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Alaíde costa (atualizada)

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ALAÍDE COSTA

(Alaíde Costa Silveira Mondim Gomide) Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 08 de Dezembro de 1935 - Filha de Hermínio Silveira e Manoela Costa Silveira.

Muito cedo, participa de programas infantis, ao completar 13 anos vence um concurso na Rádio Tupy (RJ), sendo apontada como a melhor cantora infanto-juvenil, pelo ator e apresentador Paulo Gracindo.

Posteriormente, participa de diversos programas de calouros, incluindo os mais famosos: Ary Barroso, Renato Murce e Arnaldo Amaral, onde a sua participação foi sempre vitoriosa.

Sua profissionalização acontece em 1956, quando assina contrato com o Dancing Avenida (RJ), para ser crooner de orquestra, no mesmo local, em que anteriormente, já haviam atuado na mesma função as cantoras Elizeth Cardoso e Ângela Maria.

O seu primeiro disco de 78 RPM, é gravado em 1956 na gravadora Mocambo / nº15.050, contendo numa das faces o samba-canção “Tens que Pagar”, que marca a sua estréia como compositora em parceria com Airton Amorim.

Em 1957 assina contrato com a gravadora Odeon, onde lança o seu 2º disco de 78 RPM, com produção de Aloysio de Oliveira grava o bolero “Tarde Demais” (Raul Sampaio-Hélio Costa) e uma versão do sucesso internacional “C’Est La Vie” (P.White - Mark Wolfson - Nelly B. Pinto); este seu segundo lançamento fonográfico, alcança sucesso nacional e lhe concede em 1957, todos os prêmios de “Cantora Revelação”.

A partir de então, a cantora conquista popularidade e espaço na mídia, atuando nos principais programas de rádio e televisão e excursiona por várias capitais do país, gravando mais alguns discos de 78 RPM, ainda na Odeon.

Prosseguindo a sua já vitoriosa trajetória musical, ela se torna presença constante nas páginas dos principais jornais e revistas da época, onde recebe críticas elogiosas ao seu talento, elegância e a sua bela voz.

Nesta ocasião comprovando o fato, aparece com destaque nas capas de “Radiolândia”, “Música e Letra”, “Revista do Disco”, dentre outras.

Em 1959 aconselhada por João Gilberto, um admirador de seu estilo suave e moderno, Alaíde se enturma, com os jovens participantes do movimento da Bossa Nova, se transfere para a gravadora RCA Victor, onde, finalmente lança o seu primeiro LP de 12 polegadas “Gosto de Você” BBL 1030.

Neste disco, destacam-se as músicas "Estrada Branca" (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), "Minha Saudade" (João Donato e João Gilberto) e "Lobo Bobo" (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli), esta, um grande sucesso radiofônico em sua voz.

Neste período a Bossa Nova começa a ser bastante divulgada, e inesquecíveis shows se realizam na cidade do Rio de Janeiro, em locais como: Universidades, Teatros e Boites; tendo Alaíde Costa, participação destacada em quase todos, e suas apresentações eram sempre aguardadas com grande expectativa, e seus números aplaudidos entusiasticamente.

Nesta época, os jovens, principalmente os universitários, que lotavam estes espaços, tinham grande curiosidade e interesse pela nova sonoridade da música popular. E para muitos, a voz suave, meiga e afinada de Alaíde Costa, era perfeita para expressar, este novo jeito de compor e de cantar a MPB.

Aliás, nos livros lançados posteriormente, pelos autores Ruy Castro, Ricardo Cravo Albim, Artur da Távola, Walter Silva, dentre outros, sem exceção, destacam a participação importante de Alaíde Costa, na divulgação e consolidação do movimento da Bossa Nova.

Em 1960, se transfere definitivamente para São Paulo, após, se apresentar no 1º Festival de Bossa Nova realizado na capital Bandeirante, quando conquista ao lado de seu amigo e parceiro Geraldo Vandré o comando do programa “No Balanço do Samba” na televisão Tupy (SP); período, em que, também, faz teleteatro com destaque para a peça “Clara dos Anjos”, em que contracenava com o ator Armando Bógus.

Convém ressaltar, que anteriormente, no RJ no final dos anos 50, Alaíde Costa, já desempenhara o papel de Eurídice numa montagem de “Orfeu da Conceição”, realizada pela TV Rio.

Ainda, em 1960, lança o seu segundo LP “Alaíde, Canta Suavemente” BBL 1062 RCA Victor, onde se destacam as músicas: “Dindi” (Tom Jobim e Aloísio de Oliveira), "Fim de Noite" (Chico Feitosa e Ronaldo Bôscoli) "Esquecendo Você" (Tom Jobim) e “Chora Tua Tristeza” (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini), com esta música, Alaíde, consegue mais um grande sucesso em disco.

No ano seguinte (1961) ainda, pela RCA Victor lança o seu terceiro LP “Alaíde, Jóia Moderna” BBL 1112, onde, se registram os primeiros arranjos gravados de Baden Powell, e as músicas de destaque são “Sem Você” (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), “Encontro com a Saudade” (Nilo Queiroz e Billy Blanco) e “Lágrima” (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini).

Em 1963 lança o “cult” e elogiadíssimo LP “Afinal... Alaíde Costa” pela gravadora Audio Fidelity AFLP 1999; e em 1964, lança o seu maior sucesso, o clássico “Onde está Você” (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini), diretamente no palco do Teatro Paramount (SP).

Nesta noite inesquecível, Alaíde, obtém uma verdadeira consagração popular, sendo delirantemente aplaudida no meio de sua interpretação, por uma platéia completamente hipnotizada, pela música e por sua emocionante performance.

Após, este show memorável, assina contrato com a TV Record e participa de todos os seus principais programas, Festivais de MPB, shows, viagens, enfim, a cantora vive neste período o seu esplendor artístico.

Num breve retorno ao Rio de Janeiro, ela faz uma belíssima temporada com o Show “Recital de Samba”, ao lado de Oscar Castro Neves, Baden Powell e Dulce Nunes no Teatro Santa Rosa (1963).

Em seguida, apresenta-se com o maestro Diogo Pacheco no Recital “Alaíde e Alaúde” no Teatro Municipal de São Paulo, onde interpreta Baladas medievais inglesas em versões de Guilherme de Almeida, resultando num outro grande êxito.

Em 1965 lança outro belo LP "Alaíde Costa" SMLP 1503, pela gravadora SOM Maior, e ainda, participa como atriz na peça “Os Monstros”, com direção de Ruth Escobar ao lado do saudoso ator Raul Cortez.

Também, realiza diversos shows, faz várias apresentações na TV, viagens, até, que problemas familiares e de audição, obrigam-na a afastar-se de suas atividades profissionais.

O grande retorno da cantora acontece em 1971 quando ao lado de Milton Nascimento volta a sua antiga gravadora Odeon, para participação especial no antológico álbum “Clube da Esquina”, onde, ambos interpretam em dueto o samba “Me deixa em Paz” (Monsueto e Airton Amorim), que permitiu ao grande público reencontrar-se com a querida intérprete.

Motivados pela repercussão desta gravação, juntos apresentam-se no Teatro Teresa Rachel e na Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro, com muito sucesso.

Neste seu retorno a gravadora Odeon, Alaíde Costa lança vários compactos e LPs, com destaque para “Alaíde Costa & Oscar Castro Neves”, uma produção de Aloysio de Oliveira (1973), onde a música “Retrato em Branco e Preto” (Chico Buarque e Tom Jobim), ganha da cantora uma interpretação definitiva e insuperável!

Em 1973, Alaíde Costa, integrando a Ala dos Compositores da Acadêmicos do Salgueiro, é convidada e aceita desfilar pela sua escola de samba de coração, puxando na avenida, o bonito samba enredo “Eneida, Amor e Fantasia” (Geraldo Babão).

Porém, lamentavelmente, neste mesmo ano, Alaíde é obrigada a afastar-se novamente de suas atividades profissionais, para desta vez, se submeter a duas cirurgias para correção de seus problemas auditivos.

Em 1975 a gravadora Odeon, lança o LP “Alaíde Costa” pelo selo Coronado SC - 10055, contendo uma compilação de seus diversos compactos, que foi muito bem recebido pela crítica e alcança excelentes índices de vendagem.

Finalmente, recuperada, a cantora retoma a sua carreira e participa como cantora e atriz, da montagem do espetáculo “Poema Sujo” de Ferreira Goulart na Sala Funarte (RJ) ao lado de Ester Góes.

Em 1976 volta aos estúdios da EMI-Odeon, para gravar o LP “Coração” EMCB 7016 produzida por Milton Nascimento e arranjos de João Donato; deste trabalho destacaram-se as músicas “Pai Grande”, “Catavento”, (Milton Nascimento), “Coração” (Nelson Ângelo e Ronaldo Bastos) “Tomara” (Novelli / Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós) e “Tempo Calado” (Alaíde Costa e Paulo Alberto Ventura).

Em 1982 acontece o grande encontro, de Alaíde Costa com o Poeta Hermínio Bello de Carvalho, resultando no belíssimo álbum “Águas Vivas - Alaíde Costa canta Hermínio Bello de Carvalho”, uma produção independente, lançada em LP pelo selo "Vento de Raio" LPVR 014.

Este álbum, posteriormente foi lançado em CD na França, pela Buda Musique e relançado no Brasil no formato CD, pela Warner M063012957 em 1995.

As músicas que mais se destacaram foram “Estrada do Sertão” (João Pernambuco e Hermínio), “Doce de Coco” (Jacob Bittencourt e Hermínio), “Pressentimentos” (Elton Medeiros e Hermínio) e “Cadarços” (Alaíde Costa e Hermínio).

Em 1988, Alaíde lança o LP “Amiga de Verdade” PAN 1030739 com as participações de grandes nomes da MPB Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Ivan Lins, Paulinho da Viola, MPB4, dentre outros. Este álbum foi relançado em CD pela gravadora Movie Play BS234 em 1995.

Em 1991, a cantora realiza um show homenagem a Tom Jobim, denominado “Alaíde canta Tom Jobim” e percorre várias capitais brasileiras com muito sucesso.

Em 1995, lança outra jóia musical, via Movie Play o CD BS260 “Alaíde Costa & João Carlos Assis Brasil”, com destaque para “Bachiana Nº5” (Heitor Villa Lobos e Manuel Bandeira), “Azulão” (Jaime Ovalle e Manuel Bandeira), “Te Quiero” (Alberto Fávero e Mário Benedetti).

Em 1997, Alaíde Costa viaja para o exterior e se apresenta pela segunda vez no continente europeu, anteriormente, havia cumprido temporada em Paris, e nesta segunda oportunidade, apresenta-se no "Copenhague Jazz House" na Dinamarca, onde, suas apresentações mereceram enorme destaque na imprensa local.

Em 1998 lança na França, outro trabalho de altíssimo nível artístico o CD “Falando de Amor” pela Audívis B6876, gravado no Studio Sextan em Paris, com produção de Rolando Faria e participação dos músicos Kzam Gama, André Dequech, L. Augusto Cavanni e Toninho do Carmo.

Este trabalho internacional de Alaíde Costa foi lançado no Brasil pela gravadora CID em 2000.

Finalmente, em 2001 o poeta Hermínio Bello de Carvalho e a cantora, voltaram a se reunir para nos oferecer outra obra prima musical, o CD “Rasguei a minha Fantasia” JAM Music 270.065, sem dúvida alguma, um dos mais belos discos já produzidos no Brasil!

Neste mesmo ano, a BMG Brasil Ltda. reeditou em CD o seu segundo LP “Alaíde Costa, canta suavemente”, remasterizado por Charles Gavin.

Ainda, em 2001 Alaíde Costa se reúne ao seu amigo e parceiro Johnny Alf, e ambos, participam do CD “Fim de Semana em Eldorado” a convite dos músicos alemães Paulo Morello e Kim Barth.

Este trabalho resultou numa turnê vitoriosa em 2003, por cinco países da Europa: Alemanha, Áustria, Suíça, Espanha e Inglaterra, compreendendo o período de 28/10 a 21/11/2003, onde apresentaram o show “Bossa Nova Legends” para lançamento e divulgação do CD gravado em 2001.

Nesta temporada européia Alaíde e Johnny, gravam com os músicos Morello & Barth, mais um CD para o mercado europeu, com o título de “Bossa Nova Legends”, com as participações de Pery Ribeiro e Leny Andrade.

Também, a gravadora EMI Music Ltda. na série “BIS Dois CDs” (Bossa Nova), lançou uma compilação do seu repertório, gravado na antiga Odeon, enquanto, a Warner Music Brasil Ltda., através, da série Arquivos (idem Charles Gavin) reeditou o belíssimo álbum “Alaíde Costa canta Hermínio Bello de Carvalho” em 2002.

Porém, a grande surpresa para os admiradores desta delicada e extraordinária intérprete, aconteceu, através da DUBAS Música em 2002, com o relançamento em edição especial remasterizada e luxuosamente embalada, num belo projeto gráfico de Ronaldo Bastos e Leonel Pereda, o seu álbum "Alaíde Costa" de 1965.

Em 2004, ainda, Ronaldo Bastos pela sua gravadora Dubas Música relança com todo o requinte, que se fazia necessário, o álbum “Afinal...Alaíde Costa" de 1963, dando continuidade, ao resgate da discografia da extraordinária cantora.

Também, em 2004 a intérprete completou 50 anos de bons serviços prestados a MPB, e para comemorar tão importante acontecimento, Alaíde Costa, além, da realização de vários shows, retornou aos estúdios para gravar o álbum “Tudo que o Tempo me Deixou”.

Aliás, o título do mesmo, já demonstra que a cantora, através das canções escolhidas, procurou expor as suas experiências, alegrias e desencantos, enfrentados nestes 50 anos de absoluta coerência artística, sem concessões, nem apelações.
Neste trabalho, lançado pela gravadora Lua Music em Julho de 2005, com produção e arranjos do maestro e pianista Gilson Peranzetta, a cantora desfila um repertório refinadíssimo:Três canções autorais, com parceiros famosos como “Você é Amor” (Antonio Carlos Jobim), uma composição de 1960 que se encontrava inédita; “Meu Sonho” (Johnny Alf) e “Saída”, esta, com música e letra da própria cantora.

O CD contém, ainda, pérolas musicais de autores consagrados como: Fátima Guedes, Dolores Duran, Sueli Costa, Hermínio Bello de Carvalho, dentre outros.

Por este trabalho, Alaíde foi indicada ao 4º Prêmio Rival BR na categoria de “Melhor Cantora de 2005”, concorrendo com Alcione e Nilze Carvalho, quando foi à grande vencedora, numa noite memorável em Outubro/2005 no Teatro Rival (RJ).

Este belíssimo CD, ainda lhe valeu em 2006 a indicação ao Grammy Latino, na categoria de "Melhor CD Romântico", concorrendo com os cantores Roberto Carlos, Daniel e Leonardo.

Em Dezembro de 2005, Alaíde Costa, participou do espetáculo "Brasil Brasileiro", do coreógrafo argentino Claudio Segovia, que encerrou com chave de ouro, as comemorações do "Ano do Brasil na França" tendo se apresentado em Paris e Toulouse.

Em Agosto de 2006, retornou à Europa, para outras apresentações do referido espetáculo, desta vez, na Espanha, Áustria, Alemanha e Inglaterra; e finalmente, em 2007 se apresenta em Doha (Emirados Árabes).

Ainda, em Novembro de 2006, a cantora se reencontra com o extraordinário pianista, João Carlos Assis Brasil, e lançam um novo álbum, "Alaíde Costa e João Carlos Assis Brasil / Volume 2", produzido pelo competente José Milton, pela Lua Music.

Em 2008, mais um CD pela Lua Music, desta vez, a realização de um sonho antigo da cantora, e grava um álbum, todo dedicado ao seu grande amigo, Milton Nascimento; contando, inclusive, com a participação, do mesmo, neste belíssimo trabalho: “Alaíde Costa , Canta Milton Nascimento – Amor Amigo” idealizado e produzido por Thiago Marques Luiz.

Convém destacar neste CD, a regravação de “Travessia”, num arranjo concebido pela cantora e Jonas Moncaio (Cello).

Em Maio de 2009, Alaíde Costa, participa do show comemorativo dos 80 anos de Johnny Alf, no SESC Pinheiros (SP), ao lado de Emílio Santiago.

Em Setembro de 2009 – lançamento do livro “Solistas Dissonantes” de Ricardo Santiago - Editora Letra e Voz, onde o autor analisa a presença da cantora negra na música popular brasileira, com enfoque, na trajetória peculiar e determinada da cantora Alaíde Costa, como fonte inspiradora das demais focalizadas.

Em Dezembro de 2009, Alaíde Costa, se apresenta no SESC Ginástico (RJ), ao lado de Leny Andrade, numa belíssima homenagem ao genial Johnny Alf.

Em 2010, Alaíde Costa volta aos estúdios, para gravar o CD “Johnny Alf Por Alaíde Costa” (Lua Music), um tributo ao amigo e parceiro saudoso, Alf, com lançamento previsto para o início de 2011.

Em Agosto de 2010, celebrando o 22º Aniversário da Fundação Palmares, Alaíde Costa, participa do Concerto Mães D’Água – Yeyé Omó Eiá, no Teatro Nacional de Brasília, ao lado das cantoras: Rosa Maria Colyn, Daúde, Margareth Menezes, Martinália, e Luciana Mello, cantando músicas de Dorival Caymmi, Lenine, Vinicius de Moraes, Baden Powell e outros.

Este trabalho resultou num DVD, que foi apresentado pela TV Brasil, como ponto alto das comemorações do Dia da Consciência Negra em 20 de Novembro de 2010, num pré-lançamento.

Em 08 de Dezembro de 2010, lançamento oficial do referido DVD no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA) com a presença destacada de Alaíde Costa.

Em 07 de Outubro de 2010, Alaíde Costa, participa do show comemorativo dos 100 anos de Noel Rosa, no teatro SESC Ginástico (RJ) ao lado dos extraordinários músicos, Gilson Peranzzetta e Mauro Senize.

Ainda, em Outubro de 2010, a querida Alaíde Costa recebeu o Prêmio Divas da MPB, promovido pela Icatu Seguros e Elas & Lucros, na cidade de São Paulo, juntamente, com suas companheiras de profissão, as excelentes Ademilde Fonseca e Dóris Monteiro, pelo conjunto de suas obras; e, para celebrar o fato, de continuarem ativas, após, tantos anos de dedicação a MPB.

Enfim, por tudo isto, e pela coerência com que conduz a sua trajetória artística, pela sua elegância, dignidade e caráter, podemos afirmar que ALAÍDE COSTA, é a GRANDE DAMA DA CANÇÃO BRASILEIRA! (Autor:Paulo Alberto Ventura /2010)


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