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Horário: Sex (19h30)
Endereço: R. Alabandina, 619 (Caiçara) (31)3415-6905 Belo Horizonte _MG_
Músicos: 4
Ambiente: 4
Som: 4
Opinião do Público: 4.2

Editado por Sérgio Moraleida Gomes
Última atualização em 31/03/2009
Alguma desatualização? Avise ao editor.

O Del Rango's Bar, mais conhecido como Opção, é parada obrigatória pra quem gosta de samba de qualidade. Funcionando na casa do Seu Ronaldo Coisa Nossa (da Velha Guarda de BH) há mais de 10 anos, o bar passou por uma reforma e ampliação há pouco tempo e sempre foi ponto de encontro de músicos e compositores que se reúnem informalmente para tocar.

Há pouco tempo, esses músicos fundaram o Grupo Essência com a proposta de tocar e gravar sambas e choros de grandes autores e suas próprias composições. O próprio Ronaldo vem ensaiando seus sambas, alguns guardados há décadas e outros mais recentes. Estamos aguardando.

É essa “turma” de músicos (muitos deles versáteis em mais de um instrumento) que nas noites de sexta e sábado se apresentam, com maior constância do:
Carlos Crispim (Marraia)-violão Rodrigo - cavaquinho; Solange,Geovane,João e Ronaldo - percussão; entre outros que sempre aparecem para uma canja.

O espaço não é muito grande, cabe umas 120 pessoas. A cerveja é gelada e barata, e a variedade de tira-gostos é grande. O samba começa as 20h e vai até 24h. Mas quem chega depois das 20:30h, fica de fora; o bar lota! Portanto, reserve mesa por telefone. Os freqüentadores são em sua maioria universitários, sendo uma boa pedida para o pessoal mais jovem.

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Comentários

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Boa tarde!
Faço parte do "Contorno Mneiro", localizado onde funcionava o antigo"Goiabada Cascão", gostaria de saber como mandar agenda do samba para vocês anunciarem.
Desde já agradeço.
Cláudia
Cláudia
26 de Janeiro de 2010

Sou produtora musical do sambista Marquinho Dikuã e gostaria de divulgar o trabalho deste excelente cantor que trabalha arduamente para levar a conhecimento do público a expressão mais pura da cultura nacional. O artista é fundador de projetos como o "Samba de todos os Tempos" além de participar, apoiar e divulgar projetos parceiros como o "Samba da Vela". Idealizador do projeto "Samba no trem" da capital paulista, já participou de alguns programas direcionados à música do gênero além de já ter se apresentado ao lado de grandes ícones da MPB como o Quinteto em Branco e Preto, Oswaldinho da Cuíca, Jamelão, Paulo Vanzolini, Luiz Carlos da Vila, Beth Carvalho, Almir Guineto, Walter Franco, Bocato, Nei Silva, Diogo Nogueira, Alaíde Costa, entre outros.
Um pouco de seu trabalho pode ser visto no www.myspace.com.br/marquinhodikua.
MArquinho Dikuã atualmente se apresenta semanalmente no Bar Brahma, Bar Kabul entre outras casas.
Para conferir sua agenda basta acessar sua página no orkut.
Para contato é só mandar email para marinasoldera.marquinhodikua@yahooo.com.br ou ainda ligando para (11) 76923271.
Vamos divulgar para difundir nossa cultura através da música!!!
Marina Soldera
10 de Janeiro de 2010

Nota: 4
BOM EU AINDA NAO SEI BEM O QUE COMENTAR MAS JASSEI QUE è` BOA ESSA PAGINA. E EU QUERIA CONHESER OUTRAS PARECIDAS QUE CONCERTEZA DEVEM SER BOAS TAMBEM. AFINAL, MANDEM ALGUMAS PARA O MEU EMAIL TA BEIJOS DE DAIANADAROCHASALLES E CHAYANEMARTINS
DAIANADAROCHASALLES
7 de Dezembro de 2009

Nota: 4
BOM EU AINDA NAO SEI BEM O QUE COMENTAR MAS JASSEI QUE è` BOA ESSA PAGINA. E EU QUERIA CONHESER OUTRAS PARECIDAS QUE CONCERTEZA DEVEM SER BOAS TAMBEM. AFINAL, MANDEM ALGUMAS PARA O MEU EMAIL TA BEIJOS DE DAIANADAROCHASALLES E CHAYANEMARTINS
DAIANADAROCHASALLES
7 de Dezembro de 2009

Nota: 4
BOM EU AINDA NAO SEI BEM O QUE COMENTAR MAS JASSEI QUE è` BOA ESSA PAGINA E MUITO BOA E EU QUERIA CONHESER OUTRAS PARECIDAS QUE CONCERTEZA DEVEM SER BOAS TAMBEM AFINAL, MANDEM AUGUMAS PARA O MEU EMAIL TA BEIJOS DE DAIANADAROCHASALLES E CHAYANEMARTINS
DAIANADAROCHASALLES
7 de Dezembro de 2009

Nota: 4
BOM EU AINDA NAO SEI BEM O QUE COMENTAR MAS JASSEI QUE è` BOA ESSA PAGINA E MUITO BOA E EU QUERIA CONHESER OUTRAS PARECIDAS QUE CONCERTEZA DEVEM SER BOAS TAMBEM AFINAL, MANDEM AUGUMAS PARA O MEU EMAIL TA BEIJOS DE DAIANADAROCHASALLES E CHAYANEMARTINS
DAIANADAROCHASALLES
7 de Dezembro de 2009

Nota: 4
BOM EU AINDA NAO SEI BEM O QUE COMENTAR MAS JASSEI QUE è` BOM ESSA PAGINA E MUITO BOA E EU QUERIA CONHESER OUTRAS PARECIDAS QUE CONCERTEZA DEVEM SER BOAS TAMBEMAFINAL MANDEM AUGUMAS PARA O MEU EMAIL TA BEIJOS DE DAIANADAROCHASALLES E CHAYANEMARTINS
DAIANADAROCHASALLES
7 de Dezembro de 2009

CHORO E SAMBA RAIZ – EVENTOS EM GERAL
www.grupomosaico.com.br

Grupo Mosaico, grupo de samba e choro.
Estamos a disposição para um breve contato para show.
c/ Marcos - (11) 9512-3308 (11) 4753-5684
site: www.grupomosaico.com.br
Grupo Mosaico
São Paulo - Capital
marcos-
15 de Setembro de 2009

Nota: 4
fidzsypq muhtlisn xcwhgrqk
weJenEKRkSUmaYb
29 de Agosto de 2009

Nota: 5
mycihwux mtvvoqiu kvsjvaox
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29 de Agosto de 2009

Nota: 2
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DhgJsVsysXJYWjF
29 de Agosto de 2009

Nota: 5
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29 de Agosto de 2009

Nota: 2
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29 de Agosto de 2009

Nota: 3
uvzekqyf zjhpmyak ksyoisuj
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29 de Agosto de 2009

Nota: 4
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28 de Agosto de 2009

Nota: 2
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28 de Agosto de 2009

Nota: 5
emjcscas ovdargda awnvnqye
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28 de Agosto de 2009

Nota: 2
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28 de Agosto de 2009

Nota: 5
Gente,foi muito bacana conhecer um lugar tão alegre e simples.É o início de uma ótima noite em BH.
Ana Paula
28 de Agosto de 2009

Gente,foi muito bacana conhecer um lugar tão alegre e simples.
Ana Paula
28 de Agosto de 2009

Nota: 3
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22 de Agosto de 2009

Nota: 2
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22 de Agosto de 2009

Nota: 2
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22 de Agosto de 2009

Nota: 2
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EfmGOETGvbCgzuRp
22 de Agosto de 2009

Nota: 2
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21 de Agosto de 2009

Nota: 4
cbyzctet yhyuparx duukfagn
EuxrUEORoAMCsCvVk
21 de Agosto de 2009

Nota: 4
glfhwzgt qmvbuszt kbhmqdqr
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21 de Agosto de 2009

Nota: 3
cighekkz urphlgoj fdkhpalt
UEFIIxlTk
21 de Agosto de 2009

Nota: 2
vrqtenud grrsyqnl tpshpvlz
GfEnanZTZnAJlCRu
20 de Agosto de 2009

Nota: 3
czvmzqga vbecczfv lrvklijd
UDWEaSLkFrFrZsN
19 de Agosto de 2009

Nota: 5
kyzcsikq oreuythi rdofyrca
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19 de Agosto de 2009

Nota: 2
dqoejfab lnwwzqms jgaalyba
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18 de Agosto de 2009

Nota: 5
umbekgfd yoiogiek gnlxtesl
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18 de Agosto de 2009

Nota: 2
etmhojok qxanqvqg hbaatkap
sxQelUgrkf
18 de Agosto de 2009

Nota: 3
iruldxei mvktaqsc mvovglvk
eMgWpVPvOgRQkI
18 de Agosto de 2009

Nota: 4
zcheobus xwesbhzs eaooqdjm
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14 de Agosto de 2009

Nota: 2
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14 de Agosto de 2009

Nota: 5
ssunjoia vjzgwdgj exyrazhx
BbtfmMDmkirn
14 de Agosto de 2009

Nota: 3
gyjaadyj haesdbui qlkxuvge
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14 de Agosto de 2009

Nota: 3
jlfduqyd lbmbsirm leqhcdcx
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14 de Agosto de 2009

Nota: 3
aiymmpfh ptjmxgvz ruimwezx
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14 de Agosto de 2009

Nota: 3
nghbofwr gwonaetf ucalbetm
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14 de Agosto de 2009

Nota: 2
vjgtvwor pspyxmsx xjwdajey
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14 de Agosto de 2009

Nota: 3
gszzwdnf ozzbrisx jbzmbjrk
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14 de Agosto de 2009

Nota: 3
wssywgtp ceslimsu immxxgtk
qvXwnlEKKU
14 de Agosto de 2009

Nota: 5
yftygjdo ifedejex uzeubmrd
mJUYdrFSXU
1 de Agosto de 2009

Nota: 4
faqguxby aababljt knqwfbcs
vxtqeYAyymQlGxnmIQq
1 de Agosto de 2009

Nota: 3
dpksqrkm jfevesxb kylvnljp
mZGaiLAH
1 de Agosto de 2009

Nota: 4
kstnuguw ibakmpxp yaqxhokv
MFYRODKxSFbQJG
31 de Julho de 2009

Nota: 4
hrptowub irpygnxr zkiazkbw
irhzwEmnQnVXWJn
31 de Julho de 2009

Nota: 3
Y7j5gt dhqgqlfx wsjjaugc bkltaokb
AsRHFNlRiaXFSBanf
29 de Julho de 2009

É UMA TREMANDO PUTARIA COM O ERÁRIO PÚBLICO!ESSES BAIANOS...

12/06/2009
Comissão diz que turnê de Caetano Veloso não precisa de incentivo
Folha de S. Paulo - MARCIO AITH

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que analisa os projetos aspirantes ao benefício da Lei Rouanet, negou autorização para que os produtores do músico baiano Caetano Veloso captem patrocínio para o novo trabalho do artista, o CD "Zii e Zie".

Em reunião do último dia 21 de maio, a comissão decidiu que o projeto "Tour Caetano Veloso", no valor de R$ 2 milhões, não precisa de incentivo por ser comercialmente viável. O projeto prevê a realização de shows em 22 capitais.

No entanto, é muito provável que essa decisão seja derrubada nos próximos dias pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira.

Ao ministro cabe rever as decisões da CNIC. No ano passado, ele derrubou o veto da comissão à turnê da cantora Maria Bethânia, que pedia autorização para buscar R$ 1,8 milhão em patrocínio.

Naquela ocasião, a CNIC rejeitou o show pelo mesmo motivo que nega agora autorização para o show de Caetano: a receita de bilheteria "tornaria desnecessária a utilização de incentivo fiscal na realização do evento". Ferreira derrubou a decisão e viabilizou o patrocínio de Bethânia, com dinheiro de renúncia fiscal.

Naquele episódio, como agora, o ministro dizia concordar com o sentido da decisão do CNIC, mas não com a forma. Segundo Ferreira, a Lei Rouanet não possui um critério específico para impedir o patrocínio de espetáculos comercialmente viáveis. Para ele, a orientação da CNIC seria justa, mas não legal.

Esta suposta omissão legal é justamente um dos motivos pelos quais o ministro pretende reformar a Lei Rouanet.

A Folha apurou que Ferreira também foi alvo de forte pressão de Paula Lavigne, ex-mulher e empresária de Caetano, para que a decisão da CNIC fosse revertida.

Em debate anteontem, Ferreira referiu-se obliquamente à decisão da CNIC no caso de Caetano. Disse que "estão tentando", sem sucesso, usar o episódio para causar intriga entre ele e um conterrâneo (Juca Ferreira e Caetano Veloso são baianos).

Questionado pela Folha sobre o tema, Caetano comentou, por e-mail: "Não. Não há nenhum estremecimento entre mim e o ministro. Ele foi assistir ao meu show em Brasília e conversamos bastante".
marcelo albetino
12 de Junho de 2009

MESTRE CONGA eleito delegado de Minas Gerais
Categoria: Música




MESTRE CONGA eleito delegado de Minas Gerais -




JOSÉ LUIZ LOURENÇANO, o MESTRE CONGA, fundador da Escola de Samba Inconfidência Mineira, fundada em 1950, a mais antiga de Belo Horizonte e que atua na formação de passistas, compositores e ritmistas, foi eleito um dos 22 delegados representantes do estado de Minas Gerais no "Encontro Sul Americano para as Culturas Populares e II Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares", que acontecerá no Complexo Cultural Funarte, em Brasília, no período de 14 a 17 de setembro, com o propósito de integrar as tradições culturais e artísticas do Brasil, da Argentina, da Bolívia, do Chile, da Colômbia, do Equador, da Venezuela e do Peru. A delegação de Minas Gerais seguirá no dia 13 de setembro, à noite, em ônibus disponibilizado pela Secretaria de Estado da Cultura, e retorna no dia 17, após encerramento do evento. É a tradição do samba de Belo Horizonte representada por Mestre Conga neste importante forum de discursões. Mestre Conga é também um dos idealizadores do Projeto "Faculdade do Samba", que reúne a velha-guarda dos sambistas de BH e que tem como objetivo resguardar a memória do samba. Veja a programação do evento acessando este link do Ministério da Cultura.

MINISTÉRIO DA CULTURA faz balanço do 1o Encontro Sul-Americano das Culturas Populares e II Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares. -

Mais de duas mil pessoas entre artistas, gestores, produtores e mestres das culturas populares participararam das atividades do II Seminário Nacional das Políticas Públicas para as Culturas Populares e do I Encontro Sul-Americano das Culturas Populares promovidos pelo Ministério da Cultura, entre os dias 14 e 17 de setembro, no Complexo Cultural da Funarte, em Brasília. Todos os estados brasileiros estiveram representados por suas delegações, Minas Gerais levou à capital federal 45 representantes das culturas populares, entre eles 22 mestres. Representantes dos Pontos de Cultura e delegações de mais 12 países da América Latina também estiveram presentes. Os dois eventos proporcionaram aos participantes um momento de intenso aprendizado, de troca de experiências, de ampliação de conhecimento, de exercício da cidadania no debate das políticas públicas e de vivência da diversidade cultural sul-americana. Mestre Conga, mestre do samba de Minas Gerais, ressaltou a importância do Seminário e da participação dos delegados “Foi uma oportunidade de fazer as nossas colocações e reivindicações e agora estamos na expectativa de que sejam atendidas.” O mestre valorizou também a integração que o ESACP proporcionou aos participantes, definindo o momento como um congraçamento. “O evento foi muito bom. Participei junto com outros companheiros. Muito importante a iniciativa do MinC em realizar um encontro internacional, para que nós, brasileiros, possamos conhecer as culturas populares dos países vizinhos e de todos os estados brasileiros” completou Mestre Conga. Outros detalhes no link Ministério da Cultura.
Tunico da Silva
24 de Março de 2009

BOM DIA, ASSISTA AO VIDEO CLIPE DO NOVO CD NO YOUTUBE, MUSICA DEU MEDO COM DIREÇÃO DO BETO OLIVEIRA:

SE GOSTOU ADD EM FAVORITOS E REPASSE PARA OS AMIGOS, DESDE JÁ NOSSO MUITO OBRIGADO.
SE NÃO GOSTOU DEIXE SEU DEPOIMENTO, POIS ELE PARA NOS É MUITO IMPORTANTE.
FIQUE COM DEUS.

http://www.youtube.com/watch?v=_XY1TCUIrBM

VISITEM NOSSO SITE:

www.xdq.com.br
FRANCISCO CARLOS GARRITO
29 de Janeiro de 2009

Nota: 5
O serviço continua de primeira. Os músicos também são 1.000 - a única coisa que desanima é o povo que pensa que canta e que resolve dar "canja". Haja paciência.

Além disso, o sr. Ronaldo bem poderia mudar o horário de término, pois meia noite ainda é muito cedo.... podia deixar para encerrar lá pelas 2h....
Adriana Costa
19 de Janeiro de 2009

Nota: 3
Sinceramente...a ultima vez que fui no opção tocou muito pagode... e por isso não foi tão legal!!! Afinal de contas SAMBA é bem diferente!!! Espero que isso não aconteça novamente!!!
Márcia Beatriz
9 de Janeiro de 2009

MARCHINHAS DE CARNAVAL à disposição para o download gratuito – desde que citada a autora: www.myspace.com/donaelisapretinha.



DONA ELISA PRETINHA – todos os sábados, às 20h, no Boteco Santa Tereza (atrás do Mercado Santa Tereza), Rua Pouso Alegre, 2399, fone 2526.7444, em animado batuque com o grupo Prata Fina.

Quem estiver em BH, apareça!!
Beijos de Dona Pretinha!
Dona Elisa Petinha
2 de Setembro de 2008

Esquema de corrupção no MinC é investigado pela PF e arranha Porão do Rock

O trâmite de um projeto que recorre à Lei de Incentivo à Cultura passa pela análise de um grupo de pareceristas que, em seguida, repassam a proposta ao departamento do Ministério da Cultura responsável pela aprovação. E foi no Conselho Nacional de Incentivo à Cultura (Cnic), onde é dado o voto final, que no dia 6 de novembro a Polícia Federal prendeu três empresários, um policial civil e uma funcionária do MinC acusados de envolvimento num esquema de corrupção.

Batizada de Mecenas, a operação teve início há seis meses, depois de uma denúncia recebida pelo MinC e encaminhada à Polícia Federal. Junto à Controladoria Geral da União (CGU) e Corregedoria da Polícia Civil do DF, a PF investiga os possíveis beneficiados pelo esquema. Já foram encaminhados o pedido de quebra de sigilo telefônico e bancário dos acusados. O policial civil Paulo César Guida Silva, ligado à empresa Mecenas, os empresários José Ulysses Frias Xavier e os irmãos Raul e Jair Cruz Machado Santiago, sócios da G4 (uma das produtoras do Porão do Rock), e a funcionária do MinC Adriana Barros Ferraz estariam envolvidos no caso.

O envolvimento de apenas uma funcionária do MinC aponta, na opinião do secretário-executivo Juca Ferreira, para um esquema limitado da suposta quadrilha. «Onde existe gente e dinheiro existe a possibilidade de corrupção. Acho que depois de um ano de investigação, só um funcionário indiciado é muito mais demonstração de saúde do ministério do que de problema, do que de promiscuidade. Ou seja, o esquema tinha apenas uma pessoa, cujo único trabalho ilícito que podia fazer era retardar o processo», enfatiza.

O esquema funcionava da seguinte forma: os empresários da G4 procuravam produtores que haviam encaminhado projetos para aprovação pela Lei Rouanet. A fim de chantagear o proponente, os empresários e a funcionária Adriana, coordenadora de análise de projetos do Cnic, colocavam os projetos no final da fila caso o produtor se negasse a participar do esquema. Durante um ano, os envolvidos intermediaram 20 projetos orçados entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões. O grupo cobrava uma taxa que variava de 1% a 5% sobre o valor total da proposta.

Os cinco presos na operação foram liberados no dia 8. A Polícia Federal não renovou o pedido de prisão por já ter reunido material suficiente para a investigação. O caso pode ser resolvido até o dia 30. Acusados por corrupção ativa e passiva, os empresários e a funcionária do MinC podem ser punidos com 2 a 12 anos de prisão. Sob alegação de formação de quadrilha, o grupo ainda pode pegar de 1 a 3 anos de cadeia.

Ong Porão do Rock afasta os produtores da G4

Músicos do cenário rock’n’roll da capital, Ulysses Xavier e os irmãos Raul (baixista) e Jair Cruz Machado Santiago (guitarrista) fizeram parte da banda Plastika. O grupo também colaborou para a formação do Porão do Rock, um dos maiores festivais de música do país. Desde o começo do festival, a G4 era uma das organizadoras do evento, ao lado da For Rock Produções. «Vamos aguardar o julgamento. Caso seja confirmada a participação deles, vamos desligá-los da ONG e da produção do festival Porão do Rock. Por enquanto, eles estão afastados», afirma Leonardo Barros, presidente da ONG Porão do Rock.

Na última semana, o servidor público Mário Pacheco enviou um e-mail à redação do Caderno Brasília em que dizia que os sócios da G4 acusados na Operação Mecenas já haviam cobrado propina em outra ocasião. «Em março último, quando fui entregar material da banda Maquiavel, percebi que havia uma outra porta de entrada para o festival, e concluí que quando alguém vai à sala da G4 tem que estar preparado para ofertar. Isso me encabulou e eu andei comentando com membros de bandas e produtores que o jabá estava presente», afirma Pacheco. No entanto, segundo a Polícia Federal, não há nenhuma evidência que comprometa a Ong que organiza o festival ao esquema de corrupção dos acusados no MinC.

De Curitiba, Leonardo Barros, recebeu a notícia da prisão dos empresários, conselheiros da Ong. «Espero que não haja imagem negativa em relação ao Porão do Rock, afinal, fizemos muita coisa pela cidade durante esses 10 anos de existência», ressalta. A preocupação agora é desvincular a imagem do Porão à dos acusados. «Conseguimos uma emenda do ex-deputado Sigmaringa Seixas para a realização de quatro shows do projeto Rádio Porão do Rock ao Vivo, cuja prestação de contas está sendo feita. Foi, inclusive, uma iniciativa minha, até porque nenhum dos conselheiros tem poder para assinar qualquer coisa em nome da ONG. Mas acredito que esse fato possa atrapalhar se tentarmos algum recurso do MinC», pondera Leonardo.
marcelo albetino
27 de Agosto de 2008

Literatura de Mercado e Reconhecimento Post-Mortem




Por João José de Melo Franco





Até poucas décadas atrás, qualquer indivíduo que vislumbrasse a idéia de devotar-se à escritura literária, sabia, ou tinha por certo, que eram mínimas as possibilidades de se obter algum reconhecimento em vida, fosse pela então enorme dificuldade de publicação, fosse pela impenetrabilidade das esferas da crítica literária, ou pela pouco divisável senda da distribuição livresca, ainda feita de modo artesanal até o início dos anos 90. E nascíamos, assim, escritores com essa máxima visão da possibilidade de um reconhecimento post-mortem, como se em nós estivesse incutido uma verdade aparentemente absoluta: aquela que diz, que tudo o que é bom e útil para a humanidade não pode permanecer na obscuridade para sempre. Mas estávamos enganados, todos. Tanto os poucos que obtiveram algum reconhecimento no transcorrer do caminho, como os que ainda ocupam a ante-sala do purgatório editorial e midiático da literatura. Os que obtiveram algum reconhecimento público estão hoje mais ou menos esquecidos, muito provavelmente por não terem se adaptado às novas ideologias de Mercado, que vieram alterar os rumos do ideário literário no século XXI; e os que jamais sairam da periferia da notoriedade estão hoje quase que definitivamente excluídos do grande baile do reconhecimento público, e até mesmo do reconhecimento post-mortem e, desses últimos, uma grande maioria foi parar nas academias literárias das sociedades dos amigos de bairros ou em pífias entidades de escritores, onde se transformaram em massa de manobra de intelectuais inescrupulosos, com vistas a algum cargo público, ou de algum endinheirado disposto a comandar e promover uma espécie de lumpesinato literário.

A idéia de um possível reconhecimento literário post-mortem não é, nem mesmo de longe, uma idéia da modernidade. O assunto foi abordado pela primeira vez por volta do ano 1160, em plena Idade Média, pelas mãos de um poeta goliardo, possivelmente de origem germânica, chamado Archipoeta, que teve seus versos preservados pela mão de um copista da Abadia de Seckau, Áustria (cerca de 1230), num manuscrito que mais tarde veio a ser descoberto, em 1803, em Benediktbeurn, sul da atual Alemanha, e que tornou-se mundialmente conhecido como Carmina Burana, um coletivo de poemas goliardos, também chamados “clérigos vagantes”, do qual Carl Orff fez uso para compor sua cantata cênica, de mesmo nome, e nela incluindo um trecho do Confessio, poema atribuido ao Archipoeta, onde encontramos estas estrofes significavas:



Os poetas se afastam dos lugares públicos

e, solitários, escolhem os esconderijos,

onde estudam e labutam intensamente sob a luz de velas,

mas só na posteridade terão uma obra reconhecida.



Os coros de poetas seguem o jejum e a abstinência,

fogem das disputas públicas e dos lugares tumultuados,

e para fazer uma obra que não morra,

morrem estafados de estudo e labor.



Como se pode ver, e ler, o assunto post-mortem foi originalmente abordado por quem de fato tinha razões para isso, pois vivia num mundo onde a Igreja de Roma ainda podia dar-se os ares de soberana absoluta, e o Archipoeta, excetuando sua notória entrega à libertinagem e ao consumo de vinho, estava inexoravelmente imerso nessa verdade cristã que, entre outras coisas, prometia (e ainda promete) aos justos o Paraíso, e, assim, esse reconhecimento literário post-mortem nada mais seria do que essa promessa de redenção, sobre a qual a Igreja Católica erigiu o seu poder e com o qual influenciou gerações e mais gerações de escritores ocidentais, até fins dos anos 50 e início dos 60, quando, com o florescimento da Contra-Cultura, evidenciam-se as condições histórico-políticas-econômicas, que culminarão com o término da Guerra Fria e o início da aceleração das relações entre a cultura e a economia de mercado.

Há hoje quem diga que as relações da cultura com a economia de mercado é um fenômeno do nosso presente histórico. Mas isto é um engano. Essas relações sempre existiram, até mesmo quando a produção de mercadorias, como a conhecemos hoje, não estava em voga. A mais famosa obra de Virgílio, a Eneida, foi escrita sob a mão de ferro do Imperador Augusto, que obrigou o poeta das Églogas a concluí-la quando este, nos momentos finais de sua existência, queria jogá-la ao fogo. É possível que Virgílio tenha se dado conta que, tendo ascendido à proteção de Mecenas e Augusto, donos de todo o trigo que fazia o pão dos romanos, sua obra estava a serviço de um imperador que precisava de uma base histórico/mitológica para entronizar sua herança política. E a Eneida, poema épico que canta a história da fundação de Roma e estabelece a as bases mitológicas sobre a qual os romanos construiram sua glória guerreira, foi escrita a pedido do próprio imperador que, se não deseja ter com ela um lucro financeiro, como é comum em nosso presente histórico, desejava o lucro político, a base cultural do exercício do seu poder temporal. Augusto sabia que o preço do seu trigo não iria subir por causa da Eneida, mas sabia que ela lhe daria a justificativa para impor com mão de ferro seu poder sobre os romanos e seu Senado corrupto. Mas não será demasiado lembrar que entre as atribuições do poder de Augusto estava a de determinar o preço do trigo. Se na Era Augusta ainda não existia uma, assim chamada, economia de mercado, existia algo que é muito semelhante, existia a economia de poder.

Quanto ao Archipoeta, o primeiro a tornar clara a idéia de uma glória literária post-mortem, é preciso lembrar que o fenômeno da poesia goliarda se deu concomitantemente com o fenômeno da Usura, como o sistema de troca que dará início à Era do Capital, que, mal começa, tira à poesia o antigo status de bem relacionada com as classes poderosas e o dá aos pintores e arquitetos e, mais à frente, aos chamados intelectuais, que fundarão as primeiras universidades européias, cuja evolução será notadamente marcada por suas relações com as classes dominantes, os gestores da produção de bens de consumo até o início da Era das Revoluções, na Inglaterra, na França, e depois em toda a Europa. Talvez o Archiopoeta tenha antevisto, como é próprio dos poetas antever, que a escolha da poesia como manifestação artística o colocava fora das relações da cultura com a economia de mercado de então, restando-lhe assim a possibilidade de um reconhecimento post-mortem. O fato é que a idéia colou e, mesmo indiretamente, chegou até os escritores e poetas do século XX, entre os quais também é corrente a idéia de que a arte é espaço utópico, refúgio, contestação, ou transgressão do real. Assim como o reconhecimento post-mortem é uma idéia nascida de um artista em busca do reconhecimento de sua arte, a idéia da arte como espaço utópico e de cotestação etc, também é uma idéia própria dos artistas e só na mente deles, e de alguns poucos, existe. Aliás, essas idéias são mais que necessárias para os próprios artistas, pois fornecem a eles a base espiritual sobre a qual podem justificar seus esforços, estranhezas, manias e loucuras, sejam ou não bons de fato, sejam ou não reconhecidos.

Uma outra idéia que corre entre os artistas, mas essa bem menos divulgada, visto que é mantida como um sigiloso desejo, é a de que, tudo bem um reconhecimento post-mortem, mas é o reconhecimento imediato que permite que o artista viva (financeiramente) de sua própria arte. A maioria absoluta alimenta esta idéia/desejo, sem se dar conta que o reconhecimento em vida pode ou não dar alguma substância financeira para o artista, e isso depende do quanto sua arte bem se relaciona com a economia de mercado e o quanto esssa economia está sintonizada com os anseios das massas. Excetuando compositores de música, pop stars, e uma quantidade mínima de artistas plásticos bem sintonizados com as tendências da moda e da decoração, a grande maioria dos artistas vive de outras atividades que não as da sua arte. Uma verdadeira massa de artistas vive imiscuída entre os comuns seres humanos desse mundo, e são vendedores, professores, funcionários públicos, publicitários, donos de botecos etc, e entre esses artistas, os poetas e escritores são a maioria. E essa massa de desconhecidos aumenta na mesma proporção em que cresce e se torna mais promíscua as relações da cultura com a economia de mercado. Como a nos dizer que o que alimenta o desejo de se tornar artista, hoje, nada mais é do que o desejo de ser aceito socialmente, ter o reconhecimento, e ter acesso a uma parte, mesmo se pequena, da cultura do lucro.

Está na hora de admitirmos que, concomitante com a economia de mercado, existe uma MPB de mercado, umas artes-plásticas de mercado, um teatro de mercado, uma literatura de mercado, e por aí vai.

Não sei se este estado de coisas é passageiro ou não, se é inexorável ou não, mas sei que idéias como a do reconhecimento post-mortem e a de que a arte é o exercício de um espaço utópico e de contestação já não nos define mais, hoje, como artistas. É preciso redefinir nossa posição diante desses inequívocos fatos e, se possível, reordenar nossas palavras e idéias para voltar, quem sabe, a poder pronunciar a palavra arte com algum senso de direção. A cultura e a arte nunca foram, como crêem alguns, o lugar onde negamos ou nos refugiamos das duras realidades da luta pela sobrevivência, senão para os próprios artistas. A cultura e a arte, em verdade, sempre estiveram na base de todos os fenômenos históricos transformadores, incluindo os econômicos. Mal nos demos conta ainda: mas a queda do Muro de Berlim também pode bem representar o início da queda do muro desse refúgio, onde alguns poucos artistas puderam, até então, se esconder das duras lutas pela sobrevivência, e o que agora parece, para esses mesmos poucos, ser o fim da arte, pode não passar de ser o começo de uma transformação, ainda que neste exato momento essa transformação não seja propriamente divisável e seus contornos se expressem num baixo nível vibratório, neo-narcísico, uterino e quase nada ético.

Para onde vamos? Decididamente não sei! Sei que ter uma vida dedicada somente ao dinheiro é muito desumanizador. E sei também que aquela idéia de se manter agarrado à velha e poética máquina de escrever já era. Mas o fato de já estarmos agora discutindo questões culturais, como o que é arte hoje?, ou qual é reconhecimento pelo qual devemos nos bater?, mostra que essa cultura do dinheiro e do lucro já está no limite e é no limite que tudo se dissolve e volta a ser caos. Como bem ensinou Hesíodo, na sua Teogonia, tudo principia no caos. Pessoalmente acho que já é possível sentir a aproximação dessa noite disforme e acho que logo estaremos, culturalmente falando, voltando às cavernas e reiniciando o caminho, talvez até mesmo fazendo algumas melhorias no processo civilizatório, ainda que o façamos portando belos celulares e nos comunicando através de teclados.

Foi Píndaro, poeta grego do século V a.C., que colheu em vida e na posteridade todas as glórias literárias possíveis, quem nos alertou para essa essência da vida, onde só o viver cura a vida e a torna plenitude:



Ó, minha alma, não aspires

a uma existência de imortal,

mas goza plenamente

tudo o que esteja ao teu alcance.



Píndaro (522-448 a.C.)































João José de Melo Franco, 1956, paulista de Barretos, é poeta, publicitário e editor da Ibis Libris Editora. Vive no Rio de Janeiro. Para saber mais, acesse: http://www.cidadaniapoetica.com/ E-mail: joaojose@cidadaniapoetica.com
julio coelho rosa
26 de Agosto de 2008

ISTOÉ – E o que está faltando nas políticas culturais do Brasil?
Ruy Cezar – Por exemplo, nós temos muita identificação com a África. Toda a informação Brasil–África flui obrigatoriamente pela Europa e Estados Unidos, sobretudo via Londres. Tudo é filtrado por lá e a gente não tem escolha. Quem julga a estética, o valor e a qualidade técnica dessa obra? O Mercado muda esse padrão e, com isso, os países pobres (em termos econômicos não culturais) encontram outra referência. Com esse trabalho que desenvolvemos, estamos criando um padrão e valorizando, de fato, a nossa obra. Atualmente, nossos artistas imploram para mostrar um trabalho no Exterior e, às vezes, até pagam para isso.
ISTOÉ – Mas há muitos artistas brasileiros que fazem sucesso
no Exterior e ninguém os conhece aqui.
Ruy Cezar – Essa é uma grande discussão. A rede Brasil pretende fomentar o mercado interno e difundir as obras em todo o mercado nacional. O artista pode não vender 200, 300 mil CDs, mas ele pode
ter um público cativo em alguns Estados. Ele vende 50 mil CDs, o
que é significativo se esse artista não estiver isolado na sua região.
Para integrá-lo, precisamos de uma política específica de estratégias
a curto prazo. Se você não desenvolve o mercado interno e se volta apenas para o externo, você mata a galinha dos ovos de ouro. Para disputar o mercado local não temos muitos instrumentos. Não existem catálogos amplos, não tem mídia para fazer chegar o novo, o que
está fora da indústria ao grande público. Agora, não adianta estimular
só a divulgação. É preciso haver investimentos em distribuição. Na França, foi feito um trabalho sistemático. O país consumia apenas
2% de seus artistas, e esse porcentual pulou para 12%. Hoje
tem-se que trabalhar primeiro o mercado interno de todas as
formas, principalmente a produção alternativa, independente.
ISTOÉ – Há 11 anos, você criou uma rede de intercâmbio cultural, que possibilitou a realização do Mercado. Como ela funciona?
Ruy Cezar – A rede tem 250 escritórios em diversos países, com 400 membros. Começamos a trabalhar com outras redes. Aos poucos descobrimos as européias e as americanas. Embora as redes americanas não se comuniquem entre si, elas já estão negociando conosco. E
o Brasil começou a ganhar um espaço privilegiado, tanto por ser um
país consumidor e agregador da obra produzida na América Latina,
como por estar facilitando a negociação entre as redes dentro de
cada país-membro. Hoje temos grande influência na Ásia, a partir
de Hong Kong, que é a sede das redes asiáticas. No Oriente Médio, temos um projeto na Jordânia, um festival de afirmação da arte
do Oriente, com uma rede de 11 países daquela região, entre eles
Egito, Síria, Palestina. Há um grande olhar sobre o Brasil agora.
ISTOÉ – O Brasil é a bola da vez na cultura mundial?
Ruy Cezar – Eu acho que sim. Há alguns anos, fui a uma conferência
em Estocolmo e em reuniões com o Banco Mundial, e essa discussão sobre cultura levou à idéia de se criar um grande Fórum Cultural
Mundial. O primeiro, que vai definir programas de investimento,
sistemas de monitoração, promoção, estratégias de desenvolvimento
de mercado para dar visibilidade ao que não está sendo visto, acontecerá em São Paulo, em janeiro de 2004. Tinham várias cidades candidatas, como Nova York, Paris, Buenos Aires, e todos os países
não centrais foram fechando com o Brasil e também recolhendo tecnologias para montar suas redes. Estamos começando a formar
os comitês para o fórum. Vejo que existe uma angústia no ambiente cultural nacional. Ninguém está feliz, nem os que vendem bem.
ISTOÉ – A globalização, nesse aspecto, é positiva. Sem ela não haveria intercâmbio entre produtores, artistas e consumidores.
Ruy Cezar – Temos que nos aproveitar disso. São coisas muito simples que precisam ser feitas para usar a cultura para o desenvolvimento econômico. O Nordeste do Brasil tem potencial turístico semelhante
ao do Caribe. No entanto, o México recebe muito mais turistas do
que todo o Brasil. O que falta? Não temos um catálogo da região,
que centralize tudo como Madrid, por exemplo. As pessoas vão para
lá consumir cultura, assim como em Barcelona. O que pode fomentar
o turismo numa cidade do Nordeste, além das praias? Se você fizer
um festival de violeiros das cidades do interior, eu divulgo isso no
mundo inteiro, coloco na mídia internacional e vou atrair muita gente
para assistir a esse festival. Já se você chamar o Chiclete com
Banana para fazer um show, eu não tenho como divulgar isso.
ISTOÉ – Por que eles estão massificados pela
indústria e pela mídia?
Ruy Cezar – Eu não sou contra a indústria, que gera emprego e traz mobilidade social. Mas as políticas públicas não podem se dedicar aos
que são fenômenos mercadológicos. É o caso do É o Tchan, que se apropriou do samba de roda do Recôncavo à moda do mercado. Isso acontece, mas quando a força da indústria está no auge, o Estado
tem que cuidar da base, da renovação. O que ocorreu em Salvador, por exemplo, foi o contrário. Por falta de políticas públicas, desmancharam
-se todos os grupos instrumentais com trabalho autoral, e esses músicos maravilhosos passaram a integrar bandas de axé e se vestiram com chapeuzinho de Papai Noel para tocar no Faustão com a Daniela
Mercury. O Estado tem que trabalhar no desenvolvimento cultural.
ISTOÉ – Mas como o Estado, que tem tantas urgências e orçamento curto, pode investir pesado neste setor?
Rui Cezar – As leis de incentivo são renúncia fiscal, e isso é feito com dinheiro público. Há uma supervalorização do papel das empresas na questão da cultura. As marcas quase invadem o espaço do artista. São banners, néons nos palcos, agradecimentos a patrocinadores. Sabe quanto ganha de mídia espontânea o patrocinador de um grupo de dança como o Corpo? Dez vezes mais do que investiu! E mais do que isso, a empresa recebe valores agregados inestimáveis, uma imagem de comprometimento com a cultura, com a comunidade. O governo precisa disciplinar isso porque tudo é feito com dinheiro público, e esses “recursos” não podem ficar apenas nas mãos dos departamentos de marketing das empresas. Precisamos de estratégias a longo prazo.
ISTOÉ – O Sebrae fez uma pesquisa e constatou que o melhor produto que o Brasil tem para exportar é a cultura nacional.
Ruy Cezar – O Sebrae contratou o sociólogo italiano Domenico de
Masi (autor de O ócio criativo) para fazer a pesquisa, na busca do
que poderia definir a marca do Brasil, o que seria o carro-chefe da exportação. Não deu outra: a diversidade cultural brasileira, a nossa música, a estética daqui são as coisas mais bem recebidas lá fora.
Mas como fazer para organizar isso? Durante muito tempo fizemos um anti-serviço. Mandamos mulata, futebol, folclore sem um conceito.
E o Brasil é um caldeirão criativo impressionante. As pessoas tiram
do nada para criar. Mas muitos artistas estão sem possibilidade de organização. Isso envolve capacitação, infra-estrutura, promoção, distribuição, difusão, planejamento, parcerias. O Brasil tem
uma produção altamente competitiva no mercado mundial.
ISTOÉ – Falta mais afirmação para a identidade cultural brasileira? Algo como: “Chega de imitar os EUA e a Europa...”
Ruy Cezar – Os EUA tem atitude e cultura de vencedores. São muito competitivos, a especialização é a herança da sociedade industrial.
Mas hoje, na era das comunicações, as qualidades mais valorizadas
são outras, como múltipla informação, pluralidade. Isso também em
nível empresarial. E quem tem essa peculiaridade? A cultura dos EUA
tem muita qualidade, mas eles se consideram superiores e têm o
hábito de se sobrepor. Acreditam que são tão bons e ajudam tanto
que os outros devem se submeter. No meu entender, esse é o
grande momento brasileiro. Que lugar do mundo pode fazer uma convocatória de união cultural? A Europa com suas restrições à imigração? Os EUA e a paranóia contra a diversidade étnica e
religiosa? O Brasil é o grande país agregador. Mas não queremos
agir só, não vamos querer nos tornar hegemônicos. A nossa
proposta é associativa com culturas plurais, sem exclusão.
ISTOÉ – Os brasileiros ainda não perceberam esse valor agregador?
Ruy Cezar – Ainda não. Nossa proposta é trazer a cultura e a arte
para o centro das discussões de políticas públicas. A filantropia e o assistencialismo deixam as pessoas no lugar em que elas estão, mas
o desenvolvimento cultural, o reconhecimento de seu valor, de suas raízes, a auto-estima e o orgulho fazem com que as pessoas se
sintam melhores, mais seguras na interlocução com o outro.
ISTOÉ – Mas dentro do Brasil, que é tão diverso,
a difusão interna é complicada.
Ruy Cezar – Precisamos romper um círculo vicioso que não beneficia
nem o Sudeste, que conta com 84% dos recursos das leis de incentivo. Se todos os artistas, tem que ir para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, o fluxo torna-se muito pobre. Por que não levar do Paraná para o Acre, de São Vicente para Feira de Santana, de Parintins para Goiás? É
preciso ampliar o circuito, mas romper esse fluxo é muito difícil. Existe uma cultura econômica nisto. Para onde você dirige o olhar, você transforma algo em objeto de desejo e isso concentra valores
subjetivos, estéticos e econômicos. Como redirecionar esse olhar e potencializar tudo o que nos temos? É preciso ter coragem de romper com os padrões. Nós estamos montando um sistema de redes em
todo o Brasil. O sistema é de contrapartidas. Os recursos de fundações internacionais são para os cachês e equipes. A cidade conveniada
paga o hotel, os teatros e os custos locais. O produtor oficial da
rede fica com a bilheteria. Todos ganham e os custos são mínimos e otimizados. A população não é burra, como querem nos iludir as grandes empresas de tevê, as gravadoras. Quando a gente põe o Quinteto
da Paraíba em praça pública, as pessoas aplaudem emocionadas.
Tudo é definido pelo interesse da grande indústria. Fica pasteurizado, como uma papinha que você come com colher, sem mastigar.
ISTOÉ – Não podemos deixar de falar da nossa indústria fonográfica, dos jabás...
Ruy Cezar – Mas hoje a indústria fonográfica está vivendo uma grande crise. A questão da pirataria é séria, mas, mesmo antes da pirataria,
as bandas que vendiam dois milhões de discos nas grandes gravadoras estavam recebendo menos dinheiro do que os independentes, que vendiam diretamente ao público seu produto. Por isso há um certo boom na busca por selos até no Brasil. É uma busca de alternativas, inclusive por consagrados artistas, como a Bethânia que agora está com um selo independente. Acho que a mudança vai ser profunda, muita gente
vai sofrer e perder muito até descobrir que o caminho é outro.
julio coelho rosa
21 de Agosto de 2008

Setembro: o mês do crescimento

Setembro foi o mês em que as grandes gravadoras olharam para frente e viram uma luz no fim do túnel. A pesquisa realizada pela AC Nielsen, que mostrou um aumento de 11% na venda de CDs no mês de julho, foi amplamente divulgada na mídia. Esta foi a primeira vez, desde o início da crise da indústria fonográfica, em que houve um número positivo nesta análise.

Todos os executivos procurados pelos veículos de comunicação foram positivistas e pela primeira vez também foi possível ouvi-los praticando um discurso que até pouco tempo estava longe da retórica do mundo das grandes gravadoras: o caminho é baixar os preços dos produtos físicos e entender que as mídias digitais não são inimigas da indústria, e sim eficazes complementos de receitas.

Setembro também foi o mês em que o Myspace começou a procurar nomes para assumirem a direção da filial brasileira do portal, prevista para ser aberta ainda este ano. A questão da música online ainda assusta muitas empresas internacionais, sobretudo por conta da delicada relação com as editoras daqui, consideradas por muitos como as grandes inimigas da cultura digital. Estruturadas sobre modelos de negócio que já não existem mais, as editoras sofrem para se adaptar a um formato que valoriza a quantidade de produtos e não a margem sobre cada um deles. Esta é a razão que levou o Pandora embora e que também mantém a Apple e o Last.FM olhando nosso país de longe. O Myspace dá as caras, larga na frente e vem para cá disposto a enfrentar este desafio. Com a força do mercado da música no país, que a cada mês se mostra maior, é possível apostar que eles vão colher mais louros do que prejuízos por aqui.

http://smusica.blogspot.com
julio coelho rosa
14 de Agosto de 2008

Somos uma banda de samba de São João del-Rei, queremos tocar em BH,se alguém se interessar em conhecer-nos,visite nosso sítio:
www.boemiaclube.com.br

Valeu Galera!!
Banda Boemia Clube
9 de Agosto de 2008

Pelo Telefone-sem-fioE o país, de repente se vê infestado por moças que cantam sambinhas. Ary que me perdoe. Mas samba vira sambinha se a moça não é sambista.

Tem samba pra tudo que é gosto. Diversas tendências. Muitas intenções de fazer samba, mas a maioria samba à beira.

Como curioso, andei bisbilhotando e encontrando algumas agradáveis surpresas.

Nessa lista não está Maria Rita porque preciso de fôlego para encarar outro CD da “sucessora”. O segundo, bem pior do que o primeiro, ainda não me desceu pela goela. Dói-me ouvir Elis cantando um repertório tão medíocre, vê-la tão torta, tão pretensiosa e antipática e ter que ouvir suas historinhas de Branca de Neve idosa.

Como falarei de vozes e de tendências, não irei me preocupar com a cronologia ou atualidade dos lançamentos.

Por sinal, esse despejar de cds na praça, sem a devida fixação da imagem para o grande público, tem tornado bem mais dolorosa a caminhada e o despontar de algumas boas cantoras no mercado.

Entre um chopinho e outro, Fátima (cantora e atriz) dizia com muita propriedade: “Todas fizeram aula de canto com a mesma professora”. É verdade. Impressionante. É tudo igual.

A divulgação tem se dado na base do “boca-orelha”. Meio telefone-sem-fio.

Ana Costa

A sensação é de que a moça gosta de Pop, mas como é mulata e bonita... canta samba.

Voz fraca, afinada, sem brilho.

Para quem não conhece, lembra Sônia Santos, outra linda mulata que também não emplacou, lá da década de 80. Pra quem não conhece as duas, só comprando o cd. Escuta. É bom. Precisa de produção, de repertório mais apurado, mais adaptado à pequena extensão vocal da cantora - muito limitada, vencendo suas deficiências na raça.

Ela participou da abertura do Pan. Até essa escolha, assim como a outra parceira de festa, foi infeliz, fraquinha, ruim.

Desse cd sugiro a faixa Mulata trabalhada na cintura. Lembra uma historinha cantada por Elizeth, em 1960. Lá, Haroldo Barbosa e Luiz Reis faziam um retrato bem mais realista, enquanto Mombaça, aqui, abraça a causa e salva a moça que talvez seja cantada por representar uma “aberração”, por merecer um lugarzinho no altar.

Céu

Por falar em altar... cada qual tem o santo que merece. Lamento. Uma gracinha! Céu tem cara de anjinho, “bunitinha” mesmo! Meio tatibitati. Não é a única. Alaíde Costa também é.

Toda tentativa de vanguarda é retrógrada. E assim a moça lança o “samba-chá”. Quase samba, meio cha-cha-chá. E as letras? Profundas. Pensei que fossem do Carlinhos Brown. Faria sentido. Ela assina o que assassina. Corajosa!

A vantagem é a sonoridade. O cd tem personalidade.

Fabiana Cozza

Aí tem! Festa para os ouvidos!

Qualidade vocal a serviço de segura interpretação. Sem medo de alguns “vibratos”. Essa arriscou e pescou maravilhas. Bom gosto.

Cuidado, menina! Todas as grandes vozes da MPB se machucaram. Exemplos não faltam: Ângela Maria, Alcione que ainda cantam por obra e graça do divino Espírito Santo.

Outro pequeno problema, a sonoridade. Todos os músicos trabalhando na área central. Sem graves e agudos que abracem a voz volumosa de Fabiana.

Como toda poderosa voz, há um registro onde se sobressai, onde há mais brilho e os graves, apesar da ressonância, em Nação, por exemplo, são cobertos pelos músicos e o final “a la cantor de rádio da década de 50” é lastimável.

Fabiana é bonita, simpática, espontânea, apresenta um expressivo uso do corpo, com certa tendência ao abuso. Maior controle. Quem gosta de voz, de música não exige que a cantora seja bailarina, atriz, trapezista...

Assisti, no You Tube, a uma apresentação dela no programa do Ronnie Von, cantando É luxo só que foi puro luxo da cabeça aos pés. Quando comentei com os amigos - SURPRESA! -, todos tinham visto e adorado.
Fabiana está pronta. Vestida para matar. Ponho-me reverente diante de alguém que sabe realmente o que faz. Canta porque tem voz e precisa... ar que respira... canta inteira.

Estou apostando TODAS as minhas fichas nessa Cozza linda!

Fernanda Takai

Cantando (rsrsrs...) o repertório da extraordinária Nara Leão, eis que surge Fernanda Takai. Tacai, sem dó, o cd da moça no lixo. Chega de gastar o ouvido com coisinhas chinfrins.

Rita Ribeiro

Às vezes o trabalho vocal, o estudo de canto limita, principalmente àquelas que precisam de “peito” para o tipo de música que escolheram para cantar. Caso típico de Rita. Voz aguda precisando de graves, de apoio. Afinada (é o mínimo que se espera de uma cantora, mas como são poucas que apresentam tal qualidade, fico me repetindo) e dona do CD mais coerente.

Um “trabalho”. Um passeio sobre temas relacionados a Umbanda e Candomblé, na escola de Clarinha (Ai, que saudade!), sem, todavia, regravar os afro-sambas de Baden e Vinícius como virou febre. Há pelo menos cinco cds idênticos na praça. Dois dos próprios autores. Um cantado por Baden, outro por Vinícius, ambos com o Quarteto em Cy, Mônica Salmasso, Virgínia Rodrigues e Olívia Byington.

O CD de Rita é colorido, alegre, tem efeitos muito bem realizados e, apesar de modernos, aplicados ao contexto com harmonia, bom gosto, equilíbrio, sublinhando, citando, remetendo a cânticos votivos, folclóricos.

De certa forma um tributo a Clara, Clementina, Alcione e essa mesura é profundamente simpática, humilde e necessária. Parabéns! Quem gosta de MPB está profundamente agradecido.

Tem estrada. Que seja clara e luminosa.

A cantora se sobrepõe à intérprete, mas agüenta o tranco.

Roberta Sá

Desmentindo a letra de Eu sambo mesmo, essa cópia da fraquinha e inexpressiva Marisa Monte (às vezes igualzinha à Verônica Sabino – de quem eu gosto muito) apresenta vantagens: repertório e coerência.

Sua figurinha em cena lembra Emilinha Borba, fanha, meio suburbana (com todo preconceito implícito), menina cafoninha, sem graça, e assim resulta seu canto, sem expressão, linear. Pra festinha de final de ano de escolinha, perfeita. E já premiada.

Sou repetitivo porque sou coerente. Já citei Dorina. Sei que já falei sobre isso.

Roberta tem muito a melhorar, mas está no caminho. Ah, as opções na vida...

Se deixar o samba não fará falta.

Enquanto ela canta sambinhas brejeiros e buliçosos, nada contra. Quando encara A flor e o espinho... tadinha... tadinha! Betinha, você errou ao escolher clássicos de gravações antológicas. Já ouviu Leny? Perdeu a noção do ridículo. Pressentimento. Já ouviu Alaíde?

Talvez outra profissão. Que tal bancária, professora... A música agradeceria.

Peguei pesado! Fiquei irritado.

Teresa Cristina

Pra quê? Por quê?

Paulão (7 cordas), você é muito “bão mermo”! DEMAIS! A eterna competência nesse CD, com Zeca, com quem gosta de samba. Inspirado no dedilhado, nos acordes, na seleção do repertório. Todos os méritos! Milagre você ainda não faz, porque quem canta é ela.

Nos resta aguardar 2008 esperando por melhores momentos, lançamentos.

Agora, também, tirando dessa lista Fabiana e Rita, se eu considerar como ensaio, levando em conta repertório (poucos pecados – maiores problemas com Céu), músicos, produções (maiores problemas com Ana), som, trabalhos gráficos, qualidade técnica... Tudo nos conformes. Pecadilhos aqui e acolá. Nada que muito comprometa.

O cd da Fabiana ainda não chegou no Rio. Vem a pé?

Estarei aqui pronto para incentivar e, através desses comentários, às vezes desagradáveis, mas sinceros, impulsionar na direção que me parece correta.

Ronaldo Nascimento
http://www.joaodorio.com
Turíbio Alomar
28 de Julho de 2008

Aê Mestre Conga!Muda para a nossa cidade maravilhosa, aí as coisas vão da certo na sua hist´rica carreira!...
Os mano aí venderam tudo!!!!

Roda de samba do Candongueiro convida Zé Luiz do Império, Luís Grande e Jurandir da Mangueira.

O Candongueiro, a mais tradicional roda de samba carioca da atualidade, lança no Sesc Pompéia os CDs autorais de Luís Grande, Zé Luiz e Jurandir da Mangueira. Todos cantores e compositores de primeira linha, será o primeiro disco solo de cada um dos três. A realização do projeto pelo Candongueiro foi possível após seleção e posterior obtenção de recursos do Programa Petrobrás Cultural, ano passado. O motivo da escolha do projeto pela empresa foi o fato de ele ter o caráter de preservação da memória e registro de manifestações musicais que estão fora de mercado.

O Candongueiro é há 15 anos o maior reduto de samba do Rio de Janeiro. O local abre de quinze em quinze dias e já se tornou um tradicional ponto de encontro de sambistas e amantes da boa música. Cada roda de samba chega a atrair mil pessoas. O título da roda dá nome ao grupo que se apresenta lá desde a sua criação. Integrado por músicos que acompanham grandes artistas da música popular brasileira, a importância conquistada pelo Candongueiro o coloca hoje como o maior movimento de samba da atualidade no País.

Grupo Candongueiro (formação): Ilton Mendes (percussão) – criador e fundador do Candongueiro; Wanderley Monteiro (cavaco e voz); Sergio Procópio (cavaco e voz); Iracema Monteiro (voz); Wander Fontana (violão de sete cordas); Paulo Marques (violão de seis cordas); Ivan Mendes (clarinete e percussão); Marco Basílio (percussão); Luiz Carlos Rosa - "Dinho" (percussão); e Rodrigo de Jesus (percussão).

Convidados

Zé Luiz do Império — cantor, compositor e ex-funcionário da Embratel, integrou a ala de compositores do Império Serrano e Acadêmicos do Salgueiro. Atualmente, é presidente da Velha-Guarda do Império Serrano. Foi fundador do "Pagode da Resistência", uma das primeiras rodas de samba que revitalizou o gênero na década de 70. Roberto Ribeiro foi o seu mais conhecido intérprete. De Zé Luiz o cantor gravou "Tempo ê", "Todo menino é um rei", "Malandros maneiros", apenas para citar três músicas que se tornaram sucesso. Também já foi gravado por Alcione, Fundo de Quintal, dentre outros. Tem ainda participação como intérprete no disco "Meninos do Rio" (2001).

Luís Grande — cantor e compositor, nasceu em Copacabana. Ex-motorista de táxi, integrou a ala de compositores da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. É autor de várias músicas — inclusive que se tornaram sucesso — gravadas por João Nogueira, Beth Carvalho, Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho e muitos outros. Dentre esses sucessos, incluem-se "Maria Rita" (por João Nogueira), "Parabólica", "Caviar" e "Comunidade carente" (por Zeca Pagodinho). No último disco de Zeca Pagodinho lançado este ano, é compositor da música "Dona Esponja". Tem participação com intérprete nos discos "Natal do samba" (1999), Meninos do Rio"(2001) e "Quintal do Pagodinho" (2001). No ano de 2003, em parceria com Barbeirinho do Jacarezinho e Marcos Diniz, criou o Trio Calafrio, com o qual gravou um CD.

Jurandir da Mangueira — cantor e compositor, integrou a Ala dos Compositores da Mangueira e da Velha-Guarda da Mangueira. Exerceu várias profissões, como sapateiro e caldeireiro na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Como compositor, tem entre seus parceiros Comprido, Darci da Mangueira e Hélio Turco, figuras históricas do samba carioca. Já venceu diversos sambas enredo na Mangueira. Dentre eles, os antológicos "Yes, nós temos Braguinha" e "100 anos de liberdade – realidade ou ilusão". Tem também sambas gravados por Beth Carvalho, Emílio Santiago, Fundo de Quintal, dentre outros. Participou em 1998 como integrante da Velha Guarda da Mangueira no disco "Chico Buarque da Mangueira" (1998). Tem ainda participação nos discos "Velha Guarda da Mangueira e convidados" (1999), "Mangueira – sambas de terreiro e outros sambas" (2000) e "Meninos do Rio" (2001).

Data: 28 e 29 de dezembro (quarta e quinta-feira), às 21 horas. Sesc Pompéia (Choperia) - rua Clélia, 93 – Pompéia, São Paulo (Tel.: 11 3871-7700). Entrada: R$ 15,00; R$ 11,00 (usuário matriculado); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes); e R$ 7,50 (acima de 60 anos e estudantes com carteirinha). Proibida a entrada de menores de 18 anos
Cristiano Buarque
19 de Julho de 2008

Já encheu o saco!!!!!

Juca abre fogo contra Sayad
Cultura e Mercado - Redação

“Em matéria publicada na edição da Folha de quinta-feira, 12/6, o secretário de Cultura do Estado de São Paulo, João Sayad, diz que vê atitude “ilegal e discricionária” do Ministério da Cultura em relação a projetos culturais do Estado. O secretário vai além: “Aparentemente, o MinC está brecando os projetos de incentivo fiscal de organizações sociais que trabalham para o Estado [de SP]“, citando a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), Associação dos Amigos da Pinacoteca e Fundação Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).

O secretário não apresentou qualquer dado que pudesse embasar tais afirmações. Nem poderia. Os dados registrados no Ministério da Cultura mostram que o quadro é exatamente o oposto do que foi apresentado por ele. 14 organizações sociais que trabalham para o estado de São Paulo, ou vinculadas diretamente, captaram, pelo mecanismo de renúncia fiscal do governo federal, R$ 19,0 milhões, em 2005, R$ 25,1 milhões, em 2006, e R$ 41,4 milhões, em 2007. De ano para ano, os crescimentos foram, portanto, respectivamente de 32% e de nada menos que 65%. Observemos agora o caso específico de uma das organizações citadas pelo secretário, a Fundação Padre Anchieta, em relação à qual o MinC estaria “brecando os projetos de incentivo fiscal”: o crescimento das captações da Fundação de 2005 para 2006, foi de praticamente 50%, passando de R$ 4,1 milhões para R$ 6,1 milhões; de 2006 para 2007, o crescimento foi ainda mais expressivo, de nada menos que 93%, com os recursos captados neste último ano chegando a R$ 11,8 milhões. Com este valor, a Fundação Padre Anchieta tornou-se, em 2007, a terceira maior captadora de recursos de todo o país. A Fundação Osesp foi a sétima maior captadora, com R$ 8,6 milhões, e a Associação dos Amigos da Pinacoteca, a oitava maior, com R$ 8,5 milhões.

Os números apresentados mostram de forma inequívoca que crescem exponencialmente, de ano para ano, as captações em benefício das organizações a que o secretário se refere. A meu ver, o governo do estado de São Paulo tem a obrigação de financiar suas estruturas permanentes de cultura, independentemente de sua forma jurídica, se são organizações sociais ou vinculadas diretamente. O estado tem a obrigação de financiar seus corpos estáveis, suas estruturas culturais. O que nos parece distorção é o fato de que a responsabilidade do governo de São Paulo em relação a estas estruturas vem sendo transferida sistemática e crescentemente para a renúncia de um imposto federal, que é coletado em todo o Brasil, e que não deve privilegiar este ou aquele estado.

Juca Ferreira
Ministro da Cultura Interino”

http://www.culturaemercado.com.br/post/juca-abre-fogo-contra-sayad/#more-4193
Sony BMG, Universal, Warner Music e myspace
17 de Junho de 2008

GOSTARIA DE FAZER AS FOTOS DE DIVULGAÇÃO DA CASA.SEMANA PASSADO FIZ AS FOTOS DO ACARTOLA BAR.AGUARDO RETORNO.
GEORGE VALLESTERO.
32641097/91672217
GEORGE VALLESTERO
26 de Maio de 2008

DUKARAI!

''Quem é esse homem, que depois de quinze anos ainda continua tentando matar os ratos que uma vez ousaram nascer na cidade onde ele guardava o seu queijo?''
Júlio Coelho Rosa
29 de Março de 2008

Isso é DUKRAI, adoro! Dá pra compor um ''P'' petardo musical.

''Quem é esse homem, que depois de quinze anos ainda continua tentando matar os ratos que uma vez ousaram nascer na cidade onde ele guardava o seu queijo?''
Júlio Coelho Rosa
29 de Março de 2008






''Sempre existiram homens indefiníveis que, se não fizeram mal a ninguém, igualmente não beneficiaram a pessoa alguma.''

Rubinho ''bobs'' Trol (banda Sexo Explícito, Belo Horizonte 1980’s), um filho da mãe do CARALHO. O moço tinha envergadura pra fazer Rocknroll de primeiríssima qualidade, e, como não poderia deixar de ser, pagou o preço pelo espírito aberto - por ter opinião - que todo candidato a porta voz poderia e/ou deveria ter. Quem perde é sempre a cidadela com síndrome de vira-latas...

Por Sonia Maia, de Londres: Rubinho Trol, na íntegra.




Conteúdos: Entrevista Rubstrol


Sonhos dos anos 80

Por Sonia Maia, de Londres

Hoje ele vive em Londres, mas poderia ter sido tão famoso quanto Renato Russo e Arnaldo Antunes se sua banda não tivesse desastrosamente desaparecido como tantas outras dos anos 80. Muitos ainda devem se lembrar do nome Sexo Explícito, embora Rubstrol duvide - acredita que hoje o SE tem um único e remanescente fã, em Belo Horizonte (a cidade natal da banda), que acabou de editar uma fita K-7 com as músicas do SE tentando manter a memória através desse simples gesto.

A poesia pop de Rubstrol, aliada ao talento de seu parceiro John - confirmado pelo sucesso do Pato Fu, sua atual banda -, poderia ter chegado às paradas de sucesso sem esforço. O por quê de isso não ter acontecido não vem ao caso, agora. Rubstrol tem um humor inteligente, muito particular e uma pena afiada para letras críticas.

Continua na ativa: de seu quarto ao leste de Londres, já tem um CD gravado na parafernália tecno-acústica --sua inseparável companheira-- que mantém a seu redor. John recentemente disse que a música Ah!quele dinheirinho, que está no CD, já se tornou hino entre Pato-Fu e amigos. Outra, Mulher é Bicho Bom (Vovô Já Dizia), ganharia as paradas populares de imediato. John tem regravado músicas do SE, como Necrofilia da Arte, no álbum anterior do Pato-Fu, e agora O Filho Predileto de Rajneesh. Mas são apenas pequenas amostras.

Por que o Sexo Explicito acabou?
Depois de dez anos de infortúnio e miséria, sendo subusados e abusados por promotores de show e gravadoras, tocando com equipamento precário e sofrendo dos males causados pela teimosia de querer as coisas ao nosso jeito e só tocar o que quiséssemos, ou seja, nossa própria música, só nos sobraram dois fãs, dos três que tínhamos. Um morreu de causas naturais, o outro endoidou e passou a comer cocô. Tentamos continuar, mas quando o baterista (Roger) quebrou seu último par reserva de baquetas, decidimos que era hora daquela banda sair da vida e entrar para a posteridade.

Como é o Brasil visto de Londres?
Mais ou menos uns dez centímetros de área verde no mapa. Raramente aparece na TV ou nos jornais. Ninguém sabe exatamente onde fica, mas todos têm quase certeza que é na América do Sul. É parte de uma gíria para descrever alguém que é doido (Brazil Nuts=Castanha do Pará=Nuts ou Nutter=Doido, daí: Brazil=Doido). Um bom lugar para se encontrar uma fêmea depravada, se bronzeando em uma praia. Tem o melhor time de futebol do mundo - acreditam piamente.

Faça uma lista de dez itens sobre o tema: o que as bandas de fora têm que as brasileiras não têm?
1. Possibilidade de dominação mundial.
2. Recebem em Dólar ou Libra.
3. Podem cantar em inglês que todo mundo gosta.
4. Provavelmente menos resistência a doenças tropicais e fome.
5. King Crimson tem Robert Fripp e Rolling Stones tem Mick Jagger.
6. Um mercado de segunda mão de instrumentos musicais mais democrático.
7. Skunk e Heroína ao invés de Pinga e Maconha.
8. Lançam um single (que vende às pampas) antes de lançar um álbum que quando sai, aí sim, arregaça.
9. Não são importunados em fevereiro por aquele feriado de três dias (três meses na Bahia).
10. Total desconhecimento e desinteresse por bandas que não cantam em inglês.

O John, seu parceiro no Sexo Explícito e agora no Pato-Fu, vem regravando músicas do Sexo Explícito. Isso indicaria um retorno da antiga parceria?
John é um caro amigo com quem tenho mantido contato. Recebi sua visita e da Fernanda quando vieram para Londres há algum tempo. Novas colaborações virão a seu tempo - se assim for a vontade do Altíssimo! Temos tentado achar tempo em nossas agendas para um intercâmbio de idéias. Se alguma coisa resultar disso pode ter certeza que vai estar à venda nas boas casas do ramo e vou ficar deveras lisonjeado em ter você e toda a nação brasileira como cliente.

O que muda na composição e audição com a entrada do MP3?
Para compor com gente que está do outro lado do mundo é uma mão na roda.
No momento outras tecnologias estão aparecendo e tenho acompanhado com interesse o desenvolvimento de novas formas de gravação e transmissão. Mas por enquanto ainda prefiro CD ao MP3.

Comente o episódio entre Milton Nascimento e o Pato-Fu. (Milton se recusou a aparecer ao lado de Fernanda Takai na premiação da MTV, dizendo que integrantes da banda, nos idos 80, teriam falado coisas não muito corteses sobre ele e o Clube da Esquina).
Engraçado....Quando ouvi a respeito me perguntei: Quem é esse homem, que depois de quinze anos ainda continua tentando matar os ratos que uma vez ousaram nascer na cidade onde ele guardava o seu queijo? E ainda por cima mira sua espingarda na direção errada? Peço desculpas à Fernanda pois provavelmente ela pagou o pato(fu) por alguma coisa que eu falei a respeito do como-é-que-chama há tempos. Tanto tempo que nem me lembro o quê, mas certamente foi alguma coisa que tocou Mr. Sentinela profundamente. Não dei muita atenção pois não acho que Mr. Caçador de Mim o mereça. Se ele fosse no mínimo alguém como Dudu França ou Genival Lacerda, ou aqueles que cantavam Vem Dançar Mambolé, aí sim pararia para pensar a respeito.
Quem são seus parceiros hoje? Ou, ainda, com quantos programas você faz uma canção?
Rubstrol - Jesus Cristo e Seu Sangue Derramado por nós são meus principais parceiros de composição. Quando o assunto é sexo, tenho a minha mulher, que assume a função.
Programas vêm, programas vão
o tanto de que você precisa
depende do tipo de canção.
Às vezes nenhum é necessário,
Só uma boa idéia, uma caneta afiada
e um violão.
Mas para não fazer música chata,
você precisa de um computador lotado,
complicado, caro
e para comprá-lo
você precisa vender sua mãe
sua aliança e um irmão.
Ainda volta para o Brasil?
Dei instruções claras de que quero minhas cinzas dispersas no Rio Arrudas, em Belo Horizonte, ao som de Horroroso Maravilhoso (daquela banda miserável). Se acontecer de eu ir pra lá em algum momento, vou encontrar aquele fã que endoidou. Não precisa se preocupar pois vou providenciar para ele uma Noite de Veneração, tipo noite de autógrafos sem escreveção-só nós dois, em um lugar bem astral, sentados e com ele olhando para minha cara noite adentro.

Extratos de Sexo Explícito (e Rubstrol hoje)
...Eu sou um dos que já viu a luz
Só que eu tenho um defeito
eu não falo inglês.
Só pesco uma ou outra palavra
E se nada aprender nunca serei ninguém...
Porque ninguém quer perder tempo
Com quem não fala inglês... (SE Speak ou Morra, escrita em Belo Horizonte)
.... O amor não tem que ser original
Porque ninguém é original
E nada o é.
O amor não tem que ser nada
Ele já é.
Você nem precisa acreditar
Que ele exista ou não
Tanto faz o seu aval (SE Viva O Futuro, escrita em Belo Horizonte)
Convocação!
No thanks.
Contaminação!
No thanks.
Auto-desfalque
Não!
No thanks.
Defender a minha casa
Só dentro dela
Levar bala na cabeça,
Nem de brinquedo.
Ocupação - Mais
Amolação - Menos
Principalmente os trocados legais
E tire o olho de mim!
Tire o olho de mim! (SE No thanks - escrita em Belo Horizonte)
O vaporzinho da calçada
A chuvazinha molhou
E os menininhos da empregada
a enxurrada levou
desceram: Que massa
em bolinhas de papel
às vezes um morria,
mas já subia para o céu...
Não conheceram a casa própria
a nova dança e os direitos da criança
Não conheceram a merendeira
e a boa vida que não é vida que se leve
Não! (SE O vaporzinho da calçada, escrita em Belo Horizonte)
Um corpo de mulher faz esquecer
Qualquer coisa ruim que acontecer
Mesmo sem ter é bom de se ver
Mulher é bicho bom (vovô já dizia!)
Mulher é a melhor coisa do mundo
Disso eu sei prá falar
É o tesouro mais precioso até murchar
Mas mesmo murcha ela tem o seu lugar
Mulher murcha é mais gostosa que uva passa
Eu já provei das duas prá falar
(Rubstrol Mulher é bicho bom (vovô já dizia!), escrita em Londres)

Júlio Coelho Rosa
29 de Março de 2008

Mais respeito!!!
O que escrevo a seguir também já está na ponta da língua! A arte dos povos que falam português merece mais respeito!!! Eu sei que posso estar procurando sarna para me coçar, pois ter opinião, hoje em dia, significa, na maioria das vezes, arrumar inimigos, gente que vira a cara e risca o seu nome da "agendinha". No entanto, é necessário se posicionar! O que vi ali no Palácio das Artes, ontem, no off do evento NA PONTA DA LÍNGUA - a arte dos povos que falam português!, durante a famosa, e quase sempre estressante, passagem de som, foi um desrespeito a um projeto tão forte e robusto quanto este sugere ser pelo que ele traz de mais importante: a diversidade cultural que pula e quer se mostrar.

Atrasos são compreensíveis quando vêm com justificativas plausíveis e razoáveis. Mas desrespeito a músicos que flexibilizam agendas e querem mostrar seus trabalhos de maneira digna, pedindo apenas o básico, são imperdoáveis!!!

Um evento desse porte, que acontece na mais importante casa de espetáculos de Minas Gerais (Grande Teatro Palácio das Artes), inventado por uma instituição de respeito (ONG portuguesa Etnia), produzido por uma das maiores produtoras de Belo Horizonte (Cria!Cultura), homenageando uma pessoa ilustre como o ex-ministro da Cultura, José Aparecido, e patrocinado por uma empresa do calibre da Telemig Celular, responsável pelas mudanças mais significativas e profundas do cenário, especialmente musical, do estado, não pode ser tratado dessa maneira!!!

Um projeto como esse merece a delicadeza que ele sugere: a vasta riqueza e sutileza de uma língua falada por 250 milhões de pessoas! Aliás, delicadeza anda banida do meio de nós. Se a gente não tomar cuidado, vamos desaparecer do planetinha!!! O que se vê é gente engolindo gente! É gente-trator ligando a máquina automática e passando por cima da semente! Daqui a pouco, vamos ter que inventar projetos de reinventar o homem, pois ele não será mais gente!

Música é perfume, nasce da alma, enfrenta milhões de obstáculos nas searas da vaidade e do ego até chegar ao seu destino: o coração do ser. Merece ser tratada com o gesto afetuoso, o sorriso, a alegria, o respeito, a honra!

Eu fui para participar do evento e voltei para casa, com os três músicos que me acompanham (os violonistas André Siqueira e Tabajara Belo, e o percussionista Serginho Silva), sem cantar, pois às 19:30, nos avisaram que teríamos que entrar sem passar o som! A passagem de som é item básico! Não estamos pedindo nada demais, apenas o respeito devido à árdua dedicação cotidiana que temos ao nosso ofício!!!

Beijos no coração...
Karl Heman
22 de Fevereiro de 2008

Assuntos Gerais : Briga de orquestras acaba na Justiça em Belo Horizonte
ONG contratada pelo governo rachou Sinfônica de MG e criou uma nova.
Descontentes acusam entidade de 'desprezo pelos músicos' veteranos.

por Mara Bergamaschi[url=http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL233442-7085,00-BRIGA+DE+ORQUESTRAS+ACABA+NA+JUSTICA+EM+BELO+HORIZONTE.html]GLOBO.COM[/url]

O que nem Federico Fellini, em seu cáustico filme“Ensaio de orquestra”, ousou imaginar está acontecendo na pacata Belo Horizonte: duas orquestras disputam o mesmo palco, o mesmo instrumental, o mesmo caixa e a mesma platéia. A conhecida queda dos mineiros pela conciliação e o espírito natalino não foram suficientes para estabelecer uma trégua entre os representantes dos dois grupos - um tradicional e público; o outro novo e privado. Diálogo agora só por meio de oficiais de Justiça.

No último domingo (16), os oficiais foram chamados para impedir a escolha de músicos para a nova orquestra, que atende pela sigla Icos (Instituto Cultural Orquestra Sinfônica). Quem os acionou foram advogados que representam a maioria dos músicos de uma instituição bem mais conhecida, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG). A confusão não terminou aí – e, ao que tudo indica, ainda vai longe. Segundo relataram testemunhas ao G1, os representantes do Icos chamaram a polícia e registraram boletim de ocorrência contra a ação do oficial de Justiça.

Depois de fazer este ano vítimas na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), a guerra jurídica chegou à OSMG e está abalando o Palácio das Artes – endereço único dos dois quartéis inimigos. O que ocorreu em São Paulo, entretanto, se parece mais com o terremoto, imaginado por Fellini, que um só maestro temperamental e um único grupo de músicos rebelados podem causar. Em Belo Horizonte, a situação é mais complicada: a luta é fraticida, pois os músicos agora divididos estiveram sempre unidos na OSMG, que existe há 30 anos, sob uma única batuta.

Impasse
Em Minas, tudo começou há dois anos, tendo como modelo exatamente a Osesp - que deixou de ser pública e se transformou em Oscip (organização da sociedade civil de interesse público), ONG que pode receber verbas públicas, captar incentivos fiscais e patrocínios privados. Com a intenção declarada de melhorar as condições de trabalho da OSMG e os salários de seus integrantes, a Fundação Clóvis Salgado, do governo de Minas, assinou uma parceria com a então recém-criada Icos, que é uma oscip. Esse tipo de mudança também está em processo nas orquestras oficiais do Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul.

Na prática, os músicos da OSMG, funcionários públicos concursados, migrariam para o Icos. Eles avaliaram, entretanto, que seus direitos, como a estabilidade e as vantagens adquiridas, não estariam garantidos com a transferência. Conclusão: mesmo com o atrativo de salários triplicados para quem está em início de carreira, até hoje apenas 32 dos 74 músicos da OSMG se licenciaram para aderir à nova estrutura. E instalou-se o impasse, cuja face mais absurda e visível são as duas meias-orquestras, atuando em paralelo, no maior centro cultural do Estado.

Audições no exterior
Para tentar completar seu quadro de músicos , o Icos, que se apresentou pela primeira vez este mês com somente 17 instrumentistas, marcou, no início de dezembro, audições de músicos até em Miami e Filadélfia. Na versão em inglês de seu site, o Instituto se coloca, confusamente, no lugar da OSMG. Diz o texto: “a OSMG, localizada em Belo Horizonte, terceira maior cidade brasileira, com quatro milhões de habitantes, está fazendo audições de músicos para completar seus quadros”. Informa ainda que a OSMG passa por completo processo de reformulação administrativa e artística e terá como regente titular Fábio Mechetti – que, vindo dos Estados Unidos, já está em Belo Horizonte. Mas quem ainda rege a OSMG, que faz concertos de Natal nesta quarta e quinta-feira, é o maestro Marcelo Ramos. Ele se licencia do cargo em janeiro.

As vantagens oferecidas aos músicos estrangeiros são salários que variam de R$ 65 mil a R$ 78 mil anuais, além de assistência de saúde e benefícios sociais, e oito semanas de férias pagas por ano. Ainda falando em nome da OSMG, o Icos diz que a Orquestra funciona em prédio do “famoso arquiteto Oscar Niemeyer” (Palácio das Artes) e que seus integrantes fazem turnês pelo Brasil e por Minas Gerais. Por fim, lembra que o custo de vida em Belo Horizonte é inferior ao de outras capitais brasileiras e ao das cidades americanas.

“Entendemos que o que está ocorrendo é a privatização de um patrimônio artístico e cultural público, com total desprezo pelos músicos, que nunca foram ouvidos”, afirma o contrabaixista Fernando Santos, 14 anos de OSMG, que fala em nome do grupo que não aderiu ao Icos. A Fundação Clóvis Salgado, parceira da Icos, tem adotado um tom moderado. Segundo a assessoria de imprensa da Fundação, as duas orquestras conviverão pacificamente, por enquanto sob o teto do Palácio das Artes, para o bem do público mineiro, que terá agora mais opções. Mas os músicos que ficaram na OSMG questionam no Tribunal de Justiça do Estado a legalidade da parceria público-privada. Caberá aos tribunais decidir até quem tem o direito de usar o título Orquestra Sinfônica. Intriga digna de cinema.

Marisa Zamarion
19 de Fevereiro de 2008

Nota: 5
o samba não é10 é nota1000 valeu opção e todos funcionario em especial o cegurança marcelão que é 1mega gato
marcelo do carmo conceição
8 de Fevereiro de 2008

Nota: 5
É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba-enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.

Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.

Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .

Apelido

A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.

Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.

Fonte: Jornal Diário da Tarde

Veja também:
Mestre recebe título de cidadão do samba
Marisa Zamarion
26 de Janeiro de 2008

Nota: 5
EU GOSTOUITO DO LUGAR, SOU AMIGO DA FAMILIA Á MUITO TEMPO.
AFASTEI DE LÁ POR MOTIVO, TRABALHO.
TENHO MEU GRUPO:A COR DO SAMBA, E MEU NOME É RAIMUNDO DO PANDEIRO.
FELICIDADES MEU AMIGO, RONALDO
ray
18 de Janeiro de 2008

Nota: 5
Adoro o Opção, tudo é original e delicioso.

Sr. Ronaldo impõe o maior respeito - o que ajuda a quem está a fim de curtir samba de verdade. Quem gosta de bagunça e desrespeito fica sem-lugar, porque o local é super família. O serviço é dez, os músicos afinados.

É uma pena fechar tão cedo: não dá vontade de ir embora.
Adriana Costa
12 de Dezembro de 2007

Ola,Vc tem a música Rainha das Flores do grupo Sempre Assim...Se tiver entre em contato comigo, eu preciso gravar em um cd esse samba! meu msn:leandroleggal@hotmail.com
Leandro
28 de Novembro de 2007

** Boemia Clube **
Banda de Sao Joao del Rei/MG
Muito samba,mpb, reggae, e um som de qualidade!!

orkut - Boemia Clube Banda
Banda Boemia Clube
31 de Outubro de 2007

Banda dividida entre atleticanos e cruzeirenses, o Falcatrua gravou duas charangas de composição própria para torcidas, em parceria com o selo Bananaouro. As gravações serão usadas para ringtones e true tones de celular e fazem parte de uma campanha pela paz nos estádios.
Para baixar o seu, visite o site do bananaouro ou envie a palavra "BANANA" para o número "48800" a partir de quarta feira 17/10. True Tones(Real music)disponível para operadoras TIM e CLARO. Ring Tones disponível para todas operadoras.

Vote no Falcatrua para o POP ROCK Brasil 2007, visite o site: www.falcatrua.com.br

www.bananaouromusica.com.br
Júlio Coelho Rosa
20 de Outubro de 2007

Nota: 5
Conheço o RONALDO pessoalmente e afirmo com todas as letras que ele é uma das poucas pessoas que ja tive o prazer de conversar O seu bar ainda não tive o prazer de conhecer em dia de funcionamento, mas conheço sua decoração que é impar, não existe igual aqui em BH. RONALDO, sabe o incomoda o seu xará RONALDO GOMES? É o seu sucesso! A inveja é uma merda. Parabens RONALDO pelo sucesso de seu Bar, esposa, filhos Jorge, Geovane etc..

Um abraço

Chagas
CHAGAS
16 de Outubro de 2007

Alo Ronaldo, estou devendo aquela vizita, sabe como é, muita coisa, pouco tempo. Beijo no coração.
Cabral Compositor
28 de Setembro de 2007

Nota: 5
Impossível entender o que fiz eu já não sei mas não deu e agora doi lembrar não consigo disfarçar doeu...doeu toda vez que eu paro pra tentar não consigo me conter doe no peito a saudade faz doer....Eu já tentei te esquecer,eu já tentei me conformar em outro alguém já procurei e desistir de te encontrar só por vc me apaixonei só em teus braços quis motrar eu não sei onde foi que eu errei...se errei me diz em que não dá disfarçar, já não dá mas pra dizer vc tem que me esacutar não faz assim nossa história pode ter final feliz!!!!!!!!!Amo BH!
Fernanda
3 de Setembro de 2007

O SAMBA É BOM , PORÉM O REPERTÓRIO É MUITO REPETITIVO, CHEGA A ENJOAR POIS TODA SEMANA É A MESMA COISA, A BANDA TEM MUITA QUALIDADE, POIS EXIXTEM EXCELENTES MÚSICOS, O RUIM MESMO É DONO DE LÁ Sr. RONALDO QUE QUER APARECER MAIS DO QUE TODO MUNDO, ACHO QUE ELE DEVIA ENTEDER QUE A ATRAÇÃO DA CASA É O SAMBA E NÃO ELE... MAS DE QUAQUER FORMA AINDA FREQUENTO LÁ PORQUE BELO HORIZONTE É MUITO DEFAZADA EM CASAS DE "SAMBAS" .... VALEU GALERA...
SAMBA DE TERREIRO
2 de Setembro de 2007

Nota: 5
PARA QUEM GOSTA DE SAMBA E PAGODE EIS AQUI UM GRUPO DE QUALIDADE ONDE SUA FORMAÇÃO É SÓ DE PROFISSIONAIS 1 GOLE A + ESSE É O NOME DO SUCESSO CONFIRA! CONTATO PARA SHOW 31 87057306 FALAR COM NÚBIA
NÚBIA LIMA
29 de Agosto de 2007

Escutei o 1º disco do Sr. Conga, é muito bom!(Dentre os 3380 inscritos, foram contemplados apenas 171 projetos pela empresa Petrobras).Obs. Comprei por 10,00 pratas na lojinha do café da sala Humberto Mauro, no Palacio das Artes. Valeu!
Ricardo Pizzoto
21 de Agosto de 2007

Nota: 5
Se eu for falar não tem como explicar, mas e o samba e bom demais o espaço e legal e sou fã da galera do samba valeu!!!
João Paulo
15 de Agosto de 2007

Nota: 4
Samba é um estilo de vida e opção trata a te mostrar isso a CASA, OS MUSICOS, OS GARÇONS E A ATENÇÃO DO SR. RONALDO são fundamentais para este sucesso.. abs
leonardo honorato
6 de Agosto de 2007

Nota: 5
Amoooo o Opção...
ele só te um defeito...VICIA...

não consigo parar de ir...

Parabens ao Sr. Ronaldo e Cia.
fabiana
27 de Julho de 2007

Nota: 5
o disco do MESTRE CONGA É D +, E A CASA DE SHOW É O MÁXIMO, ÓTIMA DOBRADINHA.
E QUANTO A RONALDO GOMES, ESSE SIM, DEVE SER UMA MERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRDA.
alice
22 de Julho de 2007

GRUPO MOSAICO (Grupo de samba e choro)
Estamos a disposição para uma breve contratação para show.
c/ Marcos-(11)9512-3308 -(11)4753-5685-Res.
Grupo Mosaico -
São Paulo - Capital
Marcos
15 de Junho de 2007

Nota: 5
Parabéns á casa,aos frequentadores e músicos que mandam o melhor do Samba,mostrando porque é que o Samba nao pode acabar.Realmente Samba melhor em BH ainda nao pintou.É só chegar e curtir.
Cidade Amaral
12 de Junho de 2007

Nota: 5
O espaço é nota 10! Creio que não conseguirei ficar muito tempo sem visitar o Bar! A identificação foi total. Parabéns sr. Ronaldo e CIA!
Regiane
4 de Junho de 2007

EU TAMBÉM ADOREI MESTRE CONGA, DECANTANDO EM SAMBAS. PARABÉNS PRODUTORES, PETROBRÁS, PARABÉNS MESTRE CONGA!

''QUANDO A LUA LÁ NO CÉU BRILHAR / BEM DE MANHÃ O SOL VAI ILUMINAR / AS BORBOLETAS RESPIRANDO EM PLENO AR / O BEIJA FLOR RETIRANDO O MEU DA FLOR '' - MESTRE CONGA.

É LINDO!
MARISA DINIZ
1 de Junho de 2007

Tivemos um passado PUMKADA!
Entretanto, aprendemos com o passar dos anos que e indispensável conhecer a qualidade do terreno espiritual a que se vai transmitir o conhecimento. Assim, na ignorância alheia, descobrimos preciosas possibilidades de serviço. Aconselho ao estrambótico ''musicólogo'' o livro ''O Evangelho segundo o espiritismo''.
Viva a genialidade de ser simples. Viva Mestre Conga!
Thomas
31 de Maio de 2007

Nota: 1
O disco do Mestre(?) Conga é uma merda. Quanto ao Ronaldo, se ele demorasse mais cinco minutos pra nascer, nasceria com 4 ferraduras.
Ronaldo Gomes
10 de Maio de 2007


Depois do sucesso do lançamento do primeiro disco de Mestre Conga em formato True Tones (Real Music), o selo bananaouro tem mais 30 títulos disponibilizados aos usuários das operadoras de telefonia Celular, destacando-se os serviços de download de Ring Tones Polifônicos, Ring Tones Monofônicos, True Tones (Real Music), Wall Papers, Ícones Monocromáticos e Vídeos. É a música independente de Minas Gerais circulando pelo Brasil! Quem estiver interessado em ter o apurado trabalho da cantora Rita Silva disponível no celular, visite o site www.toing.com.br. A partir do próximo mês, após reformulação das interfaces, todo repertório iluminado de Rita Silva estará disponível em True Tones.
Maiores informações
info@bananaouromusica.com.br
Júlio Coelho Rosa
1 de Abril de 2007

Nota: 5
Olá, tenho uma banda de samba rock e gostaria de marcar uma data para fazer um show em sua conceituada casa de samba. Minha banda se chama Koisa D' Preto e tocamos canções de algumas bandas famosas e resgatamos antigos sambas dentre eles:
-Sandra de Sá, Originais do Samba, Simoninha, Farofa carioca, Jorge Ben Jor, Seu Jorge, Cartola, Tim Maia, Ed Motta, Art Popular, entre outros. Caso seja necessário posso levar um release e uma gravação de nossas músicas. Agradeço a atenção dispensada e espero retorno.

Rubens Junior de Almeida
6 de Fevereiro de 2007
Rubens Junior de Almeida
6 de Fevereiro de 2007

alô ronaldo parabens , por reunir pessoas bonitas curtindo o samba de raiz....
amarildo do cavaco
3 de Fevereiro de 2007

Nota: 5
otimo a casa, parabenzzzzzzzz, ainda tive o privilégio de ouvir o cantor e compositor Cabral, acho que os mineiros tem que dar mais olhos e ouvidos para ele, pois é otimo
Geraldo Caravello
24 de Janeiro de 2007

Nota: 5
nunca fui tenho muita vontade de ir e pelas recomendaçoes e nota 10...
eduardo
7 de Janeiro de 2007

Nota: 5
Samba de primeira, ambiente familiar e agradavel, cerveja gelada pessoas legais. O melhor samba de BH.
Felipe Ribeiro
7 de Janeiro de 2007

Nota: 5
ADOREI MESTRE CONGA, DECANTANDO EM SAMBAS. A OBRA VEIO CONFIRMAR QUE TEMOS ÓTIMOS SAMBISTAS EM MINAS GERAIS.
PARABÉNS PETROBRÁS, PARABÉNS MESTRE CONGA!
heloisa
3 de Janeiro de 2007

Nota: 5
Samba é isso, um casa simples mas com o melhor do fino do samba. Parabêns pra casa.
Janaína Márcia
11 de Novembro de 2006

Nota: 5
...é bonito de se ver o samba correr pro lado de lá, fronteiras não há pra nos impedir , vc não samba mas tem que aplaudir ... são essas "pérolas" que me fazem gostar de samba, não essa coisa de FM que mata qualquer um de raiva, O OPÇÃO traz com muita qualidade a simplicidade e a alegria em forma de música, sob a batuta do Ronaldo, é um lugar especial onde aprendemos a respeitar o artista e a individualidade de cada um! É mais que diversão, é lição de vida. Aos críticos do temperamento do Sr. Ronaldo, deixo a minha oração para que eles consigam ver a vida e as pessoas com outros olhos , levando em consideração a bagagem de cada um e aprendendo, que ser diferente não é pecado - e outra coisa , experimentem gerenciar um botequim que seja com cordialidade mas sem verdade - vi muito isso acontecer, é interesse puro, já no opção não: Lá existe respeito ao ser humano e amor incondicional - Sr.Ronaldo - parabéns por não fugir as suas origens e não se dobrar a um mundo hipócrita !

Angelo Márcio
Contagem - MG
Angelo Márcio - Contagem MG
19 de Outubro de 2006

Oii pessal boa noite....sou de sampa recem chegado aki em BH, estou aki a trabalho e curto mt, mais mt mesmo samba de raiz, e gostaria de conhecer a ksa, mais não sei onde fica, pelos comentário parece q ñ irei me arrepender, quem puder entrar em contato favor me envie um e-mail..um grande abraço a todos e um bom fds...
Vitor Junior
6 de Outubro de 2006

Nota: 5
Adorei o ambiente, sem contar que a voz do Michel é linda, nota 10 pro Opção e pra ele!!
Taís
29 de Setembro de 2006

Nota: 5
O samba do Opção, para mim é um dos melhores ambietes de BH, não imita o samba è o SAMBA.
Rosa
Rosa Brambilla
25 de Agosto de 2006

ola pelos comentarios parece ser muito bom com certeza vou conhecer quando for embora um abracao do sombra
ednaldo costa
28 de Julho de 2006

Nota: 5
La o samba é de primeira qualidade, os frequentadores também, so gente bonita e eu esta la, a cerveja gelada o preço e assim como o couver o preço é muito bom.
Eliezer
21 de Julho de 2006

Nota: 5
A casa é muito boa. Os músicos, o repertório, as canjas são de primeira. Um ambiente, pra se conhecer pessoas bacanas. Abraços a todos, e até sexta.
Bráulio
19 de Junho de 2006

Nota: 5
É a melhor casa de samba que existe...Fino d+++, ambiente agradavel, parece churrasco de familia...Sem contar que o Sr: Ronaldo é muito cortes...
Andrieli
25 de Maio de 2006

Nota: 5
outra.... Ronaldo cantando "nega" e "zazueira".. tem balanço melhor? rs eu ainda não encontrei..... salve ronaldo salve dona maria
Moisés
20 de Maio de 2006

Nota: 5
Ambiente agradavel.. tb familiar o Opção é isso pra mim sem dúvida umas das melhores casas de samba ou talvez a melhor de BH.... o encontro do "novo" com a "velha guarda" a oportunidade que o Ronaldo nos proporciona de vermos encontros de grandes compositores e interpretes do nosso querido e amando estimado samba de raiz.. "sem preconceito sem mania de direito"... salve salve
Moisés
20 de Maio de 2006

Nota: 5
Não tem como discordar que o Opção é a melhor casa de samba de BH! Seu Ronaldo é uma figurassaaa! Hahha, certo que ele é um pouco nervoso porém, se não fosse ele a casa ficaria uma verdadeira zona, ele tenta botar ordem né?! Já repararam que não tem segurança lá?! então... No dia que fui, a convite do meu pai, vi lá gente de todos tipos realmente como disseram alguns, até gente famosa eu vi...no dia em que fui estavam ao meu lado o Daniel Oliveira, que agora faz aquela novela da globo Cobras e Lagartos, e também estava lá, segundo o "Seu Ronaldo", algum ministro ou secretário da Colômbia...não sei de que... O Tira Gosto é barato, a cerveja vem trincando, e como disseram alguns, não queira chegar dpois de oito e meia... Viva ao SAMBA!!!
Renato Rigotto
1 de Maio de 2006

Nota: 4
Quem disse que precisamos ir ao Rio pra curtir um belo samba de raiz!? Que me desculpem os críticos, mas o Opção Bar é nossa raíz. Valeu opção por vc existir. Até mais!!!
wellington
11 de Abril de 2006

Nota: 5
JANAINA VC ESTÁ SEMPRE QUERENDO DERRUBAR COM A SUA OPNIÃO. SE VC NÃO GOSTA DO JEITO DO DONO DO BAR? QUAL É A SUA? VC NÃO ACHA Q A SUA OPINIÃO ESTÁ FURADA? ELE TEM O RITIMO DELE.
BJUS.
IARA
IARA MARCIA ALVES
1 de Abril de 2006

Nota: 5
esta casa é nota mil, ela é muito boa, na minha opiniao a melhor de bh!!!!
verveja gelada, samba de primeira e o mais importante, muita mulher bunita!!!!
pablo vaz
18 de Março de 2006

Nota: 5
fala GIOVANE LOGO ESTAREI NA CASA DE SAMBA MAIS CONCENTUADA DE BHTE TODOS FALAM BEM DE VOCES MAIS NAO PODE ESQUECER DO SAMBA DO ENSAIOS BAR SO ALEGRIA SR MARCELO D MARIA E FILHOS(HUDSON) hudsondopagode@hotmail.com (aparecida bhte)
Hudson de Almeida Gomes
12 de Março de 2006

Nota: 5
samba de primeira so gente que entende do assunto a humildade prevalece naquele lugar sou da casa e adoro curti o samba do opcao.VALEU SR RONALDO um abraco do neguinho do surdo...
Hudson de Almeida Gomes
12 de Março de 2006

Nota: 5
samba de primeira so gente que entende do assunto a humildade prevalece naquele lugar sou da casa e adoro curti o samba do opcao.VALEU SR RONALDO um abraco do neguinho do surdo...
Hudson de Almeida Gomes
12 de Março de 2006

Nota: 4
adoro o lugar, mais acho que acaba muito cedo .e o tira gosto e muito fraco nao tem muita opçao.
dilmara
28 de Fevereiro de 2006

Nota: 5
O samba do Opção, para mim é um dos melhores de BH, os músicos são feras, mas tenho que concordar com a opnião de um frequentador, pois o dono do bar é um tanto mal educado, e desagrada muitas pessoas que aparecem por lá. As pessoas que voltam (meu caso), é realmente porque gostam da música do lugar. Mesmo assim recomendo !
Janaina
6 de Janeiro de 2006


Rio de Janeiro, 30 de junho de 2005.
Sr. Júlio Coelho Rosa

Projeto: 293 - Mestre Conga - decantando em sambas
Prezado Sr,

Parabéns!
Temos a grande satisfação de informar que seu projeto foi contemplado.

A Petrobrás anuncia hoje, em seu site, os resultados da Seleção 2004-2005 do Programa Petrobrás Cultural, indicando os projetos que serão patrocinados pela Companhia em 2005, no âmbito do Programa.


Dentre os 3380 inscritos, foram contemplados 171 projetos nas seguintes áreas:
· Preservação e Memória (Memória das Artes, Patrimônio Imaterial e Apoio a Museus, Arquivos e Bibliotecas);
· Produção e Difusão - Cinema (Produção de filmes de curta-metragem para salas de cinema, Produção de filmes de curta-metragem para novas mídias digitais e Produção de filmes de longa-metragem) e
· Produção e Difusão - Música (Registro e difusão da produção musical contemporânea e Apoio a grupos musicais: bandas, corais, orquestras jovens).





Todas as informações sobre o resultado final desta seleção e o Programa Petrobrás Cultural estarão disponíveis no site www.petrobras.com.br.

Agradecemos a sua importante participação neste Programa.
Júlio Coelho Rosa
7 de Dezembro de 2005

Nota: 5
Pessoal,
estou precisando de uma banda de samba de raiz para tocar em um aniversário dia 27/11 para aproximandamente 60 pessoas. Preciso com urgência caso alguem possa me ajudar favor enviar um e-mail ou 92620903. Obrigado
Antonio César
18 de Novembro de 2005

Nota: 5
O Opção para mim é a terapia da alegria!!! Além do samba ser contagiante, lá encontramos os amigos que realmente gostam de um bom samba. A casa é super familiar!!! Pelo menos uma vez por semana, vou ao Opção para recarregar as baterias da alegria!!!
Michelle
26 de Outubro de 2005

Ao longo de 60 anos, José Luiz Lourenço, o Mestre Conga, 79, vem contribuindo para perpetuar o samba e o carnaval de Belo Horizonte, se perfazendo junto ao mérito de ser originalmente ''autônomo''. Talento e disposição para superar as deficiências da grande industria do disco, sempre foram pré-requisitos obrigatórios em sua vida e obra. Porém, sem registro fonográfico, seu trabalho aproximava-se de forma irremediável do esquecimento, o que justificou a seleção pela Petrobrás Cultural. A publicação deste valioso material ainda inédito está estimada para março de 2006. Mestre Conga é um representante fiel do samba de raiz de Belo Horizonte. Vale a pena conferir, é coisa nossa. Júlio Coelho Rosa - BHZ
Júlio Coelho Rosa
15 de Outubro de 2005

Nota: 5
Sou frequentadora assídua do Opção! Nas noites de sexta feira não marco quaiquer outros eventos, que não seja ir para o Opção!
O lugar é extremamente aconchegante, as pessoas que lá trabalam são muito receptivas e prestativas e o samba é de altíssimo nível!
Com certeza a melhor casa de samba de raiz de Belo Horizonte!
Raquel Campolina
25 de Setembro de 2005

Nota: 5
é o melhor bar de bh .. disputadissimo e vai gente de todo brasil... típico copo sujo com identidade!
Flávio
14 de Setembro de 2005

Nota: 5
ADOREI A CASA AS PESSOAOS SAO BONITAS SABEM CURTI UM BOM SAMBA A CERVEJA DESSE REDONDA MUITO BOM VOU IR MAIS VEZES
ADRIANA
11 de Setembro de 2005

Nota: 3
o samba é gostoso, de vez enquando vêm uns convidados especiais muito legais. O maior problema é o Ronaldo, dono do bar, que é meio grosso e mal educado. às vezes espanta seus clientes. Mas vale a pena conferir.
vitor
10 de Setembro de 2005

ai Ronaldo!!, sr.Dario do cavaco, Lamartine do Violao, ja me falaram maravilhas do seu espaço, fiquei com agua na boca, um dia apareço, grande abraço.
Cabral
5 de Setembro de 2005

Nota: 5
Adorei o Opcao!! Pensei que so o Rio de Janeiro tinha casas de samba de primeira, mas descobri que os mineiros tambem sabem fazer um samba de raiz com muitaaaaa qualidade!!
Juliana
Sete Lagoas
Juliana
26 de Fevereiro de 2005

Nota: 5
SR RONALDO E MUITO SISTEMATICO, MAS A CASA E OTIMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Luiz Rafael Silva Cardoso
6 de Janeiro de 2005

Nota: 5
O bar é tudo de bom!!!!! Este sábado só poderei chegar lá as 23:00, mas eu vou tocar pandeiro lá sim...Alguém já me viu tocar???? Sou uma menina novinha de 13 anos que toca lá quase todo sábado!!!!!Uso uma boina cor-de-rosa!!!!! E meu pai toca Surdo, minha mãe canta e meu avô toca violão de 7 cordas!!!! É o Daniel!!!! Lá realmente é muito bom e vale muito a pena ir!!!! Vão!!!!!
Manuela
22 de Outubro de 2004

Nota: 5
Não conheço a casa ainda... Mas só de ouvir o Sr. Ronaldo falar que é a família dele recebendo a minha, já mostra que é um lugar para ficar super a vontade e curtir uma musica de boa qualidade.
Mariana Losqui
22 de Outubro de 2004

Nota: 4
O lugar era um antigo ferro velho, o ambiente é animado e descontraído, tem gente de todas as idades, fica em frente ao shopping Del Rey. Dá até para estacionar o carro no shopping. Vale pena conhcer, mesmo se vc não souber sambar!
Sérgio
18 de Outubro de 2004

Nota: 5
"Viver e não ter a vergonha de ser feliz", Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar","Diga espelho meu se há em Bh,um lugar melhor que eu"..Demais....Opção o melhor lugar pra ir em Bh...Estou la todo sábado...Eu o Sávio,Fernandão e a galera do Carlos Prates....Viva o samba
Fernando Marçal
18 de Outubro de 2004

Nota: 5
O Opção é o melhor lugar para ir em Belo Horizonte. O samba é de melhor qualidade, muita mulher bonita e a cerveja geladissima.Galera quem gosta de samba de raiz não deixem de ir...É demaisssss
Sávio Rodrigues TEixeira
18 de Outubro de 2004

Nota: 5
Adoro ouvir samba,a melhor opção é ir ao opção cerveja gelada,mulher bonita e diversão. clebinho pedro leopoldo mg.
clebinho
6 de Agosto de 2004

Nota: 5
pinga,cerveja,mulher bonita e principalmente samba de boa qualidade o opção tem....
clebinho
6 de Agosto de 2004

Nota: 5
O lugar não é só para joves não, tem gente de tudo quanto é idade, classe social e raça. É um lugar bem eclético que vale a pena conhecer. Eu adoro!
Priscila Paoli
5 de Agosto de 2004

Nota: 5
Para quem quer ouvir Samba....Não tem melhor lugar do que o Opção...Quem for lar vai ouvir Cartola, Nelson Cavaquinho...Na última Sexta-Feira...Quem marcou presença foi Toninho Geraes...cantando suas composições e músicas de consagrados Cantores...
Cristiano Ozorio
28 de Julho de 2004

Nota: 5
Melhor lugar para sair em BH, diversão garantida!
Alice Fonseca de Garcia
16 de Julho de 2004

Nota: 5
Somos frequentadores assíduos. Uma melhor pedida pra quem não tem "Opção" é ir ao bar do Seu Ronaldo. Certamente o cantinho mais democrático e acolhedor de bh...
Iron, Materson, Marcão, Gilsimar (galéra da História 2001)
22 de Maio de 2004

Nota: 4
Muita gente bonita, samba de primeira em um espaço super original???? Pra que pensar....basta ir direto pro opção. O melhor samba de BH.
Soraya
17 de Abril de 2004

Nota: 5
Parabéns ao Ronaldo e a todos do bar pelo carinho e respeito com os clientes, e pelo excelente serviço prestado no Opção. Com certeza, quem vai uma vez, volta sempre!
Érica Antunes
31 de Março de 2004

Nota: 5
Ouvi falar do lugar há muito tempo, mas só agora fui conhecer. Recomendo! Boa música, gente jovem e bonita, preços justos. O "porém" é a falta espaço, mas no final é só alegria.. =)
Juliana
14 de Março de 2004

Nota: 5
"Hoje o samba saiu... Lá lá lá" Tá a fim de sambar? Já vai começar: "Agora chegou minha vez vou cantar o Opção em primeiro lugar"!!!!!!
Renata Zenha
12 de Março de 2004

Nota: 5
Sempre que posso vou ao Opção para ouvir o melhor samba de BH! Gente bonita e cerveja gelada nunca há de faltar!!!!!!
Dani
12 de Março de 2004

Nota: 5
Adoro o Opção! É sem dúvida o espaço onde se ouve o melhor samba de BH! Não bastasse isso, ainda temos a acolhida gentil do Ronaldo que nos faz sentir em casa! Indico pra todo mundo!
Gláucia
12 de Março de 2004

Nota: 5
Me perdoem Salvador, Rio e São Paulo. O samba do Opção é o melhor do Brasil!!!!!
andre roberto melo silva
1 de Março de 2004

Nota: 5
Conheci o Opção ha pouco tempo, mas posso falar que é o melhor lugar para se ouvir um samba de raíz...tá de parabéns...
Denise
25 de Fevereiro de 2004

Nota: 5
O OPÇÃO É A MELHOR CASA DE SAMBA QUE JÁ FUI. BOA PARA DANÇAR, CURTIR SAMBA DE QUALIDADE E PAQUERAR, POIS TEM MUITA GENTE BONITA. MANDO UM ABRAÇO ESPECIAL PARA D.LÚCIA QUE ACENDE A GALERA COM SUA VOZ.
ANA FLAVIA
31 de Janeiro de 2004

Nota: 5
Com certeza a melhor casa de samba de Belo Horizonte!! Muita mulher bonita, cerveja gelada e samba de primeira. Nao fica devendo em nada para os lugares que conheci no Rio de Janeiro, berço do samba.
Tiago Sânzio
28 de Dezembro de 2003

Nota: 5
O Opção é um dos melhores bares que já estive em BH. O Ronaldo é uma das pessoas mais "gente boa" que já conheci. Samba de excelente qualidade, cerveja geladíssima e músicos de primeira. Opção é a melhor opção!
Cíntia
7 de Novembro de 2003

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