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Elton Medeiros deixa depoimento no MIS - Museu da Imagem e do Som |
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Conforme muitos já sabem, o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro costuma registrar, para a posteridade, o depoimento de uma pessoa importante para a cultura brasileira. Nesta terça (26), os residentes no Rio poderão presenciar a entrevista com o mestre Elton Medeiros. Autor de músicas belíssimas como "Onde a Dor Não Tem Razão" (com Paulinho da Viola) e "Pressentimento" (com Hermínio Bello de Carvalho), ele responderá às perguntas dos jornalistas João Máximo, Moacyr Andrade e Maria Lúcia Rangel, bem como do músico Afonso Machado, do conjunto Galo Preto.
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Comentários dos leitoresEstive lá, na qualidade de tiete. Foram quase 6 horas de depoimento, durante o qual, Elton, com seu humor peculiar e sua ótima memória, deu verdadeira aula sobre o Rio de Janeiro e sobre a música brasileira no século XX. O time de entrevistadores era de primeiríssima, incluindo Paulinho da Viola. Este, ao final, lembrou que cabe novo depoimento,pois Elton ainda tem muito a contar.
Foi, portanto, uma tarde deliciosa. Para quem não assistiu, resta o consolo que, já na próxima semana, a gravação estará disponível no museu. Parabéns ao Elton e ao pessoal do MIS! Sou suspeita para escrever sobre o gde compositor Elton Medeiros pois fomos colegas no Museu da Imagem e do Som. Me emocionei muito com seu depoimento leve e informativo que me remeteram a tempos gloriosos do MIS, quando atuava como os centros culturais da atualidade. Na verdade considero o MIS o precursor de todos os que estão aí e o Elton Medeiros ter participado de seus quadros foi enriquecedor para todos os que com ele conviveram.
Eu assisti o depoimento de Elton e gostaria de comentar. Como pesquisador de música gostei muito de poder ver em pessoa o depoimento (todas as 5 horas!), mas achei que a mesa foi muito mal dirigida.
Primeiro, foi uma grande surpresa pra mim que não foi convidado nenhum pesquisador/a acadêmico/a de música, mas sim TRES JORNALISTAS. Não quero menosprezar o trabalho de jornalistas de música no RJ, mas por muito tempo o que se tem escrito sobre música popular aqui é dominado por jornalistas. Acadêmicos, que ainda tanto lutam para ter a música popular reconhecida como merecida de estudo nas universidades(em vez de estudos eurocêntricos), tem muito a contribuir. Também achei um pouco chato os jornalistas e a diretora, sempre pedindo pro Elton "Ah! Conta aquela história, não conta essa!"... em vez de deixar ele contar o que ele quer. Nas vezes que eu tentei assistir esses videos de outros depoimentos na MIS, também achei muito ruim ter que sentar por HORAS, sem poder avançar a fita, e ter que escutar esses depoimentos que as vezes não divulgam muita informação importante para pesquisadores, mas sim uns contos engraçados para jornalistas... Depois que terminou fiquei pensando, se eu tivesse que sentar (não ao vivo, mas assistindo os videos) por horas fazendo pesquisa e depois de 5 horas ver que foi nada mais que um bate-papo entre os amigos do Elton, iria ficar muito desapontado... Alô, moro em São Paulo e gostaria de sber se exite algum procedimento para consultar essas entrevistas que não seja pessoalmente. Tenho grande interesse em consultá-los. Obrigado. Christiane.
por favor deem mais atenção aos pesquisadores da nossa musica popular,ou será q tem q morrer o cravo albin?!?(desconjuro bangalo tres vzs)pra q sejamos laureados com pesquisas mais profundas do nosso cantar,nada contra jornalistas mas esse brasil é de todos.
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