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Jorge simas

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Jorge Eduardo Collyer Simas nasceu em 14 de agosto de 1953, no Rio de Janeiro. Dividiu sua infância entre os bairros do Estácio e Parada de Lucas. Nesse período ouvia programas da Rádio Nacional e antigos discos “78” rotações com música instrumental que seus pais possuiam.
Aos cinco anos ganhou um acordeon, instrumento muito popularàquela época. Nele pode experimentar um contato mais íntimo com a música, chegando mesmo a compor pequenas valsas e canções. Quando tinha 9 anos , morre seu pai. Ele guarda o acordeon, e só vai retomar o interesse por instrumentos na adolescência.
De fato aos 15 anos, toca de ouvido cavaquinho e bandolim, e faz sua primeira música com letra: “Lua Vazia”, vencedora do 1º Festival de Música do Colégio Olindense, onde cursava o antigo ginasial.
No ano seguinte, 1970, entra para a Escola de Marinha Mercante, onde começa a tocar violão. Alí, vence dois festivais de Música Popular: o 1º ainda em 1970, com a toada “Pensamentos” e o 2º em 1972, com a canção “Rumo a Vega” .
Em 1974 vence o Festival de Música Interescolar da Leopoldina, com o samba “Nó Perfeito”.
Em 1975 vence o Festival Interescolar da TV Tupi, com a música “Canção Desconexa”. Já cursava Engenharia e não tinha nenhuma pretensão de tornar-se músico profissional, quando começa uma estreita ligação com o choro, através do Bar Suvaco de Cobra, no subúrbio da Penha, reduto de grandes músicos.
A partir daí, a música começa a lhe render alguns trocados em pequenos shows, serestas e rodas de samba.
Em 1976 começa a tocar violão de 7 cordas e já trabalha com nomes como: Ademilde Fonseca, K-Ximbinho, Claudionor Cruz, Nelson Cavaqiunho, Abel Ferreira, Moreira da Silva, D. Ivone Lara e outros.
Em 1977, forma o Conjunto “Nó em Pingo D’Agua” que vence no ano seguinte o “Concurso de Conjuntos de Choro da Cidade do Rio de Janeiro”, promovido pela Secretaria de Cultura do Município.
Por volta de 1980/81, quando o samba passava por um momento de grande execução em rádio, começa a ser solicitado para gravações. A partir daí, a marca de seu violão liga-se definitivamente a trabalhos com renomados intérpretes da Música Popular Brasileira. Dentre outros podemos citar: Beth Carvalho, Alcione, Jair Rodrigues, Clara Nunes, Elis Regina, Elza Soares, Agepê, Carlos Lyra, Daniela Mercury, Jamelão, Moraes Moreira, Fagner, João Nogueira, Quarteto em Cy, Nara Leão, Elizeth Cardoso, Baby do Brasil, Roberto Ribeiro, Noite Ilustrada, MPB-4, Zeca Pagodinho, Gilberto Gil, Mestre Marçal, Simone, Elton Medeiros, Toquinho e Emílio Santiago.
Em 1982 grava com o grupo “Nó em Pingo D’Agua o disco “João Pernambuco – 100 Anos”, que recebe no ano seguinte o “Prêmio Shell de Música Popular” – categoria Instrumental.
Em 1989 recebe o “Prêmio Sharp de Música Instrumental” ( melhor disco) com o álbum “Salvador”, ainda com o “Nó em Pingo D’Água”.
Em 1991 é agraciado com o “Troféu Manchete”- O melhor do Carnaval.
Em 1996 vence o “Iº Concurso de Choro da Cidade do Rio de Janeiro”, promovido pelo Museu da Imagem e do Som, com o choro “Rio à Toa” em parceria com Dirceu Leite.
Em 1998 ganha dois “Prêmios Sharp” por sua participação no CD “Paulo Moura e os Batutas”, categorias “Melhor CD Instrumental e Melhor Grupo Instrumental”. Ainda com Paulo Moura representou o Brasil em dois festivais internacionais de Música Instrumental; o “Folk-Tejo” na cidade de Lisboa, Portugal em 1991 , e o “Vail – Jazz – Party”, em Vail, Colorado nos EUA, em 1997, com grande sucesso de crítica.
O compositor Jorge Simas tem músicas gravadas por Elizeth Cardoso, Délcio Carvalho, Elymar Santos, Zeca Pagodinho, João Nogueira, MPB-4 e outros. Tem músicas em parceria com grandes nomes da MPB, como: João Nogueira, Zeca Pagodinho, D. Ivone Lara, Délcio Carvalho, Ivor Lancelotti, Cacaso, Jorge Aragão, Marcos Paiva e Reginaldo Bessa.
Em 2000, lançou o CD “CARTA AO REI”, fruto de sua parceria com o grande poeta Paulo César Feital, lançou o CD “CARTA AO REI”, que contou com as participações especiais de grandes como: Chico Buarque, Leny Andrade, Paulo Moura, Selma Reis, Carlinhos Vergueiro e Cris Delano. Este CD foi lançado no Rio de Janeiro e, em São Paulo no SESC POMPÉIA.
Em 2002 lançou o CD “ Pela Palavra”

Imprensa:
“AINDA NÃO SEI SE JORGE SIMAS É MELHOR COMO INSTRUMENTISTA OU COMO COMPOSITOR. O QUE SEI É QUE ELE É QUE ELE É UM DOS GRANDES NOMES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA” – SÉRGIO CABRAL.


JORGE ROBERTO MARTINS 12/05/1993 SHOW CRÍTICA
“ ..... enquanto Simas comove como poucos o violão de 7 cordas...”

ELTON MEDEIROS 5/06/1996 VEJA RIO
“...exímio violonista de 7 cordas...”

TATIANA DIAS 22/12/1996 O GLOBO
“... Simas domina como poucos o violão de 7 cordas....”

ALTAIR BAFFA JAN/ 1997 REVISTA MÚSICA BRASILEIRA
“... o melhor 7 cordas vivo da Música Popular Brasileira e ponto final.....”

RICARDO CRAVO ALBIM 17/03/1997 O DIA D
CRÍTICA DO CD “PAULO MOURA E OS BATUTAS”
“... a introdução da faixa Ingênuo, o mais lindo choro do Mestre Pixinga, tocada à capela pelo sopro macio de Paulo Moura, logo acompanhado pela baixaria do violão de Jorge Simas é de chorar de tanta beleza...”

CLAUDIO VIEIRA 21/07/1997 PASSARELA DO SAMBA O DIA
“...Jorge Simas, o mago do 7 cordas....”

ANTONIO CARLOS MIGUEL 12/12/2000 O GLOBO
“.... excelente violonista e arranjador......”

ANDRÉIA BEDESCHI 14/12/2000 TRIBUNA DA IMPRENSA - BIS
“....Jorge Simas é considerado pela crítica especializada o maior 7 cordas do país, e os pr6emios que coleciona certificam isto...”


TARIK DE SOUZA 19/12/2000 JB CAD. B DISCOS CRÍTICA CD CARTA AO REI
“... músico hábil, Simas viaja do Tango ao frevo, mas a costura predominante do Cd é o samba....”


O ESTADO DE S. PAULO MAURO DIAS 19/10/2001
"....O violonista de sete cordas Jorge Simas é fundador do grupo Nó em Pingo D"Água. O grupo é um dos fundamentais do renascimento do choro, nos anos 90. É presença importante em discos de grandes intérpretes do samba e do choro. Simas é um às de seu instrumento. Poucos sabem que é também compositor, com mais de 200 músicas em parceria com Delcio Carvalho, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Jorge Aragão, João Nogueira e outros bambas. ..."



JOÃO PIMENTEL 4/03/2003 O GLOBO DISCOLÂNDIA
CRÍTICA DO CD PELA PALAVRA
“... Jorge Simas é um craque no violão de 6 e 7 cordas, um grande arranjador,...
O samba de Simas é sofisticado, de boas melodias, letras inteligentes na poesia e no humor. Em sua música tem muito de João Nogueira, seu parceiro na hilariante”Despertar do Mago”, de Zé Kéti-“Quatro Velas”é uma versão moderna para “Malvadeza Durão”- e de Nei Lopes, de quem é clara a influência em “Malandro Internet”.
Simas tem a temática crítica típica do carioca da Zona Norte, de humor afiado em “Waldeocly”, masde olhar atento para a beleza de uma cidade que ainda se faz charmosa em “Meu Rio”.....”


TARIK DE SOUZA - 23/04/2003 JB CAD. B CD “PELA PALAVRA”
...“Da escola de Nei Lopes em Malandro da Internet( que rebate o samba de breque Malandro JB), o estaciano Jorge Simas, um dos fundadores do Grupo Nó em Pingo D”Água, mostra que o samba de calçada de João Nogueira( seu parceiro na corrosiva Despertar do Mago) não morreu com o bamba do Méier. Parceiro de Paulo César Feital ( na arqueologia hilária de Waldeocly e na exaltação a Mangueira Cor de Rosa), com quem gravou o ótimo Cd “Carta ao Rei”, Simas, ás do 7 cordas, segue os mestres e aponta novos rumos.”....


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