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Eliane faria

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Eliane Faria

Carioca, neta do violonista César Faria, filha de Paulinho da Viola e Alcinéia Pereira, ex -passista da Acadêmicos do Salgueiro e sobrinha de Anescarzinho do Salgueiro, Eliane Faria não poderia seguir outro caminho que não o da boa música. Integrante da ala de compositores da Portela, Eliane atuou também como segunda intérprete da Escola de Samba Paraíso do Tuiuti. Inclusive foi a primeira grávida a desfilar na Marquês de Sapucaí interpretando samba-enredo.
Sua trajetória como cantora teve início em 1994, com o espetáculo "A Filha Canta o Pai", dirigido por Túlio Feliciano e produzido por Nei Barbosa. Em 1995, apresentou os shows "Eliane Faria, Canta 30 Anos de Carreira de Paulinho da Viola", com a participação da Velha Guarda da Portela, na quadra da escola, e "70 Anos de Nelson Sargento", no Asa Branca. Eliane Faria participou dos projetos "Encontros Notáveis", no Teatro Rival, tendo Djavan como padrinho, e "Mulheres de Março" com Elza Soares e a pianista Délia Fisher, no Hotel Intercontinental.
Ao lado de Cláudio Lins, Ivan Lins, Mart’nália, Renato Correa, Bernardo Lobo e Edu Lobo, entre outros, participou do CD “Tal Pai, Tal Filho", produzido por Paulinho Tapajós, onde interpretou em dueto com seu pai a música "Arvoredo". Em teatro como Espaço das Artes; Centro Cultural da Light; Teatro Municipal de Niterói, Teatro SESI, Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Monteiro Lobato, em São Paulo, se apresentou sempre cantando sambas conhecidos e inéditos contagiando o público com sua voz grave e aveludada.
Com Monarco, Paulinho da Viola, João Nogueira, Wilson Moreira, Noca da Portela, participou do disco "Ala dos Compositores da Portela", interpretando "Hino da Velha Guarda". Interpretou "Amor Poente" de Célio Khouri e Anescarzinho do Salgueiro na coletânea "Conexão Carioca 3", produzida por Euclides Amaral.
Ao lado de Dona Ivone Lara, Martinho da Vila, Velhas-Guardas da Portela e Mangueira e Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, interpretou "Portela na Avenida" (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro), ”Preciso Me Encontrar” (Candeia), “Esta Melodia” (Bubu da Portela / Jamelão), "Ilu-ayê" (Norival Reis / Cabana) e “Foi Um Rio Que Passou Na Minha Vida” no CD "Clássicos do Samba", onde inclusive se apresentou na cidade de Aarhus, na Dinamarca.
O mais novo CD “Alma Feminina” foi gravado ao vivo no SESC Pompéia em São Paulo. Nele, Eliane Faria homenageia grandes mulheres que cantaram samba e choro e que influenciaram a sua carreira, desde a infância como Ademilde Fonseca, Aracy de Almeida, Dircinha Batista, Dalva de Oliveira, Odete Amaral, Clementina de Jesus, Dolores Duran, Isaura Gracia, Elizeth Cardoso e, mais tarde, Elis Regina, Cristina Buarque, Jovelina Pérola Negra, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Zezé Motta, Alcione e Beth Carvalho.


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