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Roberto medronho

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ROBERTO MEDRONHO
Compositor e cantor

Nascido a 10 de outubro de 1958 na Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro, este típico carioca da gema, desde criança é apaixonado por música. Inicialmente, tocou violão clássico, tendo feito algumas apresentações. Seus compositores prediletos na música clássica são: Bach e Villa-Lobos. Como todo bom suburbano carioca, nasceu e cresceu, respirando samba. Foi um dos fundadores do GRES Acadêmicos da Abolição, participando de sua diretoria. Entretanto, seu amor pelo ritmo e melodia do samba de raiz fez com se envolvesse na ala dos compositores da Escola, onde foi seu vice-presidente. Cursou o primeiro e segundo grau no Colégio Pedro II. Ao se aproximar o vestibular, tinha um grande desejo, guardado em segredo no seu coração: fazer orquestração e regência na Escola de Música da UFRJ, tentando conciliar a música clássica e o samba de raiz. Doce ilusão... Seu pai, ao ver revelado seu desejo, foi peremptório: “Não estou aqui para sustentar vagabundo...”. Até hoje povoa sua memória a bela canção de Paulinho da Viola: “Tinha eu quatorze anos de idade/Quando meu pai me chamou/Perguntou-me se eu queria/Estudar Filosofia, Medicina ou Engenharia/Tinha eu que ser doutor...”. Formou-se médico pela UFRJ, tendo cursado o doutorado em Saúde Pública pela FIOCRUZ. Foi Diretor do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva da UFRJ (NESC/UFRJ). Atualmente, como Professor Adjunto da Faculdade de Medicina da UFRJ. Ressalta-se que, hoje ele é extremamente grato ao seu pai, pois é “feliz e realizado na profissão”, desenvolvendo intensa atividade no ensino, pesquisa e extensão universitária. Tornou-se um pesquisador de renome, comprometido em reduzir as mazelas existentes na Saúde Pública, muitas vezes expressas nas freqüentes epidemias que assolam a cidade do Rio de Janeiro, como as epidemias de dengue, por exemplo. A despeito de todo esse trabalho, nunca abandonou o samba de raiz, considerado por ele como um elixir contra todos os problemas do dia-a-dia. Como compositor, participou ativamente da criação do Bloco Simpatia É Quase Amor, tendo sido pentacampeão em parceria com seu mestre Noca da Portela, parceria esta que já dura mais de 25 anos. Além disso, foi pentacampeão do Bloco do Barbas, tricampeão do Cacique de Ramos, tendo ganhado sambas também no Bloco de Segunda, Dois Pra Lá, Dois Pra Cá e mais recentemente, no Minerva Assanhada, bloco criado pelo então Reitor da UFRJ, Prof. Carlos Lessa. Durante todos esses anos de convivência no mágico e fraterno mundo do samba, teve vários parceiros, além de seu mestre maior (Noca da Portela): Roberto Serrão, Jurandir da Mangueira, Sereno, Darci Maravilha, Flávio de Oliveira, Janjão, Rico Dorilêo, Mario Lago Filho, Carlinhos Doutor, Leandro Fregonesi, entre tantos outros. Tem o prazer de conviver e possuir grandes amigos no mundo do samba, como: Nei Lopes, Wilson Moreira, Dudu Nobre, Dorina, Paulão Sete Cordas, Ari Bispo, Adilson Bispo, Monarco, Darci da Mangueira, Luiz Carlos da Vila, Nélson Sargento, Beth Carvalho, entre tantos outros. Suas composições já foram gravadas por bambas do quilate de João Nogueira, Nélson Sargento, Luiz Carlos da Vila, Monarco, Dudu Nobre, entre outros bambas. Em 2003, produziu seu próprio CD SAMBA, SAÚDE E SIMPATIA: “Um CD independente que dependeu de todo mundo”, como costuma brincar. Este projeto busca resgatar o verdadeiro carnaval de rua, capitaneado pelos blocos, que a despeito do pouco apoio oficial, cresce por iniciativa dos próprios foliões, que com muita alegria, disposição e criatividade colocam o bloco na rua, divertindo o povo. Como afirma Roberto Medronho: “É o carnaval mais democrático, livre, leve e solto do mundo! Mostrando que o carnaval carioca não é apenas a Sapucaí”. O projeto gráfico do CD é do cartunista LAN. Entre os músicos encontram-se: Darci Maravilha e Joi Luiz: percussão; Daniel Neves: violão sete cordas; Roberto Martins: trombone e Jurandir Monteiro: cavaquinho e banjo. Entre os intérpretes: Noca da Portela, Dudu Nobre, Nélson Sargento, Luiz Carlos da Vila, Rico Dorilêo, Dorina, Roberto Serrão, Darci da Mangueira, Darci Maravilha, Eliane Faria e o próprio Roberto Medronho. O CD foi lançado com grande sucesso em Brasília, na UFRJ, em Teresina (Piauí). Nesta capital, a música mais executada no carnaval foi Minerva Assanhada na bela interpretação de Dudu Nobre. Atualmente, o CD será lançado em diversas casas do Rio de Janeiro como: Centro Cultural Memórias do Rio, Clã Café, Partitura, Mistura Fina etc.

CONTATOS: Tel: (21) 9998-4112 / 2527-4553
e-mail: ramedronho@globo.com


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