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Festival de Choro reúne grandes nomes Armazém 6 (sorteio) |
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Uma maratona musical. Esta é a melhor descrição do Festival do Choro. Dez grupos de choro se apresentarão nos dias 5 e 6 de novembro, às 20h, em um grande evento no Armazém 6 do Cais do Porto. A cada noite serão pelo menos cinco horas de música, com quatro grupos consagrados junto com um grupo da nova geração. Saca só a programação de primeira: Dia 5 de novembro - 20h Época de Ouro Trio Madeira Brasil Regional Carioca Maria Teresa Madeira Sexteto de Mauricio Carrilho Dia 6 de novembro - 20h Turíbio Santos Tira Poeira Henrique Cazes e Marcello Gonçalves Água de Moringa Altamiro Carrilho Aqui ficamos torcendo que os músicos se animem e promovam algumas promiscuidades musicais. Já pensou que beleza reunir a Maria Teresa com o Trio Madeira? Ou o Altamiro Carrilho com o Turíbio Santos? Pra os que não são nossos leitores assíduos e desconhecem algum dos grupos, estou publicando nos comentários desta notícia um pequeno texto sobre cada uma das atrações. O Festival promete ainda mais do que música. Quem passar pela passarela do Armazém 6 do Cais do Porto encontrará um ateliê, onde um luthier mostrará o processo de construção, afinação e manutenção de um instrumento. Haverá, também, um painel fotográfico com imagens históricas, e uma livraria especializada em choro, samba e MPB. E, pra completar, serão vendidos os CDs dos conjuntos que participam do Festival. O legal é ver o choro ocupando patrocinado por uma grande empresa e ocupando um local enorme, normalmente dedicado apenas à música pop. Promete ser uma grande festa da música brasileira, reunindo um monte de gente bacana. Nestes dois dias o Armazém 6 se tornará provavelmente o maior botequim do mundo! Ei, não se esqueça que no domingo seguinte, acontecerá o aniversário da Agenda do Samba & Choro na quadra da Portela. Boa oportunidade para a turma dos outros estados fazer uma viagem cultural. Ingressos a R$18,00. Comprando para os dois dias saem a R$30,00. Estudantes e idosos pagam meia. Assinantes do O Globo tem 20% de desconto. Proibida a entrada de menores de 18 anos. O Armazém 6 do Cais do Porto fica na Avenida Rodrigues Alves. Tem sorteio! Estamos sorteando 5 pares de ingressos para os Amigos do Samba-Choro. Concorra aqui.
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Comentários dos leitoresPRIMEIRO DIA - 5 DE NOVEMBRO, SEXTA-FEIRA
ÉPOCA DE OURO É o mais tradicional grupo de choro. Concebido por Jacob do Bandolim, em 1966, conta com Dino Sete Cordas - que estará representado por seu filho Dininho - César Faria, violão de 6; e Jorginho, no pandeiro, os remanescentes da formação original.Completam o grupo Toni, violão; Ronaldo, bandolim, e Jorge Filho, cavaquinho. TRIO MADEIRA BRASIL Seus integrantes são agentes multiplicadores de talento, tamanha a qualidade que exibem e influência que resulta de cada show, de cada gravação. Zé Paulo Becker, violão; Ronaldo, bandolim; e Marcello Gonçalves, violão de 7 cordas, gravaram em 1997 o primeiro disco cujo repertório compreendeu chorões de vários estilos e origens - de Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim e Egberto Gismonti a Manoel de Falla e Scott Joplin, não faltando, evidentemente, Pixinguinha e Benedito Lacerda. REGIONAL CARIOCA Fundado há dois anos, é outra revelação e tem um objetivo específico: dar continuidade ao trabalho dos conjuntos Época de Ouro e Regional do Canhoto. O grupo é defensor da forma mais tradicional de se tocar choro, já participou de inúmeras apresentações e acaba de finalizar o primeiro CD, pela Acari Records. Na sua formação estão Tiago Souza, bandolim; Ivan Mendes, clarinete e sax; Fabiano César, violão de 7 cordas; Alfredo Del Penho, violão; Ana Rabello, cavaquinho; e Eduardo Silva, pandeiro. MARIA TERESA MADEIRA Ela está sempre a receber bênçãos de Chiquinha Gonzaga, Carolina Cardoso de Menezes e Tia Amélia, pianistas históricas da canção brasileira. De rara sensibilidade e técnica apurada, Maria Teresa esbanja uma alegria contagiante ao tocar seu instrumento: o piano. Ao repertório moderno, ela confere excelência; ao repertório tradicional, revitalização. SEXTETO MAURÍCIO CARRILHO Com uma experiência de 27 anos de carreira e passagem por importantes grupos, como a Camerata Carioca e O Trio, Maurício Carrilho apresenta uma nova safra de choros de sua autoria. A originalidade de sua formação instrumental, a liberdade de improvisação e a linguagem polifônica dos arranjos demonstram a riqueza da produção contemporânea do gênero e evidenciam a qualidade dos músicos que integram o sexteto, criado em 2002: Marcelo Bernandes, flauta; Pedro Paes, clarinete; Rui Alvim, clarone; Pedro Amorim, bandolim; Celsinho Silva, pandeiro; e Maurício Carrilho, violão e arranjos. SEGUNDO DIA, 6 DE NOVEMBRO, SÁBADO TURÍBIO SANTOS Músico superlativo, chorão que harmoniza e convive com os mais diferentes gêneros musicais. Mais ainda: é um dos responsáveis pela preservação e continuidade da obra de Villa Lobos. Exímio violonista, é professor e responde pela formação de músicos de várias gerações. Costuma realizar concertos no exterior. É um artista atemporal, como a música brasileira e, particularmente, o choro. Pela primeira vez no Rio de Janeiro, Turíbio vai se apresentar ao lado de 15 villa-lobinhos – alunos da Escola de Música Villa-Lobos, referência no ensino de música no país. TIRA POEIRA Os cinco jovens instrumentistas revolucionaram o choro, incorporando novas técnicas, ousadias harmônicas e arranjos surpreendentes. Fizeram releituras magistrais das obras de Waldir Azevedo e Pixinguinha, com uma suave modernidade. É formado por Caio Márcio, violão; Henry Lentino, bandolim; Samuel de Oliveira, saxes soprano e alto; Sérgio Krakowski, pandeiro; e Fábio Nin, violão de 7 cordas. O primeiro disco do grupo, gravado pela Biscoito Fino, já é considerado um dos melhores instrumentais dos últimos anos. HENRIQUE CAZES (com Marcello Gonçalves) Começou a tocar violão aos seis anos de idade. Autodidata, foi-se chegando para o banjo, violão tenor, violão caipira, bandolim e cavaquinho, instrumento que hoje é sua referência. Estreou em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, integrou a Camerata Carioca, em 1980, quando dois músicos o influenciaram em definitivo - Joel Nascimento e Radamés Gnattali. Além de instrumentista e produtor de discos, Henrique Cazes compõe trilhas sonoras para teatro, cinema e televisão e, em 1988, lançou o livro “Choro, Do Quintal ao Municipal”. Tem vários discos gravados, muitos com produção própria. Marcello Gonçalves é um dos mais requisitados violonistas de 7 cordas da atualidade. Gravou pela EMI Classics inglesa o CD “Bach in Brazil”, com o qual realizou turneé por Portugal e Inglaterra. Com seu duo com Henrique Cazes no CD “Pixinguinha de Bolso”, já esteve na Finlândia e Venezuela. ÁGUA DE MORINGA Formado por virtuosos, exibe um repertório variado, mas de estilo indiscutivelmente chorão. Jayme Vignolli, cavaquinho; André Boxexa, bateria e percussão; Luiz Flávio Alcofra, violão; Josimar Carneiro, violão de 7 cordas; Marcílio Lopes, bandolim; e Rui Alvim, clarinete e clarone, gravaram o primeiro disco em 1994, “Água de Moringa”, indicado para o Prêmio Sharp. Em 1998, veio o reconhecimento e o grupo ganhou dois Prêmios Sharp - Melhor Grupo Instrumental e Melhor Arranjador (Josimar Carneiro). Hoje, já são três CDs gravados, sendo o mais recente, “As Inéditas de Pixinguinha”, pela Sony Music. ALTAMIRO CARRILHO Ele tornou-se uma das principais referências do choro brasileiro. Técnica, sensibilidade e clara alegria de tocar o seu instrumento - a flauta. Para muitos, é a “flauta mágica” do chorinho. Vale reproduzir um texto que Altamiro escreveu para o Almanaque do Choro, de André Diniz: “Aos cinco anos de idade eu vi o filho do vizinho estudar com um flautista amador, um carteiro que tocava em igrejas, em rodas de choro e em orquestrinhas da cidade. Depois comecei a estudar sério porque até então tocava meio de ouvido”. E mais adiante, conclui: “Não toco uma frase repetida, cada vez que eu toco é uma frase diferente”. Altamiro Carrilho é fluminense, de Santo Antonio de Pádua e, no dia 21 de dezembro, completa 80 anos. Ela será o último a se apresentar e receberá uma homenagem dos participantes do “Festival Rio Choro”. POIS ADOREI ARODA DE CHORO AS SEXTA POIS TERMINA EN OTIMO ORARIO NAÕ TEN CONFUSAÕ E TEN CONDUSAÕ PARA SA PESOAS IR EMBORA PARA CASA E O GRUPO DE CHORO TAM BEM E MUITO OTIMO
Amigos,
Por acaso alguém sabe dizer se os ingressos estão sendo vendidos com antecedência ? Um abraço, Wallace Me informaram que não haverá a promoção de comprar os dois dias a R$30. Somente vale o preço individual de R$18 para cada dia.
Tudo maravilhoso, não fosse a obrigação de beber NOVA SKIN, única cerveja e...pior, única bebida do local , graças a um contrato de César Maia que vai durar 15 anos c/ essa m... de cerveja.
Não poderia de tecer alguns comentários
para este grande evento.Primeiro estão se não os melhores do CHORO mas sim a nata dos CHORÕES da nossa cidade do grande RIO,SEI QUE SEMPRE FALTA ALGUNS COMO O GRUPO Sarau e outros, fico um pouco triste por que o nosso grupo ainda não é reconhecido no meio chorístico, mas estamos comendo pelas beradas e sei que um dia vão lembrar do nosso GRUPO CHORANDO BAIXINHO formado por jovens com grande talentos que já está tendo grande prestígio por ex:na FEIRA DO RIO ANTIGO que acontece todo 1º sábado de cada mês na rua do Lavradio com senado,mas estamos no projeto Choros do Rio que está acontecendo toda sexta-feira na sala Guiomar Novaes onde fecharemos o projeto junto com o grupo Chorões do Villa no dia 21/11. Dedico aqui meus parabéns aos IDEALISTAS que colocaram e souberam colocar grandes nomes dos nossoS CHORÕES. Abraço a todos que vão participar e muito sucessos para aqueles que prestigiam o CHORO E OS CHORÕES. O Festival vai acontecer dias 5 e 6 de novembro - Armazém 6 (Av. Rodrigues Alves). Aberto ao público a partir das 19 horas.
A abertura será com o Época de Ouro - 20 horas. Como é que num festival que reune grupos que fizeram e fazem a história do choro não está presente o grupo Galo Preto, que é um dos grupos mais antigos do choro e tem uma grande importância no choro.
não sei se estava escrito na publicação e eu não vi...enfim.... onde eu compro ingressos para os shows? é só lá no armazém?
Obrigada Os ingressos (sem lugar marcado) serão vendidos antecipadamente pelo sítio www.ticketmaster.com.br. Veja que eles cobram uma taxa de entrega (R$9) e de serviço (R$2 por ingresso), isto é, se for comprar só um ingresso via internet pagará R$29. Meia entrada somente nos pontos de venda deles."
Um evento nota dez, com essa programação de primeira, merece todo sucesso, claro! Gostaria de saber quem está fazendo a assessoria de imprensa desse evento?
As vendas para o Festival já começaram !
POde-se comprar pele Ticketmaster 0300 789 6846 ou pelo sita deles. Também terá venda no Armazém 6 nos dias do evento. Parabéns pelo grande Festival ! Graça,
o pessoal da Assessoria de Imprensa do evento é a Mônica Cotta e Camila Pereira. A realização é da LR-Criação & Produção. Me lembro de um projeto com esse nome (Rio Choro) mas, criado e realizado em dois ou tres anos consecutivos pelo saxofonista Mário Seve. De qq maneira a iniciativa é válida.
Bilinho Teixeira Aqui em Campo Grande-MS, temos o grupo Pantachoro e eu mesma como única sambista do Centro-Oeste. Temos artistas e muita música de qualidade. Precisamos ampliar horizontes e iniciarmos um intercâmbio de choro e samba e sairmos um pouquinho só do eixo Rio-SP, com certeza isso ampliaria nosso mercado de trabalho.
O Brasil é riquissimo em artistas que por falta de oportunidades não conseguem mostrar o talento e assim engrandecer ainda mais nossa cultura. Um beijão a todos os amigos, Juci Ibanez Cantora/Produtora Cultural Parab'ens,eventos como esse deveriam acontecer mais neste celeiro musical do mundo,o Brasil.Sei q haver'a renovaçao e outros grupos serao mostrados.Deixo a pergunta: pq menores de 18 anos nao podem entrar?Sucesso a todos q participarao,aos patrocinadores e aos organizadores!!! Ubiratan Sousa.
Ao Tiago Machado: você questiona a ausência do Galo Preto no Festival de Choro. Eu também questionaria não apenas este conjunto mas outros tantos que, por contarmos apenas com dois dias para a realização do festival (5ª e 6ª de novembro),não foram incluídos. E não cabe aqui enumerá-los, porque tambem não teríamos espaço.
Confio no sucesso deste festival, o que viabiliza outras edições. E aí o festival envolverá não apenas conjuntos do Rio de Janeiro. O choro, como todos sabemjos, é hoje presente em todo o país,embora mantenha sua essência carioca. Cordialmente, Jorge Roberto Martins. O festival mudou de nome, agora é simplesmente Festival de Choro.
O nome Rio Choro é um evento da Rio Arte (órgão da prefeitura do Rio), produzido pelo Mário Sève, que tem acontecido há 5 anos. Às vezes é um pouco menor, como em 2004, outras vezes é um dos principais eventos musicais da cidade, como em 2003. Pelo menos resolveu-se esta confusão. Como amante do choro, já estou ansioso por este evento. Mas gostaria de saber do pessoal aí da Agenda se vocês sabem se os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente, aonde, e através de que telefone?
Obrigado. Julio Alguem sabe como entrar em contanto com a assessoria de imprensa do evento ou com alguem que possa dar mais informações sobre o Festival?
Abraços, Luiza. |
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