É chover no molhado tudo o que eu escreverei aqui, sei disso. Mas deve ser dito e redito!
Eu, como a Isabela, senti o mesmo arrepio nos pelos do braço quando li que Marcus Pereira se suicidou. Tristíssimo! Assim a gente até entende o carrancismo que tomou conta do Vanzolini, meio largado no museu de zoologia, entre cobras e lagartos, sem seus amigos, sem o jogral, sem fãs, sem reconhecimento! Triste!
E, como tantos outros que leram o artigo, me sinto tomado por um ímpeto infantil e inconseqüente: lutar para comprar o acervo completo da Marcus Pereira, relançá-lo em vinil e em CD, fazê-la reviver em memória do seu fundador homônimo.
Eu tenho dois exemplares da Marcus Pereira: o Onze Sambas e Uma Capoeira, em vinil, que euvou levar em breve para o Vanzolini autografar e em CD tenho o primeiro do Cartola.
Saudades de um tempo que eu não vivi.
abraço
guilherme
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