Quando me mudei para Salvador, em 85, depois de trabalhar para a Kuarup e para Egberto Gismonti (Carmo) durante anos, meu objetivo era montar uma gravadora como a do Marcus Pereira, no sentido de ter um som mais étno e crú, o som original. Consegui tocar alguns projetos nesta linha e depois fui aprendendo a reconhecer e gostar do Afro de Salvador que é diferente do restante da Bahia. Marcus Pereira é a grande referência para todos nós que valorisamos a música original brasileira.
Axé e Felicidades
Filipe Cavalieri
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