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Nei Lopes lança livro pela Edições Folha Seca (tem sorteio!) |
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O sambista Nei Lopes está lançando pela Edições Folha Seca seu livro de crônicas "171, LAPA - IRAJÁ". São 26 histórias sobre o Rio de Janeiro da época do bom malandro, das rodas de samba e portas abertas. Estou colocando nos comentários o release do disco.
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Comentários dos leitores171, LAPA - IRAJÁ 26 CASOS E ENREDOS DO SAMBA Nei Lopes Conhecido como sambista, intérprete e autor de cerca de 200 canções, além de poeta e pesquisador das culturas da Diáspora Africana, com mais de 15 livros publicados, Nei Lopes chega, agora, às livrarias como cronista e, com certeza, um cronista com saber e sabor bem cariocas. São 26 histórias sobre o Rio de Janeiro da época do bom malandro, das rodas de samba e portas abertas, reunidas no livro 171, Lapa - Irajá, publicado pela Edições "Folha Seca". O livro será lançado num domingo, 19 de dezembro, no Clube Renascença, Andaraí, com direito à feijoada, cerveja e muito samba. O livro Escritas ao longo da vivência de Nei Lopes com o samba, as crônicas de 171, Lapa-Irajá retratam um Rio de Janeiro de 20/30 anos atrás. Suas tramas são impregnadas de cheiros, sabores e sons das rodas de samba e chorinho, das feijoadas, dos papos de botequim, das gafieiras, do futebol, cenários e manifestações tão característicos da cultura popular da cidade. Engraçados, faceiros, risonhos e matreiros, seus personagens são típicamente cariocas, transmitindo ao leitor a vocação para a alegria, a graça de viver e o humor, tão peculiares dos habitantes dos subúrbios e dos morros do Rio. Das 26 crônicas, oito delas foram publicadas em 1987, em Casos Crioulos, livro que contou com a apresentação do escritor Antônio Houaiss. As demais são inéditas. 171, Lapa-Irajá tem 152 páginas, apresentação do escritor Joel Rufino, ilustrações do artista plástico Romero Cavalcanti e projeto gráfico e capa de Egeu Laus. Edições Folha Seca Nome inspirado num chute de Didi e num samba de Guilherme de Brito e Nelson Cavaquinho, a Edições "Folha Seca" nasceu em abril de 1999, direcionada para o que seus fundadores, Rodrigo Ferrari e Daniela Duarte, chamam carinhosamente de temas cariocas. Assim como fizeram da livraria que dirigem - a Dazibao do Centro Cultural Hélio Oiticica - um ponto de encontro dos que procuram assuntos relacionados ao Rio de Janeiro, os dois sócios criaram a "Folha Seca" com esse mesmo objetivo: direcionar suas publicações para temas referentes à cidade, quer sejam na música, arquitetura, história, no futebol, nas artes plásticas, entre outros. Estrearam seu catálogo com os livros Cartas cariocas e Contradigo, de Hermínio Bello de Carvalho, lançados em abril deste ano. |
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