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Euclides amaral

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Poeta. Letrista. Produtor. Pesquisador de MPB. Criado na rua Guaíba, em Brás de Pina, subúrbio do Rio de Janeiro.
Desde criança freqüentou a Escola de Samba Tupy de Brás de Pina, com sede na rua em que morava.
Entre 1973 e 1978, publicou poemas em várias antologias, periódicos e fanzines por todo o Brasil.
Em 1977 mudou-se para Brasília onde permaneceu por um ano. Voltou para o Rio de Janeiro e logo depois transferiu-se para Lavras, Minas Gerais, em 1981, onde também residiu por um ano.
Trabalhou como diagramador e arte-finalista de jornais e livros.
Escreveu artigos e matérias para diversos jornais e revistas.
Formou-se em Comunicação Social (Publicidade & Propaganda) na década de 1990 pela Universidade Augusto Motta (Suam).
Trabalhou em emissora de rádio AM escrevendo roteiros para programas.
Publicou "Sapo c/ arroz" (poesias/1979), "Fragmentos de carambola" (prefácio de Xico Chaves/poesias/1981), "Balaio de serpentes" (prefácio de Sergio Natureza/poemas e letras/1984), "O cão depenado" (poesias/1985), "Sobras futuristas" (poesias/1986), "Cynema bárbaro" (prefácio de Sidney Cruz/poesias/1989) e "Emboscadas & labirintos" (prefácio de José Maria de Souza Dantas/contos. Ed. Aldeia, 1995).
Entre 1982 e 1985, fazendo parte do grupo Panela de Pressão, participou da gestão e direção do teatro Armando Gonzaga, no subúrbio carioca de Marechal Hermes.
Entre 1999 e 2005 trabalhou como pesquisador de MPB no Dicionário Cravo Albin da MPB e em projetos para o Instituto Cultural Cravo Albin, FAPERJ, PUC-Rio e Biblioteca Nacional.
Em 1978 teve a sua primeira música gravada, "Cidade moderna" (c/ Marko Andrade), interpretada por Jorge de Souza. O compacto duplo, para o qual foi o produtor da própria faixa, foi produzido por Jorge Paiva e Ivan Batista, e lançado pelo Selo J.P. Leal Discos, compilando as quatro finalistas do "Primeiro Festival da Canção do Clube Militar". Neste mesmo ano compôs com Marko Andrade as músicas da peça "Retrato de mulheres" de Marcia Eliza e Jorge Guedes, também fazendo parte também da trilha sonora a composição "Laços" (c/ Jayme Pontes e Rubens Cardoso). A peça fez apresentações em São Paulo, juntamente com o grupo musical A Canoa Cigana sob sua direção artística. O grupo era integrado por Bruno Tarjano (baixo), Rubens Cardoso (cavaquinho e violão), Marko Andrade (violão e viola de 12), Terezinha Coelho (voz e percussão), Mazinho (percussão) e Jayme Pontes (violão).
Em 1981 ingressou no grupo Panela de Pressão que reunia poetas, músicos, letristas, atores e teatrólogos. Com este grupo escreveu, participou como ator e compôs algumas músicas em parceria com Marko Andrade e Moisés Costa para duas montagens teatrais: "Drummondiando" e "Labirintos das águas", participando de inúmeros shows e apresentações em teatros, universidades e praças públicas do Rio de Janeiro. No ano seguinte, compôs com Rubens Cardoso "Canto do homem cotidiano", música que fez parte da trilha sonora da peça "Chama o ladrão", criação coletiva do grupo Vamos à Luta, dirigido por Celina Sodré. Foi co-autor e fez diversas composições com Marko Andrade para o musical "Bar Brasil", no qual participou como ator.
No ano de 1983 participou da coletânea poética "Labirinto das Águas" que reuniu poetas do grupo Panela de Pressão. Apresentou-se como poeta-performático, fez roteiro e direção de shows de vários artistas em teatros e casas noturnas do Rio de Janeiro. No final da década de 1980, ganhou por duas vezes o primeiro lugar em concursos universitários de poesias e a convite de José Maria de Souza Dantas, ministrou palestras sobre música popular brasileira e poesia contemporânea em dois congressos de literatura da Universidade Suam.
Em 1988 foi incluído no "Dicionário de Poetas Contemporâneos", de Francisco Igreja.
No ano de 1991, com o poema "Fofoka antropológika", participou do projeto "Eletropoesia", da Faculdade Cândido Mendes, em Ipanema.
Em 1995 lançou o livro de contos "Emboscadas & Labirintos", com o qual fez diversos lançamentos em projetos dos governos Estadual e Municipal, fazendo shows com Tavinho Bonfá e Rubens Cardoso, em shoppings e no circuito universitário. Ainda neste ano, criou o projeto de poesia "Quartas crescentes", apresentado no Sindicato dos Arquitetos do Rio de Janeiro, e em parceria com o poeta Samaral criou o projeto "Segundas Urbanas", apresentado no Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo).
No ano de 1996 suas composições "Tatipirun" e "Sangue da cidade", (ambas com Rubens Cardoso) e ainda "Artimanhas" e "Dança das cores", estas duas, parceria com Rubens Cardoso e Olten, foram incluídas no CD "Dança das cores", de Rubens Cardoso, lançado pelo Selo Arara Produções Artísticas.
Em 1998, participou do projeto "Balaio do Sampaio", de Sergio Natureza, apresentando-se em várias casas noturnas do Rio de Janeiro (Hipódromo Up, Sala Funarte Sidney Miller, entre outras). O projeto reunia nos shows, poetas, músicos e amigos de Sérgio Sampaio: Elisa Lucinda, Salgado Maranhão, Alceu Valença, Luiz Melodia, Hyldon, Rubens Cardoso, Eduardo Dussek, Renato Piau, Elza Maria, Jards Macalé, Marcos Sacramento, Zeca Baleiro, Chico Caruso, entre outros.
No ano de 1999, sua música "Choro de passarinho" (c/ Renato Piau e Rubens Cardoso) foi gravada no CD "Do nada", de Denise Krammer. Neste mesmo ano, produziu juntamente com Paulo Renato o CD "Conexão carioca" para o Selo Peixe Vivo Produções Artísticas. No disco foram incluídas de sua autoria "Lua comparsa" (c/ Marko Andrade e Rubens Cardoso), interpretada por Ceiça, e "Choro de passarinho", desta vez regravada por Elza Maria. O disco foi apresentado pelo crítico Ricardo Cravo Albin, acumulando um boa aceitação da crítica especializada: Antônio Carlos Miguel (Jornal O Globo), Joaquim Ferreira dos Santos (Jornal O Dia) e revistas Música Brasileira e BackStage. Ainda em 1999 ingressou como pesquisador de MPB no Dicionário Cravo Albin da MPB atuando nas vertentes "Samba e choro" e "Rock, pop e gospel".
No ano 2000, o disco "Conexão carioca" foi relançado pelo Selo Guitarra Brasileira, com distribuição nacional da gravadora Outros Brasis. Neste mesmo ano, produziu o CD "Conexão carioca 2". No disco, também apresentado pelo crítico Ricardo Cravo Albin, foram incluídas de sua autoria: "Santo maior" (c/ Moisés Costa) interpretada por Solange Pereira; "Parapoucos" (c/ Rubens Cardoso), interpretada pelo próprio parceiro; "Por um triz" (c/ Bóris Garay, Rubens Cardoso e Olten), com a cantora Anna Pessoa; e ainda "Rosa morena" (c/ Mílton Sívans), interpretada por Lú Dionízio e Mílton Sívans. Trabalhou como Assistente de Produção de Ricardo Cravo Albin e Carlos Savalla na coleção "As cem melhores do século e as 14 mais", lançada pela gravadora EMI- Music. A coletânea, reunida em uma caixa com seis CDs, contou através de 114 músicas a história da MPB, representada por seus principais compositores e intépretes. Produziu, com Sergio Natureza, no Espaço Cultural Caravelas, o evento "Literalmente às Quartas", que durante o mês de julho recebeu os convidados Geraldo Carneiro, Chacal, Ferreira Gullar, Zeca Baleiro e Salgado Maranhão.
No ano de 2001, com Marko Andrade, fez a produção do CD "Aldeias urbanas", de Marko Andrade. O disco foi lançado pelo selo Guitarra Brasileira e contou com a participação especial da cantora Ceiça interpretando "Lua comparsa". O disco foi lançado no "Espaço Cultural Tá Na Rua" e o show (para o qual fez a direção) contou com a participação especial de Carlos Dafé. Neste mesmo ano, ao lado das bandas Rio Maracatu, Sentupé e JFK, participou do evento "Vem Comer Som", na Lona Cultural João Bosco.
Em 2002 produziu para o selo BigVal Produções o CD "Conexão carioca 3". O disco, com apresentação do poeta e letrista Sergio Natureza, contou com as participações de Eliane Faria, Pecê Ribeiro, Claudio e Cristina Latini, entre outros e foram incluídas de sua autoria as composições "Considerações" (c/ Lúcio Sherman e Carlos Dafé), interpretada por Lúcio Sherman e Carlos Dafé; "Feito semente" (c/ Marko Andrade e Cacaso), interpretada pela cantora Edir Silva; "Moinhos de vento" (c/ Marko Andrade e Xico Chaves) cantada por Martha Loureiro; "Mulequim" (c/ Big Otaviano) com Big Otaviano e Banda Elos; "Noturnamente" (c/ Marko Andrade) interpretada pelo parceiro e ainda "Quero que você me leve" (c/ Marko Andrade e Rubens Cardoso), faixa interpretada em dueto com Rubens Cardoso e com participação especial da cantora Ceiça. Ainda em 2002 trabalhou como Assistente de Produção de Ricardo Cravo Albin na coletânea "Música brasileira" (EMI-Music/Selo ICCA e Ministério das Relações Exteriores). O CD foi encartado na revista "Texts from Brazil", lançada nas bancas de jornais dos Estados Unidos e em alguns países da Europa. Trabalhou como Coordenador do Site "Cem Anos de MPB", encomendado a Ricardo Cravo Albin pela Embaixada do Brasil em Londres e lançado neste mesmo ano. Fez a direção e o roteiro do show "Noite da Música Negra Carioca", de Gérson King Combo, Marko Andrade e Lúcio Sherman, apresentado no projeto "Novo Canto", no Sesc de Copacabana.
Em 2003 suas composições "Considerações" (c/ Lúcio Sherman e Carlos Dafé), interpretada por Carlos Dafé; "Você nunca mais vai me ver" (c/ Moisés Costa) interpretada por Paulinho Miranda e ainda "Quero que você me leve", parceria com Marko Andrade e Rubens Cardoso, interpretada em dueto com Rubens Cardoso, foram incluídas no CD "Quem são os novos da MPB?", produzido por Lúcio Sherman e lançado pelo selo Puro Som. O Selo Peixe Vivo relançou o CD "Conexão carioca 3" com algumas faixas-bônus. Ainda em 2003, com Eliane Faria, fez a produção do disco "Alma feminina", de Eliane Faria. O CD, lançado pelo Selo ICCA (Instituto Cultural Cravo Albin) com apoio do Ministério da Cultura, contou com texto de apresentação de Ricardo Cravo Albin, mixagem de Paulinho da Viola e ilustrações do cartunista Lan. Participou, ao lado de Tanussi Cardoso e Noca da Portela, do projeto "Conexão Solidária", no teatro do Sesc da Tijuca e ao lado de Lúcio Sherman, Marko Andrade, Luzia Motta, MPBlack, Bando Trololó, Beto Gaspari, Jó Reis, Tinho Martins, Marcelinho Ferreira e Carlos Dafé, apresentou-se no Centro Cultural Carioca, no Rio de Janeiro. Apresentou-se no projeto "Brincando de roda" (com direção de Sérgio Fonseca) ao lado de Adelzonilton, Noca da Portela, Carlinhos Amanhã, Cida Moreno e Délcio Carvalho, entre outros.
No ano de 2004 participou do disco "Boas novas", de Sidney Mattos, no qual declamou de sua autoria o poema "Tardes de agosto". No CD ainda foram incluídas as composições "Belarina" (c/ Sidney Mattos e Ivan Wrigg), "Diferente" (c/ Sidney Mattos e Olten) e "Olhar neón", em parceria com Sidney Mattos. Neste mesmo ano o grupo mineiro Tatamatê regravou "Choro de passarinho" (c/ Renato Piau e Rubens Cardoso).
Em 2005 participou do CD "As tribos", de Rubens Cardoso, no qual interpretou em parceria com Rubens Cardoso, Marko Andrade e Ceiça a faixa "Quero que você me leve" (c/ Marko Andrade e Rubens Cardoso). No disco também foram incluídas, de sua autoria, as faixas "Gosto moreno" (c/ Jayme Pontes e Rubens Cardoso), interpretada por Marco Marinho e Rubens Cardoso, "Choro de passarinho" (c/ Renato Piau e Rubens Cardoso), "Lua comparsa" (c/ Marko Andrade e Rubens Cardoso) e "Por um triz" (c/ Bóris Garay, Rubens Cardoso e Olten). Neste mesmo ano, Marko Andrade, no CD "AldeiAfroTupy" interpretou "Quero que você me leve" (c/ Marko Andrade e Rubens Cardoso), "Noturnamente" (c/ Marko Andrade) e "Comunhão", também em parceria com Marko Andrade.

DISCOGRAFIA:

2002 - conexão carioca 3(vários)Selo BigVal Produções, CD,
2003 - Quem são os novos da MPB? (vários)Selo Puro Som, CD,
2003 - Conexão carioca 3 - bônus - (vários)Selo Peixe Vivo Produções, CD,
2004 - Boas novas(participação)Tamos Produções, CD,
2005 - As tribos(participação)Selo Arara Produções, CD.


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