Caro Daniel,
Parece que você não leu com atenção o comentário anterior. Como você, não admito tratar assuntos sérios com inconsequência, principalmente no que diz respeito a uma das poucas grandes conquistas de um seguimento sacrificado como o nosso. Também não posso admitir que me venham com defesa incondicional de administrções obscuras e centralizadoras do que pertence à coletividade. Propor a tomada de poder na nossa ordem, é perfeitamente legítimo e legal. A proposta é, na verdade, uma crítica aos que pretendem destruir, antes de construir e renovar; por outro lado, é um alerta aos que pretendem uma espécie de "direito divino" ao poder dentro de uma instituição criada para ser fraternal e democrática. Se esse pessoal aprender a concentrar adequadamente suas energias, tenha certeza, tomaremos, sim, o poder.
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