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Big otaviano

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BIG OTAVIANO

Nome artístico de Sergio da Silva Octaviano, carioca, nascido em 11/08/1953.
Cantor. Compositor. Músico.
Oriundo de família musical, seu pai Antonio Octaviano foi violonista e sua mãe Odette da Silva Octaviano cantora. Com o tio Synval Silva (violonista e compositor gravado por Carmem Miranda, entre outras intérpretes da época) aprendeu os primeiros acordes.
Foi integrante da ala de compositores e diretor de bateria da Escola de Samba Tradição e União de Jacarepaguá, respectivamente.
Em 1997 participou do projeto "Patrimônio, Vida e Conservação", no Museu da República como coordenador da Oficina de Música.
Aos 20 anos passou a apresentar-se em casas noturnas e circuito universitário.
No ano de 1978 ingressou na Cooperarte criada junto à Sombras e no ano seguinte, integrou o grupo de artistas Panela de Pressão.
Em 1980, participou da "1ª Feira de Arte do CEUB" (Centro Esportivo e Universitário de Brasília) e a convite de Maurício Tapajós participou do lançamento do LP "Olha aí". No ano seguinte participou do show de Leci Brandão e Zeca do Trombone no projeto "Sete em ponto", no Cine-Show Madureira.
No ano de 2002 ao lado de Carlos Dafé, Marko Andrade, Eliane Faria, Rubens Cardoso e Pecê Ribeiro, entre outros, participou do disco "Conexão Carioca 3". Neste CD, produzido por Euclides Amaral e apresentado pelo poeta Sergio Natureza, interpretou duas composições de sua autoria: "Estranho homem" (c/ Renato Duarte) e "Mulequim" (c/ Euclides Amaral), esta última, com acompanhamento da Banda Elos.
Em 2003, o disco "Conexão Carioca 3 Bônus" foi relançado pelo Selo Peixe Vivo, sendo adicionadas quatro faixas-bônus. No ano de 2004 atuou como diretor artístico e apresentou-se regularmente na casa de espetáculos Novo Cortiço, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Em 2005 participou do lançamento do CD "Um pouco de mim", de Sergio Natureza, espetáculo que reuniu Sergio Natureza, Euclides Amaral, Eud Pestana, Bruno Cosentino, Wagner Guimarães, Iverson Carneiro, Ivan Wrigg, Lúcio Celso Pinheiro e Eduardo Ribeiro na Casa de Cultura de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.
Entre suas obras principais e gravadas, destacam-se:
Canção pro sol e pra lua;
Claridade(c/ Antonio Carlos Otaviano);
Eco-logos(c/ Antonio Fernando Madaleno);
Elos(c/ Antonio Fernando);
Esbagunçar(c/ Zé Eugênio e Demócrito Albuquerque);
Estranho homem(c/ Renato Duarte);
Kizomba(c/ Euclides Amaral);
Mulequim(c/ Euclides Amaral)
e O real e o virtual(c/ Euclides Amaral).
A sua discografia básica é composta de
em 2002 CD Conexão carioca 3(vários)Selo BigVal Produções e
em 2003 o disco Conexão carioca 3 Bônus (vários) reeditado pelo Selo Peixe Vivo Produções.
Entre seus principais shows, destancam-se:
1981: Pra arrepiar. Projeto Pedaço de Música Meriti. Teatro do SESC de São João de Meriti, RJ,
1981: Pra arrepiar. Projeto Fim de tarde. Teatro Armando Gonzaga, RJ,
1982: Semeando claridade. Projeto Altenativa Musical. SESC de Madureira, RJ,
1983: Semeando claridade. Teatro da UFF. Niterói, RJ,
1983: Big Otaviano e banda. Projeto Seis e Meia. Teatro Arthur Azevedo, RJ,
1984: Semeando claridade. Teatro Armando Gonzaga. RJ,
1985: Canto novo. Projeto Sextas-Cheias. FAHUPE (Faculdade de Humanidades Pedro II), RJ.


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