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Nei Lopes

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NEI (Braz ) LOPES, autor e intérprete de música popular, nasceu no subúrbio de Irajá, Rio de Janeiro, RJ, em 9 de maio de 1942. Bacharel pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil, no início dos anos 70 abandonou a recém-iniciada carreira de advogado para dedicar-se à música e à literatura. Compositor profissional desde 1972, notabilizou-se principalmente pela parceria com Wilson Moreira e pela obra gravada por quase todos os grandes intérpretes do samba tradicional. Nos anos 80 foi um dos impulsionadores, como prático e teórico, do chamado "pagode de fundo de quintal", que levou de novo o samba, com nova roupagem, às paradas de sucesso. Intérprete de suas próprias obras, tem gravados, em dupla com Wilson Moreira, os lps "A Arte Negra de Wilson Moreira & Nei Lopes" e "O Partido Muito Alto de WM & NL" (EMI, 1980 e 1985, reunidos em CD em 1995); e, individualmente, os álbuns "Negro Mesmo" (Lira-Continental, 1983), "Canto Banto" (Saci, 1996) "Sincopando o Breque" (CPC-UMES, 1999) e "De Letra & Música" (Velas, 2000) . Na década de 1990, abrindo ainda mais o leque de suas parcerias, onde já sobressaíam os nomes de Cláudio Jorge e Zé Luiz, e procurando romper a barreira do preconceito que imobiliza a produção de sambistas oriundos das escolas, Nei iniciava prolífico trabalho ao lado de Zé Renato e Guinga, entre outros nomes mais identificados com o segmento rotulado como "MPB". Além disso, desde os anos 80, é um dos dirigentes da AMAR-SOMBRÁS, sociedade de gestão autoral brasileira da qual fazem parte, entre outros grandes nomes, os compositores Chico Buarque, Aldir Blanc, Paulinho da Viola, Hermínio Bello de Carvalho e Paulo Cesar Pinheiro. E paralelamente à atividade de compositor, Nei Lopes, sócio correspondente do CICIBA, Centro Internacional das Civilizações Bantu, com sede na República do Gabão, é escritor de vasta obra toda centrada na temática afro-brasileira e compreendendo ensaios como "O Samba, na Realidade" (1981), "Bantos, Malês e Identidade Negra" (1988), "O Negro no Rio de Janeiro e Sua Tradição Musical" (1992), "Zé Kéti, O Samba Sem Senhor" (2000), "Logunedé; santo menino que velho respeita"(2000), além de um "Dicionário Banto do Brasil" (1996) e um volume de poemas "Incursões sobre a Pele" , também de 1996, entre outras publicações. Desde 1995, Nei trabalha na elaboração da "Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana", sua obra mais ambiciosa, a qual contempla centenas de verbetes sobre o universo do samba e do choro.
Em 2001, Nei Lopes participou do projeto que resultou no Cd "Ouro Negro", em tributo ao legendário Maestro Moacir Santos.Essa participação, além do texto de apresentação do disco,traduziu-se em cinco elogiadas letras, escritas para melodias do Maestro, e que resultaram em canções gravadas respectivamente por Milton Nascimento,Gilberto Gil,Djavan, Ed Motta e João Bosco.





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