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Guinga toda terça de julho no Paço Imperial |
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A programação do "Compasso - Choro e Samba" do Paço Imperial continua batendo um bolão. Ocupando o local durante o mês de julho está nada menos do que Guinga. O preço continua ótimo, apenas R$5. As rodas acontecem toda terça de julho (4,8,18 e 25) às 19h.
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Comentários dos leitoresTalvez o nome Carlos Althier de Souza Lemos Escobar nada signifique para você. No entanto o apelido Guinga já fala por si só, é sinônimo de violão e um pedaço desse Brasil. E é esse mesmo Guinga que o Paço Imperial receberá a partir do dia 04 de julho no projeto Compasso Choro e Samba, sempre às terças-feiras, 19h, na Sala dos Archeiros. Emoção com certeza não faltará a cada acorde perfeito, a cada sucesso inesquecível do grande mestre da MPB contemporânea, aproveitando a ocasião para lançar seu mais novo CD, "Suíte leopoldina" .
Dentista de profissão formado em 1975, trocou cedo os pacientes pelos fãs mas continuou a deixar sua clientela com sorrisos sempre perfeitos. Tanto nas vozes de Elis Regina, Michel Legrand, Caubi Peixoto ou Clara Nunes, o público deliciava-se, deleitava-se com a profundidade de suas letras, com a genialidade de suas canções. "O Guinga já me fez chorar", disse uma vez ninguém menos que Sérgio Mendes, também músico e compositor. "É algo como Villa-Lobos encontrando Cole Porter". Compositor lançado pelo MPB-4 em 1973, foi como violonista que Guinga participou de incontáveis gravações nas décadas de 70 e 80, tendo, inclusive, acompanhado o mestre Cartola na primeira gravação de As Rosas Não Falam. Esse inseparável companheiro chamado violão Guinga aprendeu intuitivamente a tocá-lo, aos 13 anos de idade. Aprimorando seu dom, fez mais tarde cursos de música, com destaque para cinco anos de violão clássico aprendendo e ensinando com o professor Jodacil Damasceno. Compor mesmo, só aos 16. Não demorou para explodir: no ano seguinte classificou sua primeira composição no Festival Internacional da Canção. "É um cara que só aparece a cada cem anos, temos que aproveitar isso", palavras de Hermeto Paschoal sobre Guinga. Suas músicas, composições em parceria com a nata da MPB, como Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc e recentemente Chico Buarque, continuam sendo gravadas por grandes nomes brasileiros. Seu primeiro disco, Simples e Absurdo, de 1991, com interpretações de Leila Pinheiro, Chico Buarque e Leny Andrade, esgotou nas prateleiras. O seguinte, Delírio Carioca, também lançado pela gravadora Velas, contou com participação de Djavan e Fátima Guedes, entre outros. O terceiro, Cheio de Dedos, de 1996, recebeu três prêmios Sharp, incluindo o de Melhor Disco Instrumental. Sua obra foi gravada por Leila Pinheiro no CD Catavento e Girassol, da EMI-ODEON. Nessa homenagem sincera, todas as 14 faixas são autorias de Guinga junto a Aldir Blanc. Chá de Panela, graças à brilhante interpretação de Leila, congratulou Guinga com mais um prêmio Sharp - melhor música popular do Brasil em 1996. Para o cantor Ed Motta, Guinga é um dos poucos foras-de-série. "Dos compositores vivos, Guinga é o melhor do mundo. Ele é excepcional", sintetiza. Engana-se quem pensa que a vitoriosa trajetória de Guinga resume-se aos palcos nacionais. O compositor foi aplaudido de pé no Festival Brasiliana-Madrid, em 1993, e por 15 dias sua estrela foi a que mais brilhou no Café Central-Madrid, já em 1996, mesmo ano em que apresentou-se no Festival Guitarra-Cordoba, também na Espanha. Chegando de Copenhagen, Dinamarca, onde foi ovacionado pela platéia que prestigiou sua estréia no Festival Braziliana-Jazz House, em setembro de1997, Guinga recebeu em casa o jornal Politiken e jamais se esquecerá do que viu. O artigo de Boris Rabinowitsch era direto: "O compositor e guitarrista Guinga, descrito como o maior compositor brasileiro vivo, está à altura de Villa-Lobos, Antônio Carlos Jobim e Egberto Gismonti. Mais ainda que Gismonti, Guinga é capaz de ultrapassar todos os limites". Aproveitando o lançamento de Suíte Leopoldina, seu 4º CD, sucesso absoluto de crítica e considerado pelo jornal O Globo a melhor obra de música popular brasileira de 1999, Guinga colecionará certamente novos elogios nessa temporada rápida um mês no Paço. "Outsider legítimo, Guinga reforça em Suíte Leopoldina a imagem de sua ourivesaria musical obsessiva e genial", antecipa Marcelo Ambrósio, do Jornal do Brasil. Suíte Leopoldina estreou em meados de maio nos Estados Unidos e a expectativa é de mais uma indicação brasileira para o prêmio Grammy. Faz pouco tempo que Guinga se apresentou em algumas universidades dos mais distintos cantos do país, como a UNICAMP e a Universidade Federal da Paraíba, mostrando o repertório do atual show: uma coletânea das principais faixas dos últimos dois discos e ainda os inesquecíveis sucessos de outrora, como Catavento Girassol. Não há como perder mais tempo. Literalmente o Rio de Janeiro está a um Paço do Paraíso! Guinga meu amigo, entre em contato comigo.
Preciso muito da sua ajuda, como profissional da Odontologia. Só confio em você. Caso não esteja mais trabalhando talvez possa me indicar um profissional do seu gabarito. Venha a Saquarema nem que seja para jogar uma bolinha como nos velhos tempos. Fiquei muito satisfeito em assistir seu show com a orquestra sinfônica de Americana, ainda mais pela forma como recebeu algumas pessoas em seu camarim após o show. Comentei com voce que tinha um conhecido no Rio, sobrinho de um copanheiro seu de futebol, mas não me lembrei o nome na hora, agora consegui recordar o nome, é Arédio Pastura. Um grande abraço. Wilton
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