Prezado Roberto Moura,
Parabéns pelo seu artigo na "Agenda Samba&Choro" sobre o mágico impacto da volta ao desafile das escolas, do samba do mestre Silas de Oliveira, 40 anos depois.
Vi o desfile em 1964 na Av. Presidente Vargas em 1964. Acho que o puxador era o cantor Jorge Goulart. Nem me lembro se aquele desfile do Império foi especialmente bonito. Me lembro da bateria que tinha na frente o Calixto ("o rei do prato"). Mas o que foi inesquecível mesmo foi o samba.
Acho que a batida "quase marcha" (samba empolgação ?) usada agora pelas escolas é uma deturpação séria. Mas o "Aquarela Brasileira" é tão especial que praticamente "resistiu" à aceleração de agora.
Claudio Janowitzer
cjano@terra.com.br
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