Faço minhas as suas palavras. Principalmente com relação ao fato de as escolas terem relegado a plano inferior suas alas de compositores. Lembro-me com saudade do tempo em que para ingressar numa ala de compositores o candidato tinha de compor um samba exaltação à escola. Daí surgiram sambas antológicos como os de João Nogueira e Wilson Moreira, para a Portela, Nei Lopes e Dauro, para o Salgueiro, Jurandir, Nelson Sargento, Padeirinho e toda a safra mangueirense. Eram os sambas de terreiro que alimentavam os ensaios e atraíam os verdadeiros amantes da boa música. Tomara, mesmo, que os bons tempos estejam de volta.
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