Concordo com seu artigo. Posso falar apenas do que percebo nas rodas aqui no Rio. As rodas de samba (tirando àquele público fiel, que faz do Samba de certa forma, ao me ver uma "filosofia de vida" pessoas que realmente se indentificam se comprometem e não é necessário ser sambista) aqui no Rio vem sendo frequentado por uma "galera" que antes quando a moda era frequentar o Forró, todos eram forrozeiros arretados, pois ,a moda passou, agora a moda é ir "pro samba" azarar, beber, usar chapeuzinho no melhor estilo sambista sangue bom etc. canso de ouvir isso. Para essas pessoas com certeza vai passar, mas para nós amantes da boa música, da nossa cultura, não vai passar. Cresci ouvindo samba, gosto, entendo, respeito, tenho uma tia que é sambista, e o universo do samba é único. Mas aproveitando, aqui no Rio existe uma outra discussão em relação as pessoas que frequentam o samba, que é pertinente...
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