Concordo com a campanha da Agenda do Samba e Choro contra os CDs com proteção anti-cópia.
A cópia eventual (como no caso de conversão para MP3 para ouvir no computador) não pode ser restringida.
Não são essas cópias feitas domesticaemente que vão causar danos as gravadoras (e principalmente aos direitos dos artistas) mas sim a insdustrialização de cópias feitas em nível industrial no Paraguai ou em outros locais secretos.
Porque a industria fonográfica não faz um esforço sério em conjunto com a Policia Federal para desmontar essa verdadeira fonte dos problemas? É facil questionar a competência da nossa Polícia Federal, mas não vi na imprensa até hoje qualquer evidência de qua a iondustria fonográfica estava tentando este caminho com empenho.
PS. Parabéns à Agenda do Samba e Choro pela referência a esta campanha na coluna do Gravatá no Caderno de Informática do Globo de 18-11-02
Abraços
Claudio Janowitzer
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