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Exuberante ou farofeiro? Tire a dúvida no primeiro CD de Yamandú |
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Virtuoso ou exibicionista? Exuberante ou farofeiro? Genial ou só um malabarista? As opiniões se dividem sobre Yamandú Costa (pronuncia-se Diamandú), o novo menino prodígio do violão brasileiro. No palco, enche as músicas de floreios e se atraca com seu violão numa expressão corporal cuidadosamente estudada. Chega a ensaiar poses no camarim quando vai se apresentar com um novo parceiro. Se apresenta de bombachas para exaltar suas raízes gaúchas. Algumas de suas entrevistas são divertidíssimas, se mostrando marrento ao ponto de fazer o Romário ser um modelo de humildade. Aos 21 anos, Yamandú ganhou o Prêmio Visa de música instrumetal, o mais conceitudado do país, além de uma bolada em dinheiro, ganhou a gravação deste seu primeiro disco.
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Comentários dos leitoresÉ engraçado o comportamento desses que criticam o estilo de Yamandú. Imagino-os tocando algum instrumento, se é que eles tocam alguma coisa, ou aprovando a forma de tocar dos outros. Devem ser uns acadêmicos ridículos e prepotentes que vão aos shows observar se a ponta do dedão da mão esquerda está aparecendo acima do braço do violão.
Para esses emplumados dou-lhes alguns conselhos: fiquem calados, tomem um porre para curar a inveja e o impacto do novo e fechem os olhos, se não de forma definitiva, mas ao menos para perceberem a música que Yamandú lhes dá de graça, rica em virtuose e em improvisos de altíssimo grau de dificuldade. O cara é um gênio e exclamação final! Eu acessei trechos das músicas do cd de Yamandú pela internet e fiquei encantada com o que ouvi. Ele sem dúvida será um dos grandes violonistas do país.
Parabéns! Vou aguardar a chegada do cd nas lojas. Que é um fenomeno não temos dúvida,
mas acho que ele abriu mais uma janela para se compor para o violão de 7 cordas, coisa que está faltando ou seja um repertório adequado para ele e seu toque. Yamandú é um grande violonista.Não o conheço na vida pessoal, mas sei que seu pai, que é natural de Passo Fundo, já falecido,e também músico, Algacir Costa, era um grande caráter. Penso que Yamandú não deve ter se afastado dos bons exemplos de seu pai. De qualquer forma, independendemente do seu modo de pensar e falar nas suas entrevistas e o seu comportamento humano não se confundem com o seu talento para música, que é nato. Sei que ele vai ler todos os comentários a seu respeito, isso é uma maneira de conhecer o seu público. Por isso desejo a ele que seja muito feliz em relação ao seu primeiro "filho musical" e que aproveite intensamente os momentos que esse primeiro trabalho fonográfico irá lhe proporcionar. Yamandú sempre.
Prezado Paulo,
conheço Yamandu pessoalmente. É um menino-gênio, simpático, m atreiro, e muito, muito prendado; efetivamente, como vc diz, nada tem de bobo. E pq deveria ter? No universo da música popular brasileira, por onde ele agora circula livremente, só há cobra criada, e, como vc bem sabe, "em rio q tem piranha, jacaré nada de costas". acho genial q ele já chegue arrebentando a boca do balão. Em minha humilde opinião, deverá ser, muito breve, o sucessor do grande Raphael Rabello. Em tempo:
o conheci na casa de Rogerinho, em Brasília, e na primeira vez q tocou no meu violão (o Mario Jorge Passos 1986 q pertenceu a Raphael), "detonou" as cordas! Farofeiro? Inveja pura. Dá-lhe Yamandu!!! Acabei de chegar do show do Yamandú no Rival. Meu comentário é o seguinte: "sem comentários"!!!
Cheguei cedo para pegar um bom lugar e poder comprar o cd, mas já tinha esgotado antes mesmo de iniciar o show... Que é que se pode fazer? O cara é um gênio no violão e felizmente as pessoas (embora, não todas) têm capacidade para reconhecer isso. Tenho um amigo que sempre que ouve violonistas como Paco de Lucia ou John Mclaughlin, diz se tratar de malabaristas, não de músicos. Ele os chama de "fumacinha" (porque diz sair até fumaça de seus dedos quando tocam, de tão rápido). Eu particularmente adoro o Paco e o John, "fumacinhas" ou não. No caso do Yamandu Costa, sem dúvida se trata de um "fumacinha". Porém, não ouço as notas de seu violão com a mesma clareza dos violões de Baden, do falecido (e saudoso) Rafael Rabelo ou dos mestres do Duo Fel (entre muitos outros, o Brasil possui uma enorme gama de grandes violonistas, graças ao bom Deus!). Creio que o som de Yamandu carece de clareza, é duro falar isso principalmente para quem não toca nem um décimo do que ele toca (que é o meu caso), mas parece que lhe falta alguma técnica, seja ela proveniente do choro, do jazz, do flamenco, do "erudito" ou de onde for, pois todos os mestres do violão, dentro de suas respectivas "escolas" tiram um som nítido, mesmo quando tocando uma sequência de semifusas em andamente rápido. Mas tá bom, todo violonista (instrumentista) é bem vindo nesse país de xororós!!!!!
Em tempo:eu ouvi o disco do Yamandu e o acompanho desde que apareceu no programa da Inesita Barroso (TV Cultura de SP), há algum tempo. Assim, só pra complementar, vai um último comentário: aos que o estão elegendo ao posto de "gênio" (seja lá o que isso for), não seria um pouco prematuro, não?! Temos trabalhos importantíssimos feitos com violão no Brasil. Para não estender muito, cito apenas o cd (disco) do Egberto Gismonti com o Naná Vasconcelos, "Dança das cabeças", como exemplo do que se pode fazer com o violão brasileiro e do "osso duro" que o Yamandu terá que roer antes de se tornar "gênio". Não seria mais prudente colocá-lo, ao menos por enquanto (é seu primeiro trabalho, pessoal!!!), na categoria de violonista promissor.
Quem já teve a privilégio de ouvir Yamandú ao vivo como eu tive (na abertura do Festival de Música de Itajaí-SC) não tem dúvidas de que ele é um gênio. Ele e o violão são uma coisa só. Este disco solo dele está muito bom. Ele tem um outro disco junto com Lúcio Yanel de nome "dois tempos" lançado pela Acit, uma gravadora gaúcha muito bom também. Yamandú não é exuberante nem farofeiro é um GÊNIO!!
O Yamandu é um virtuose, curiosamente pouco falado aqui no Rio Grande do Sul. No lançamento do 1º CD dele (Dois Tempos, gravado com Lúcio Yanel) o público era predominantemenete de música regional, o público de música instrumental não deu as caras, o que me pareçe um certo ranço. Imagino que dentro em breve o Yamandu vai dar uma depurada no seu estilo e permitir que escutemos com clareza as melodias que ele toca a 180km/h, pois talento não lhe falta, e ele parece estar sempre numa direção de maturidade musical. Crei que hoje ele seja tão exuberante quanto farofeiro...
Outro dia essa figura meio descabelada do Yamandu sentou-se exatamente à minha frente, em um show do Hermeto Pascoal no Rio de Janeiro. Como todos à sua volta, ficou maravilhado com a música e a personalidade de Hermeto "Hermeticus" Pascoal. Hermeto pinta e borda no palco, mas dele ninguém critica o comportamento excêntrico. Quero ver quem tem coragem... Yamandu não é Hermeto - é óbvio. Mas Yamandu não toca em chaleira, nem com linguas de sogra e bonecos de morder para crianças... Talvez seja por aí. Como a música do Yamandu é mais compreensível aos leigos, estes leigos - e aqueles que se acham não-leigos (mas que quase nunca são músicos) acham que entendem tudo e portanto se julgam aptos a criticar. O ego é uma M... Como para ouvir música basta ter ouvido, muitos acabam achando que por ouvir muita música, sabem muito de música. Algo assim como "Coma bastante que você aprende a cozinhar". Santa Ignorância ! Ouvir é natural, tocar não é. Tocar é fruto de muito esforço. Tocar no nível do Yamandu precisa não apenas de MUITO esforço mas também de várias outras coisas : o dom música, a afinidade com o instrumento, anos de persistência e etc. Nascer com o talento não significa ser automáticamente um virtuose. E virtuosidade não falta ao Yamandu. Os invejosos podem falar o que quiserem, mas se alguém pretende viver de musica neste Brasil, precisa ter um certo toque de marketing, ou então vai ficar dando shows à R$100 por noite, se tiver sorte. Yamandu tem futuro e um futuro genial. Eu sei que é difícil para este tipo de gente linguaruda imaginar algo, mas ao invés de ficar discutindo a genialidade ou "farofice" do Yamandu, apenas o imaginem daqui à 10 anos... O grande artista é como o vinho, melhora com o tempo. E Yamandu tem muito tempo e muito talento. Mas Ô Yamandu ! Olha lá, que marketing é uma coisa, fricote de estrelinha é outra...
Estou com voce Walter Silva. Olha, qdo ele fez seu show no Sesc Pompeia, fui na sexta, já tinha esgotado os ingressos, entao fui no sabado, entrei, mas quase fiquei como muitos q estavam lá, sentados no chao. Que show maravilhoso !!!! Temos q agradecer a Deus por nossas perolas brasileiras ainda exitstirem, porque oque está exposto pela mídia atual, é puro lixo. Entao, ao invés de criticarem Yamandu, deviam jogar uma bomba nas gravadoras que produzem esses lixos de hoje !!!! O talento de Yamandu é incontestável. A primeira vez que ouvi sua música foi em sua participação no show em homagem ao Jorginho do Pandeiro com o grupo Època de Ouro e foi fantástico; depois disso tive a oportunidade de vê-lo mais algumas vezes.
A única coisa que sinto é que falta um pouco mais de humildade de sua parte, pois acho que está estória de gênio está mexendo um pouco com seu ego. No Prêmio Visa de Música ele foi o único que não comprimentou nenhum dos participantes inclusive os músicos Paulinho da Viola e Toquinho que só foram comprimentados por ele quando entregaram o cheque simbólico. Talvez pela idade Yamandu esteja um pouco deslumbrado, mas acho que deveria aprender com músicos mais experientes que um pouco de humildade não faz mau a ninguém. Há muito tempo que ouço falar do Yamandú. Por estar a residir em Portugal , obviamente não houve ( ainda ) hipótese de ouvir seu Violão. Se é gênio ou não , isso não me interessa. Há muito tempo que o repertório de Violão ( e alguns Violonistas ) precisam de um "sacode". Que sorte a nossa que temos o Yamandú causando incômodo. Bola pra frente , rapaz!
Fui no show do Yamandú no teatro Rival(lançamento do cd dele) a convite de uma amigo..sinceramente nunca havia escutado falar neste rapaz...mas apartir dos primeiros dedilhados fiquei hipnotizado,pois o cara tem dom e toca com entusiasmo...quem não conhece o seu trabalho..está perdendo a chance de conhecer o que há de melhor entre os talentos musicais da atualidade...simplesmente o cara é fora de série
Excelente, sem sombra de dúvidas.
É jovem e está soltando com toda razão os bichos e toca com a alma isso é importante. Interpretação não se mede em determinados pontos da vida. Manda vê Yamandú e dá um abraço no Hermínio Bello de Carvalho pra mim(vai lá na casa dele, rapidamente). Boa sorte e que Deus lhe acompanhe nesta jornada musical e principalmente da vida. Kadu Nunca fui a um show dele, mas já havia ouvido muitas músicas dele no clube do choro pela TV com o armandinho.Quem fala mal dele realmente não entende de música (José Adriano Fenerich)!!!!
deixa de ser chato!!!!ficar comparando pra ver quem é melhor ou pior é coisa de quem não tem o que fazer!!! quer um conselho??vai comprar o CD do chitaozinho e xororo, que você deve adorar! Yamandu é sim um gênio abraços Muitos elogios! esse cara é bom.
Não vamos comparar de jeito nenhum ao Raphael Rabello isso é um crime!! Raphael só teve um!! Amigos,
Não resta a menor dúvida: Yamandu Costa como violonista lembra em muito os grandes astros do circo(mulher barbada, equilibrista, malabarista, domador de leões, etc). Ele tem o dom inato de se apropriar de músicas alheias e mutilá-las apenas para manifestar sua vaidade. Pessoal, Nazareth e João Pernambuco, entre outros, merecem respeito! FERNANDO DO BANDOLIM (SÃO PAULO) Eta discussão estéril ...
Yamandu toca muito e toca do jeito que acha que deve. Ouve quem quer, compra o CD quem deseja. Quem quiser diferente, procure outra coisa pra ouvir. Alias, hoje em dia, no Brasil, tem violão de qualidade excepcional pra todo gosto e estilo . Yamandu pode escolher como vai tocar, simplesmente porque pode. Quem não pode, fique chupando o dedo. Um abraço Sami Como tradicional gaucho, o moleque desafia a quem escuta porque sabe que domina completamente seu instrumento. Pra quem critica ou ja criticou, que faca igual a ele.Duvido.
Conheci o Yamandu no Café Soçaite,ele apreciando o Grupo Nosso Choro acompanhado do grande 7 cordas o Mário Eugenio.
Quando ví a levada logo o identifiquei como grande violão 7. Além do mais, é muito mais que um violão 7, ele é carismático e um Show a parte, de l00 em l00 anos nasce um destes. Adauto Alves YAMANDÚ COSTA NA FM CULTURA, PORTO ALEGRE! ACOMPANHEM QUARTA-FEIRA, 02/01/2002, O PROGRAMA CONTEMPORÂNEA COM UMA ENTREVISTA COM O NOVO GÊNIO DO VIOLÃO BRASILEIRO. WWW.FMCULTURA.COM.BR
QUARTA-FEIRA ÀS 22 HORAS. Conhecí o Yamandú apenas pela televisão e fiquei "vidrado" na hora! O cara toca demais. Comentei com meu irmão sobre ele e, dias após, o mano colocou em minha mesa um excelente artigo do jornalista e músico LUÍS NASSIF, publicado na "Folha de São Paulo", de 28-1-2001, domingo, pág. B 3, do qual transcrevo trecho que entendos definitivo quanto ao grande violonista gaúcho: "Na música instrumental existem os bons, os grandes e os virtuoses, aqueles que estão em outra dimensão, que parecem não ser desse mundo. O violão brasileiro e mundial tem muitos grandes violonistas. Escepcionais exisstem o britânio John Williams e o brasileiro Odair Assad (Sérgio, seu irmão, é um músico completo, compositor dos mais relevantes, mas Odair é aquele que vive em alfa). Existiu também Raphael Rabello, que morreu, um dos irmãos Abreu, que desistiu, e Baden Powell, que foi o maior. E, agora, tem Yamandú Costa".
Acho o Yamandú excepcional. Entretanto, e é forçoso fazer as comparações, falta amadurecer muito, para que se iguale em qualidade a RAPHAEL e BADEN. Conheci e ouvi Yamandú no Carioca da Gema - numa canja? - não sei, só sei que foi ótimo. Ele é expressivo, intenso e toca muito bem !!! Depois chegamos a conversar um bom tempo, ele, eu e uma amiga. Apesar do seu jeito gauchão, é uma pessoa delicada e sensível. Espero que consiga equilibrar seu arrebatamento boêmio e criativo com a qualidade da música que produz. Sorte pra ele, porque talento já tem.
JA VI ELE EM VARIAS ENTREVISTAS NA TELEVISAO, E NAO TEM NEM OQUE FALAR, O CARA É UM GRANDE GENIO.
JA OUVI FALAR TAMBEM QUE EM UM SHOW, JA CHEGOU ATE CAIR A UNHA DO CARA E ELE CONTINUOU TOCANDO NUMA BOA. É MOLE!!!! QUE ME DESCULPE OS INVEJOSOS MAS O CARA É UM GÊNIO!!! Eu sei que vão me chamar de maluco e o c* à quatro, mas eu sinceramente não acho o Yamandu taaaaão virtuoso assim como dizem. Eu não gosto de ficar apontando erro e etc., mas não sei se porque ele toca empolgado demais ou bebe muito ele dá umas engasgadas horrendas (normal no violão, mas aí o caso dele excede um pouco) e o som é bem sujo. Se vocês quiserem ouvir um monstro de técnica no violão, procurem por aquele integrante mais recente do Quarteto Maogani (esqueci o nome). Aquele sim é um ¨%$¨%$#%$&! Olha, chamar o Yamandu de gênio é um pouco demais. Ele é ÓTIMO (não é um músico técnico e estéril) mas como músico no total... Não sei, muito imaturo ainda
Nosso Caro Yamandú.
O Rio Grande do Sul, memso pisando na bola quando se mostra segregracionista e provinciano, não raramente se manifesta musicalmente mostrando prá que veio. Merece respeito. Elis e Lupicínio, dentre muitos outros, confirmam isso. Nas poucas vezes que o vi tocar, o que ficou evidente é a pretensão e o potencial próprio dos grandes artistas e a santa imaturidade dos jovens. O seu instrumento é cabuloso. Acho que o grande Zé Menezes o faz com muita propriedade quando lembra que Garoto dizia que "o violão é o instrumento mais fácil de se tocar mal e o mais difícil de se tocar bem". Não importa se é gênio ou se é melhor do que a, b ou c. Cuidado com o abismo que vem logo depois da cortina de fumaça provocada pelos elogios. Coitado de você se viver sob essa pressão muito tempo. O Gênio, para ser considerado como tal, precisa superar seu tempo e as nossas espectativas. E com apenas 21 anos ainda vais dar muito "murro em ponta de faca" até se tornar a unanimidade que tem tudo para conseguir e que, no fundo, é o que todos nós estamos precisando e querendo.Inclusive os detratores. Vai fundo meu ilustre conterrâneo Yamandú e cuidado também com os excessos boêmios. A sua musicalidade nos convence. Faça uma família bonita e bem feita, que ainda é a melhor remédio para curar os males provocados pela falta de equilíbrio muito própria dos jovens solteiros e de muitos maduros "espertos". Limpeza de som? Se resolve com faxina. Isso o trabalho dá jeito. Excessos teatrais? Podem ser trabalhados através do entendimento e da direção. A Elis quando começou, nadava de costas no seco. Era de fato engraçadíssimo e alvo de contundentes críticas, o que tempo se encarregou de renegar a segundo plano e ao ostracismo pela força do monstruoso talento que desgraçadamente a falta de equilíbrio destruiu prematuramente e nos deixou chorando prá sempre. João Nogueira? Desgraçadamente também. Cada vez me sinto mais brasileiro em poder gozar as delícias dos Garotos, dos Badens, dos Rafaeis, dos Dinos, dos Josés Menezes, de tantos outros, e, quem sabe, dos Yamandús, que esse meu contraditório país é capaz de inventar. Continue acreditando em você fazendo de todo este entusiasmo o grande resposável pela construção da sua obra o que certamente irá inflar mais uma vez a nossa bola por termos nascido numa terra em que a música sempre foi e sempre será um produto de exportação classe A. Quem realmente gosta de música vê a música como elemento principal. O grau de dificuldade que a sua atrevida pretensão desafia a sua fantástica interpretação é coisa de craque e ainda está te fazendo pagar o preço do risco assumido. É apenas uma questão de tempo. Só se faz bem aquilo que se faz muito. E eu creio que esta tese se aplica tanto às atividades motoras como também às intelequituais. E a música conjuga as duas. Parabéns pelo "cd". É coisa de quem sabe. Não se joga pedra em cachorro morto, em Zé Ninguém e nem em merda. Isso passa. Só depende de você. Eles vão cansar muito antes! João Alfredo Schleder Se Yamandú Costa é um gênio ou não talvez não importe tanto.
Que falem mal, tampouco. Foi assim com Villa-Lobos, com Tom Jobim, com Clementina de Jesus... quem conhece a história de nossa música sabe que Chiquinha Gonzaga já era amaldiçoada. Ainda é assim com o Caetano Veloso. Aproveitam-se de provocações aparentemente bobas que ele diz para o desqualificarem como artista. Será defeito saber se promover. Não lutamos contra o anonimato dos talentosos? É a velha história da Ideologia que sobrepõe a Estética. Até Mestre Tinhorão... Considero Yamandú um músico da linhagem de um Hermeto Paschoal, de um Egberto Gismonti, de um Miles Davis, de um Jimi Hendrix. Inventivo, inquieto, audacioso, irreverente... inteligente. Evidente que ainda não atingiu seu ápice (para nosso deleite ainda virão mais e melhores sons), mas já é um talento descomunal. E olha atrás de quem o cara vem... A prolífica tradição do violão brasileiro... Baden Powell, Dilermando Reis, Garoto, Canhoto da Paraíba, Laurindo de Almeida, Dino 7 Cordas, Meira, Raphael Rabello, Guinga, o pessoal do Duofel,Maurício Carrilho, Antônio Rago, Silvio Caldas, Paulinho Nogueira, sem contar que há o João Gilberto, o Turíbio Santos, os irmãos Assad... e a lista vai muito mais longe. Léguas adiante! Essa coisa de comparar o Yamandú ao Raphael Rabello é uma tremenda besteira. É outra coisa. Claro que o Raphael deixou ali suas influências, aliás como é perfeitamente natural e deve ser. Seu estilo vem da música gaúcha, irmanada com uruguaios e argentinos, mas bem brasileira. Sua pegada é única e cheia de estilo. Evidente que prefere florear - pois nem tudo é Bossa Nova, sem prejuízo para a Bossa e nem para o resto. Fiquemos atentos. Ouçamos. Yamandú é uma caixa de sons. Pandora, claro. Mas Yamandú merece respeito também pelas raízes que tem. Em entrevista para a TV Cultura, aconselhava despretensiosamente os jovens músicos. Dizia: "Tchê, pra que tu vai pra Berklee ou pra Juilliard? Passa na casa do `bruxo` que tu aprende mais?!". Percebem? Parece o Mário de Andrade falando. O cara é brasileiro! Por que ninguém fala mal dessa patota da Trama? Gente boa, mas com mais marketing do que talento. Bah! Ouvi uma pequena demonstração do Yamandu Costa Na TVE e amei!!!!!Onde posso comprar o CD dele aqui no RJ?
O garoto toca bem e tem
talento, disso ninguém duvida. Agora chamá~lo de gênio julgo ser descabido. Sinceramente, não consegui ainda captar essa genialidade que muita gente atribui a ele de forma irracional. Ora gênio por quê? Como compositor, intérprete ou arranjador? Músico tem que tocar música. E a música do Yamandu ainda tem que evoluir muito para chegar no grau de apuro, expressividade e bom gosto alcançado por gente como Raphael Rabello, Paulo Bellinati, Nonato Luiz (só para citar alguns, dentre muitos e muitos outros) que merecem estar no olimpo dos músicos "geniais" (isso para ficar no âmbito violonístico). Agora se o garoto é performático e seus shows impressionam pelo gestual, isso já é uma outra história, mas nada tem a ver com a música em si, entrando no campo da teatralidade. Quando eu ouço um disco quero apreciar a música pura, não quero saber se o cara está fazendo caretas, dançando ou levitando. E os dois discos do Yamandu (para mim) estão longe de merecer o título de geniais. Percebo uma grande ânsia de impressionar pela velocidade e excesso de ornamento, mas virtuosismo não é isso. Em algumas faixas a gente chega a perder o contato com a criação original, já que a melodia se perde no meio de tantas escalas e ornamentos. Ele vai estar mais maduro no dia em que souber destacar a melodia da harmonia. Fui ver o garoto tocar naquele museu de São Cristóvão, louco para mudar de opinião, já que ouvi tanto falar das famosas performances ao vivo e bla-bla-bla. Ora, saí de lá com uma impressão ainda pior! Muita presepada e pouca música. Emoção? Passou longe. Técnica violonística? Não me convenceu. Escalas velozes só são bonitas se não perdem a clareza, nota por nota, tipo Paco de Lucia. Eo Yamandu sai atropelando as notas, como se estivesse num rally. No tal show de São Cristóvão quem acabou por se destacar naturalmente, sem fazer esforço, foi o Armandinho, este sim um virtuose incontestável, e o Yamandu até que funcionou melhor como acompanhador (mas nada que se compare ao Rafa!). Agora, aqui entre nós, o que me impressionou sinceramente foi a quantidade de cervejas que o garoto entornou, antes e durante o show! Apesar dos vinte anos, ele bebe que nem gente grande!!! Isso certamente teve um impacto negativo na sua performance. Alguém precisa dizer para ele maneirar, emprestem uma biografia do Baden para ver se ele se assusta. Eu também adoro uma cerveja, mas acho que o Yamandu exagera. Isso é uma ameaça concreta ao seu futuro como artista. Desse jeito, corremos o risco de perdê-lo pelo caminho, o que seria uma lástima para seu público que quer vê-lo desenvolver seu pleno potencial. Ainda estou dando o benefício da dúvida, já que acredito que talvez aquele não tenha sido um de seus melhores dias. Espero voltar a vê-lo outras vezes, e pegá-lo num dia inspirado. Sinceramente quero mudar de opinião! Mas ele vai ter que me convencer é pela música. Vou guardar o adjetivo de gênio para este dia, já que por enquanto no máximo ele está merecendo o título de "revelação", o que não é pouco. Nós, como público, temos que aprender a ser mais econômicos com esta história de chamar qualquer um de gênio, senão vamos acabar perdendo a noção da escala de valores. É uma forma de respeitar aqueles que deram prova provada de verdadeira genialidade ao longo de suas carreiras. O Yamandu leva jeito e poderá vir a nos surpreender no futuro com boa música (à altura do Rafa e do Baden), mas vai ter que dar ainda muita pedalada. E não o estaremos ajudando com esta onda de babação e puxa-saquismo que poderá levá-lo a se julgar como um artista pronto e acabado e cristalizá-lo no estágio atual. Ora, o que ele nos apresentou até agora é muito interessante mas ainda é pouco. Ele tem talento e potencial para fazer muito melhor que isso. Bom, essa é minha opinião HOJE sobre o Yamandu, no dia em que mudar de opinião volto para fazer o elogio. Concordo e assino em baixo com quase tudo o que disse Alan Romero. Bajulação demasiada pode estragar um músico promissor. E não estou me referindo às bajulações aqui do site samba-choro, não. Jornais e programas de tv, os poucos que ainda prestam atenção em música instrumental, também estão indo na mesma direção. Não quero saber se o cara é gênio ou não, se é bêbado ou não (até porque os músicos que eu gosto, via de regra, são todos bons de copo ou bons em outras drogas quaisquer, pra mim isso pouco importa), ou se é virtuose ou não (se virtuosismo instrumental - apenas- fosse sinal de genialidade, o que deveríamos fazer então com a maioria dos músicos do Brasil, muitos inclusive que reconhecidamente deram contribuições enormes à música brasileira, como um Chico Buarque - que até pode ser visto como um virtuoso da palavra, mas isso é uma outra coisa -, por exemplo). O que eu espero, e muito, é que Yamandu limpe seu som, não atropele as notas, não confunda improviso com citação ou pourt-porri (como ele rotineiramente faz e mais explicitamente fez com o Prelúdio nº4 do Villa Lobos no programinha de entrevista do Bóris Casoi certo dia), que saiba um pouco da história daquilo que estiver tocando (pra não ficar enfiando pizzicato em tudo quanto lugar, do tango ao choro), que pare com esse nacionalismo besta de achar que só o choro "representa" a música instrumental brasileira (o que faríamos com o Hermeto e o grupo Uakti, com o Duo Fel ou o trio Bonsai, por exemplo? se seguirmos este ponto de vista. Diríamos que são todos "colonizados"!?! Oras bolas...), enfim..., ele é um bom menino.
Mais uma vez , me sinto na obrigação de fazer mais um comentário: Nunca vi tanto o nome do Rafael Rabello ser citado de forma tão leviana. E também do Baden Powell.
Deveríamos ter alguma cautela quando fazemos uma comparação com dois grandes Violonistas que , de certa maneira , foram criadores e uma linguagem de Violão que , por terem um "toque" tão pessoal , com tanta personalidade , acho que não deixaram "discípulos" diretos. Está certo que todos nós nos sentimos um pouco "órfãos" com a ausência destes dois grandes Violonistas. Mas acho que isso não nos dá direito de fazermos comparações e/ou chamar de discípulo a qualquer Violonista que esteja causando "inquietação" no ( tradicional e conservador ) meio Violonístico , como o Baden e o Rafael fizeram um dia. Devemos , com a devida precaução , observar e apreciar o Yamandú sem este tipo de colocação. Devemos dar um tempo para ele amadurecer. Se for realmente um trabalho consistente ( ou circo ) só o tempo dirá. Por enquanto , o trabalho dele já valeu pela "inquietação" que causa. Mas isto só , não basta. Não se apressa o um rio. Um cara de 21 anos, bombardeado por essa mídia imbecil e, ao invés de macaquear a guitarra colonizadora ou fazer essa bosta que se resolveu chamar pagode ou axé, tocar com criatividade, talento e tesão o autêntico violão brasileiro, valorizar a música pura do seu país, só por isso já deve ser considerado no mínimo muito acima de qualquer média. Yamandu, sucesso pra você que você é o único músico brasileiro verdadeiro e de pouca idade que aparece na mídia. O resto o Faustão, a Adriana Galisteu, o Gugu e as bostas de rádios FM mostram sempre. Vá em frente, se necessário ouça verdadeiros mestres como o Paulo César Pinheiro e outros amigos seus nos momentos difíceis, mas não se envolva com as críticas babacas que elas são também colonizadas, de um jeito ou de outro. Tô ouvindo seu CD! Ducacete!
Parabéns e contribua cada vez mais pra nossa verdadeira música! Comecei a me interessar por música ouvindo rock pesado, trash metal e tudo mais, até decidi aprender a tocar violão, no entanto ao ver Yamandu tocar em um programa de Tv fiquei extremamente impressionado ,sua velocidade e facilidade para montar acordes, dedilhados estonteantes que fizeram com que eu ficasse paralisado em frente a Tv, ainda pensei nossa que cara rápido chega a ser tão rápido quanto alguns guitarristas que eu admiro, como por exemplo Kirk Hammett do metallica, com certeza ele me motivou a deixar um pouco de lado os acordes pesados da guitarra para me dedicar mais a dedilhados clássicos, e alguns choros, eu o admiro e pretendo chegar algum dia a tocar tão bem ou melhor do que ele, ele ainda é muito novo só tem 21 anos fico pensando nele com 41 anos (se a bebida nao matar ele antes)posso dizer na minha humilde opniao ele pode chegar a ser talvez um dos melhores violonistas de todos os tempos, ele só deveria parar um pouco de querer impressionar sempre com a velocidade pois isso as vezes prejudica a musica propriamente dita.Tenho 16 anos e admiro muito o trabalho de Yamandu, considero ele um excelente violonista, genio talvez daqui a um tempo.
Não chega a ser uma reencarnação de Rafael Rabelo, pois Yamandú já era nascido quando outro se foi. Entretanto, sua virtuosidade musical no violão, nos permite compará-lo com o Rafael. Yamandú é um instrumentista extraordinário que beira a perfeição. Ainda nos dará muitas emoções cor seus acordes.
Depois de todos esse comentários, fico ansioso pra ver o show desse cara que, segundo dizem algumas pessoas do meio musical que eu conheço, é um gênio com muita estrada pela frente. Se ele mentiver o ritmo, daqui a uns dez anos, teremos mais um brasileiro reconhecido pelo mundo todo.
Perfeito o comentário do Hunter.mnd - É gratificante ver um garoto de 16 anos fazer uma leitura correta da arte de um músico virtuose como o Yamandú. Uma música como a DESVAIRADA seria melhor apreciada em andamento mais lento (apenas por quem não conhece a música do Garoto, é claro).
Fiquei encantado ao conhecer a arte do Yamandú em Paracatu, na última festa do Mr. Six, executando o JONGO do João Pernambuco, esgrimindo com o Bandolim do Ronaldo do Época de Ouro, ou mostrando sua "pegada" gaúcha diferente nos Tangos que ele executa à perfeição. Enfim, Yamandú é sensacional. Quanto ao seu estilo, ora - isto faz parte da Psiquée du Role dos artistas deste quilate. É brilhante barbaridade. Queria o nº do telefone divulgado na TV, para adquirir alguns CD's. Não ouvi o cd, mas tenho que dar os parabéns a você, pela cara do seu trabalho! Fique com Deus, e muito successo!
Só para concertar,BrejeirA é uma musica de Joao Pernambuco e nao de Nazareth com outro andamento
a de Nazareth é BrejeirO! Paulo Eduardo Neves ve se estuda um pouquinho antes de falar de alguem, o Yamandu ensaiar poses? haha sou amigo dele desde que ele veio do sul, ele me deu aulas de violao e quando ia na casa dele para tocar nunca vi o cara toca sem fazer poses,(pra que ele faria poses tocando sozinho?) ele faz pose ate para acender o cigarro, é o seu jeito O que o yamandu esta fazendo meu cumpade, a muito tempo q eu nao via, meus amigos de 16 anos conhecendo brejeiro! lamentos do morro! É uma pena que a emoção que yamandu nos passa através do som de seu violao encomode tanta gente que estuda, estuda e estuda musica e acaba"esquecendo o que é a música"! Aí vai um teste para quem avalia Yamandu através de comparações com Rafael Rabello, Badem Pawel e outros, menos um. E que um é esse? Vamos testar a cultura dos comparadores. Qual o único violonista, no mundo, e que é brasileiro da gema, que transcreveu e tocou ao violão, já na década de 60, em solo e acompanhamento, nada menos que o Moto Perpétuo de Paganini, (obra original para violino)? Que transcreveu para si, sem nada simplificar, as mais complexas obras de Nazareth e as tocou ao violão. Que foi um dos raríssimos violonistas a arriscar a tocar as complicadíssimas obras de Paganini escritas para violão? (Voces sabiam que Paganini escreveu para violão? E sabem o porque?) E que, por fim, achando pouco seus feitos, deixou o violão por uma temporada e passou a transcrever e tocar obras de Bach em viola brasileira, estando entre elas, a dificílima Chacona. Voces esqueceram desse brasileiro? Nunca ouviram falar? Mas eu é que não vou contar quem é. Que injustiça hein gente! E o homem está bem vivo aí até hoje, apenas fora da mídia. Outro dia, numa liquidação, comprei por R$10,00, um CD desse violonista onde ele interpretava, com transcrições próprias, sempre perfeitas e completas, o que há de melhor do compositor Garoto. Imperdível. Voces sabem de quem estou falando? Cuidado gente. Curtura é curtura ... é chique inté no úrtimo... Irineu, fico feliz por você citar Geraldo Ribeiro. Ele realmente é um grande violonista e ele fez tudo isso que você falou e mais um pouco. Uma pena que músicos como ele não tenham vez nas gravadoras deste país (seria ótimo ele poder gravar suas composições, ele possui uma obra grande e muito importante que acho que vai ficar jogada às traças, poi não consegue gravar). Ele foi meu professor de violão no Conservatório de Tatuí. Há uma peça que ele compôs para ser tocada apenas com a mão esquerda, muito interessante e muito bonita também, isso para não falar das "versões jazzisticas" - ("brincadeira pra passar o tempo", como ele mesmo dizia)- de peças de Bach (os prelúdios e fugas do Cravo bem Temperado). Acho que violonistas como o Geraldo deram um passo adiante na arte de tocar violão. Parabéns pela lembrança importante e rara, Irineu. abraços.
Concordo inteiramente com Alan Romero que, na minha opinião, fêz um comentário (leia!) inteligente e lúcido sobre a arte do jovem músico.
Além do mais, acho que um músico só se torna um GRANDE músico quando descobre que veio ao mundo para servir à Música e não o contrário. Espero que Yamandú se dê conta disso. Boa sorte, guri!!! Nós, aqui de Passo Fundo-RS, vamos estar sempre torcendo por ti. Eu já ouvi o Geraldo Ribeiro várias vezes. Há uns dez anos atrás fui assistí-lo num show aqui no Rio, que segundo quem me convidou era "imperdível". Me decepcionei muito, pois o Geraldo toca tudo muito dentro do figurino erudito, não tem balanço de choro. O arranjo que ele tocou para "Apanhei-te Cavaquinho" ficou muito certinho, mas soou muito "roda presa", parece que a música "engasga". Me desculpem os admiradores do GP mas mesmo que o Yamandú não seja também do choro, é incomparavelmente mais agradavel de assistir do que o GP, a não ser que ser queira dormir.
Yamandú é um artista,é um gênio e também é um garoto.Vamos deixà-lo tocar e nos deleitar com tamanha arte.Não há o que comparar!Nenhum músico toca como outro músico, e aí está a magia de tudo.Yamandú é aquela torrente de idéias,a musicalidade quase "selvagem" que transborda(e tem grande técnica sim !), sem medo de errar.A essência é a dos tangos,chamamés,e,toda a música tradicional do Sul, mas ele é capaz de tudo;choro,samba,Dino,Baden,Raphael,Dilermando,Garoto,Marco,Belinatti,está todo mundo ali,no violão dele e com ele.Não há máscara ! Yamandú é puro carisma e verdade quando se apresenta.Vamos deixá-lo tocar !!!
Essa discussao nao faz sentido. A resposta estah no disco, basta ouvir e analisar os varios aspectos musicais e conceituais. Tecnica nao eh o fim mas o meio, realmente ajuda na hora de expressar uma ideia musical, mas as pessoas sabem ouvir uma ideia musical? Alguem tem coragem de julgar o John Coltrane quando ele desenvolveu os " sheets of sound"? Em funcao de encontrar a propria voz e expressar as ideias musicais que ele estava pesquisando, John Coltrane desenvolveu um approach tecnico muito apurado mas que so fazia sentido se fosse em funcao de um resultado musical. Depois de um tempo ele abandonou esse approach. Essa eh a questao, oucam o disco, leiam as entrevistas e se perguntem: o que eh que ele estah tentando dizer (musicalmente)? Se voce responder musicalmente e conceitualmente falando essa pergunta, ai sim estarah pronto para comentar algo.
Parabéns, Yamandú!
Pela grande polêmica que sua ARTE está causando. Só pra relembrar o Mestre Nelson Rodrigues: "TODA UNANIMIDADE É BURRA". Derny Tiago Belém-Pa 14 de janeiro de 2002 Bom ou não, a pergunta era sobre uma análise sobre o Yamandú, e não por que este ou aquele músico estão na mídia ou fora dela. Se este jovem vir a se tornar mais uma da galeria dos nossos músicos imortais´, só o tempo é quem vai dizer. Se for mais um discartável também.E o próprio Yamandú não tem culpa da forma como é tratada a memória(não só a musical) do nosso país. E chega de comparações, cada um no seu tempo, com o seu talento e sua própria história. Como no futebol nunca existirá um "novo" Pelé. Francisco Seabra
Yamandu é, hoje, um candidato a imortal da música mundial. Dono de um leque de virtudes e talento necessários para alcançar tal status. Falta-lhe apenas a maturidade e experiência que somente o tempo poderá lhe conceder.
Vi Yamandú na Sala São Paulo, ao lado de Toquinho e Paulinho Nogueira. Fica claro que ele é virtuosíssimo e extremamente competente, mesmo estando tocando junto com essas duas importantes figuras. Para dizer a verdade, ele roubou a cena, e sem grandes exageros, transformou os dois outros em coadjuvantes.
Só um comentário... QUEM EM SÃ CONSCIÊNCIA JULGA UM LIXO DE GUITARRISTA COMO KIRK HAMMETT UM VIRTUOSO? Pelo amor de Deus, comparar o Yamandu Costa com os grandes nomes do nosso violão já é non-sense, com um lixo de guitarrista sem técnica com aquele então! Só pra complementar, eu continuo achando que a técnica desajeitada e sujíssima do Yamandu atrapalha. E eu nem ligo muito pra essas questões, e acho que o choro precisa de um pouco de sujeira pra soar legal no violão, mas querar tocar aquelas escalas rápidas daquele jeito já é demais. Será que ele nunca viu um metrônomo na vida?
Acho que nunca ouvi nada parecido com o som que sai das sete cordas do vilão, desse menino!Parabéns Yamandú...
Yamandú é um dos fenomenos musicais que aparecem a cada 50 anos.É um Ayrton Senna do violão.
Espero que todo este "boom" à seu respeito não lhe faça cair na mesmice daqueles que não tem estrutura psicológica para suportar o peso da fama.O potencial do gaúcho é tremendo e tenho certeza que proporcionará muito prazer aos adoradores do violão instrumental "raiz". Já tive a oportunidade de assistir o Yamandú pela televisão. Ainda não adquiri o seu CD, mas em breve pretendo fazê-lo. Falar do Yamandú sem dúvida é falar de um grande "fera". Também sou músico e sei da dificuldade de tocar um repertório tão complexo como o dele. Considerando sua pouca idade vejo que ele tem uma grande missão pela frente: a de se colocar ao lado de grandes mestres do violão, como Garoto, Baden, Rafael, Meira e tantos outros "bambas". Fique a vontade Yamandú! Você está em solo fértil.
Carlos Castelli
Seu comentário sobre Geraldo Ribeiro diz bem sobre a falta de apuro musical do nosso povo. Não sei como voce foi assistí-lo várias vezes, como disse. Voce tem noção do que seja tocar "Apanhei-te Cavaquinho" em solo de violão, em bom andamento e cuidando do próprio acompanhamento? São 4 notas por tempo, 8 no compasso no solo, fora o resto e do começo ao fim. Seu ouvido, Carlos, é que deve ter engasgado, com a roda presa, por nunca ter visto nada semelhante antes, assim, bem certinho , ao bom sabor erudito. Mas não é exclusividade sua referir-se ao figurino erudito, como um defeito do Geraldo Ribeiro e outros semelhantes a ele. Essa é característica da maior parte do nosso povo, que necessita, cada vez mais, de sons acompanhados de malabarismos suficientes para mantê-lo acordado, mesmo que não esteja tudo certinho, como voce diz. Basta ligar o rádio ou a TV para conferir. No entanto, o Geraldo Ribeiro tem, de fato, um grande defeito, que é o de teimar em perder tempo, permanecendo aqui no Brasil, insistindo em dar pérolas a porcos, como já dizia Jesus. Deveria fazer como fizeram Laurindo de Oliveira, Luis Bonfá, Vila Lobos, Arnaldo Cohen, Badem Pawell, João Carlos Lima, Carlos Gomes, Santisteban, Alberto Nepomuceno, Eudócia de Barros, Madalena Tagliaferro, e dezenas de outros, que sairam ou saem do Brasil para encontrar platéias em que suas interpretações não sejam ouvidas como engasgadas ou com a roda presa. Sou do tempo em que, aos 15 anos de idade, no meio da semana, a gente ia à noite, ao Teatro Municipal de São Paulo assistir a recitais ao violão, por Maria Lívia São Marcos ou Barbosa Lima(voce já ouviu falar?), e havia muita gente que dormia. Desde então, ambos atuam na Europa, com agenda lotada. Se um dia chegarmos a ouvir Yamandu ou qualquer outro tocar, por exemplo, Moto Perpétuo de Paganini ao vivo, solo e acompanhamento, como somente o fez Geraldo Ribeiro, tudo certinho, inclusive no tempo, sem roda- presa nem engasgos, ao bom sabor erudito, estará dado um primeiro passo para um justa comparação. O resto, me desculpem, é modismo, falta de informação e cultura musical. Curiosidade: Voce sabia que até hoje pagamos direitos autorais à uma empresa francesa quando compramos uma partitura de Villa Lobos? Irineu Carlos de Andrade Yamandu esteve no Programa do Jô. Fiquei impressionado com o seu jeito de tocar.É um fenômeno!Todavia,não sei dizer que ele é o melhor do Brsil porque esta terra de Santa Cruz é muito extensa e nos reserva muitas surpresas,ninguém conhece todos os valores musicais que nela existem. Quem sabe quantos "Yamandus" estão por aí, em busca de uma chance?
Raymundo Santos BA, 19 de janeiro de 2002 Sou da terra do cara, tenho o disco do medonho junto com seu mestre Lúcio Yanel (que dentre tantas acompanhou de perto o genial Jayme Caetano Braun), uma fera indomàvel nascido do outro lado do prata. Esses dois são insuportavelmente apaixonados e arrebatadores, tocam violões apaixonados passionais e severamente fiéis às suas emoções depuradíssimas, frutos de heranças criolas, hibéricas, pampeanas, guaranis e brasileiras - sim, o Rio grande do Sul também é Brasil e culturalmente como todos nós, não só - pois vive ladeado de de influências externas, radicais e benvindas. As comparações técnicas e as críticas referentes a Yamandú a princípio não me parecem dignas de respeito, mesmo acompanhadas de apostos cheios de conhecimentos teóricos que mais me parecem exibicionismos acadêmicos e enciumados do que opiniões sinceras. Creio que quando surge alguém mostrando algo novo (mesmo com repertório convencional, clássico, blá-blá-blá), deve-se primeiro ouvir e tentar entender o que está implícito, pois aí que está a personalidade artística do cara, sua proposta, diferencial, sua contribuição para enriquecer o nosso pobre e carente mundinho particular, etc. Parece-me também pouco importante as preocupações referentes a conduta do jovem músico (como ouvi de um importante compositor carioca) no Rio de Janeiro - boemia, álcool, drogas, ego turbinado, sei lá o que mais(provavelmente tudo isso preconceituosamente potencializado); como se tivessemos o direito de interferir na vida de alguém (será saudades dos velhos tempos?). Ora, o caminho como sabemos é individual e intransferível, cabe no máximo a participação dos amigos próximos (amigos e próximos, certo?). de resto, deixemos o gênio fluir e curtamos os resultados.
A premiadíssima e internacional cantora brasileira, Leny de Andrade ouviu de seu pai após a sua primeira grande apresentação, em uma famosa boite aqui do Rio de Janeiro a seguinte pergunta:
Voce vai cantar ou vai beber ? Yamandu esta pergunta eu faço a voce: Voce vai tocar ou vai beber ? Eleonora Barbosa GRANDE YAMANDU!!!!!!!!
RS.RS.RS.RS..QUANTA BABAQUICE!!E PRETENÇÃO DE ALGUNS "ASPIRANTE A MÚSICO" "CU DE BURRO"... MEU GRANDE YAMANDU!QUEBRA TUDO!!VC ESTA SENDO O CARA QUE MAIS ESTA CONSEGUINDO DIVULGAR O VIOLÃO BRASILEIRO AQUI NO NOSSO PAIS!! BOM...PELO MENOS, ESSES AI EM CIMA JA SABE QUE EXISTE VIOLÃO DE 7 CORDAS!!RS...RS...RS..RS.. BOM..VC SABE QUE SOU SEU AMIGO E FÃ TE ADMIRO MUITO!!!! UM GRANDE ABRAÇO DO MÁRIO EUGENIO! "Yamandú Costa aqui quem esta tc é o seu grande amigo Cú de burrro e vc sabe que apesar de nossas brincadeiras..... nunca te disse mas te admiro pra CARALHO.
parabéns pelo seu som e continue assim, pq vc nasceu em boteco e iremos morrer em boteco tomando, tocando, ouvindo e apreciando o poder do som de um violão 7 cordas. um abraço bem forte por tras!!!!! do seu amigo cu de grilo Mário Henrique. e para vcs que comentam ai e gostam de violão 7 cordas experimentam um dia comprar um cd ou escutar o grande Músico Mário Eugenio (é os dois cú de burros que são a bola da vez dos sete cordas)" Irineu,
Não fui assistir o Geraldo Ribeiro várias vezes, não sei aonde você leu isso (leia outra vez com cuidado). Tocar “Apanhei-te Cavaquinho” o Dilermando Reis tocava muito bem, o Geraldo não chega nem perto. E também já vi o Rafael Rabello tocar isso ao vivo, não dá p’ra comparar com o GR. O GR é ótimo músico, mas não leva jeito p’ro chorinho. Aliás, essa era a opinião de boa parte das pessoas que assistiram o GR nesse dia. Ocorreu é que o Geraldo tocando choro não tem fluência nem balanço. Fica tudo certinho nos seus compassos, e meio sem “dinâmica”, e isso não soa característico do gênero, que não é assim tão “quadrado”. Também já assisti o Yamandú tocar “Apanhei-te Cavaquinho” com o Paulo Moura há alguns meses atrás. Apesar das firulas e efeitos do Yamandú, que atrapalham um pouco, a interpretação do GR perde longe. Já ouvi falar sim de Maria Lívia, da qual tenho um único disco, e de Barbosa Lima, do qual tenho alguns Cd’s e partituras. Ainda mais depois de ter estudado 6 anos de violão clássico. Sua resposta é ofensiva e mal educada. Será que você é parente do GR?. Mas não vou trocar desaforos. Por fim, não concordo com a sua opinião sobre o “nosso povo”. Ë uma generalização absurda. Aliás, porque não discutimos Yamandú? Desejo que o Yamandú continue sendo um divulgador das raizes musicais brasileiras com todo o sucesso possivel. Ja tocamos juntos e o conheco bem. Em minha opiniao, nao existem comparacoes entre musicos e julgar a genialidade é algo absurdo tambem.
Jorge Cardoso - Bandolim - DF Qual o segredo?
Já faz alguns pares de dezenas de anos quando conheci o Geraldo Ribeiro, na casa do Carlinhos, ali, entre alunos do Prof O. Guerra. Muito jovem, eu, claro, perguntei ao Geraldo: "Qual o segredo de tocar bem violão?" A resposta veio simples: "Não tem segredo nenhum e quando os alunos descobrem isto, desistem". Palavras do Geraldo Ribeiro. Sábias, do tipo para-sempre. E o que vi no Yamandu? Tudo: muito estudo, nada segredado, mostra sua visão exuberante da música. Um gênio adaptado ao meio, ao momento, à vida. O que queremos mais? Ora... Carlos Castelli
A primeira frase sua é, literalmente: "Assisti Geraldo Ribeiro diversas vezes", portanto, o lapso foi seu, em uma ou outra oportunidade. Antes de mais nada me perdoe se pareci mal educado. Não foi minha intenção. Pensei até em ser cuidadoso em servir-me somente de adjetivos emprestados do seu comentário. Em segundo, não sou parente de Geraldo Ribeiro a quem até considero um mal humorado. Quando o conheci e tentei esboçar-lhe um elogio, afirmando que ele tinha um grande dom, ele me respondeu, grosseiramente, que não se tratava de dom, mas sim 14 horas diárias de estudo. Fiquei com a cara no chão perante os presentes. Mas também não é justo voce sugerir que falemos de Yamandu por si só. Ora, pois foi essa a exata única razão pela qual entrei neste debate, exatamente porque todos comparam esse iniciante a Rafael Rabello, Badem Pawell, Paulinho Nogueira, Toquinho e ninguem mencionava e ainda menciona Geraldo Ribeiro, único violonista, no mundo, e que é brasileiro , que transcreveu e tocou ao violão, em solo e acompanhamento, nada menos que o Moto Perpétuo de Paganini, (obra original para violino)? Que transcreveu as mais complexas obras de Nazareth e as tocou ao violão. (Voce não gostou? Achei o máximo). E que transcreveu e tocou Bach em viola brasileira, estando entre elas, a dificílima Chacona. Voce acha mesmo, que, Geraldo Ribeiro, (ou GR, como voce o trata), sequer pode ser colocado, ao menos, no rol dos comparáveis ao iniciante? Voce teria algum desafeto para com ele? Ou concordaria que mereceria ao menos uma menção? Voce pode não achar dolorido, mas é justo atestar a precária e modista cultura musical do nosso povo. E não se magoe, pois isso é um fato. Veja, só agora alguém se lembrou de Dilhermando Reis, o qual ninguem havia mencionado até o momento. irineu Alguns pontos que, acredito, valerão a pena uma reflexão ao grupo:
1) É justo julgar a obra (e aqui falamos do que o artista produziu)à luz de questões como se o seu autor bebe ou não, se é prepotente ou não, se tem 20, 50 ou sei lá quantos anos? 2) É correto alimentar uma discussão comparativa, como se pudéssemos chegar a um consenso sobre "quem é o melhor"?". Já imaginaram a discussão quem é melhor: Chico ou Jobim, Schubert ou Schumann, Bach ou Mozart, Picasso ou Dali, Gershuwin ou Porter... 3)E os fiéis defensores de estilos violonísticos, o que seria de nós se não pudéssemos nos deleitar com o estilo sapeca e brasileiríssimo de Garoto, do peso e seriedade graciosa do Dilermando, da pureza técnica do Geraldo Pereira, da perfeição acústica do Marco Pereira, da musicalidade e técnica do Rafael, etc, etc, etc... cada um `detentor de uma bela obra, cada um, rico em seu próprio estilo... Sugestão: Gostem e admirem o Yamandú sem precisar de rótulos. Se não, respeitem o artista que é autêntico e tem compromisso apenas com o gosta de fazer... Já assisti a dois shows que o Yamandú participou, um no Sesc Pompéia, com o Armandinho, e outro na Sala São Paulo, com Paulinho Nogueira e Toquinho. Admiro muito o trabalho dele, possui uma técnica incrível, muita criatividade e desenvoltura no palco. Sou um violonista amador e tenho idéia de como é difícil tocar no nível em que ele se apresenta. Só acho que ele deve tomar cuidado com exageros, tanto de "expressão corporal" quanto nos arranjos das músicas. De resto, acho que qualquer crítica é dispensável. A chamada "falta de humildade" é tb coisa da idade, a empolgação diante do repentino sucesso. Isso passa.
Acho que é um tanto difícil comentar o Yamandú sem comparações ou rótulos. Desse ponto de vista não tem dúvidas, o rapaz é muito bom, mas ainda não é um "gênio", e nem se compara a Rafael Rabello ou Baden Powell. Mesmo atualmente existem tantos outros violonistas (vivos) que são superiores. Os próprios Toquinho e Paulinho Nogueira que tocaram com ele, mesmo Robson Miguel, que está em evidência mais agora. Enfim, comparar é necessário. Boto muita fé no Yamandú, ainda mais se ele aprender a "limpar" sua música e seu estilo, que realmente chegam a me incomodar. Não me lembro agora quem comentou sobre o programa do Bóris Casoy, mas ele na verdade tocou um trecho do Prelúdio no.3, muito bem colocado, antes do Trenzinho do Caipira, ambos do Villa-Lobos. Licença poética. Espero (realmente) que o Yamandú se supere cada vez mais e entre pra esse grupo tão abrangente de "gênios" imortais do violão brasileiro. Potencial ele tem. Não se engane, Yamandú, você ainda tem muito o que melhorar (sempre há o que se melhorar).
O que ele tem com o violãosão cumprimentos de amigo e carícias de amor......
O que sai não é nada menos que sentimento puro e limpo..... Em 1000 anos de estudo não se aprende a tocar assim..... q é isso.1000 anos para aprender tocar violão?
O meu contato com violão era apenas música sertaneja e aquelas "serestas" (ñ sei direito)fora aqueles q se dizem roqueiros. Tem pouco tempo que estou "re"- descobrindo a diversidade e beleza do violão.Estou aprendendo a tocar (sou calouro :) e apreciar caras como o YAMANDU q é um símbolo p/ os jovens.Por que só agora estou a apreciar? MEU CONTATO COM O VIOLÃO ERA NOS BARZINHOS E ACHO QUE PESSOAS COMO VCS APRECIADORES E ENTENDIDOS DO VIOLÃO DEVEM "LUTAR" E SE JUNTAR P/ ELABORAR UMA MANEIRA DE DIFUNDIR MAIS O VIOLÃO E VIOLONISTAS NO BRASIL.CHEGA DE DISCUTIR QUEM É O MELHOR. POR QUE NÃO SE UNEM e ORGANIZAM FESTIVAIS OU COISA PARECIDA? INTERESSE DA POPULAÇÃO NÃO FALTA MAS SÓ SE VIA FESTIVAIS EM CAPITAIS E EVENTOS ISOLADOS EM CONSERVATÓRIOS E ESCOLAS DE MÚSICA.FIQUEI CONHECENDO O YAMANDU PELA TELEVISÃO E POR MEIO DO INTERRESE NESSE GAROTO QUE PASSEI A ME INFORMAR E CONHECER OUTROS VIOLONISTAS. SERÁ QUE UM DIA VOU TOCAR AO MENOS 20% DO QUE ELE TOCA? NÃO ME IMPORTO.SOMENTE QUERO APRENDER PELO PRAZER DE TOCAR. Não escrevi que "assisti o Geraldo Ribeiro várias vezes" não, ô Irineu. Dá uma lida de novo, não negue o que está escrito.
E só escrevi "GR" no lugar de "Geraldo Ribeiro" para não ter que ficar repetindo. Então, falando do GR, não acho que não possa ser colocado no mesmo rol dos iniciantes. Muito pelo contrário. É claro que o GR tem uma bagagem musical e violonística incomparavelmente mais sólida do que o Yamandú. Mas nós estávamos falando do GR no choro, e nisso, pelo que ouvi e assisti, ele não me agradou, e sou mil vezes o Yamandú. Estamos falando só de execução instrumental e não de outras habilidades musicais. Como instrumentista de choro o Yamandú bate amplamente o GR que eu já ouvi diversas vezes (e só assisti uma, viu, ô Irineu). E olha que o garoto também não é bem do choro não, viu? Se é gênio ou não, não vou discutir, mas sempre que puder vou assistir o Yamandú tocar, porque é impressionante o domínio que tem do instrumento e as nuances que imprime em cada música que toca. Dá para compará-lo, sim, por exemplo, com o Rafael, embora o Yamandú não seja exatamente um "setecordas" tradicional e ainda não esteja numa fase tão rica quanto o Rafael esteve. Só espero que não se deixe levar pelo flamenco e pelos arranjos elaboradissimos e cheios de notas como o Rafael andou fazendo (e o pior é que isso parece ser do gosto dele). Dá para comparar, sim, como o Baden Powell, para ver que o Yamandú está ainda longe da simplicidade encantadora dele. Tomara que tome o Baden como exemplo. (Ouçamos, por exemplo, o disco gravado no SESC em que o Baden toca músicas do João Pernambuco –ali está a prova de que não é necessário ser rápido e “malabarístico” para tocar virtuosisticamente o choro – é um estágio de maturidade ao qual infelizmente o Rafael não teve tempo de chegar, e ao qual o Yamandú com certeza chegará ). "En passant", discordo de todos os que escreveram aí que não dá para comparar músicos. É claro que dá sim, como em qualquer outra atividade há os melhores e os que são mais apreciados. Complementando, Irineu, não tive o prazer de ouvir a gravação do GR dos choros do Ernesto Nazareth, embora tenha muito interesse em ouvi-la; se puder me indique onde posso encontrá-la. O único disco do GR que tenho tocando choros é esse em que ele toca músicas do Garoto. Dele ouvi, ao vivo, “Apanhei-te Cavaquinho”, como já lhe disse, e também “Odeon” e algumas outras das quais não me lembro agora, e não gostei.. Virtuoso, farofeiro, malabarista, exibicionista, exuberante, não importa. Yamandú Costa é músico de talento nato! Dizer que suas notas não são ouvidas perfeitamente chega a ser falta do que dizer! Querer de alguma forma atacar esta preciosidade, seja pelo seu comportamento ou técnica, seria cometer a mais pura manifestação de inveja e desprezo por aquilo que é nosso. Valeu Yamandú! O Brasil te ama sim! E te amará ainda muito mais!!!
Barbaridade! é tudo uma questão de estatística. Me dei ao trabalho de ler todos os comentários e, salvo um ou dois invejosos ou mal informados, a grande maioria saúda o sol que nasce, sem pedir licença, viva a música como diz o mestre Hermeto Paschoal, vamos calar a boca e ouvir, porque a vida é curtinha...
Agora é inveja comentar o fato de ele tocar mais sujo do que um guitarrista de rock n' roll das antigas. Se você tem ouvidos ruins e não consegue notar como ele atropela as notas, problema seu...
Sou formado pela Escola Nacional de Música (UFRJ)(violão erudito) com mestrado em Composição e Regência realizado em Berkley e doutorado em música Dodecafônica pela Nadia Boulanger de Paris.
Acho que sou gabaritado para questionar o talento deste jovem músico. Na minha opinião (me desculpem a franqueza), tanto ele como o Armandinho são invenções da mídia. Yamandú nao é preciso ao tocar, "tropeça" nas cordas. Toca "embolado" e se perde ao tentar tocar mais rápido do que suas mãos permitem. Ele exagera ao tentar utilizar a velocidade de forma incessante. Precisa de um pouco mais de estudo. Já o Armandinho, não sei nem o que dizer. Um cara que utiliza aquela faixa ridícula na testa, vestindo aquelas calças enfiadas na bunda empunhando um visual "hard rock" para tocar tacanhas versões dos nossos clássicos do choro, Enchendo aquele cavaquinho ridículo com floyd rose de "delay"... Aquele gel no cabelo então... Quanto lixo!!!! Lineu Bravo, apesar de não conversar sobre música com leigos, vou conceder para vc alguns minutos do meu precioso tempo.
Nada tenho contra as duas figuras por mim mencionadas, porém, sou de opinião que ambos não são os exímios mestres geniais de seus instrumentos.Definitivamente para mim, nada possuem de virtuosismo. O que posso dizer do menino Yamandú é que ele realmente "leva jeito".É uma pedra a ser lapidada, com dedicação, estudo, disciplina e maturidade (que definitivamente ele não tem). Yamandú não é gênio e nem o exímio violonista que apregoam. Afirmo categoricamente que possuímos centenas de músicos exemplares alguns totalmente desconhecidos. Tentar tocar escalas em alta velocidade não representa virtuosimo, ainda mais no caso dele, onde não conseguimos ouvir as notas que ele toca com clareza. É principalmente aí que ele peca. A precisão...É preciso escutar tudo de forma "limpa" e clara. Correr o tempo todo para que? Falta melodia falta ainda muita coisa. O Armandinho então não merece minha atenção. Por que vcs que adoram este lixo não freqüentam as verdadeiras rodas de choro. O Armandinho me desculpe os termos é um prego, e se vc, meu caro amigo pensa o contrário, é que não entende nada de música. Armandinho é uma mistura infeliz do guitarrista do Motley Crue com Silvio Caldas, Ney Matogrosso e Ernesto Nazareth. Imagina o lixo que não sai desta mistura. Armandinho é mais um baiano circense destes que nós músicos de verdade temos que aturar! Os baianos circenses detonaram a música brasileira.Foram os que começaram com a onda do "pouco importa o que o seu ouvido absorve, e sim, o que os olhos observam" O Gil para mim é uma excessão.Um ótimo músico. É triste ver músicos viruoses de verdade como Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Heitor TP, Yuri Popoff, Helio Delmiro, Heraldo do Monte, etc, sequer serem conhecidos pelo público brasileiro. Isso sem falar nos nossos músicos eruditos. Um abraço, César Osbrasheintein Shneider Havia me esquecido.
Sr. Lineu, leciono na Escola Nacional de Música da UFRJ como professor 40 horas nas cadeiras: Arranjo e Composição e Música Contemporânea (Dodecafônica e de Câmara), além de lecionar violão. Não dou aulas particulares pois são poucos os alunos que se dedicam. Se quiser ter aulas comigo sugiro estudar e passar no vestibular de música da UFRJ se vc for capaz, pois capaz de falar besteira e de ofender os outros vc já mostrou que é. Saudações César Osbrasheinstein Shneider PS. => Tb não gosto do meu sobrenome Eslavo. Fiquei imensamente emocionado ao assistir a apresentação deste maravilhoso gênio musical ainda tão jovem como MOZART em seu tempo. A Música Brasileira está de parabéns.
Ontem, 18 de Março de 2002, Yamandú
Costa fez sua apresentação de duas sessões no Teatro São Pedro, na URGS (Universidade Federal) em Porto Alegre. Mais de duas mil pessoas puderam ver seu trabalho e ouvir seu desabafo:"Eu que só estudei até a quinta série estou me apresentando para universitários". Foi uma bela apresentação. Embora muitos falem que ele "come" algumas notas (e é verdade) ele demonstra que leva a música de qualidade a sério e está disposto a fazer o impossível : Botar na cabeça das pessoas que o Brasil não se resume a Rio, São Paulo e Nordeste. Ele quer divulgar a tão desprezada cultura gaúcha ao Brasil inteiro, assim como tentam outros como Renato Borghetti, Nei Lisboa e Vitor Ramil, entre outros. Chamá-lo de gênio ? Egberto Gismonti é um gênio. Yamandú é um grande talento da música popular brasileira, assim como tantos outros que não têm dinheiro nem fama. Qual é o motivo de tantas discussões?Será que Yamandu Costa incomoda tanta gente assim só porque é muito jovem ou por que existem muitos violinistas frustrados?Ele toca divinamente! O melhor é que ele é muito jovem e é o que me impressiona mais ainda!Alguns dias atrás ele veio ao Clube do Choro aqui em Brasília e eu perdi o maravilhoso espetáculo que muitas pessoas me disseram! Graças a Deus apareceu uma excelente revelação da música nos ültimos anos!Ao invés de criticar o "gênio"por que não vão criticar as porcarias que insistem em tocar nas rádios do Brasil!
Desde que o vi na tv, principante no programa Sem Censura na tv educativa, me apaixonei completamente e literamente pela aquela figura descabelada e desde então o acompanho os seus passos por todo os lugares!Agora dizer que ele está distrinchando as músicas de Ernesto Nazareh e dizer que ele é o novo Rafhael Rabello é um exagero estrondoso!Mas mesmo assim Yamandu é maravilhoso Yamandu, volte de novo para fazer shows aqui em Brasília!!!!! Sua fã número 1! Erica. Para refletir
Sou amigo do Yamandú. Conheço o figura à mais de 3 anos e estamos sempre em contato. Logo, acredito poder esclarecer e ter também o direito de contribuir um pouco, com esta sede de ídolos que nós temos.... No primeiro dia em que esteve em São Paulo, o conheci. De lá para cá tudo mudou, menos ele. Uma das coisas que sempre me impressionou, foi a sua humildade. No palco pode até coriografar movimentos, dizer besteiras, fazer gestos estranhos, e etc.., que levem algumas pessoas a dizerem "aquele metido do violão" ou "que gaúcho estranho" ou ainda "que gordo maluco!". Porém ele se acha um aprendiz eterno. Talvez erre as músicas demais, isso é verdade. Porém, como toda virtude tem suas fraquezas e vice-versa, ninguém, eu digo, ninguém viu uma pessoa com um repertório tão abrangente e dotado de uma técnica de improvisação e harmonização tão exuberante, nos últimos anos. Posso falar isso, pois depois de alguns shows, fomos à bares juntamente com outros músicos de grosso calibre. O Yamandú não é um técnico do violão, com certeza. E isso ele nem almeja. É um grande improvisador do instrumento. Pode-se dizer um mestre nisso. Cada show é um show. Cada música é outra música. E é por isso mesmo é que faz sucesso, gente. O inesperado, o inusitado, o extrovertido, abrangente, mutante, vibrante são ingredientes que se bem dosados farão muita gente se emocionar ao vê-lo no palco. Vale a pena mesmo. Entretenimento garantido. A improvisação é um comportamento "realtime". A cabeça ferve como panela de pressão. Não é à toa que se desmancha em gestos escabrosos e engraçados. Portanto, acho que criticar é saudável. Continuem criticando ! Bastante ! Quem sabe lá, se a soma de todas estas críticas, que são visões particulares de cada um, poderão se aproximar de uma teoria que o explique ! Um abração pessoal. Yamandú, quebra tudo ! Sem sombra de duvidas ele e um bom violonista, mas nao ao ponto de ser o melhor do Brasil, sendo nosso pais um exportador de Violonistas, me deixou a desejar ao ve-lo ao vivo pois no CD ele parece totalmente diferente ,muito mais limpo, me pareceu uma copia mau feita do nosso virtuoso RAPHAEL RABELLO,que por sinal foi um violonista que foi e ate hoje e reconhecido em todo mundo e nao teve essa midia toda em cima .Ele e bom volto a firmar ,mas se procurarmos encontraremos talentos melhores do que ele , e so uma questao de midia .
Concordo plenamente com o Irineu Carlos Andrade. Se pararmos para pensar é uma tremenda burrice tanto fazer elogios da maneira que estão sendo feitos quanto meter o pau descriteriosamente.
Músicos como Yamandú não são fáceis de se encontrar. Vou dizer porque, na minha opnião. O meio erudito é repleto de pessoas que tocam realmente rápido e claro. Tocam aquilo que está escrito na partitura. Mas as vezes nada conseguem passar.Os vestibulares estão repletos destes exemplos. Se destaca quem consegue conversar através do instrumento. Já tive o prazer de assistir ao Yamandú ao vivo, ao lado inclusive de um grande violinista mineiro que já viajou o mundo mostrando seu talento. A opnião é unânime.Ele tem o que é mais difícil: segurança, interpretação...o som realmente não é tão limpo, mas estamos tendo somente uma amostra do que poderá vir a ser um dos maiores talentos brasileiros. Elogios como os que estão sendo feitos só farão inflar o ego de alguém que definitivamente é competente, poderão inclusive limitar algo que o talento lhe proporcionará. Críticas idiotas só provam a imaturidade destes músicos ou não, que esqueceram que perfeição é coisa que depende de muita disciplina e força de vontade. Para os entusiastas de plantão...cuidado para não minar esse cara que realmente ama música. Força sempre Yamandú. Se é que você lê estas coisas...Inté pro ceis. Thiago Lage Estou impressionado com a capacidade de divagação e com a falsa erudição de algumas pessoas. Uns tentando teoretizar sentimentos, outros tentando impor sentimentos. Quanta bobagem.
Apenas gostaria de mandar um forte abraço para um amigo querido que não vejo há tempos.
Força, sorte e tudo de bom prá ti Yamandú! Quebra tudo aí, gaúcho "fiádumaputa"! Ao Sr.César Osbrasheintein Shneider:
Que bom pra ti que tens tantos diplomas.É de muito mal tom uma pessoa tão bem graduada fazer comentários tão arrogantes,mal educados. Verdadeiros gênios, esses sim, que não tiveram um décimo da sua formação acadêmica como Cartola, Nelson Sargento(meu amigo e ídolo), Ismael Silva e tantos outros, foram e são muito melhores que ti e no entanto são pessoas extremamente humildes. Um humilde abraço, Leonardo. Há pouco tempo tive oportunidade de conhecer a música instrumental brasileira. Estou maravilhado com os grandes talentos que esse Brasil tem. Sem dúvida nenhuma, o Yamandú faz parte desse time de talentos e os críticos, me desculpem...
Yamandú, Yamandú, Yamandú!!!! ELE É BOM, SABE BEM IMPROVISAR, MAS FALTA MUITO, MAS MUITO PRA CHEGAR PERTO DE PACO DE LUCIA OU TOMATITO...
ELE NÃO DEVE MUDAR NADA DO SEU ESTILO, APENAS TER MAIS NITIDEZ AO TOCAR. ACHO TOCA TÃO RÁPIDO, QUE ÀS VEZES PARECE O FREE JAZZ... No meu entender existem dois Yamandus. Um é o Yamandu do palco, ao vivo, muito bom. Ainda mais se tomou uma cachacinha. O outro é o do disco, frio e sem graça. Não sei se por questões de produção ou o que, o certo é que no disco ele não me convenceu, não é tão emocionante quanto ao vivo. Espero o proximo trabalho para tirar-mos a prova dos nove. Que ele mude de produtor no próximo disco para ver no que é que dar porque neste primeiro ficou muioto a desejar.
Roberto Torres Queria saber qual ajuda ele recebeu ou recebe da secretária de cultura do nosso Brasil para poder dedicar ao seu violão ?
Deveria existir mais apoio aos nossos artistas "genios"apoio com grana para ele morar bem ,comer bem ,ter bons instrumentos e poder se dedicar , pois na hora de pagar uma conta é necessário parar ....ou diminuir o andamento ! Pois da qui há pouco ele estará com um desses artistas da midia , fazendo MI Maior de gancho , e não poderá elevar sua arte até onde sabemos que ele é capaz , só pelo fato que tem contas a pagar e anseios como qualquer ser humano e quantos músicos genios ou não como yamandu não tiveram sua carreira rarefeita pela desilusão ! Se gosta dele ou de outro músico , deposita uma grana pra ele !Assim ele poderá estudar e ser ainda mais...Genio ! Não existe nada pior do que você estar estudando com a conta corrente negativa ! Acabo de chegar de Minas Gerais e em Diamantina assisti ao show do Yamandu. Que delírio vê-lo dedilhar o violão...!! A Igreja do Rosário não comportou todos os interessados e muita gente ficou pra fora. A sua capacidade de improvisação teve seu auge: alguns rojões lançados perto da igreja,pareciam "atrapalhar" o show; mas o cara, espetaculoso como é, criou um jeito irreverente de usar o barulho dos fogos, na interpretação da música. Foi fenomenal e isso provocou risos na platéia. Adorei.
Êta pais complicado: O cara mal começou a aparecer e já virou gênio. Pior que ele já está acreditando. Não sei não, colocar esse menino ao lado de um Jacob, de um Pixinguinha, de um Radamés, de um Paulo Moura é forçar muito a barra... Depois reclamam quando dizem que somos Tupiniquins!
Paulo É impressionante! Nossos jornalistas gostam de polêmicas desnecessárias. Pior é o leitor que embarca nessas discussões estapafúrdias. Tem de tudo: leitor invejoso, leitor arrogante, leitor metido a inteligente e aqueles que são mal informados.
Infelizmente esse julgamento precoce de Yamandú é loucura natural que acontece de tempos em tempos, conforme surge um músico com algum diferencial. Veja bem, eu disse “com algum diferencial” e não gênio e muito menos farofeiro. Só o futuro vai dizer o que ele é ou deixa de ser, mesmo assim é algo para não haver preocupação. A verdade é que Yamandú faz música séria e parece que as pessoas esqueceram disso. Também é um defensor desta boa música. A prova disso é o grande número de comentários que faz em shows e entrevistas, citando os bons músicos de sua geração e o respeito pelos seus antecessores, sem falar da divisão de palco que ele mesmo promove em seus shows com todos esses músicos. Além de ser um grande músico intuitivo (isso deveria ser ouro para qualquer músico), Yamandú é um jovem consciente, muito maduro para a idade que possui e tem a verdadeira noção do papel que começou a desempenhar como violonista, não como “o violonista”, mas sim como “mais um bom violonista” que tem muito a contribuir. Tem também um conhecimento histórico muito bom, envolvendo repertório, músicos de todos os gêneros, produtores, cantores e etc. Enfim, esta é minha pequena contribuição para ajudar a clarear a cabeça de tantas pessoas confusas que, na tentativa de fazer uma crítica construtiva, não sabem o que dizer e acabam levantando questões irrelevantes e sem embasamento. E mais uma coisa: Quando você, sem querer, parar num canal de televisão e estiver passando um programa bem decadente (aqueles bem famosos que ainda não tiraram do ar pela baixaria que é porque o dinheiro não deixa) e ainda com a apresentação de um grupo bem ruim, ou cantor, cantora (é só imaginar aquele que você mais lamenta que exista), instantaneamente lembre que temos um Caio Márcio, um José Paulo Becker, um Gabriel Improta, um Yamandú Costa, uma Mariana Bernardes, uma Itiberê Orquestra Família, um Rabo de Lagartixa... Nossa!! Isso dá um alívio momentâneo!!! se há pessoas q falam do jeito de Yamandú tocar é ruim ou insano,ele tem q agradecer pois é mais um gênio q está surgindo.Imagina se jimmy page para-se de tocar quando a critica caiu sobre o led zeppelin,e tonny iommy quando diziam q o black sabbath era uma banda desprovida de musicos talentosos,hoje em dia eles são lendas q influenciam ha todos q começam a tocar guitarra rock,sendo direta e indiretamente.Yamandú é mais um caso desses,q vai fazer sua história e sempre existirão "chupa sangues"pra botar defeito em suas obras.um abraço pra esse cara q já vi em sua entrevista dizer q é fã de pink floyd como eu e com certeza já ouviu ritchie blackmore,fora paganini q eu tenho certeza q ele ama suas harmonias como eu
Ufa, que gente chata. Ainda bem que o Premio Visa , o único qualificado atualmente(?) revelou artistas como o Yamandu. Que outros furacões venham para não termos mais a chance de conceder prêmios de consolação. Pode crer, existem outras artistas que ainda
tem vida. Yamandu é tônico. Que Deus lhe proteja, AMÉM. Aos outros: Corre pra casa padilha! É muito estranha essa polêmica sobre o Yamandú. Acho-o um excelente violonista, um virtuose do instrumento, e como já foi dito, faz parte de uma geração de músicos sensacionais, grandes instrumentistas como nosso país sempre os teve. Há o fato de certas pessoas não gostarem do seu estilo, a meu ver um tanto agressivo e, ao contrário do comentário, que o considera intuitivo, acho-o cerebral. No entanto, todos esses adjetivos "agressivo" ou "cerebral" são definições altamente subjetivas, em outras palavras, é questão de gosto pessoal. É mais ou menos a sensação que tenho quando ouço o Trio de violões composto por Al di Meola, Paco de Lucia e Jonh Mclaughlin. Do último, tenho a mesma impressão que tenho em relação ao Yamandú, o que não o (Jonh) faz pior nem melhor que os outros dois, pelo contrário acresenta ao trio a personalidade individual de cada músico. Neste sentido, Yamandú tem personalidade de sobra. É jovem e com o tempo há de se tornar um músico cada vez melhor.
Aliás uma sugestão: já tivemos o D'Alma, que serviu de inspiração ao Trio Al, Paco e Jonh. Por que jovens talentos como o Zé Paulo Becker, Yamandú e o Gabriel Improta, por exemplo, não nos brindam com um cd ao vivo, e naturalmente com este show, que será sem dúvida sensacional. Atenciosamente, Zé Esse negócio de ficar comparando um músico com outro é pura idiotice, coisa de quem não tem o que fazer. Yamandú não é Paco de Lucia, Raphael Rabello, Segóvia, Turíbio Santos ou Baden. Cada músico tem seu estilo, características e técnicas diferentes, ninguem é clone de ninguem. O cara (Yamandú) toca violão pra cacete, constatei isso no seu novo cd, porem não gostei da interpretação de BREJEIRA, a primeira do disco, ele se perde, da a impressão a certa hora que está tocando outra música, além da própria execução, que não possui um som limpo, parece que o cara tava cheio de mé quando gravou essa música, mas o restante salva muito bem o disco, e podemos constatar que o cara tambem é excelente compositor, tem sensibilidade, não é um músico frio, pode-se constatar ouvindo a faixa "chorando por amizade", de sua autoria, além da belíssima interpretação do choro "Meu Avô", do Raphael. Por fim, devemos acabar com essa história de Gênio, pois já se comprovou científicamente que talento sem dedicação, perseverança e anos de estudo e prática seja em que área for, nas artes, esportes ou ciência, não desabrocha um pelé ou um Mozart. Claro que quem tem talento se sobressai, mas duvido que Segóvia teria impresso seu nome na História da Música se não tivesse dedicado toda sua vida ao violão.
Ja vi que esta discussao boba sobre o talento do Yamandu nao vai acabar.Nao ha como comparar-lo com outros musicos, pois nao existirao outros como Raphael Rabello e nem existirao outros como o proprio Yamandu. Graças a Deus apareceu o jovem violonista de talento inquestionável que nos dar muito orgulho,como disse Roberto Drumond ao proprio Yamandu.
Acho o Yamandú, um dos maiores violonista do nosso país e quem sabe do mundo.
Ele é virtuoso e bastante criativo. Faz uns arranjos sensacionais que realmente impolgam quem o escuta. Vi o Yamandú pela TV cultura e num programa do Boris na TV recor. Porém é importante ressaltar que a AMAZÔNIA, terra do futuro e verdadeiro paraiso, está apresentando também seus grandes artistas. Dentre os grandes artístas desse paraiso, é preciso destacar um grande compositor, músico, pesquisador e fantástico violonista, o qual é um violonista extremamente virtuoso e que promete arrebentar na europa, é preciso ouvir sem demora o seu CD Timbres da Natureza Amazônica II(Fonte de Clavenários)pois alí ele mostra apenas um pouco de seu imenso talento como violonista. Além do mais como pesquisador o nosso talentoso violonista descobriu uma nova linguagem musical extraída das vozes dos animais da Amazônia. Compor um Uirapurú, como eu ví Albery falando, "significa compor melodias dentro das expressões sonoras naturais desse pássaro, sem no entando plagiá-lo", (é pra isso é preciso muito estudo, não é qualquer um que pode ter esse tipo de idéia e realiza-la) e isso ele faz de sobra não só com o uirapuru, mas também com os sabiá com o rouxinol, com a Onça-pintada, com a guariba etc... ele siplesmente criou uma rede notável de criação, que alem dos gêneros dos animais, apresenta novas formas musicais originadas da combinação de sons de animais diferentes. voces tem que ouvir esse cara e se informar mais a respeito de sua nova linguagem musical, realmente ele detona tudo, é diferente de tudo o que eu já tinha ouvido em termos de música e a execuão violonistica de Albery é descomunal, um monstro sagrado do violão. Quem dera eu pudesse ver e ouvir num mesmo palco o Yamandú com a sua música gaucha e o Albery com a sua nova linguagem musical a qual tem sido aceita pela crítica, inclusive o maestro Julho Medaglia o elogia no CD, pela sua descoberta maravilhosa, ele é GÊNIO, descobridor (revolucionário) dessa nova maneira de pensar e fazer música. Suas composições são de altíssimo nivel, de uma beleza embriagante. Procurem se informar mais sobre esse cara, pois este já é o seu segundo CD, que já está tomando os rumos da europa, e quem ouvi esse CD quer ouvir mais e mais ainda, é uma coisa mágica. Albery é o Uirapuru, a voz da floresta ná música. Sua música é verdadeiramente ecológica e ambientalista, ele é um protetor da natureza. Mas somente nesse segundo CD é que Albery mostra ao mundo o seu virtuosismo violonístico. Sinceramente eu gostaria de ver os dois tocando no mesmo palco. Porém tenho certesa que isto não está muito longe, pois agora Albery está entre nós, e nós e o mundo logo o conheceremos com mais propriedade. tomara que tudo dê certo e esses dois se encontrem. OBS: o Paco também tem que conhece-lo. Zé Eduardo Ele tem a expressividade dele. Ponto.
Não é "gênio" - um violonista maravilhoso da atualidade é inegavelmente Paulo Belinatti. Vamos apreciar e respeitar o trabalho do cara mas, desculpem, quem disser que ele é gênio não entende nada de violão. Um abraço. Sou violonista e para ser breve independente de questões pessoais Yamandú costa é um fenômeno,um super-dotado que está tendo seu potencial aproveitado em benefício da música de boa qualidade.Para quem questiona seu estilo minha sugestão é que conheça alguns violonistas argentinos com um bom sotaque "campero" que é o que tem o diferenciado dos demais violonistas brasileiros.Quanto as alusões à Paco de Lucia pelo amor de Deus parem com isso.O flamenco é um estilo bastante diferente que explora como nenhum outro as peculiaridades do violão,e além de ser,na minha opinião o violonista mais perfeito que já pude ouvir Paco de Lucia é um compositor genial.Respritem as diferenças!
Yamandu; Não dê ouvidos a estas grandes antas que estão falando tanta bobagem aí em cima... Muitos aí se acham "músicos profundos" porque ouvem bastante música. Grande merda. Meu pai ouve muita música tb (Roberto Carlos e a Jovem Guartda, por exemplo) e não consegue fazer um batuque sem sair do ritmo... Música é um negócio que Deus escolhe um maluco qualquer e dá a esse maluco o dom musical. Eu tenho 17 anos e estudo vio |