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Entrevista com Guilherme de Brito

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Auto-retrato de Guilherme de Brito
Auto-retrato de Guilherme de Brito
Ele nasceu Guilherme de Brito Bollhorst no dia 3 de janeiro de 1922, em Vila Isabel, Rio de Janeiro. Filho do funcionário da Central do Brasil Alfredo Nicolau Bollhorst – de quem herdou o sobrenome de descendência alemã - e de Marieta de Brito Bollhorst, Guilherme teve iniciação musical em sua própria casa. A morte do pai fez Guilherme começar a trabalhar cedo. E foi em seu primeiro e único emprego que surgiu a motivação para compor sua primeira música. Até conseguir sua primeira gravação, foi um caminho longo. Chegou a desistir de ser compositor. Com muito custo conseguiu ter algumas de suas músicas gravadas, mas o sucesso só veio depois de conhecer Nelson Cavaquinho e estabelecer com ele uma histórica parceria na música popular brasileira. Gravou três discos solo e acaba de lançar o quarto, “Samba Guardado”

Em seu apartamento em Bonsucesso, subúrbio do Rio de Janeiro, fomos recebidos com generosidade por ele e sua esposa, dona Nena, que não só o ajudou a lembrar de inúmeras histórias de sua carreira como ainda fez questão de nos convidar para almoçar e provar sua famosa comida.

Com vocês, Guilherme de Brito.

Perguntas

  1. Seu sobrenome, Brito, veio de que lado da família? Porque resolveu adotá-lo? Leia »
  2. Como foi a sua iniciação musical? Leia »
  3. Gostaria que o senhor falasse sobre o ambiente musical da sua infância. Quem eram os seus artistas preferidos, aqueles que tocavam no rádio e que faziam mais sucesso na época? Leia »
  4. O senhor começou a trabalhar cedo. Fale sobre a sua vida profissional antes da música entrar de vez em sua vida. Leia »
  5. E sua primeira composição surge nesta época, devido a uma brincadeira de seus colegas com sua roupa. Como é essa história? Leia »
  6. Nessa época o senhor continuava compondo mas não conseguia que alguém gravasse suas músicas. Leia »
  7. Gostaria que você contasse do primeiro encontro com Nelson Cavaquinho, que firmaria contigo uma das mais perfeitas parcerias da música brasileira. Como você chegou até ele? Leia »
  8. Como é que se deram as suas parcerias com o Nelson? Ele passou a fazer a primeira parte e o senhor a segunda? Leia »
  9. Porque sua música é sempre tão triste? Leia »
  10. E o pacto de parceria proposto pelo Nelson? O senhor nunca quebrou esse pacto mas parece que o Nelson não cumpriu o que ele mesmo propôs. Leia »
  11. Você é o autor do verso imortal "Tire o seu sorriso do caminho/Que eu quero passar com a minha dor" (A Flor e o Espinho), atribuído ao Nelson Cavaquinho e considerado por muitos como o mais bonito verso já escrito na música popular brasileira. O fato de ser pouco lembrado como o verdadeiro autor desta frase o incomoda? Leia »
  12. Como surgiu essa frase? Leia »
  13. Nas gravações de "A Flor e o Espinho", ha créditos de autoria para Alcides Caminha, que também era conhecido pelo pseudônimo de Carlos Zéfiro, desenhista de histórias em quadrinho eróticas. O senhor poderia esclarecer essa controversa parceria? Leia »
  14. "Luto" é outra composição que tem uma história. Leia »
  15. E "Tatuagem"? O Nelson tinha uma tatuagem no ombro direito com o nome da Lígia. Um dia perguntaram a ele sobre a tatuagem, ele desconversou, enrolou e disse, “O Guilherme também tem uma. Afinal qual foi a inspiração para a música? Leia »
  16. Gostaria de sugerir que o Guilherme analisasse um pouco dos parceiros deles além do Nelson Cavaquinho (que, ao que parece, não são muitos). Leia »
  17. Gostaria de saber se já foi gravada uma composição do Juarez de Brito, filho do Guilherme, em homenagem ao pai. A música é excelente e só a ouvi uma vez, em 1996, num show realizado na UERJ. (Se não me engano a música chama-se "Resposta".) Leia »
  18. Gostaria muito que você me dissesse como surgem as suas iluminadas intervenções poéticas. Leia »
  19. O senhor já foi duas vezes ao Japão, gravou um disco que foi lançado primeiro lá e até hoje seu trabalho tem uma grande aceitação pelo público japonês. Como tudo isso aconteceu? Leia »
  20. Gostaria de saber do Guilherme de Brito se ele continua pintando quadros e se são tão belos quanto as músicas que compõe. Esses quadros são postos à venda? Aliás, não estaria por merecer uma exposição com os quadros dele? Leia »
  21. Gostaria de saber qual a sua relação com a cidade de Conservatória, pois o vi lá numa roda de choro em janeiro e vi que foi bastante prestigiado por todos ali presentes, juntamente com seu filho, Juarez. Leia »
  22. Na sua opinião, o que é o samba? Como você definiria esse traço cultural tão importante de nosso povo? Leia »
  23. Você sente que as pessoas hoje estão perdendo a noção do bom samba de raiz e se enquadrando na falsa noção de considerar nomes como Alexandre Pires como atributo de samba ou pagode? Leia »
  24. As pessoas falam muito que o verdadeiro samba está esquecido, mas você não acha que são essas próprias pessoas que esquecem do verdadeiro samba, como dizem “o samba agoniza mas não morre”. O que você acha dos antigos incentivarem mais o pessoal da nova geração que faz o samba da antiga com parcerias, dar musicas para o pessoal gravar e etc. Você não sente que falta este intercâmbio? Leia »
  25. Guilherme, você tem ouvido o pessoal mais novo que faz samba? (ex. Teresa Cristina, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Dudu Nobre, Quinteto em Branco e Preto...) Que tem achado das músicas dessa rapaziada? Tem alguém que você destacaria? Leia »
  26. Você acha que os novos sambistas contribuíram de alguma forma para o engrandecimento do samba? Leia »
  27. Gostaria de saber o que mais lhe chateou em todos esses anos em relação ao caminho percorrido pelo nosso samba. E o que poderá ser feito pra que ele não suma de vez? Leia »
  28. A primeira vez que o senhor gravou foi com o Nelson, naquele disco na Odeon, não foi? Leia »
  29. Mas antes disso o senhor participou do “Quatro Grandes do Samba”. Como é que surgiu a idéia para este disco? Leia »
  30. Depois do primeiro disco na Eldorado, o senhor gravou um disco pro Clube de Criação de São Paulo. Leia »
  31. Depois o senhor gravou o disco pro mercado japonês que saiu posteriormente no Brasil naquela coleção “Grandes Sambistas”, da RioArte. Leia »
  32. E agora o senhor acaba de lançar o "Samba Guardado". Leia »
  33. Seu Guilherme, qual a receita para chegar aos 80 anos? Leia »

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