson Geraldo e Noel (Polygram, 1981) Esse disco, um dos melhores de Nogueira, em que ele homenageia seus três grandes ídolos do samba (sabia tudo esse João!) é também um de seus melhores trabalhos. Já havia sido lançado em CD anteriormente, e agora saiu na caixa de 4 CDs que abrange toda a obra de João na Universal. O CD tem 12 pérolas, sendo 5 de autoria do Noel (as outras são de Geraldo Pereira e Wilson Batista). Dentre as de Noel, se destacam o dueto com Alcione em “De Babado”, a deliciosa “O Maior Castigo Que Te Dou” e a delirante “Positivismo”. Olívia Byington – A Dama do Encantado (MP,B, 1997) Neste belíssimo CD, Olívia, cantora de voz burilada, rende uma homenagem à maravilhosa Aracy de Almeida, intérprete e amiga fiel de Noel por toda a vida. Olívia é acompanhada por músicos do quilate de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e o mais uma vez presente Leandro Braga. Das 21 músicas, nada menos que 10 são de Noel com parceiros. A gravação de “Rapaz Folgado” é deliciante, assim como a faixa que abriga “Com Que Roupa” e “O Orvalho Vem Caindo”, desta vez com a participação da Velha Guarda da Portela. Outras pérolas são “Já Cansei de Pedir” e “Amor de Parceria”. Tá bom, tudo isso é legal mas o que você queria mesmo era ouvir Noel cantando suas próprias músicas? Sem problemas, em 2000 a Warner lançou meteoricamente (se você correr, ainda acha) a série Enciclopédia Musical Brasileira, que apresentava entre seus títulos Noel Rosa por Noel Rosa e Sinhô por Mário Reis. Noel interpreta 7 de suas músicas: “Positivismo” (com Pixinguinha e sua Orquestra), “Um Gago Apaixonado”, o samba-crítica-exaltação “Coisas Nossas”, a hilariante “Mulher Indigesta” (acompanhado dos Sete Diabos), “Felicidade”, “Mentiras de Mulher” (com Arthur da Costa) e “Devo Esquecer” (com Léo Villar, Pixinguinha e sua Orquestra). Uma oportunidade única de, a um preço justo (o CD estava sendo vendido por menos de R$10,00 em algumas lojas) escutar o Poeta da Vila interpretar algumas de suas músicas. Além de tudo isso, só neste finalzinho de 2000 foram lançados três CDs homenageando Noel. Dois, na verdade, homenageiam Noel Rosa e Chico Buarque simultaneamente. São Filosofia (MP,B), do afinadíssimo ex-Boca Livre Zé Renato, que no início dos anos 90 abraçou de corpo e alma o samba e nos brindou com lindas homenagens a nossos maiores sambistas, e Chico e Noel em Revista (Independente) do grupo Nouvelle (ex-Nouvelle Cuisine). Elogiado pela crítica é Noel por Ione (Dabliú), em que a estreante cantora baiana Ione Papas gravou músicas menos conhecidas de Noel. Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ouvir nenhum deles Se sobrarem uns trocados, com muita sorte dá pra comprar um CD de Aracy de Almeida, que com certeza vai ter pelo menos uma música de Noel numa interpretação inesquecível. Eu tenho por exemplo a In Memorian, que saiu pela BMG. Nela, de 14 músicas, 6 são de Noel. Outra opção é uma das coletâneas baratas que saíram de Maria Bethânia pela BMG, que sempre incluem uma das cinco músicas que formavam o primeiro compacto que ela gravou, em 1965 pela RCA, inteiramente dedicado ao Poeta da Vila; ou ainda uma das centenas de CDs lançados nos últimos anos que incluem gravações de músicas de Noel pelos maiores nomes da nossa música como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, João Bosco, João Gilberto, Chico Buarque, Wanda de Sá, Nana Caymmi, Gal Costa... Eu cometi um erro no comentário acima. O recém lançado CD Chico e Noel em Revista que eu disse ser do Nouvelle, na verdade é do grupo vocal Garganta Profunda. Obrigado a Fernando Conte, que percebeu o erro e me alertou.
Parecer de gringo A caixa do Noel tem, para mim, um interesse meramente historico. E uma curiosidade. Aracy de Almeida cantando Noel ou o Noel cantando as proprias composiçoes da para ouvir duas ou tres vezes. Por isso nao vou comprar a caixa para enfeitar na prateleira. Nao e questao de 50.000 Reis ou de um conto de reis. Estaria disposto a gastar esta grana para um songbook de 14 CD'S da qualidade do Songbook editado alguns anos atras com os melhores interpretes atuais. Sou fanatico mas nao fetichista. François Castéran eu consgui a coleção assim que ela saiu, ou seja após a sua produção. tie muita sorte d recebê-la, pois Noel rosa é um dos meus compositores favoritos. Quando fiquei sabendo que a coleção iria 'a venda no mercado fiquei muito intusiasmado, porém após saber de seu preço final fiquei chocado. Nós estamos num país totalmente desprovido de respeito a memoria de sua cultura, em todos os meios. A falta de respeito como são tratados nossos compositores maiores e menores é fora do comum. Neste setor eu invejo os norte americanos e o respeito que eles possuem a sua memória cultural. Lá qualquer compositor , musico ou interprete possui sua memória guadada. Podemos comprovar através de suas revistas especializadas e suas edições de coleções. Temos que nos mobilizarmos para salvar nossa memória cultural, principalmente em tempos de globalização.
Neste Brasil, onde a cultura é privilégio de poucos, isto era de se esperar. A desculpa dos custos parece-me sem sentido. Para provar, aí estão o que fazem com livros, revistas, etc. Economia de escala existe em todas as nações, mas aqui no Brasil não funciona. Lá fora, quando um produto é bem aceito, aumenta-se a produção para baratear o preço; aqui, quando a procura aumenta, reduz-se a produção para aumentar-se o produto da mercadoria. É a eterna ganância dos empresários brasileiros em retirar rapidamente da "linha de fogo", o capital investido.
Se a pesquisa de mercado funciona, por que então, com base nos que estão interessados em adquirir um produto, não é calculado esse preço levando em consideração tais possíveis compradores? Se assim fosse feito, se fosse feita uma consulta sobre quem estaria disposto a comprometer-se em adquirir um certo produto, e fosse feito o rateio dos custos, retorno de capital e lucro entre os pretensos compradores, provavelmente o preço fosse bem aquém do definido com base na gana de receber dos primeiros compradores desavisados, tudo que foi gasto. Segundo seus pensamentos, o resto é lucro & lucro, haja ou não comprador. Talvez por utilizarem essa metodologia, seja tão fácil encontrar-se raridades (Al Jolsohn) de músicos americanos em discos baratos, gente que fez sucesso nas primeiras décadas do século passado, e pouco se saiba de inesquecíveis músicos brasileiros que ficaram apenas na lembraça de nosso pais e avós. Para sentir a veracidade do fato, pergunte a qualquer jovem de 30 anos se já ouviu nosso brasileiros que fizeram sucesso até os anos cinquenta: Chico Alves, Carmem Miranda, certamente dirão que não, mas já ouviram Janis Joplin, Nat King Cole, e outros internacionais fantasticamente cultuados e eternizados pela união adequada de fatores como manutenção de seus ídolos, cultura e seus bolsos cheios. Enquanto em outros países procuram-se manter em catálogo aqueles que foram responsáveis pelo que hoje existe, por aqui procura-se enterrá-los tão logo desapareçam, para que o povo os esqueçam mais rápido. Nesse caso do Noel, certamente foi calculado que nas primeiras mil cópias todo o custo já estaria pago e não haveria a necessidade de editá-lo outra vez. As cópias restantes significariam lucro total, pouco importa vender ou não. Como pensaria o FHC: "Pouco importa que o povo se dane ou não, contanto que a ´nação´ esteja bem". Vou continuar dizendo (apenas) a minha filha, quem foi Noel e o que ele representou para nossa cultura. li todos os comentários e concordo com todos, e ainda acho que quem estipulou este valor exorbitante ,como diria noel em sua musica "mulher indigesta" esta pessoa merece um tijolo na testa...
Nosso consolo é saber que a discografia completa e representativa do dono da Velas será gravada num compacto simples e portanto irá custar bem menos que os R$280,00 roubados das pessoas que somente querem um pouco cultura e prazer. Aliás com a outra singela homenagem, "viva NOEL" o dono da velas fez nosso compositor morrer novamemente. Desta vez não pelos pulmões, mas de desgosto por ouvir tamanho insulto e mal gosto. Sugerimos que o empresário-pianista grave uma homenagem a Beethoven, que como morreu surdo não morrerá de novo, sendo obrigado a ouvir "tamanho talento" musical. MADALENA, pobre Elis.
Diferentemente de uma tela ou uma escultura, o disco musical não é uma obra única, pois pode ser reproduzido zilhões de vezes, disso todo mundo sabe.
Mas é bom não esquecer de que o custo de reprodução de um disco antigo é bem menor do que a gravação e reprodução de um novo disco , que envolve, além dos cantores e compositores, produtores, arranjadores, músicos e coristas, artistas gráficos, fotógrafos. O caso da coleção do Noel é apenas um entre tantos (maus)exemplos. Basta ir até uma loja para se encontrar discos (de artistas famosos,claro) gravados há 25 ou 30 anos, reeditados agora em CD e vendidos pelo preço de lançamentos recentes do mesmo cantor, quando não existiram mais os custos de estúdio, arranjadores, músicos, criação de capa, encarte etc. Como qualquer bem fabricado em escala industrial, o disco musical(mesmo quando travestido de resgate cultural) virou produto de prateleira em lojas e supermercados, tipo sabão-em-pó ou papel higiênico. Como diz bem o colecionador e musicólogo cearense Christiano Câmara, o problema é que existe muita gente que vê a música apenas como um negócio, e antes de pensar na nota musical, já está pensando na nota bancária. A obra de Noel Rosa merece ser preservada com o seu cunho de canção do povo, parecendo realmente estranha uma reedição tão fora do alcance do bolso do cidadão comum. Finalmente, manifesto minha admiração quanto à informação dada aí pelo comentarista anônimo, de que teriam sido gastos quase 11 anos na pesquisa desse trabalho. Como se diz aqui pelo Nordeste: ôxente, arre água!.. Li todos os comentários sobre o preço dos discos com a obra completa, em gravações originais de Noel Rosa, lançados pela Velas. Adquiri a coleção dos 14 CDs por pouco mais de R$200,00 e, depois de ouvir todos os discos e ler o precioso encarte, cheguei à conclusão de que há muita hipocrisia nos comentários que repetem que o preço de R$15,00 (mais ou menos) por CD é muito alto. Adquiri recentemente, POR INTERMËDIO DE INDICAÇÃO DA LISTA, o último disco do Délcio Carvalho e paguei (com o frete) quase R$30,00. Isso já aconteceu muitas vezes comigo e, tenho certeza, com dezenas dos participantes da lista (não sei se com o Paulo Neves), e não li nunca nenhum comentário sobre o alto custo desses discos. Revejam os preços dos CDs anunciados pela lista nos últimos seis meses e comparem com o preço da coleção do Noel Rosa. Será que terão uma grande surpresa ou conseguirão justificativas para situações semelhantes que ocorrem com outros lançamentos - nem sempre de alto nível - que vocês recomendam na lista? Por que, em vez de estimularem gravadoras comerciais a bancar o projeto do Jubran (junto com dinheiro público) não falaram com a Altaya, que começou a lnaçar na última semana a Deutsche Grammophon Collection, com 70 CDs, com gravações de músicas clássicas da melhor qualidade (Karajan, Karl Böhm, Bernstein etc.) por R$10,90 o CD. Será que vocês ignoravam a ganância (sic) das gravadoras comerciais e não sabiam que, se a coleção fosse lançada, volume por volume, em bancas de jornais, teria custo muito mais baixo. Tenho certeza de que muitos os reclamantes acabaram de comprar por R$25,00 o último CD do Ney Matogrosso, com músicas do repertório (em sua maioria) de Carmen Miranda. Tenho certeza de que logo - sem citar o preço - alguém vai promover esse disco na lista.
Devo advertir de que existo. Meu nome não é fictício. Se quiserem mando meu endereço, CPF e RG. Meu e-mail (não-emprestado) é baldy@sercomtel.com.br. Boas compras a todos os inconformados da lista. José Luís da Silveira Baldy. Li todos os comentários sobre o preço dos discos com a obra completa, em gravações originais, de Noel Rosa, lançados pela Velas. Adquiri a coleção dos 14 CDs por pouco mais de R$200,00 e, depois de ouvir todos os discos e ler o precioso encarte, cheguei à conclusão de que há muita hipocrisia nos comentários que repetem que o preço de R$15,00 (mais ou menos) por CD é muito alto. Adquiri recentemente, POR INTERMËDIO DE INDICAÇÃO DA LISTA, o último disco do Délcio Carvalho e paguei (com o frete) quase R$30,00. Isso já aconteceu muitas vezes comigo e, tenho certeza, com dezenas dos participantes da lista (não sei se com o Paulo Neves), e não li nunca nenhum comentário sobre o alto custo desses discos. Revejam os preços dos CDs anunciados pela lista nos últimos seis meses e comparem com o preço da coleção do Noel Rosa. Será que terão uma grande surpresa ou conseguirão justificativas para situações semelhantes que ocorrem com outros lançamentos - nem sempre de alto nível - que vocês recomendam na lista? Por que, em vez de estimularem gravadoras comerciais a bancar o projeto do Jubran (junto com dinheiro público) não falaram com a Altaya, que começou a lnaçar na última semana a Deutsche Grammophon Collection, com 70 CDs, com gravações de músicas clássicas da melhor qualidade (Karajan, Karl Böhm, Bernstein etc.) por R$10,90 o CD. Será que vocês ignoravam a ganância (sic) das gravadoras comerciais e não sabiam que, se a coleção fosse lançada, volume por volume, em bancas de jornais, teria custo muito mais baixo? Tenho certeza de que muitos os reclamantes acabaram de comprar por R$25,00 o último CD do Ney Matogrosso, com músicas do repertório (em sua maioria) de Carmen Miranda. Também tenho certeza de que logo - sem citar o preço - alguém vai promover esse disco na lista.
Devo advertir de que existo. Meu nome não é fictício. Se quiserem mando meu endereço, CPF e RG. Meu e-mail (não-emprestado) é baldy@sercomtel.com.br. Boas compras a todos os inconformados da lista. José Luís da Silveira Baldy. Obs. Peço para reproduzir esta última versão do meu comentário, no qual fiz algumas correções. Grato. Baldy Esse tal de FFHHCC, quiçá FFFHHHCCC, jamais poderia ter sido eleito Presidente do Brasil.
Infelizmente a população brasileira só assiste a Rede Bobo. Enquanto eles (Rede BOBO)lançam os Funks dos tigrinhos-viadinhos, nós brasileiros que sabemos nossas raízes e admiramos nossa m´pusica ficamos cada vez mais envergonhados de saber que esse País idolatra as Xeilas, e outras vaginas públicas, em detrimento de tão carismático e nobre cantor e compositor. Pelo Boicote JÁ. Pouca vergonha essa "mídia"!!! Parabéns pela iniciativa. Vamos em frente. V I V A A P I R A T A R I A! Na era de superfaturamentos da Sudan/Sudene, todo mundo quer tirar uma casquinha. Um poeta da estirpe do Noel era pra ter sua obra divulgada e estimulada a preço de banana, e vendida em qualquer banca de jornal, acessível ao povo, que gosta do que é bom. Eu, que sou de Vila Isabel, também estou indignado.
Fiquei muito frustado quando tomei conhecimento do preço desta coleção. Os responsáveis por esta coleção poderiam ter um grande lucro, sem onerar tanto, os amantes da boa música brasileira.
No Brasil me parece que eles gostam
de ver o povo ignorante, não o deixando ter acesso a cultura, pois essa não é a primeira vez que fazem essa tremenda "pilantragem". Sou professor, (ACT) do estado de SC, com meu salário ou eu vivo mau ou eu escuto a coletânea!!! Ainda prefiro viver!!! hehehe
entendeu por que existe a pirataria?
ao contrario do que muita gente pensa,o disco pirata e gravado da mesma maneira que o original o que varia é a qualidae do disco,geralmente os piratedores usam de muito boa qualidade,a coleçao noel rosa se compra na sta ifigenia por 70 reais e chorando sai por 50,neste pais estamos longe de preços verdadeiros,ainda a mentalidade e de se ter lucros altissimos,as explicaçoes sao sempre as mesmas,tentando fazer com que o consumidor acredite que a copia pirata danifica seus equipamentos etc... tudo mentira,eles procuram é uma forma de tentar jogar o consumidor contra os piratas pois precisam de alguem que compre a briga que é deles,eles que se danem e corram atraz de seus problemas o povo brasileiro nao mais tao idiota o quanto pensam,e esta cansado de ser roubado por toda esta corja em geral que assola este povo tao maravilhoso e pacifico,ainda bem que existe a china e eles mostram ao mundo todo que existem valores reais. um abraço Os 18 itens da coleção do Sr. Omar Jubran que não constam de nossa Obra Completa, conforme citado pelo Sr. Fernando Conte, por se tratar de uma obra de 78 rpm também foram extraídos da série de programas de rádio "No tempo de Noel Rosa" e outros como LP's editados pela Collector's deste 1985 e adquiridos pelo Sr. Omar que é nosso cliente. Portanto o título "Pela Primeira Vez" cabe desde 1997 ao esforço do Sr. José Maria Campos Manzo, já falecido e criador da Collector's Editora Ltda. atualmente Collector's Studios Ltda. (www.collectors.com.br)
Se boicotarmos, não comprando, é claro que uma das duas, ou o preço baixará, ou não haverá venda e o prejuizo será deles.
Sugiro que não compremos. O preço é altíssimo! Nirez |
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