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BOB FREITAS

Arquiteto, músico, compositor e arranjador, o paraense de Belém Roberto Gentil Nogueira de Freitas cursou iniciação musical no extinto Conservatório de Belas Artes do Pará, com o Maestro Adelermo Matos, violão popular com o Prof. Tó Teixeira, interpretação com o prof. Lucio Canello, editoração de partituras com o prof. Ziza Padilha, jazz com os Profs. Elias Salgado e Nelson Faria e arranjo com os Profs. Jeff Gardner e Laércio de Freitas.

A carreira musical iniciou-se há 38 anos atrás, nas bandas de pop-rock The Storms e The Kings - com a qual gravou seu primeiro disco, nos estúdios da Philips do Rio de Janeiro, em julho de 1968 - e Os Beatos, onde atuou ao lado do pianista Paulo José Campos de Melo,atual presidente da Fundação Carlos Gomes (Belém/PA).

Profissional aos 14 anos de idade, por exigência contratual da gravadora, na volta a Belém participou das bandas de baile “Ely Farias”, “Quinteto Sam & Walter Bandeira”, “Guilherme Coutinho” e “Novotempo”, esta com os cantores Helinho Rubens e Maria Lídia, então recém chegada de Santarém.

Compôs a banda de Paulo André Barata, com a qual participou do show “Todo dia é dia D”, em 1974, no qual foi lançada profissionalmente a cantora Fafá de Belém, oportunidade em que conheceu o pianista português Álvaro Ribeiro, com o qual também passou a atuar na noite paraense.

Tocou com Lucinha Bastos Walter Bandeira, Letícia Secco, Leila Chavantes, trio “Cravo y Canela”, Daniel Benitez, Alexandre Souza e ainda com Pery Ribeiro, Johny Alf, Jane Duboc, Cy Manifold, Roberto Leal, Noite Ilustrada, Miltinho, Adelaide Chiozzo, Emilinha Borba, Leny Andrade, Malcolm Montgomery e muitas outras estrelas da MPB.

Com o pianista Guilherme Coutinho tocou por mais de 10 anos e participou das gravações pioneiras do estilo “brega” paraense, pelo selo Erla, integrando ainda as produções pioneiras do Grupo Experiência (“Os Viajantes” e “Happening”), da Banda Esperta, com o baixista Minni Paulo, do trio Tijuco, com o baixista Calybre e o baterista Sagica, e do Grupo Gema que, além de acompanhar o cantor Walter Bandeira, foi pioneiro na pesquisa e valorização do movimento da música paraense instrumental.

Além do disco “The Kings”, gravou “Lambadas no Carnaval”, “Chuva Suor e Alegria” e “Trio Elétrico BENSOM”, com Joerto Kzan, Sagica, Didi Anaice e Juca Medalha; Grupo Stalo com Guilherme Coutinho Helio Rubens e Simão e Heliana Jatene; Carnaval 84, com Maria Lídia, Clichê, com Walter Bandeira; Cristal, com Cláudio Vespar; Sayonara Show Band I e II, BRAZILIAN SPIRIT OF JAZZ (lançado na Inglaterra), Um Canto à Virgem, com Walter Bandeira e Leila Chavantes e Terças de Cordas Biratan Porto (Choros) além da parceria com o violonista Nego Nelson no projeto instrumental “Solos do Nosso Solo”, com dois CD já editados, tendo lançado recentemente o seu primeiro CD autoral intitulado ENFIM SOLO, com apoio da lei To Teixeira e patrocínio exclusivo do Banco da Amazônia S/A.

No trio instrumental “Tijuco”, em parceria com o baixista MC Calybre e o baterista Zéca Sagica, dividiu a abertura da segunda versão do “Baiacool Jazz Festival”, sedimentando a fase “solo” de sua carreira, o que viabilizou, além de uma característica mais autoral no seu trabalho instrumental, a verticalização do repertório, com a inclusão de peças formatadas no estilo “chord melody” para estrutura de trio.

A experiência musical fora do Brasil inclui Cayenne, Paramaribo, Georgetown, Curaçao, Santiago, Valparaiso e Viña Del Mar (Chile), onde apresentou-se em com o Prof. Lucio Canello, tangueiro progressivo, atualmente radicado em Los Angeles, que privou da amizade pessoal do genial maestro argentino Astor Piazzola.

08/2006


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